História To Back For Z - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Tags Apocalipse, Caminhantes, Sobreviventes, Virus, Zumbi
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Palavras 1.954
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


No capitulo anterior de To Back For Z:
"Deitei-me um pouco para descansar, mas escuto um barulho de passos acho que deve ser um zumbi, então fui lá ver.
- Quem está na minha casa?"
Fiquem com o quarto capitulo.

Capítulo 4 - Dia 04: Onde está ela? E quem são vocês?


Fanfic / Fanfiction To Back For Z - Capítulo 4 - Dia 04: Onde está ela? E quem são vocês?

        Uma voz de mulher vinha lá de fora e não era da Kai, quem será que esta lá fora?

- Não quero lhe machuca, só quero ajuda será que você pode me ajudar?

- Não ajudo estranhos, principalmente agora que estamos num apocalipse onde todos que conhecemos viraram essas coisas.

- Serei estranho se me apresenta para você? Chamo-me Luís, tenho 24 anos, sou casado e estou à procura da minha esposa que sumiu hoje à tarde.

- Rum (risos) Você acha mesmo que sua esposa esta viva?

- Acho que sim, ela desapareceu com tudo armas, comida e as nossas pesquisas para a cura.

    Quando eu falei a palavra secreta CURA a mocinha apareceu, uma pequena loira que pelo jeito sabe matar zumbi pós estava com um facão sujo de sangue em suas mãos.

- Me chamo Kateriny, tenho 17 anos e era noiva, meu noivo morreu no primeiro dia de contaminação junto com ele se foi todos da minha família menos meu gato. (risos sarcásticos)

      Logo em seguida aparece um gato branco, pensei que nunca iria ver uma daqueles vivos sem ser um zumbi, me levantei e apertei a mão dela e peguei o gato na mão. Ela ficou meio receosa de está perto de mim, mas eu nunca tocaria numa mulher além da minha mulher em hipótese nem uma, peguei a mochila que estava com ela para ver o que ela tinha pego na hora que foi caçar as coisas, pelo jeito a menina sabe lutiar trouxe bastante coisa principalmente comida enlatada e agua, tirei tudo que tinha dentro da mochila e me deparei com pilhas dentro da mochila, pilhas 208 que são as ideias para Walk Talks.

- Vais usar essas pilhas?

- Não, por quê?

- Posso pegar para mim?

- Fique a vontade. O que aconteceu com a sua esposa? Se quiser conta estou aqui para ouvir, mas se não quiser tudo bem.

- Eu e ela somos cientistas, estamos trabalhando na cura desse vírus dês do primeiro dia de contaminação, mas quando estávamos tendo um grande progresso ela sumiu com tudo e eu prometi para mim mesmo que ia atrás dela a todo custo nem que isso custe a minha morte.

       A vontade de querer chorar estava forte, mas eu não podia não na frente dela, ela parecia tão abalada com o acontecido que não queria a deixar mais desesperada com o que estava acontecendo. Peguei um pouco de feijão enlatado coloquei num potinho e dei a ela e a dei um pouco, pensei que ela poderia esta com fome e eu estava certo pelo jeito estava “morrendo” de fome.

- Então Kateriny (forçando sutaque) De onde você é?

- Sou natural daqui mesmo, mas meus pais eram russos e meu noivo também.

- Você o amava?

- Não, mas aprendi com o tempo a amar ele. E você, ama sua esposa tanto assim que se mataria para encontra-la?

- Rum (suspiro) Você já sabe a resposta pequena. Pela manhã irei partir, pretende ir comigo ou vai fica aqui?

- Não sei, a única coisa que penso nesse exato momento é em dormi. Você se importaria se eu...

- Não (risos) Claro que não, descansa pela manhã você me da a sua resposta, pega esse lençol esta meio frio aqui.

      Ela pegou o lençol e foi dormi, fiquei vigiando por certo período então fechei tudo e fui dormi também, mas antes eu a cobri mais um pouco e dei agua para o gato ou gata sei lá não sabia o sexo do felino, mas de qualquer jeito não quero que ele morra é a única forma viva animal além de mim e da Kat, era por volta de umas 23h50min quando me deitei um pouco e acabei pegando no sono.

         Dia 14 de Agosto, quarto dia depois da contaminação. Levantei-me um pouco tarde com o gato em cima de mim, me levanto e não vejo a Kat dentro de casa vou à garagem a procurar e vejo um monte de caixa empilhada como se fosse uma mudança.

- Bom dia dorminhoco, dormiu mais que eu pelo jeito estava precisando.

- Me desculpe se dormi muito (bocejo) Mas eu estava muito cansado fazia tempo que não dormia bem. E essas caixas são para que?

- Decidi ir junto com você, não tem o porquê eu ficar por aqui não é? Os zumbis vão querer migrar pra cá e eu serei presa fácil para eles junto com o Jhon.

- Quem é Jhon?

- O gato, quem mas seria (risos).

- Ok, então vamos andando temos um caminho muito longo até Frontte Mar.

- Você não ficou sabendo? Sobre o que aconteceu lá?

- É não!

- Todos foram para lá no primeiro dia de infecção, inclusive eu e minha família, pelo fato de ser um lugar quente e isolado, mas o que ninguém esperava é era que todos os nativos de lá estivessem contaminados. Quando chegamos lá todos ainda estavam vivos, até a noite (começa a chorar).

- Ei calma, estou aqui com você eu sei o final dessa historia não precisa fala ok? Enxuga essa lagrimas a vamos embora.

- Tá bom, vamos pega o resto das coisas.

       Ela abriu o porta malas e colocou todas as caixas que elas empacotou, pelo incrível que pareça pode ser um apocalipse mas o que não vai falta aqui é zumbis e caixas pode ter certeza. Fui pegar o Jhon para podemos ir embora mas eu não achava ele ate que ele começou a mia, mas os miados viam do lado de fora e começaram a ficar piores então sai correndo para ver e advinha quem estava com nosso pequeno gatinho é eles mesmos os zumbis, cheguei tarde demais o Jhon já estava sendo devorado por eles, quando olho pro lado vejo ela chorando de desespero com uma pistola na mão.

- Por queee? Por queee matar meu gatinho? Por queee?

- Kat vamos você estava certa eles tão migrando pra cá por que estão sem comida no centro da cidade, vamos logo.

      Comecei a puxar ela pra ver se ela saia do lugar, mas ela não saia do lugar.

- Não posso deixa ele se transforma Luís, eu não posso.

        Quando eu menos esperava ela deu um tiro na cabeça do gato e veio comigo correndo ate o carro, dei partida e fomos embora daquele lugar e realmente ela estava certa sobre os zumbis eles estão se deslocando das cidades e indo pro interior, é isso vai ser interessante. Eu queria poder alegra ela mas pelo jeito não tem como, sei como ela esta se sentindo e é uma sensação horrível.

- Olá Luís, pelo jeito arrumou companhia, Kateriny Lonnyes tem 17 anos e é natural de Monte Calparo.

- Quem é que ta falando? E como ele sabe quem sou eu?

- Calma ele ta me ajudando a achar minha esposa Kai, entendeu? Também não sei quem é esse cara e como ele sabe as coisas sobre nos mas fica tranquila ele não vai fazer nada com a gente, né?

- Claro que não, a não ser que você descumpra o acordo que fizemos Luís.

- Obvio que não irei fazer isso, infelizmente eu preciso da sua ajuda. Alguma informação para mim?

- Me deixa ver aqui, Kai Estevam tem 21 anos e já é formada huuum interessante, se casou com quase 18. Huum me deixa ver aqui, ultima vez vista foi em Monte Calparo com seu marido Luís Estevam, huuum, bingo achei ela.

- Achou? Onde ela está? Ela ta bem? Respondi-me seu filho de uma...

- Calma senhor estresse ela aparentemente esta bem porém não irei dizer onde ela está, não agora. Boa sorte na sua jornada Luís e Kateriny. Cambio desligo.

- Desgraçado!

- Calma, ele vai dizer ele tem que dizer, por que a cura depende disso.

            Eu estava com muita raiva, minha vontade de mata ele estava enorme, desgraçado sabe onde esta minha mulher e não quer dizer. A Kat quis dirigir então parei num acostamento e ela subiu e começou a dirigir, eu ainda estava indignado com o Sobrevivente Z, mas eu não poderia desiste eu estou tão perto de achar a Kai eu não posso desiste agora. Eu estava muito cansado e arrasado.

- Kat, eu vou pro banco de trás você se incomoda de continuar dirigindo?

- Tudo bem, você merece descansa vai lá.

     Quando olho pro vidro de trás vejo uma tempestade se formando, estou com medo que seja um ciclone ou furacão não estamos no momento bom para isso, deitei no banco pós não estava com cabeça pra nada nem para avisar para Kat o que estava preste a acontecer.

- Olá Luís e Kat, se eu fosse você eu me abrigaria logo por que o que vai acontecer pode mata vocês, vejo você em breve. Cambio desligo!

- Luís acorda!

- Já to acordado kat a muito tempo, ver se consegui enxergar alguma casa por ai pra nos dois se abrigar por que o negocio ta feio.

               A Kat acelerou muito, estávamos em mais de 200km por minutos estava muito rápido, mas em um certo trecho da estrada tinha algo e a estrada estava infestada dele tinha vários por todo lado tínhamos que fazer, então mandei ela freia o mais rápido possível, o carro rodou na estrada dentro dos zumbis matando alguns, eu desci do carro pra mata alguns para liberar caminho e ela desceu junto.

- 59, tenho 59 balas da pra mata alguns.

- To com mais 15 dentro da mochila qualquer coisa você pega Luís. E se não der certo vai embora você precisa achar sua esposa.

- Não vou embora sem você entendeu? Você vai me ajuda.

            Comecei a atirar nos zumbis e Kat tentava tira a cabeça deles fora, eram muitos zumbis era como se eles formassem grupos para se mover para achar alimento nesse caso nós, é a segunda vez que acho uma quantidade assim deles juntos mesmo sendo maior do que vi em Monte Calparo. Continuamos a fazer isso ate as minhas balas acabarem e ter que matar eles com facão, que sensação gostosa foi matar todos aqueles zumbis me sinto como um foragido matado varias ex pessoas, que ridículo da minha parte fala uma coisa desse jeito. Passamos mais ou menos 2hrs limpando a estrada quanto mais a gente matava mais aparecia, eles parecem coelhos vivem se reproduzindo e brotando do nada. Eu não tava tão preocupado comigo e sim com a Kat, ela tava muito abalada com a morte do gatinho e com certeza tava muito revoltada com os zumbis por terem comido o Jhon, mas espero que ela supere porque ela precisa é ela precisa superar a morte do gatinho. Prometo que irei procurar outro bichinho para ela nem que seja um pássaro, eu to muito cansado e triste com a situação que me encontro longe da minha esposa e com uma garota que pode querer fazer merda a qualquer hora, estou com medo de acontecer algo com a gente e muito medo de morrer.

- Alô meus queridos amigos estão ai?

- Péssima hora para querer contactar a gente não acha?

- Ainda esta bem, mas vai fica pior, se eu fosse vocês iram arruma abrigo agora!

- Por quê?

- Deixa de ser curiosa Kat! Boa sorte na procura por abrigo, vão para o leste. Cambio desligo.

              Odeio esse cara faz as coisas e não fala nada, serio mesmo? Entramos no carro e continuamos só que dessa vez em direção ao leste, espero que tenha algo la muito bom se não eu juro que mato esse cara.

- Será que vai ter alguém la?

- Acho que sim, eu espero que sim.

- Olha ...


Notas Finais


Onde está a Kai? O que esse sobrevivente está tramando? Será que Luís e Kat vão sobreviver ao que está vindo? O que tem no leste que é tão importante? Muitas duvidas né?
Tire suas duvidas no próximo capitulo de To Back For Z!
Obrigado por ler minha obra


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