História To Be Human - Capítulo 1


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Categorias Orange Is the New Black
Personagens Alex Vause, Piper Chapman
Tags Vauseman
Visualizações 51
Palavras 662
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá lindos seres que amam Vauseman. Essa é a minha primeira Fanfic com essas duas mulheres maravilhosas. Tirei algumas inspirações de outras fanfics, sem serem Vauseman que li, e acabou me soando uma boa história. Eu espero que gostem. Boa leitura!

Capítulo 1 - She was an angel? - Prólogo


Fanfic / Fanfiction To Be Human - Capítulo 1 - She was an angel? - Prólogo

Uma forte tempestade caía em meio a um fim de tarde úmido e escuro.  As gotas grossas caíam do céu e causavam desordem entre os pedestres das ruas Nova-iorquinas. O trânsito se mantinha lento pelo volume de água nas ruas,  e por conta do tumulto que as pessoas estavam causando.  


Liguei o rádio do meu carro e nem aquilo estava prestando naquele momento.  Afinal,  era uma tempestade ou o dilúvio do próximo fim do mundo?  Olhei de relance pela janela do meu carro,  tentando me distrair com algo e apesar do vidro embaçado,  pude ver claramente uma pessoa toda de branco andando na calçada. Meu Deus, era um anjo?  

Abri o vidro rapidamente e para a minha surpresa era uma noiva,  sozinha,  atraindo olhares de todos com o vestido completamente encharcado,  os cabelos loiros desgrenhados,  demonstrando que o penteado havia sido desfeito pela forte chuva,  rosto borrado pela maquiagem que escorria conforme as gotas da chuva e suas lágrimas caíam. Não me controlei e desci do carro indo até a loira e toco o seu ombro nu com gentileza.  A mesma se vira assustada e seus belos olhos azuis estavam vermelhos como sangue.  


— Hey,  está tudo bem?  — Que pergunta estúpida,  Alex Vause!  Uma noiva aos prantos no meio de Nova York e você pergunta isso?  Me repreendi mentalmente.  


— E..Eu estou...  Com licença,  por favor.  — Falou a loira dando alguns passos e seus soluços eram altos o suficiente para que eu pudesse ouvi-los de uma considerável distância.  Neguei mentalmente por insistir nisso,  mas eu não poderia deixar aquela mulher alí,  sozinha.  Não naquele estado! 


— Perdoe-me por intrometer,  mas você não está.  O que houve?  Para onde está indo?  — Perguntei e ela suspirou fungando o nariz que já se encontrava em um tom avermelhado,  assim como suas bochechas.  Ela vai acabar se resfriando!  — Vem comigo,  pelo menos saia dessa chuva. Ou vamos adoecer,  venha.  — A puxei delicadamente até meu carro,  e ajudo que ela entre com aquele vestido no mesmo. Pouco me importou se meu carro ficaria ensopado,  eu precisava ajudá-la.  


— Muito obrigada,  senhorita...  Atchim!  — A loira espirrou e eu desliguei o ar-condicionado do carro,  ligando o aquecedor em seguida.  — Hum...  Bem melhor.  


—  Alex,  Alex Vause.  E você,  quem é?  — Perguntei por fim enquanto ela aquecia as mãos na frente do pequeno aquecedor.  Seus olhos ainda derramavam lágrimas,  e para que ela me responda,  precisou de um esforço para controlar a respiração.  


— Me chamo Piper... O que te faz ajudar uma estranha,  senhorita Vause?  — Perguntou e sua voz doce ainda era trêmula e embargada.  O que deixou essa mulher nesse estado,  meu Deus?  


Eu não faço idéia...  Acredita em destino,  Piper?   Talvez seja isto.  Mas o que te aconteceu para estar assim?  — Perguntei e ela abaixou o olhar derramando mais lágrimas.  Droga Alex,  controle seu espírito curioso de jornalista!  — Me desculpe...  Não quis ser invasiva.  Você fala quando quiser,  mas...  Para onde estava indo?  


— Para...  Lugar algum.  Eu só quero sumir,  não quero ver ninguém, eu preciso de um lugar... Eu preciso ir para longe de todos que conheço!  — Disse por fim afundando as mãos no rosto e seu choro se torna mais alto,  provavelmente por todas as emoções voltarem a flor da pele.  


— Ei ei,  calma.  Eu vou te levar 'pra minha casa,  pode ser?  Lá você descansa e troca de roupa... Depois nós conversamos.  — Falei e a loira olha para mim assustada e afasta alguns de seus fios loiros e molhados do seu rosto.  


— Vai levar uma estranha pra sua casa?  Você é louca?  — Perguntou e eu me permiti rir brevemente.  Eu devo ser mesmo,  mas aquela mulher não aparenta perigo algum.  Ela está mais para um anjo,  isso sim.  


— Você não me parece perigosa,  Piper.  — Falei dando partida no carro ao perceber que o sinal estava liberado.  Eu só espero não me arrepender dessa escolha... 


Notas Finais


Sei que foi pequeno, mas é só o prólogo. Devo continuar?


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