História Time Travel JoJo's Bizarre Adventure - Capítulo 3


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Categorias JoJo no Kimyou na Bouken (JoJo's Bizarre Adventure)
Personagens Dio Brando, Enrico Pucci, George Joestar II, Gyro Zeppeli, Johnny Joestar, Josuke Higashikata, Personagens Originais, Robert Edward O. Speedwagon (REO), William Anthonio Zeppeli
Tags Dio Brando, Gyro, Gyro Zeppeli, Jjba, Johnny Joestar, Jojo, Josuke Higashikata, Viagem No Tempo
Visualizações 11
Palavras 1.912
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Um cowboy gay, certo?


Fanfic / Fanfiction Time Travel JoJo's Bizarre Adventure - Capítulo 3 - Um cowboy gay, certo?

Com os gritos de interrogação de seu amigo, Amélie não foi capaz de recuperar seus sentidos rapidamente, porém, em questão de minutos ela já conseguia ouvir e ver seus amigos claramente, mas a dor de cabeça e tontura permaneceram nela enquanto o resto de seus amigos já haviam se recuperado. Amélie podia notar os olhares de raiva e confusão sendo direcionados á ela como se ela soubesse o porquê daquilo tudo ter ocorrido.

- Amélie, o que ta acontecendo? Que merda você fez? - Interrogou Carol, ela parecia ser a mais calma entre os outros quatro indivíduos.

- E-eu não sei, porra! Aquela cadeira começou a brilhar e em segundos a gente caiu na porra de um bosque! Eu não faço a mínima ideia do que tá rolando! - Respondeu Amélie, tão confusa quanto eles, chegando até a gaguejar.

- Será que a "máquina do tempo" funcionou?! - Perguntou Sina, em um ato desesperado de procurar alguma resposta

- Claro que não! A gente não tava fazendo aquilo pra realmente viajar no tempo, só estávamos ocupando a mente, não tínhamos nem ideia de como construir uma merda dessas! É mais provável que sejam as drogas da Amélie - Indagou Vinnie, de modo ofensivo para sua amiga Amélie, que por sua vez continuava não sabendo de nada.

- Ei! Eu não uso coisa tão pesada assim pra todo mundo ter a mesma alucinação e ser teletransportado pra uma floresta! Isso não é Breaking Bad, porra!

- Pra fazer uma máquina do tempo não tinha aquela parada toda de uma estrela bem velhinha, aí ela virava um buraco negro e nós fazíamos alguma coisa? - Perguntou Carol para o resto do grupo.

- Você leu isso em um site de humor, Carol... - Respondeu Sina, já desesperançosa ao procurar alguma outra explicação para isso.

- WHATEVER GENTE, a gente não deve estar muito longe de casa, né? Vamos procurar alguém pra pedir informação - Sugeriu Vinnie, olhando ao redor, era evidente o olhar de desespero estampado em seu rosto.

Todos concordaram em silêncio, mas permaneciam parados, inclusive Vinnie. Eles sabiam que quanto mais andassem, mais iriam se perder.

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O jovem rapaz não pôde deixar de ouvir as vozes altas vindo ao leste, então, acordou o seu companheiro, o alertando de que haviam pessoas por perto.

- Ei, gyro! - Disse o loiro em tom animado, mas não de maneira positiva.

O maior não disse nada, apenas acordou e levantou seu chapéu, olhando para o seu amigo como se estivesse perguntando um "o que foi, mano?".

- Eu ouvi algumas vozes vindo daqui de perto, pareciam ser umas quatro pessoas, acho melhor irmos investigar - Disse o rapaz, em tom sério e preocupante.

- Eu não ouvi nada, Johnny, acho que é coisa da sua cabeça, mas se quiser pode ir lá investigar que eu fico aqui mesmo. - Sugeriu o homem chamado Gyro, com voz sonolenta e em meio de bocejos longos.

- Hm... - Expressou o rapaz chamado Johnny, que logo, de alguma forma, conseguiu subir em seu cavalo. Indo na direção das vozes.

- Pera, tu vai mesmo?! - Perguntou Gyro, surpreso com a atitude do colega de deixá-lo sozinho. - Porra... - Logo então, subindo em seu cavalo e indo alcançar seu parceiro.

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- Ei... Gente... - Chamou Amélie - E se nós realmente viajamos no tempo?

- Isso é impossível, cara - Respondeu Vinnie com convicção.

- Eu sei, mas... e se, né? A gente pode ter revolucionado a história da ciência, cara. - supôs Amélie, enquanto as outras duas amigas, Carol e Sina, permaneciam caladas.

Dentro de dois minutos após o curto diálogo, o grupo foi capaz de ouvir trotes de cavalos vindo em sua direção, logo revelando a silhueta de dois homens altos que se aproximavam cada vez mais. Sina, ao ver os dois se aproximando, pôs seus olhos a brilhar de esperança.

- Ei! Gente, tem dois caras vindo pra cá! - Disse a loira. - OW! Vocês podem nos ajudar?! - Interrogou Sina, acenando para os dois.

- Vocês estão perdidos? - Johnny respondeu com outra pergunta, ele sabia que seria rude da parte dele, mas não hesitou, olhando para cada um do grupo.

- É... Nós nos perdemos - Respondeu o homem barbudo, Vinnie.

- Ei! Uma pergunta, em que ano nós estamos? - Amélie perguntou, interrompendo seu amigo.

Vinnie olhou para ela com uma cara irritada, mas isso não a incomodou, todos estavam estressados naquele momento.

- 1890, moça.. - Respondeu Johnny, de maneira cautelosa, também confuso.

- Você tá zoando, né? - Falou Carol, sem acreditar nas palavras do homem

Amélia deu um sorriso nervoso, olhou para os seus amigos, e em um ato irracional, exclamou:

- CHUPA MEU PAU STEPHEN HAWKING

- ...

Todos ficaram em silêncio, até o homem loiro de cabelos longos perguntar discretamente para seu amigo

- Acho que eles são só um bando de bêbados, Johnny...

- Seja lá o que eles são, não podemos deixar eles aqui, Gyro, vamos levá-los para nosso acampamento. - Sugeriu Johnny em um tom sério como sempre foi.

- Tá maluco, porra?! E se forem ladrões? - Exclamou Gyro, de maneira ofensiva.

O grupo de amigos permanecia em silêncio, irritados com a jovem de cabelo curto, Amélie.

- Puta merda, Amélie, você fodeu a gente... - Disse Vinnie, logo direcionando a fala para os dois homens que estariam montados em seus cavalos - Vocês podem nos ajudar, por favor? Meu nome é Vinnie, nós não somos uma ameaça, só estamos completamente perdidos. Se o que o senhor disse é verdade, então nós realmente não somos daqui.

Os dois homens, Gyro e Johnny, acabaram tendo que concordar em ajudar os quatro amigos, porém não irão se descuidar nem por um segundo. O grupo acabou por seguir os dois, chegando a um acampamento próximo, onde poderiam descansar um pouco e entender o que estava acontecendo.

Chegando no local, que não era muito longe, os dois homens prenderam as rédeas de seus cavalos nas suas respectivas selas, impedindo eles de fugirem, não que tenham esse costume, mas é sempre bom prevenir. Amélie estaria sentada no chão com Sina, olhando para a luz de uma pequena fogueira que haviam feito, se lembrando da série de eventos que levaram eles até lá, enquanto era capaz de ver seus óculos redondos de grau refletindo a luz do fogo e da brasa que lá estavam aquecendo as duas mulheres.

Carol estaria em pé junto de Vinnie, os dois olhavam para os cavalos pastando na grama úmida, parecia que também havia chovido naquele local. E os mesmos repararam que aquele bosque com certeza não existia na época em que eles vieram. O silêncio tomava conta da região, apenas era possível ouvir o piar de pássaros em época de acasalamento, até então, Vinnie decidiu quebrar a calmaria para confrontar sua amiga Amélie.

- Caralho, não acredito que a gente tá aqui por sua causa, Amélie - Afrontou o homem. - Isso tudo por causa da sua namoradinha, né? Sua egocêntrica do caralho, e se a gente ficar preso aqui pra sempre? Você sabia que isso ia acontecer, sua vadia?!

Amélie ficou quieta por alguns segundos, ela sabia que a culpa era toda sua, então não tinha o porquê debater, mas acabou o respondendo até um dos homens tentar amenizar a situação.

- CARALHO MANO, eu não sabia de nada, para de ser ignorante e tenta me escutar pelo menos uma vez! Ninguém aqui tava fazendo aquilo pra dar certo, a gente só tava passando o tempo, não tenho nem ideia de como isso aconteceu, caralho! Eu também tô espantada, mas ficar gritando comigo não vai adiantar nada!

- Ei, ei! Parem de brigar aí, isso não vai resolver nada! Primeiramente, quem são vocês? -  Interpelou Johnny, que estava apoiado numa árvore, aparentemente ele não era capaz de andar.

Vinnie, em um ato cauteloso, se apresentou e apresentou todos os seus colegas, tentando explicar a situação de uma maneira que não seja inacreditável. Bem, ele falhou.

- Pelo amor de Deus, Johnny, você vai acreditar nesses loucos? - Questionou Gyro, que estava sentado do outro lado da fogueira, em frente a Amélie.

- Espera! Eu tenho como provar! - Era a segunda vez que Amélie interrompia alguém, mas foi necessário. Logo então, ela olhava para seu pulso com uma pulseira inteligente, "MI Smart Band 4" era seu nome, logo então a ligando e direcionando para Gyro de maneira brusca, o deixando em estado de alerta.

- Ei, ei, ei! Fica longe de mim, sua merdinha! - Dizia ele se levantando e pegando uma espécie de bola de aço verde, com desenhos estampados nela.

- Calma, porra! É só um relógio, olha! Você já viu alguma coisa assim?! - Exclamou a jovem, se levantando junto com o homem e tirando o seu acessório do pulso. Á medida que ela ia passando o seu dedo no aparelho, as imagens nele se moviam, o que deixou Gyro levemente confuso, mas ainda sem abaixar a guarda.

- Me dá isso agora! Pode ser uma arma, sua vadia! Não sou idiota! - Ordenou o brutamontes, esticando sua mão livre e fazendo um gesto que indicava para ela entregar o aparelho.

Dito e feito, Amélie entregou a pulseira para o homem, que logo jogava ela para o seu amigo, Johnny, pegá-la e investigá-la.

- Não precisava gritar, incel do caralho. - Murmurou a jovem, que procurava não se mostrar intimidada com a atitude de Gyro.

- O que você disse, porra? - Já irritado, o homem se dirigiu até a mulher de maneira brusca, agarrando-a pelo pescoço como se fosse um chimpanzé raivoso.

- GYRO! Já chega! Não vamos atacar eles! Podem ser úteis como aliados. - Bradou Johnny para Gyro, que ao ouvir suas palavras  olhou para a mulher, que estava com os dedos enroscados em seus antebraços, porém não oferecendo muita resistência. Então a largou, dando um empurrão e fazendo ela voltar alguns passos para trás.

-AH! Além de ser um cowboy gay genérico ainda é um puta babaca, né, caralho? - Amélie ofendeu Gyro, pronta para xingá-lo de várias coisas, colocando os dedos em seu próprio pescoço até ser interrompida por um choro vindo de seu lado.

Era Sina chorando, se perguntando se eles iriam conseguir voltar pra casa. E, Amélie, por sua vez, correu até sua amiga para acalmar ela.

- Amélie, por favor, diga que vamos conseguir voltar pra casa. Não quero morrer aqui, caramba! - Indagou Sina aos prantos.

- Eu não sei, amiga, eu realmente não sei o que fazer. Me, desculpa, tá?... - Respondeu Amélie agachada ao lado de Sina, a envolvendo em um abraço reconfortante. - Vou tentar ao máximo fazer a gente voltar pra casa!

Todos observavam a cena calados, o grupo ainda não tinha certeza se realmente haviam viajado no tempo ou aqueles dois estavam de sacanagem com eles. Mas uma coisa é certa, eles não são daquele lugar, e devem fazer de tudo para voltar pra casa e nunca mais ver a cara daqueles dois.

- ... - Amélie se vira com um olhar irritado para a direção de Gyro, ela não pôde deixar de notar que ele ainda estava prestes a pegar sua bola de aço, a arma dele, supôs ela - O que você vai fazer, hein? Enfiar no cu? Larga isso, porra

Gyro não procurou disfarçar sua expressão relutante, mesmo com seu parceiro por perto, ele continuou em alerta por um bom tempo.

 

 

 

 

 


Notas Finais


Os amigos vieram de 2025, mas os acontecimentos continuam sendo os mesmos de agora.


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