História To a Nordic Princess - Capítulo 16


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Categorias Star Wars
Personagens General Hux, Kylo Ren, Leia Organa, Personagens Originais, Poe Dameron, Rey
Tags Kylo Ren, Nórdicos, Rey, Reylo, Star Wars, Universo Alternativo, Vikings
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Palavras 6.307
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Lírica, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Estou tão feliz em voltar a postar. Parece até que fiquei uma eternidade sem fazer isso, mas na realidade foram só dois dias. Sem mais delongas, creio que irão gostar bastante desse capitulo. Boa leitura, meus amores.

Capítulo 16 - XVI: Entrega


Fanfic / Fanfiction To a Nordic Princess - Capítulo 16 - XVI: Entrega

A saxã julgou estar pecando quando sentiu prazer ao ver a vida daquele homem deixar seu corpo. Mas não pode evitar. A lâmina que perfurou a garganta de Hux, trazia o peso das mortes em suas terras.

Rey sabia que Kylo não estava bem, ela pode ver o cansaço e a dor em seus olhos. Se agitou em seu lugar quando o conde de Kaupang correu em sua direção mata-lo e ficou ainda mais espantada quando Poe o acertou.

Os homens de Kylo se adiantaram em seus lugares, rendendo os de Hux e seu pai. Ela olhou em volta e depois para o lorde por quem estava tão aflita.

Correu com Connix para perto dele. Não se importava com mais ninguém, ao vê-lo caído diante dela, com seus olhos escuros de sempre tão bem presos aos dela.

Todos se reuniram em volta dele.  Rey se ajoelhou e sentiu as lágrimas encherem seus olhos quando ele fechou os seus. Rezou por sua vida, ao segurar sua mão tão grande e áspera. Viu quando Poe recolheu a espada de Hux, logo depois de ouvir Kylo alerta-lo sobre ela.

Os homens trouxeram o lorde até seu quarto. Ele ardia em febre. Todos aflitos correndo de um lado para o outro enquanto o próprio mal se movia. Connix correu até a cozinha para buscar uma bacia com água. Poe foi para a floresta em busca da profetiza e curandeira. Restando algumas escravas com Rey e a condessa no quarto. Ela quis se sentar, tocar no rosto dele, sentir a febre e ajuda-lo de alguma forma, mas a mulher a impediu.

Se prostrou diante dele em completa aflição. Acariciando o rosto suado e os cabelos encharcados. Pronunciando palavras que Rey ainda não podia compreender. Connix parou diante do quarto, olhando a cena, ao chegar com a bacia em mãos.

Ela deu passos lentos. sem tirar seus olhos de Frigga quando se sentou do outro lado da cama e torceu o pano em seus dedos, para coloca-lo na testa de seu irmão. A viúva do conde por sua vez a ignorou, rezando aos deuses agarrada a mão do homem. Connix fez uma careta então olhou para Rey.

A saxã então se pronunciou — O que o derrubou de tal forma? Hux mal o acertou. — Connix não olhou para ela, apenas passou o pano na testa de Kylo e lamentou. — Provável que o tenha envenenado. — Frigga a olhou com raiva nos olhos e depois voltou a encarar Kylo — Maldito, traidor — Connix torceu os lábios ao ouvir a mulher praguejar. — Você já pode ir, deixe que assumo daqui. — A mulher se endireitou ofendida.

— Quero ficar — Ela disparou, fazendo Connix bufar impaciente. — Logo minha avó estará aqui e irá ajuda-lo, não se aflija ele ficará bem. Kylo é forte. —

Rey não sabia explicar porque, mas achou absurdo que Connix tão aflita tivesse que confortar a condessa. A mulher se levantou com raiva e lançou um olhar cortante para ambas, antes de sair.

Ela ficou boquiaberta pela cena da condessa, então olhou para Connix, se aproximando da cama para tomar o lugar da mulher.

Connix dispensou as escravas e ficou ali com Rey. Agora a saxã pode expressar toda a sua revolta. — Esse Hux é um covarde ... — As duas concordaram quando Connix lhe entregou um outro pano para que pudesse limpar os cortes superficiais da espada, o da coxa era o mais profundo.

— Sabia que ele não iria lutar de forma limpa, sempre desonrou aos deuses, não o faria diferente agora —

Rey concordou irritada enquanto passava com delicadeza o pano na pele de lorde de Uppsala. — Não pensei que iria me satisfazer com a morte de alguém, mas a dele me satisfez. Me senti vingada — Connix abriu um meio sorriso e então parou o que fazia — Não se reprima por isso. Ele mereceu e seu pai também, dois traidores — ela concluiu, vendo a saxã concordar.

 


Depois de um tempo, Poe chegou de braços dados com a profetiza. A anciã deu a volta na cama com a ajuda do homem e se sentou no lugar de Connix. Ela se movia com maestria amassando uma raiz em sua cuia de barro, os olhos fixos em um ponto qualquer.

Rey estava ali de pé andando de um lado para o outro, vendo Kylo desacordado. Ele estava sereno, a febre não estava o fazendo se contorcer como antes, talvez estivesse desmaiado.

— A cobra o envenenou duas vezes, uma com sua lâmina e outra com seu ataque — Connix concordou ao ouvir sua avó. — Poderia ter me alertado de que ele passaria por isso — A pagã disparou.

Rey viu quando a profetiza tateou a coxa ferida de Kylo e rasgou o tecido de sua calça ali. A anciã pegou um punhado daquela raiz amassada, e a passou pelo corte. O corpo dele estremeceu com o contato, mas Kylo não acordou.

— Os deuses apenas me mostram o necessário, menina. Sabe disso. Ele viu muito mais do que pude ver. Era seu desafio. E ele cumpriu o primeiro deles —

O rosto da profetiza se virou um pouco na direção da saxã ainda que não pudesse olha-la nos olhos. Rey parou próxima da cama ao notar

— Disse que nos veríamos criança. Você chora por ele e ele pode ouvi-la — Rey olhou para Connix, e a pagã lhe abriu um sorriso.

A saxã ficou envergonhada com a constatação então mudou o assunto. — O que é isso que está passando nele? — A profetiza pensou em dizer, mas Connix a interrompeu. — Muuba. Serve para curar picada de cobra. Hux banhou a espada com veneno de uma. —

E então a profetiza concluiu. — Kylo é um homem forte. A lâmina o cortou mais vezes do que pode, ele devia ter caído pouco depois de a sentir, mas vejo que resistiu. Ele ficará bem. Apenas cuidem de seus ferimentos e o façam beber a raiz quando estiver em sua consciência. —

A mulher se levantou sendo amparada pela neta. Mas antes de sair se virou para a saxã — As escolhas. Está na hora de faze-las. Cuide de quem cuidou de você. Até breve, criança — A mulher saiu deixando Rey arrepiada com suas palavras. Ela se lembrou de sua profecia, do coração selvagem e do enfermo.

O de Kylo era o enfermo? De quem seria o selvagem? Ela não quis pensar demais no assunto, ignorou as ideias começando a povoar sua mente. E se sentou lado de Kylo novamente.

Agora eles estavam sozinhos, ele ainda adormecido. Rey passou uma faixa de pano por sua coxa, limpou os ferimentos e secou seu rosto.

Segurando em sua mão, a saxã fechou seus olhos e mais uma vez pediu por ele. Para que se recuperasse logo, para que ele pudesse passar por todas essas provações e que ficasse bem quando já não estivesse ali, tão perto para olha-lo daquela forma.

Ainda que ele não acreditasse no Deus dela, sua fé bastaria por ele. Ela sussurrou as palavras e então o deixou descansar depois de olha-lo mais uma vez.

Ela se dirigiu até a cozinha para ajudar Connix com o chã. Não demorou para que ambas o preparassem.

Ela pode notar a movimentação ao lado de fora da casa. Então Connix tirou sua duvida — Os homens de Hux, irão se curvar para Kylo. Querem ter certeza de que está vivo. Poe está lá fora para acalma-los. Rendeu alguns traidores. —

Rey a olhou enquanto preparava a cuia com o chá — Crê que serão fieis ao conde? — Connix deu de ombros — Sempre o respeitaram, muito mais que a Hux. São homens do mar, eles seguirão suas regras ou morrerão. Não há muito para eles agora. Kaupang será de Kylo, não seria prudente eles serem contra — Rey concordou ao ver a amiga pagã lhe entregar a cuia, notando seu cansaço.

— Vá descansar eu o sirvo quando acordar, se ele acordar hoje. — Connix sorriu e então beijou o rosto da saxã depois de sua proposta — Pode velar por seu sono se quiser, confio em seus olhos para vigia-lo. — Ela disse baixinho e ambas riram.

Connix se dirigiu para o quarto, disse que iria se banhar e logo subiria. Rey foi para o andar de cima e parou no corredor ao ver a porta do quarto dele, entre aberta. Ficou preocupada de que um dos homens de Hux estivesse ali para terminar de mata-lo.

Ela então entrou devagar no lugar. Ao ocupar o espaço, se deparou com a imagem da condessa. A mulher estava curvada ao lado de Kylo, seus lábios se movendo nos dele.

Rey colocou a bandeja com a cuia sobre a mesa e olhou a cena incrédula.

— O que está fazendo? — Ela exclamou e a mulher se ergueu assustada. Virou se para ela e colocou o dedo nos lábios, pedindo por silêncio.

Ela caminhou furiosa até a saxã e a segurou por um dos braços, arrastando a para fora do quarto. Rey livrou seu braço das mãos dela ainda a olhando com surpresa.

— Como ousa me questionar sua escrava? O que está fazendo, você, aqui dentro, seu lugar é nas pocilgas! —

A mulher cuspia as palavras para ela num tom baixo para que ninguém a ouvisse — A senhora não se envergonha de se aproveitar de um homem moribundo? Por Deus! Ele está inconsciente —

Antes que Rey prosseguisse a mulher lhe acertou um tapa de mão aberta na face. Rey cambaleou para trás espantada com o ataque e então virou seu rosto para olha-la — Irei mandar que a chicoteiem sua insolente —

Rey rangeu os dentes e devolveu com força o tapa. A condessa também foi para trás, ainda mais chocada e embasbacada do que ela ficara. — Como se atreve? —

Antes que partisse para cima de Rey. Ambas, ouviram Connix gritar ao fundo. — Ela não é escrava — A pagã se aproximou, vendo Rey alisar seu rosto.

A saxã queria encher o rosto daquela mulher de bofetões.

— Saia desta casa. Não é bem-vinda aqui. Meu irmão saberá disso! — Connix vociferou para a condessa enquanto a mulher olhava com raiva para Rey.

— Isso não irá ficar assim — Ela ameaçou apontando o dedo para a saxã em revolta ao deixar as duas no corredor e descer as escadas.

Connix se virou para Rey boquiaberta então tirou a mão e viu a marca vermelha.

— Você é boa de golpe, minha amiga. Eu vi quando a acertou. Está doendo? — A pagã perguntou sem segurar o riso.

Rey negou ainda rangendo os dentes. — A peguei beijando seu irmão, pensei que gostasse dele como um filho —

Connix fez uma careta de desaprovação — Sempre soube que ali queimava um fogo diferente do maternal. Venha, melhor que o vigiemos, não queremos que lhe roubem mais beijos e que você distribua mais bofetadas por aí, não é? —

Rey revirou os olhos com o comentário quando ambas entraram no quarto de Kylo, com uma Connix risonha.

 

 

Duas luas, após o embate entre Hux e Kylo haviam se passado. Rey o presenciou acordado algumas vezes. Ela não conversou com ele, pois nunca estiveram a sós. Sempre com a troca de olhares, entre uma troca de água ou outra, um chá ou outro.

Poe estava o tempo todo presente, vigiando e o mantendo informado de tudo que acontecia no lugar. Ele se reuniria com os homens quando estivesse melhor. Ainda que para isso, o fizesse ali mesmo.

Ele levantou algumas vezes para que o corpo não adoecesse por passar tanto tempo deitado. O ferimento na perna estava melhor, não completamente curado, mas cicatrizando.

Kylo se banhava sozinho e seus ferimentos eram limpos por ele mesmo.

Quando esteve inconsciente quem o fazia era ela, a saxã. Em poucas vezes, Connix quis se encarregar disso, tendo em vista que a amiga se saia tão bem na tarefa.

A condessa não voltou a colocar os pés ali, as duas tão pouco contaram a Kylo o que houve naquele dia. Ele já tinha muito com o que lidar desde que acordou.

Em uma das noites, a saxã se ocupou de levar a bacia com o pano, para que ele pudesse se limpar ou olhar o ferimento da coxa.

Ela não bateu na porta. Estava familiarizada a entrar e sair dali tantas vezes durante a inconsciência do homem, que se esquecera de bater quando ele estava acordado.

Rey entrou no quarto e o viu sentado na cadeira, diante da mesa.

— Deveria estar repousando — Ela disse, finalmente lhe dirigindo a palavra depois de dias. Deixou a bacia ao lado dele, um pouco mais distante, se dando conta de que entrou sem bater, ainda que soubesse ser tarde para pedir desculpas. Ela parou diante dele, o vendo olhar em sua direção e depois desviar os olhos.

— Não irei ficar deitado como um homem inútil — Ao ouvi-lo, Rey suspirou e então se aproximou. Ao fazer isso ela notou as runas que estavam sobre a mesa. — Deve repousar como um homem que esteve prestes a morrer —

Kylo então ergueu seu rosto para olha la — Havia me esquecido de sua petulância, saxã — Ela encolheu os ombros se desculpando. — É para o seu bem. —

— Eu estou bem. Não irei morrer. Não hoje e não por me levantar para falar com Odin — Ela encarou a mesa ao ouvir suas palavras.

 — Ele respondeu a você? — Kylo deu de ombros e se encostou na cadeira — Ele sempre responde —

Rey considerou se devia pedir a ele para ensina la a ler as runas mais uma vez. O desejo de conhecer a língua pagã ainda não havia saído dela.

— Pensei ... que talvez o senhor pudesse voltar a me ensinar as runas e a falar sua língua  — A saxã soltou sem jeito o pedido e viu quando a olhou curioso — Pensei que fosse partir —

— O senhor quer que eu parta? — Ela disparou para ele. — Não. Eu não quero. — Kylo admitiu.

Rey, desviou seus olhos dos intensos e envolventes no homem a sua frente. Saber daquilo lhe trouxe certa satisfação. Vê-lo tão bem e cheio de vida trouxe ainda mais.

— Não tenho com o que partir — Ela teve de admitir embora envergonhada por sua situação.

Kylo se ajeitou sem deixar de olha la — Posso ajuda lá. Se é de ouro que precisa para partir —

Ela então resolveu encarar aqueles olhos. Mordeu os lábios e não soube o que responder, porque embora fosse exatamente do que precisava. A falta de recurso para sua partida de Uppsala, não a incomodava tanto.

— Devo aceitar. Já que roubaram minhas riquezas — Kylo segurou o sorriso e então encarou as runas.   — Às quer de volta então? —

Rey deu de ombros e então olhou na mesma direção que ele — Por acaso considera me devolver, milorde? —

— Não vejo porque não. Embora ... —

— Embora? — Não devo facilitar sua partida, saxã. Tenho a impressão de que não quer deixar o porto. —

Rey o olhou surpresa pela percepção. Embora não tivesse dito nada a ele. Kylo estava certo. Não conseguia partir.

Tinha seu coração dividido. Por um lado, seu pai, a quem queria rever. Por outro, esse inoportuno laço, que a fazia querer estar ali, com Connix. Com ele! — Talvez sua impressão esteja errada, milorde —

— Rey ... —

Ela olhou para ele, ao ouvir seu nome, e então segurou o ar de seus pulmões, por alguns instantes.

— Não creio que encontrará seu pai em suas terras. — Ela se incomodou com aquela previsão clara.

— Se diz isso para que fique ... — 

— Digo, porque sei. — Rey franziu o cenho confusa com suas palavras. — Eu preciso encontra-lo, de qualquer modo. Não pode afirmar tal coisa —

— Eu mandei que o procurassem — Kylo admitiu e suas palavras a calaram.

Rey ficou boquiaberta. Ela balançou a cabeça confusa. 

— Quando? Não compreendo. —

— Um dos mercantes, iria para o Sul. Pedi a ele que buscasse por notícias de seu pai. —

— O senhor sequer sabe seu nome, exceto de que é rei e ... —

Ela então se lembrou. De Connix lhe perguntando o nome de seu pai, na manhã seguinte em que teve aquela discussão com ele.

— Pediu a Connix? — Embora ela desconfiasse, queria ter certeza.  Kylo afirmou. — Porque? — A saxã então perguntou.

Ele deu de ombros. — Isso importa? Ele deve voltar em breve. Talvez seja melhor esperar —

Rey, ficou espantada pelo gesto dele, aliás, cada um dos que teve desde que estiveram em Midgard. Ela suspirou. Não podia explicar o que estava sentindo. Mas seu coração pareceu ir para sua garganta.

Não eram só os gestos dele. Vê lo entre a vida e a morte. Olhar seu corpo desacordado naquela cama. A aflição que sentiu, o medo.

O beijo que deu nele. Tudo parecia vir à tona. Teve medo de admitir, mas estava apaixonada por aquele homem e conhece-lo mais, só tornava aquilo maior e intenso, feito uma tempestade no mar. Algo que apertava seu peito. 

Ela se inclinou e o beijou de forma impulsiva. Seus lábios fechados apertaram se aos dele. Kylo ficou rígido, sentado onde estava. Ela afastou sua boca da dele às pressas e se ajeitou de pé. — Perdão —

Ele suspirou e então tamborilou os dedos na mesa. — É a terceira vez que me rouba um beijo, saxã. Quando começar a tomar a mesma liberdade, espero que não reclame —

— Concordo de que fui precipitada ao beija-lo, agora. Mas da outra vez, foi para desejar-lhe sorte —

— E como pudemos ver, terminei em uma cama, entre a vida e a morte —

Rey ergueu seu queixo, ofendida pela provocação do pagão.  — Se não gostou, o devolva então —

Ele se levantou apressadamente, se aproximando dela. — Com prazer — Ele tomou seus lábios e apertou sua cintura com ambas as mãos.

Os lábios se moveram com urgência um do outro. Explorando a carne volumosa entre mordidas e lambidas.

Kylo chupou a língua da saxã e a ergueu em seus braços sentando a na mesa.  Teve de se curvar, por sua altura, para devorar os lábios dela. Enfiado entre as suas pernas.

Rey se empolgou ao senti-lo tão apertado. Ela o agarrou, e Kylo não conseguiu segurar o gemido de dor que sentiu no corte em sua coxa. Uma fisgada leve, mas que a fez recuar. 

Ela ofegou contra sua boca. — Perdão, não queria machuca-lo — Olhou para ele considerando suas ações. — Não me importo. Só não garanto parar se continuarmos assim —

Ouvi-lo dizer aquilo a fez se questionar se queria que ele parasse. A resposta para isso era sempre não, mas, diferente das outras vezes, ela não tinha mais o sentimento que a impedia de prosseguir.

Estava tomada por desejo e pela vontade de estar nos braços dele. — Eu não quero que pare ... — Ela soprou as palavras contra a boca de Kylo e o viu afastar seu rosto.

— Não sabe o que está dizendo — Apoiando as mãos sobre a mesa a saxã ergueu seu queixo e o encarou. — Sim, eu sei. — Ela soltou as palavras cheia de certeza.

Os olhos de Kylo brilharam nos dela. Ele a observou por tanto tempo, que ela considerou perguntar se ele estava ali com ela, ou perdido em pensamentos, mas ele se adiantou.

— Feche a porta — Ele soltou de forma séria, encarando os olhos dela.

Rey abaixou a cabeça, entendendo sua dispensa. O que estava pensando afinal? Ele estava certo em conter seus rompantes. Ela desceu da mesa e caminhou até lá, se desculpando e dizendo que iria deixa-lo descansar.

Kylo deu um suspiro, quando a viu se afastar — Quis dizer para trancar a porta, mas continuar aqui. — Oh! Certo. Então era isso. O sangue da saxã parecia ter ido todo para o seu rosto. Estava vermelha, quase febril.

Ela colocou a madeira diante da porta, prendendo a ali com uma lentidão exagerada. Mal pode se virar e sentiu o corpo quente atrás do seu.

Kylo, respirou contra os seus cabelos, os lábios desceram para sua orelha, a fazendo fechar os olhos.

— Tem certeza? — Ele soprou contra sua nuca, com a voz profunda e baixa em seu ouvido. Um arrepio subiu por todo o corpo da saxã ao senti-lo tão próximo, tão tentador.

Ela mordeu os lábios e acenou com a cabeça, dando a ele a permissão de que precisava. Kylo, então espalmou suas mãos na coluna dela, pouco acima da bunda.

Ele foi virando seu corpo, para que ela ficasse de frente para ele. Os olhos escuros e ardentes encontraram os dela — Me mostre então ... —

A saxã pensou que iria derreter diante daquele olhar. Que suas pernas não teriam forças para se manter de pé. Não havia como negar, ela o queria com todas as suas forças e estava disposta a ir adiante.

Ela desceu os olhos e os manteve no peito dele. Sabia que ele a devorava com os seus. Suas mãos tremulas e incertas, subiram para o cordão de sua túnica. Rey puxou o laço e ele se desfez.

O tecido se tornou mais folgado em seu colo. Não tinha coragem de encara-lo, mas estava determinada a prosseguir, ainda que envergonhada pela forma que estaria.

Ela puxou o tecido de seus ombros, e pela abertura, ele desceu por seus braços com facilidade, até estarem abaixo de seus seios. Os mamilos rosados, ficaram expostos pelo o olhar quente do pagão diante dela. Rey passou o tecido pelos quadris, tomada por uma coragem que jamais imaginou que tivesse.

Sua túnica caiu enrolada sob os seus pés. O ar quase gélido, passou por seu corpo, se misturando ao frio na barriga. Ela estava completamente nua, diante dele, dos olhos dele.

Kylo, deu dois passos vacilantes para trás, de repente, o pouco de quentura que havia na saxã se foi, um frio se fez presente pela ausência do corpo dele, tão próximo emanando o calor para ela. Rey desceu a olhar, encarando o chão. Ela quis cobrir sua nudez com os braços.

Kylo, por sua vez, estava embasbacado com o que via. Admitiu a si mesmo, que não acreditava que a saxã fosse adiante, ainda que ele não fosse força-la, jamais pensou que ela iria se despir diante de seus olhos. Seu peito subiu e desceu. Estava satisfeito com a ousadia, o gesto misturado a visão. E que visão.

O corpo dela, era perfeito demais para se comparar ao de uma mortal. Era a própria deusa Freya, diante de seus olhos. Tudo que ele viu nas visões. Nada daquilo se comparava a tê-la nua para ele. Os seios pequenos e redondos, empinados, sua boca salivou de saudade. De morder e lamber aqueles mamilos deliciosos.

A cintura fina e delicada, entrando em junção com a curva perfeita de seus quadris, as pernas torneadas de coxas grossas e seu monte com os pelos finos e macios. Ele quis tocar ali, saber se ela estava molhada por ele.  Seu pau pulsou dentro de sua calça, a desejava como um animal faminto que a dias buscava por algo que o saciasse. Ele deu os dois passos de distância, agora para perto dela.

Com uma das mãos ergueu o queixo da saxã e a fez olha-lo. — Você é muito linda — Ele a elogiou, mas não antes de praguejar pelo desejo enorme que sentia por ela.

A viu suspirar contra os seus lábios quando ele os segurou em uma chupada lenta e carinhosa. Kylo mordeu o lábio inferior dela e o puxou. 

— Deite-se — Ele sussurrou contra sua boca. A saxã o olhou nos olhos, e então olhou para a cama onde ele deitava todas as noites.

Ela estava coberta pelas peles e envolta pelos lençóis macios. Pensou que não conseguiria caminhar até lá, mas o fez. Se livrou de suas botas e foi devagar até lá. Não podia olha-lo, mas sabia que ele a observava. Ela se sentou e o viu caminhar para perto dela, parando ao pé da cama.

Rey se arrastou para o centro e descansou suas costas contra a pele macia, se deitando diante daquele olhar penetrante. Ela ergueu seus braços e cobriu seus seios, apertando as pernas uma na outra já deitada ao centro da cama.

Kylo ficou parado diante dela, em pé. Olhando cada centímetro de seu corpo. Ela estremeceu, e se encolheu.

— Abra as pernas — Ele pediu sem pensar demais. Rey arregalou seus olhos completamente ruborizada, então se ajeitou, fazendo com que ele a encarasse. Ela estava com vergonha de sua nudez e ele pareceu notar. Kylo livrou a túnica presa em sua calça e a tirou por cima da cabeça, revelando o corpo musculoso e marcado por suas cicatrizes de batalha.

— Não devia se envergonhar. Você é tão perfeita que eu mal consigo pensar de tanto que a desejo. Me deixe olhar você, Rey. — Ele disse quase como se suplicasse para ela.

A saxã mordeu os lábios, afetada por aquelas palavras, pelos olhos de desejo daquele homem. Ela queria gemer, só em vê-lo ali diante dela, despido da cintura para cima, a desejando como ela o desejava.

Devagar, ela abriu suas pernas, revelando sua intimidade para aqueles olhos quentes, seus braços deixaram os seios livres e a mostra também. Ela o viu observar as partes expostas e então se aproximar. Um frio subiu por sua barriga, suas mãos deslizaram contra a pele macia na cama. Estava ardendo de ansiedade e nervosismo.

Kylo puxou os cordões de sua calça, mas não a tirou. Queria aliviar a pressão de seu pau extremamente duro contra o tecido. Ele parou, diante daquele corpo tão delicioso, esperando por ele. Pode notar a umidade em sua intimidade.

Então ele fez o que a tempos queria. Se ajoelhando diante dela, ele passou as duas mãos por suas coxas e arrastou o corpo da saxã para a beira da cama. Rey se agitou com seu toque e ergueu o rosto para olha-lo, quando o viu encostar os lábios na parte interna de suas coxas, para mordiscar a pele.

— O que está fazendo? — Ela perguntou sem folego. Tentou se afastar, mas ele a manteve no lugar. Com as mãos em seus tornozelos.

— Shhh quietinha — Ele a beijou novamente na parte interna de suas coxas, dessa vez bem próximo as dobras molhadas de sua intimidade. Rey se contorceu e o olhou alarmada. — Disse que iria prova-la e eu vou — Ele afirmou.

Rey tentou fechar suas pernas em torno da cabeça dele, surpresa pela investida, mas ele espalmou as mãos e manteve suas pernas abertas, bem abertas para ele. Ela pensou em protestar até sentir a língua macia e quente de Kylo contornar seu clitóris sensível. A garota pulsou na boca do pagão dando um gemido surpreso. Então jogou sua cabeça para trás, afundando a na cama e fechou seus olhos.

O que era aquilo? Que tipo de truque ele estava fazendo? Seu corpo inteiro formigou e ela se contorceu, quando os lábios dele seguraram seu botão sensível, inchado e o chupou.

— Kylo ... — Ela gemeu o nome dele, engasgando com a sensação gostosa daquela boca.

— Isso. Gosto quando fala meu nome, ainda mais assim. — Ele provocou, tornando a morde-la na coxa.

Rey mal se deu conta quando arqueou os quadris em direção da boca dele. — O que é isso? — A saxã perguntou. Arfando e buscando por mais. Pode sentir a barba áspera contra sua pele macia e pensou que estivesse delirando. Aquilo era infinitamente melhor que em seus sonhos.

— Isso? — Ele perguntou com a voz profunda e baixa, quando seu polegar circulou o clitóris molhado de sua boca e da umidade dela. — É paixão — Kylo respondeu tão afetado quanto ela. O sabor dela era incrível. Os lábios dele subiram trilhas de beijos por seu ventre, indo até sua barriga.

Ele a mordeu ali também, antes de traçar mais uma trilha de beijos, indo em direção a intimidade dela novamente. Ele a contornou com sua língua e depois a chupou novamente. Seu indicador brincou na entrada molhada da saxã e ele a viu se contorcer aos gemidos por baixo dele.

Ele tirou seu dedo e apertou as mãos em seu quadril para mantê-la no lugar.

— Kylo .... Oh Deus — As mãos tremulas da saxã foram para as mechas sedosas dele e as puxaram. Queria toca-lo, se segurar em algo. Estava indo a um limite que jamais esteve. Kylo arfou contra o seu sexo. E antes de chupa-la a provocou um pouco mais — Seu Deus não pode te salvar agora, saxã —

Ele depositou mais beijos molhados pelo corpo dela. Sabia que estava pronta. Queria que ela viesse em sua boca, mas seu pau estava dolorido demais para esperar. Queria se enfiar nela.

Ele se ergueu, agarrando a cintura de Rey com um de seus braços. Com a leveza do corpo dela, Kylo a arrastou de volta agora para o topo da cama, subindo nela com a saxã deitada embaixo dele.

Seus lábios foram até o vale entre seus seios. Ele a beijou ali e deslizou com a língua para um dos mamilos eriçados e carentes. Circulou a aureola, e depois o chupou. Rey gemia para o deleite do pagão e puxava os fios de cabelo para descontar sua excitação.

Ele fez o mesmo com o outro seio, tomando o com sua boca, sugando a carne por entre os dentes esticando a mama com um chupão intenso. Depois de se deliciar ali, ele o soltou de seus lábios, vendo o vermelho, de sua boca. 

Ele se ajoelhou descendo a calça para baixo dos quadris, livrando a ereção latente do couro. Rey olhou para ele boquiaberta, estava quente e vermelha depois do que ele fez. Seus olhos passearam pelo corpo musculoso e forte, e então pode finalmente olhar aquele membro, grosso e grande.

Sua boca ficou seca e seus olhos encararam os dele, cheios de incerteza. Nunca havia sentido um homem dentro dela e a julgar por Kylo se perguntou se conseguiria.

Ele sorriu notando ela observar seu corpo, então se curvou para beija-la. Ela ergueu seu rosto para encontrar seus lábios. Ambos se beijaram com paixão e desejo.

Quando Kylo acertou a ponta de sua ereção, pelos lábios molhados na intimidade da saxã, ela pode sentir seu sexo se contrair. Ele arrastou a extensão por entre os lábios extremamente molhados dela, antes de empurrar devagar.

Rey gemeu com a sensação gostosa em seu sexo e arfou na boca dele. O pagão, por sua vez, fez o mesmo, sugou os lábios dela, deliciado por ela o lambuzar daquela forma.

Kylo não conseguia mais se segurar. Ele empurrou para dentro e sentiu ela engolir a cabeça de seu pau. A saxã enrijeceu e deu um gemido que mais parecia um pequeno grito. O corpo do pagão também parou.

Ele mordeu os lábios para reprimir o gemido e então encontrou os olhos dela. Estavam abertos e presos nos dele.

— Você está bem? — Ele perguntou e a viu acenar trazendo suas duas mãos para as costas dele.

Kylo se moveu novamente depois de observa-la e então se enterrou de uma vez nela. Os dois gemeram juntos.

Kylo apoiado com um dos cotovelos contra a cama e Rey fincando as unhas em suas costas.

A saxã sentiu a ardência e a pressão do membro dele quando se enterrou nela. Ela segurou o ar por entre os lábios e apertou um pouco seus olhos. Era doloroso, mas tão bom. Ele estava dentro dela, podia senti-lo preenchendo a por completo. 

A testa dele se encostou na dela. Kylo rangeu os dentes e franziu o cenho, quando sentiu as unhas da garota apertarem seus ombros. Ele esperou que ela se acostumasse, que o acomodasse dentro dela. O aperto da saxã era delicioso. Ele queria fode-la com força, mas se conteve.

Ficou surpreso quando a viu mover os quadris na direção dele. Aquilo o fez dar um gemido gutural e se mover dentro dela. Envolvido no aperto, ele agarrou uma de suas pernas e apertou a coxa em torno do seu quadril. A saxã gemeu e então ele se moveu mais uma vez dentro dela. Os dois afetados pelo contato extremo.

— Quer que eu pare? — Ele soltou sem fôlego contra a boca de Rey e ela o incentivou. — Não... eu não quero que pare, nunca — A saxã buscou por sua boca, quando ele se moveu sobre ela, o membro apertado laceando seu interior.

Kylo agradeceu internamente, por ela querer mais, ele não conseguiria sair de dentro dela e muito menos parar.

Os dois se beijaram, quando ele se moveu com mais intensidade, o corpo apertado no dela. Agarrando uma das bandas de sua bunda e se enfiou novamente depois de deslizar um pouco para fora. Os lábios de Kylo, escorregaram pelo queixo da saxã, mordendo a, beijando no caminho. Ele se enterrou em seu pescoço quente e acertou estocadas firmes a vendo se contorcer de prazer.  

A sensação de ardor nela, não era mais tão intensa. Ela estava encharcada. As mãos deslizaram pelas costas de Kylo indo para o quadril. Ela passou a força-lo contra ela, querendo mais.  Ele se movia entre suas pernas e tomava sua pele com a língua agora em seus seios novamente.

Rey arqueava as costas, pedindo por mais daquela boca, daquele corpo nela. Seus pés arrastaram a calça presa nos calcanhares e então Kylo a chutou.

Ambos tomados por uma paixão desenfreada, por enfim saciar seus corpos da vontade que tinham um do outro. Kylo apertou seus olhos sentindo estar no limite.

Ele ergueu o rosto e olhou para ela. Sua mão livre se enfiou entre eles e com o polegar ele estimulou o clitóris da saxã.

Rey gemia com a boca aberta na dele. Enquanto o pagão sugava seu lábio inferior sabendo que viria.  A garota estremeceu em sua mão o fazendo gemer em sua boca.

Rey se recordou das palavras de Connix. Sentiu o formigamento subir por suas pernas, a pressão deliciosa em seu ventre, ele a penetrava e a tocava.

Era ainda melhor do que podia imaginar. Rey jogou sua cabeça pra trás, sentindo seu coração acelerar, pensou que iria morrer com seus batimentos tão fortes daquela forma e o corpo entorpecido.

Um tremor tomou conta de suas pernas e seu ventre vibrou. Seu sexo começou a pulsar compulsivamente em torno de Kylo. Ela gemia sem fôlego, apertando o corpo dele no dela.

O viu se mover pra valer sobre ela. Soltando sua bunda e se apoiando na cama. As pélvis coladas, se movendo uma contra a outra e uma fina camada de suor por seus corpos. Kylo soltou um gemido rouco e tão intenso que a saxã se arrepiou inteira.

O membro sendo apertado por ela, pulsando em torno dele, o fez chegar. Ele se derramou dentro da saxã, quente e intenso.

Seu corpo se deitou de vez sobre o dela, deixando todo o seu peso ali por alguns segundos, antes de rolar para o lado.

Os dois estavam sem folego, encarando o teto de madeira sob suas cabeças. — Isso foi ... — A saxã tentou nomear, mas não podia.

Kylo a olhou e abriu um meio sorriso, esticando o braço, para que ela deitasse em seu peito. Como haviam estado naquela tenda, quando ele concedeu a liberdade dela.

Rey respirou fundo e fechou seus olhos. Nem que tivesse carregado cem troncos de lenha, sentiria a intensidade nos músculos de seu corpo como naquele momento.

Ela apertou suas pernas e deslizou a mão por entre elas, estava sensível. Olhou seus dedos e notou o sangue neles.

— Estou sangrando — Ela sussurrou baixinho e Kylo a olhou. — É sua pureza, como dizem em seu reino. Quer ajuda? —

Ela se encolheu envergonhada, mas afirmou. Kylo se levantou da cama e foi até a bacia que ela trouxera com o pano.

Ele o torceu e voltou para a cama. Durante o trajeto, Rey, admirou a nudez dele.

Mordendo os lábios, ainda mais envergonhada pela dela, agora que todo o calor havia cessado.

Kylo se sentou ao seu lado e a encarou notando o rubor no rosto dela.

Rey cobriu seus seios e apertou as pernas se sentando e se encostando contra a cabeceira da cama.

 — Depois de tudo o que fizemos, está com vergonha de ficar nua na minha frente? — Ele se moveu e gentilmente deslizou o pano para ela.

Rey deu de ombros ainda ruborizada, limpou seus dedos e entre as coxas, não havia muito sangue.

— Será sempre assim? —

O pagão se ajeitou ao lado dela, e a puxou novamente para ele, quando ela se livrou do pano.

— Não. Assim como não irá doer quando eu fode-la outras vezes —

Rey se contorceu nos braços dele e ergueu o rosto para olha-lo. — Outras vezes? — Ela sussurrou desejosa e o fez sorrir com isso.

— Por um acaso pensa que irei ficar sem provar os deliciosos lábios da sua boceta? —

Rey sentiu seu rosto queimar, ela suspirou com a boca aberta — O senhor é um grosso! —

Kylo alcançou sua boca, lhe dando um beijo casto, soprando sua respiração em seus cabelos. — Não conseguirei mais parar, saxã. Agora que provei, quero mais, muito mais. —

Rey se arrepiou por inteira quando ele tornou a beija-la com paixão. Não demorou para que estivesse quente e pronta para ter sua boca nela mais uma vez.


Notas Finais


E aí? Me digam o que acharam???? Pois é. HAHAHA Esse capitulo saiu um pouco mais comprido, não era para menos, não é?

Enfim, gratidão por cada leitor, ok? Perdão desde já por qualquer deslize dado. E ESPERO, MESMO, MESMO, QUE TENHAM APRECIADO ;)


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