História Típico babaca popular - Capítulo 4


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Johnny, Jungwoo, Lucas, Mark, Taeyong, Ten, Winwin, Yuta
Tags Capopera_, Fantasia, Harry Potter, Johnten, Luwoo, Magia, Markyong, Nct, Taemark, Woocas, Yuwin
Visualizações 216
Palavras 2.280
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus anjos, vou nem desejar boa noite porque só Deus sabe que horas serão quando vocês vierem ler. E, aliás, relevem se tiver algum erro, por favor; eu dei uma revisada mas né, está tarde e eu estou cansada, então provavelmente algum errinho passou despercebido, mais tarde quando acordar eu dou uma conferida. Boa leitura!

Capítulo 4 - Sala precisa.


Fanfic / Fanfiction Típico babaca popular - Capítulo 4 - Sala precisa.

No dia seguinte, quando despertara, Mark notou que estava deitado em sua cama, no dormitório da lufa-lufa. Pensou por uns instantes, lembrando-se do dia anterior. Sabia que Taeyong não poderia tê-lo deixado ali, em sua cama, mas pelo pouco que pensava conhecer sobre o rapaz, sabia também que ele jamais teria o deixado para trás, na biblioteca, àquela hora da noite.

Ruborizou ao dar vida em sua mente fértil à imagem de Lee Taeyong lhe trazendo até ali, provavelmente nos braços ou nas costas. Desviou tais pensamentos de seu subconsciente e decidira evitá-los, seria melhor assim.

Já havia se passado duas semanas desde o ocorrido e os estudos com o mais velho se tornara algo cada vez mais frequente; tinha dias que ambos passavam horas na biblioteca ou no jardim do castelo, hora estudando, hora batendo papo. Em decorrência da ajuda que recebia de Taeyong, seu desempenho havia mudado radicalmente para melhor em quase todas as aulas, desde poções à defesa contra as artes das trevas e transfiguração.

Como estavam passando mais tempo juntos ultimamente, Mark fôra capaz de conhecer Taeyong um pouco melhor. Mantinha sua opinião, ele era sim um bom rapaz, carinhoso, atencioso, amoroso; mas também possuía um ego e um orgulho, ambos imensos. Tinha dó de quem duvidasse de que o mais velho estava na casa correta, sonserina; mas, ainda assim, não via muitas características dos estudantes da casa nele.

Taeyong quando queria, conseguia ser o típico babaca popular. Às vezes passava por Mark no corredor e não trocavam mais do que olhares, e Mark até mesmo se perguntava como o mais velho podia ser assim: hora uma pessoa extremamente cuidadosa, carinhosa e de presença agradável, hora alguém que lhe deixava claramente intimidado e, de certa forma, até mesmo submisso.

Quando Taeyong pedia ou mandava, não conseguia negar ou se recusar a obedecer, ainda mais quando ele estava zangado. Conhecera Yukhei e Yuta e ambos os amigos do Lee mais velho apenas tiraram sarro de sua situação, dizendo que o Lee de fato tinha esse efeito nas pessoas; no fim das contas, Mark achou ambos legais.

Outra coisa que havia notado era no quão organizado Taeyong era. Suas coisas eram organizadas, seus horários eram organizados, absolutamente tudo na vida de Lee Taeyong era organizado. E Mark gostava disso.

Uma das coisas que mais sentia falta era seu celular, pois em hogwarts os alunos não necessitavam de um, mas como Mark não era de família bruxa, era acostumado a ter um, a utilizar um.

Estava sentado em uma das arquibancadas do campo de quadribol, em prol de assistir o treino da sonserina, que jogaria contra a grifinória em menos de uma semana. Chittaphon ao seu lado comentava sobre o quão animado estava para assistir o treino, pois torcia para a sonserina. O tailandês não se dava bem com os alunos da grifinória. Mark por outro lado não sabia para quem torcer, e iria finalmente ver Baekhyun jogando, depois de meses de espera.

Havia se aproximado bastante de Baekhyun também, o Byun sempre sendo aquela pessoa agradável, simpática e carinhosa. Conhecera o namorado dele, Park Chanyeol, que também fôra deveras simpático consigo.

– Mark? – ouvira a voz de Chittaphon ao seu lado – Você está prestando atenção?

– Desculpe – sorriu sem graça ao encará-lo – O que estava dizendo?

– Estava dizendo que o Yuta está defendendo muito bem, presta atenção! - o tailandês revirou os olhos para si, mas logo sorriu ao observar o goleiro da sonserina cumprindo perfeitamente bem sua função no time.

– Você sabe que ele está quase namorando com o Sicheng, não sabe? – lembrou-o.

– E você sabe que eu tenho namorado, não sabe? – respondeu retoricamente, fazendo Mark franzir o cenho. Não, ele não sabia.

– Quem é? – perguntou curioso, fingindo-se de ofendido por não saber.

– Johnny – riu nasalado – Do quarto ano.

Mark pensou e pensou, mas chegou à conclusão de que não sabia quem Johnny era. Estava, inclusive, chocado; Chittaphon Leechaiyapornkul sempre flertava e brincava com todos, e apesar de Mark nunca ter ouvido falar sobre ele ter ficado com algum garoto ou garota, não esperava que ele estivesse namorando.

– Há quanto tempo vocês namoram?

– Quase três anos. Conheci-o em meu primeiro ano aqui em hogwarts; qual é, Mark, todos os alunos sabem que Johnny e eu namoramos – deu um sorrisinho bobo para o amigo ao falar sobre o namorado.

– Bom, você nunca havia me contado – deu de ombros, olhando para o campo onde os jogadores da sonserina treinavam.

– Mas, diga-me uma coisa – Chittaphon chamou-lhe novamente a atenção – Qual é a dessa sua amizade com Taeyong?

– Por que estais perguntando isso? – levou a pergunta na esportiva.

– Mark, não me leve à mal, mas pelo que me contastes quando nos conhecemos, Lee Taeyong era a última pessoa com a qual você deveria querer fazer amizade – deu de ombros enquanto observava de longe o treino sendo finalizado.

– Não se preocupe, Chittaphon, eu não sei se ele sequer me considera um amigo – riu fraquinho – Quer dizer, nós nos damos muito bem, temos muitas coisas em comum, mas também muitas diferenças; ele me ajuda muito, sou imensamente grato a ele. Mas de tempos em tempos ele sequer olha para mim.

– Porque esse é o jeito dele. Veja bem, eu não estou defendendo ele, mas todo mundo sabe que Lee Taeyong é de fase. Não pode ver nada desorganizado ou fora do lugar ao qual pertence, mas por incrível que pareça muitas vezes usa o uniforme bagunçado de um modo que, não dá para negar, o deixa sexy para caralho! Ele é conhecido por ser muito gente boa, mas também por ser bastante orgulhoso, então não se sinta ofendido com o jeito dele, apesar de tudo Taeyong sabe valorizar as pessoas que estão ao seu lado, e pelo que percebi, você é uma delas.

Mark ouvia atentamente as palavras de seu atual melhor amigo, e de fato saber que não era apenas ele que reparava demais em Taeyong lhe deixava aliviado. Todos notavam que o modo desleixado de se vestir do mais velho o deixava sexy, certo? Todos notavam no quão organizado ele era, no quão atencioso e orgulhoso. Tinha que concordar com Chittaphon, pois notava tudo isso no Lee. E saber que até mesmo aos olhos de Chittaphon ele prezava por si era algo que lhe deixava extremamente feliz.

– O que você poderia me dizer sobre ele ser da sonserina? Quer dizer, eu o acho muito atencioso e carinhoso, comigo pelo menos. Não vejo muitas características dos alunos da sonserina nele – observou Chittaphon atentamente e esperou sua resposta, que não demorou a vir.

– Nunca duvide do quão estudante da sonserina Lee Taeyong é, Mark. A casa tem uma péssima reputação que a precede, isto é fato, mas para Taeyong isso nunca importou e ele se orgulha muito de ser da sonserina.. Ele é um bruxo extraordinário, magicamente falando, e tem um ótimo coração, apesar do orgulho e do ego que ele constantemente gosta que seja massageado – riu do próprio comentário – Quer agradá-lo? Massageie-o o ego.

Novamente Mark prestava atenção nas palavras de Leechaiyapornkul. Gostava de saber mais sobre Taeyong, o achava interessante.

Não achou necessário responder, até porque o amigo já lhe esperava de pé. O treino havia acabado e após o jantar ambos voltariam para os seus dormitórios, onde passariam mais uma noite de sábado entediados.

– Eu gostaria que aqui houvesse mais coisas para fazer, sabe? – suspirou – Quando não estamos estudando, estamos dormindo, ou deitados, às vezes conversando no salão principal.

O tailandês apenas assentiu, concordando consigo. Era sábado, então vestiam roupas normais. Alguns fantasmas do castelo passavam pelos amigos enquanto caminhavam juntos até o salão principal.

Mark jantava e conversava com todos que dirigiam a palavra a si, mas de longe Taeyong notara que ele estava desanimado. Não sabia porquê, mas insistia em olhar para o mais novo sentado na extensa mesa da lufa-lufa. Sendo assim, levantou-se e foi até ele.

– Será que eu posso te roubar por um minutinho? – sorriu ao chegar por trás do mais novo, que se assustou mesmo que minimamente.

– Se está pedindo permissão, não está me roubando – Mark piscou para o mais velho, como que em audácia e resposta.

Taeyong riu incrédulo da ação do outro, mas apenas relevou. Quando Mark se levantou, ambos se direcionaram até a saída do local, para só então Taeyong perguntar:

– Não sei se estou sendo incoveniente, mas vi que você estava triste durante o jantar – olhou o rapaz ao seu lado por cima de um dos ombros – Por quê?

Mark hesitou por alguns instantes, continuando a acompanhar Taeyong, que subia escadas e mais escadas no castelo.

– É que eu sinto saudades, sabe? Eu tinha uma vida antes de hogwarts. Eu tinha amigos na escola, sem contar na minha família. Até mesmo do meu quarto eu sinto falta – Taeyong, a esta altura, já estava parado e escorado no corrimão da escada enquanto o escutava.

Ao ver o mais velho parado ali, Mark cessou os passos também. O Lee parecia pensativo, então não ousou atrapalhar seus pensamentos e apenas ficou ali, encarando Lee Taeyong, um rapaz cuja beleza possuinte era avassaladora.

Imerso no turbilhão de pensamentos que lhe rondava a cabeça enquanto observava o rosto de Taeyong, Mark não se encontrava preparado para o movimento repentino da escada. O desequilíbrio lhe atingindo em cheio e graças a ele seu corpo sendo lançado bruscamente contra o dono dos fios de cabelo verde que tanto achava belo.

Quando uma das mãos de Taeyong lhe segurou firmemente a cintura enquanto a outra apertava o corrimão da escada em movimento na qual estava escorado, Mark se permitiu estremecer. Os pelos de seu corpo todos arrepiados.

– Esta falta que tu sentes – o Lee começou, e demorou um pouco antes de continuar: – Você a descreveria como uma necessidade?

Mark pensou um pouco, porém rapidamente, para não demorar a responder.

– Sim, com certeza.

Bastou proferir tais palavras para que Taeyong impulsionasse suavemente o corpo para frente, afastando-se do corrimão. Apenas nesse momento Mark notara ainda estar preso ao aperto do mais velho, e com as bochechas um pouco mais rosadas que o normal, desvencilhou-se delicadamente dele e de sua mão firme.

Com um chamado de cabeça, Taeyong tornou a caminhar. Mark notara que estavam no sétimo andar, e não sabia onde o mais velho queria chegar. Mas ele então parou no meio de um corredor, encarando uma parede vazia. Nada de quadros com pessoas que se moviam, era apenas uma parede de pedra. Absolutamente vazia.

– Taeyong, se me permite questionar... – ponderou por alguns instantes, sabia que o Lee não gostava de ter suas atituses questionadas – O que estamos fazendo aqui?

– Eu quero que pense em seu quarto, no quanto queria estar nele agora. Mas foque no sentimento, na necessidade de estar lá.

De início Mark ficou confuso, mas apenas obedeceu. Após passado algum tempo, assustou-se ao ver uma porta tomando forma na parede antes vazia. Nos lábios de Taeyong era possível notar um sorriso ladino.

Quando percebera que ele queria que fosse o primeiro a entrar, Mark deu o primeiro passo, sendo acompanhado pelo Lee logo atrás de si. Ao entrarem, o cômodo antes vazio tomou, lentamente, a forma de seu quarto a cada passo que davam para o interior deste. Confuso, Mark deu um passo para trás, esbarrando em Taeyong.

– Não é real – sorriu quando Mark virou a cabeça levemente para trás e levantou o olhar para si – Quer dizer, não é realmente o seu quarto. Esta é a sala precisa, como o nome já diz, ela aparece quando precisam dela. É uma pena que nem todos os alunos saibam de sua existência.

– E como você ficou sabendo dela? – perguntou enquanto caminhava pelo local, testando um toque na ponta de sua cômoda para ver se podia realmente tocá-la, se não seria como seu próprio espírito caminhando por uma lembrança de seu quarto em sua cabeça. Um fantasma.

Quando confirmou que poderia sentir o toque, andou até sua cama, sentando-se na mesma e chamando Taeyong para sentar ao seu lado.

– Digamos que eu estava sofrendo muita pressão de uma certa pessoa e precisava dar uma sumidinha rápida, então ela me achou – deu um pequeno sorriso de lábios fechados e acatou o pedido do loiro, indo até ele e sentando-se ao seu lado – Belo quarto você tem.

– Obrigado – virou-se de frente para o mais velho e sorriu.

Seu sorriso fôra morrendo aos poucos conforme a mão direita de Taeyong se aproximava de seu rosto. Não sabia onde o Lee queria chegar com aquilo, mas estavam muito próximos e seu corpo inteiro congelou, logo estava estremecendo novamente em ansiosidade com o simples carinho que ele fizera em sua bochecha. O coração disparado em sua caixa toráxica, batendo em um ritmo acelerado, ainda que Mark não soubesse exatamente o porquê.

Com a desconcentração de Mark, que já não pensava mais em seu quarto, novamente o cômodo mudou aos poucos. Estavam agora no quarto de Taeyong, este que era bastante diferente do seu. O Lee então recuou a mão, levantou e foi até uma prateleira de livros que se encontravam organizados em ordem alfabética, passando os dedos longos suavemente por eles. O quarto estava iluminado e ambos gostavam da sensação.

– Eu deveria elogiar o seu quarto também? – Mark perguntou, apenas para trazer algum assunto à tona.

– Se ele for do seu agrado... – Taeyong deu de ombros, escorando-se na prateleira e virando-se apenas para observar Mark já deitado em sua cama, sem cerimônia alguma.

Ao olhá-lo de soslaio, Mark Lee gostara da visão. Lee Taeyong o observava sem pudor algum.

Fôra assim que passaram boa parte da noite, conversando e trocando olhares no que Mark considerava uma réplica do quarto de Taeyong; e, quando voltaram para os seus respectivos dormitórios, ainda custaram um pouco a dormir.


Notas Finais


Eu amei escrever esse capítulo, então por favor me digam que gostaram dele tanto quanto eu.🤧 Até o próximo capítulo.💕


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