História Time Travel - Capítulo 4


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Categorias JoJo no Kimyou na Bouken (JoJo's Bizarre Adventure)
Personagens Dio Brando, Enrico Pucci, George Joestar II, Gyro Zeppeli, Johnny Joestar, Josuke Higashikata, Personagens Originais, Robert Edward O. Speedwagon (REO), William Anthonio Zeppeli
Tags Dio Brando, Gyro, Gyro Zeppeli, Jjba, Johnny Joestar, Jojo, Josuke Higashikata, Viagem No Tempo
Visualizações 9
Palavras 1.310
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Que Porra é Essa de "Vegana"?


Fanfic / Fanfiction Time Travel - Capítulo 4 - Que Porra é Essa de "Vegana"?

Trinta minutos se passaram, já estava entardecendo e Sina havia parado de chorar, mas não significava que ela estava calma. Amélie permaneceu ao seu lado durante esse período, fazendo piadinhas bobas mesmo não sendo na melhor hora. Até que ela teve uma ideia...

- Ah... Gente, tá muito tenso aqui, não? - Amélie tentou quebrar o gelo - Sabe o que pode melhorar esse clima? - Ela disse olhando para Sina - Uma boa música! Não?

- Amélie, não é hora. - Respondeu Vinnie, de maneira séria enquanto os dois homens, Gyro e Johnny, continuavam quietos em seus cantos.

- Ah, vamo lá, poxa! Vamos ver se vocês reconhecem essa música! - Exclamou Amélie, ignorando seu amigo.

" I asked that gal to give me some...

hmmm, hmmm, hmmm, hmmm, hmmm, hmmm~"

 Amélie começou a cantar, dando leves batidas em suas coxas para complementar a música. Seus amigos, logo reconhecendo de onde vinha a música, começaram a dar leves risadas. Amélie sempre cantava ela enquanto progredia em um de seus jogos favoritos. Mesmo em toda aquela situação, ouvir as risadas de seus amigos era algo maravilhoso, ela realmente não viveria sem eles.

- Isso aqui não é Red Dead Redemption, Amélie! - Disse Vinnie, que não conseguiu segurar pequenas risadas tímidas 

- UÉ - Amélie parou de cantar - Mas não é não? É igualzinho, tem até cavalo! - Ela disse apontando para Gyro e seu cavalo, que estavam mais distantes do grupo.

- Para de ser idiota! - Exclamou Sina, sorrindo, assim como os outros amigos. Logo rindo do que Amélie havia dito.

- Pode ser Old Town Road, então? - Indagou Amélie, com outra piada, fazendo os outros rirem ainda mais. Logo olhando para Gyro e sua cara emburrada.

Foi possível notar que a pessoa mais quieta do grupo seria Carol, que por sua vez estava até mais assustada do que Sina, mas isso não a impediu de soltar algumas risadas com a tentativa da sua amiga de descontrair um pouco a situação tensa em que todos se encontravam. Dessa maneira, olhou para Johnny, cujo ainda estava montado em seu cavalo tordilho branco, próximo ao seu colega, olhando para o grupo de amigos e dando um pequeno sorriso de canto, ele parecia se alegrar vendo eles tão unidos, mesmo que mal os conheça.

Então, teve de interromper a diversão deles.

- Vocês estão com fome? - Perguntou Johnny, que havia esperado as risadas se acalmarem para o fazer. - Se sim, Gyro deve ter trago alguma coisa com ele. - O mesmo disse cutucando seu parceiro, que se levantou para pegar uma bolsa ao seu lado, logo tirando uma sacola enorme com várias coisas dentro.

- Só não vão comer tudo, hein? - Vindicou o maior, entregando a sacola para Johnny, que por sua vez continuava com o mesmo semblante gentil.

Dentro da sacola, como seu conteúdo, haviam vários espetos com sanduíches, Johnny acabara distribuindo para cada um, inclusive Gyro. Era bem estranho ver um rapaz montado em um cavalo enorme distribuindo espetos de sanduíche de rosbife para as pessoas, mas Amélie não foi capaz de fazer alguma piadinha sobre isso, já que ela estava pensando em como recusar sem ser rude, já que ela era vegana e também não comia glúten.

Ela pegou um espeto com dois sanduíches de rosbife, a carne ainda estava quente ,de alguma forma. Amélie iria devolver para Johnny até ser milagrosamente interrompida por uma voz masculina, em tom rude. Era Gyro, sua voz realmente era parecida com a de algum personagem de Red Dead Redemption, talvez o Micah.

- Então, se é isso que dizem, vocês não são daqui, certo? - Interrogou Gyro, olhando para Vinnie de maneira afrontosa, isso evidentemente o abalava.

- Pois é, não somos daqui mesmo. Não sei como explicar, só não somos d... - Tentou explicar Vinnie, que acabara sendo interrompido por Amélie pela segunda vez, ela tinha uma mania horrível de não deixar os outros terminarem de falar.

- Nós viemos do futuro, sacou? - Respondeu Amélie, de maneira resumida.

A mulher não pôde deixar de reparar nos dentes de Gyro, eram completamente dourados, pareciam até mesmo próteses, e neles estava estampado  "Go! Go! Zeppeli!" , de início ela achou a coisa mais tosca do mundo em base ás primeiras impressões que teve dele, mas lá no fundo ela gostou pra caralho, inclusive dos seus lábios tingidos de verde, que acabava combinando com o dourado de seus dentes. Ele parecia uma drag queen do século 19, e Amélie adorou isso nele.

- Não tinham outra história melhor pra contar não? A gente não é imbecil, porra! - Disse Gyro de maneira ofensiva para todos do grupo.

- Você já viu a minha pulseira, tenho certeza que a Xiaomi não foi inventada no século 19, Pabllo Vittar - Confrontou Amélie, deixando o trapper dos dentes de ouro calado, ou quase, em um pouco menos de cinco minutos ele abriu a boca novamente.

- Você não vai comer isso? - Perguntou Gyro, olhando para o espeto ainda intacto nas mãos de Amélie

- Eh...Muito obrigado, mas não... Eu sou vegana... - A mulher respondeu, um pouco envergonhada.

- Vegana? Que merda é essa? - O homem franziu o cenho, com um olhar de reprovação, mas dessa vez parecia ter acalmado sua voz.

- Ela não come nada de origem animal. Ovos, leite, carne, produtos testados em animais, ela não usa nem come nada disso - Respondeu Sina, que era a mais próxima de Gyro e Johnny.

- Que frescura... Vai passar fome então, se você não for comer pode dar pra mim nyo-ho~ - Sugeriu Gyro, ele parecia mais amigável, a sua mudança comportamental foi até mesmo um pouco assustadora. O homem chegou até a dar uma risada estranha

- Ok, ok, né. - Ela entregou o espeto para o homem, e acabou por notar mais características marcantes no indivíduo,  suas roupas não pareciam ser do seu tempo, o que levantou mais suspeitas de que ele e seu amigo estejam apenas de sacanagem com a cara do grupo. Porém, Amélie decidiu permanecer calada. Ela podia notar que Johny não parava de sorrir de uma forma gentil, ele definitivamente era mais amigável do que Gyro, dava pra ver que ele não estava procurando confusão.

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Carol continuou a  permanecer calada esse tempo inteiro, ela estava deitada na grama, vendo a noite cair, estava muito preocupada com esta história toda, com sua família e seus bichinhos de estimação. Ela já não tinha mais nada além da companhia de seus amigos e daqueles dois rapazes.

Carol é uma jovem de  21 anos, a mais nova do grupo, que optou por fazer faculdade de Relações Internacionais. Ela é amiga de infância de Amélie e Sina, e já estava acostumada com as cagadas que as duas faziam juntas, por isso não estava tão surpresa quando se viu de cara com essa história toda de "viagem no tempo". Carol, sem dúvida alguma, é a mais madura do grupo, sempre procura ser útil para as pessoas e tem a tendência de perdoar facilmente.

Ela já estava exausta com aquela situação toda, mas, ela nunca havia acampado na sua vida, e essa era uma das coisas que ela adoraria fazer antes de completar 30 anos, então há um lado bom nessa confusão toda pelo menos para Carol. Só que a mesma não podia negar uma coisa:

A mulher só precisava ver vídeos de indianos construindo piscinas com poucas ferramentas e um pacote de Fandangos de presunto na mão. Era só isso necessário para Carol ter a melhor noite de sua vida.

Pensando nessas coisas, Carol acabou caindo no sono que havia sido interrompido mais cedo pela luz ofuscante daquele aparelho que ela construira com seus amigos. Lá estava frio, mas não tanto. Foi esse clima impecável de inverno que a fez relaxar e dormir facilmente

 


Notas Finais


AAAAA
Eu juro que nos próximos episódios vou explorar mais os outros personagens!

Música que Amélie estava cantando:
https://www.youtube.com/watch?v=0aes1khGkpA


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