História To Be Normal - Capítulo 3


Escrita por: e jiminhouse

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bangtan Sonyeondan, Chimchim, Fleychi, Jimin Park, Jiminhouse, Jmh!poderes, Park Jimin, Short Fic, Suspense, Terror
Visualizações 16
Palavras 2.867
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Seinen, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Drogas, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Reliability.


 Taehyung corria como um louco desvairado pelos corredores. “Onde está essa maldita sala?”, ele pensava repentinamente. O alarme ainda tocava tão ensurdecedor e escandaloso, causando uma trilha sonora acidentalmente, desesperando todos os presentes — inclusive e principalmente Taehyung. Mas ele não estava com medo, não! Ele queria ajudar, ainda não sabia como, mas queria de qualquer forma, e batalharia até o fim por isso. Tae passou pelo corredor dos testes científicos, tentou abrir todas as portas, mas todas estavam trancadas com senha, nem mesmo seu cartão de identificação abriria tal. Se eles não estavam nas salas de testes, onde estariam afinal?

   Taehyung sentia seus níveis de adrenalina no topo, quisera ele naquele instante ser um bem dotado, com superforça, para simplesmente sair destruindo paredes até achar onde botaram o garoto da telecinese e a pequena 008. O homem subiu para o terceiro andar, notando algumas pessoas deixando o local às pressas, graças ao alarme que ainda assustava muitos, e lá, avistou uma porta, branca como as outras, mas algo estava diferente: havia sangue, muito sangue, escorrendo por debaixo da mesma. Finalmente, depois de tanto correr, Tae achou a bendita porta que seria um dos necrotérios do lugar. “Desgraçados”, o garoto Kim deixou escapar.

— Eles iriam mesmo matar os dois? Não é possível que sejam tão burros assim — Ele disse a si mesmo, incrédulo.

    Ao abrir a porta, cuidadoso e lento, usando o seu cartão de identificação que, na realidade, pertencia a sua mãe, Taehyung deparou-se com a pequenina, conhecida por ele somente como a Experiência 008. Caminhando sobre o líquido tapete do néctar carmesim daquele chão ensopado de sangue, Taehyung a observava. Ela estava em cima de um dos homens de jaleco branco que, já jazia sem vida, a garotinha tinha posição de ataque, dominante e enfurecida, arrancando do homem que tentou feri-la sem pesar, um pedaço de seu pescoço, logo cuspindo a carne pra fora. Tae se lembrou na hora que, de acordo com os relatórios de sua mãe, 008 não suportava carne alguma e nada que fosse de origem animal, portanto, seguia à risca uma dieta rigorosa e 100% vegana. Mas Taehyung, jamais havia visto-a daquela maneira e ele estava encantado, decerto.

   A garotinha de aparência angelical, naquele momento, diante de seus olhos, como a besta arroxeada e incrivelmente perspicaz! Muitos achariam nojento, teriam pavor ante a cena grotesca, mas não Taehyung que, nunca batera bem os parafusinhos de sua cabeça, de fato. Ele sorriu para a cena, como uma criança ao notar um balão ou, uma bailarina — Afinal de contas, ambos flutuavam em graciosidade. E embora besuntada de sangue, ela era, de certo modo, uma criatura brilhante em beleza, ao ver do mais velho, Taehyung estava apaixonado por ela. Ele queria estudá-la, ajudá-la! Queria vê-la ganhando o mundo! Mas, qual fora a sua surpresa, quando ela, a sua princesinha, ao enfim notar a sua presença, começara a rosnar, virando-se imediatamente para a sua direção? Ela, eriçando todas as escamas de suas costas e nuca, logo espreitava Kim, cautelosa, mas pronta para atacar a qualquer segundo; a cena era linda de se ver, Taehyung tinha que admitir.

— Ei — Ele rapidamente terminou de fechar a porta, sorrindo, certificou-se de que ela havia sido devidamente trancada. Kim encarava agora aquele ser bizarro, lindo, queria tanto tê-la pra si! Fazia tanto sentido amar aquela garotinha metamorfa? Não, não fazia. Mas que se dane! Taetae estendeu uma mão, tentando demonstrar que era amigo, sussurrava a todo instante. — Oi, pequena — Deu um passo, o que fez com que ela recuasse de súbito, rosnando mais alto ainda. — Ei, ei… Shh, eu quero ajudar você — Tae ajoelhou-se e, devagar, mostrou as duas mãos abertas, estendeu os braços, como se a convidasse para ser aninhada, mostrando-se o mais indefeso possível, ainda sorrindo com sua ternura que chegava a transbordar. Lentamente, para sua total alegria, 008 farejava o ar, gemia vez ou outra, uns chorinhos de incerteza e, acabou se sentando de frente para o rapaz. As escamas de sua pele aquietaram-se, juntamente elas diminuíam, revelando devagar a sua palidez. O cabelo acobreado foi se escurecendo, até ficar em um preto intenso, e seus olhos, completamente negros, tornaram-se o olhar mais inocente e puro que Taehyung haveria de ver naquele dia, naquela vida. E assim que a metamorfose passou-se por completo, a pequenina enfim, desmontou-se ao chão e chorou de joelhos, apoiando o corpo com suas mãos.

— Ajude meu amigo — Ela disse, até que seu olhar se esbarrou naquele cara tão alto! Mais alto que seu amigo Chimchim. — Por favor.

   É claro! O garoto da telecinese! Taehyung levantou-se às pressas e, ao encarar a maca, viu Park Jimin, não podendo negar-se do quão belo era finalmente estar pertinho assim do rapaz que vivia arrancando suspiros de Taehyung, da maneira mais discreta possível. A primeira vez que o vira assim, que não fosse atrás de uma cadeira e mesa, preso com algemas, ou às vezes, até mesmo numa camisa de força, ou consequentemente dentro de sua bolha, observando-o em sua TV através de fitas cassete que sua mãe levava para casa de vez em quando.  Aquele, era o primeiro contato tão próximo, e possamos dizer que, ao olho nu de Kim Taehyung, íntimo. O loiro estava ferido, desacordado, em suas narinas havia muito sangue seco, mas somente em uma das orelhas, ainda — ainda! — se escorria bastante sangue fresco e gotejava, da orelha para o acolchoamento da maca. Ele estava desacordado, demasiadamente machucado, mas ainda usava as suas forças telecinéticas, ainda estava vivo!

— Graças a Deus — Taehyung, ao notar tamanha quantidade de sangue, ligou os pontos rapidamente e chegou a sentir as pernas fraquejarem. O seu amigo, ainda estava vivo e era o que importava. — Achei que tinha perdido você, brother.

   Tae ainda o observava, não sabia quando ele iria acordar, mas tudo o que sabia, era que precisava agir. Porém, o que fazer e quando? Foi aí, que ele se lembrou: havia câmeras lá, diversas. Logo, estaria ele aparecendo naquele telão? Então todos, inclusive Sr. Pyo e aquele chato do Kim Seokjin estariam agora o vigiando? Talvez, já até estivessem atrás daquela porta, prontos para matarem Taehyung, afinal, ele era o traíra agora. A sua vida, naquele instante, passava-se diante de seus olhos. Ele não conseguia se mexer sequer olhar para trás, queria chorar, queria socar algo, sentia-se um burro. Pensou na mãe, em suas mentiras. Começou a se culpar, por não ter bolado nenhum plano que pudesse de fato salvar todos os bem-dotados e, mandar o Laboratório de Busan por água abaixo.

   É tudo minha culpa, ele dizia e chorava. Taehyung absorvia toda a dor daqueles que sofriam, de forma que sentia a dor física de quem estivesse aos prantos, não importando o indivíduo, raça, se era rico ou pobre. Isso, de fato, não era o poder mágico de Taetae, mas a sua raridade o diferenciava, incomodava quem estava ao redor. Ele era tratado como o esquisitão e isso sempre pesava os seus ombros, o garoto carregava a cegueira do mundo nas costas. Achava que o problema era ele, que tinha que mudar, ser mais esnobe, como Seokjin, por exemplo.

Uma de suas mãos foi de encontro aos olhos que ardiam, enquanto a boca se contorcia pela potência da angústia que o choro lhe trazia, mas quando já pensava em seu fim, sentiu sua mão sendo envolvida por outra. O chorão encarou aquela mão, que segurava a sua mesmo que com pouca força, na verdade, quase nada de força. Logo que Kim percebeu, já estava chorando e sorrindo, em silêncio absoluto, apertando aquela mão com toda a força que tinha e, não queria soltá-la, não até aquela porta se abrir e levar um tiro, morrer ali mesmo. Queria sentir aquela energia que o queimava por dentro até o fim de sua vida, por mais curto que aquele momento fosse. Ele, já era inesquecível para Taehyung.

— Você não vai morrer, imbecil. — Quase inaudível e embargado pela dor física, pronunciou-se. — Eu explodi cada uma das trinta e cinco câmeras, antes de tudo escurecer. Purple me salvou dos outros dois que tentaram nos levar.

   Taehyung notou: haviam quatro corpos espalhados pela sala. E quem seria Purple? Seria a sua pequenina? Kim não sabia ao certo, mas queria descobrir! E rápido.

— E como você sabe que eu vim pra ajudar? Como sabe que eu não poderia ser mais um de jaleco branco, pronto pra acabar com vocês? — Taehyung disse, sorrindo, chorando feito bobo e ainda segurando a mão de Jimin, potente.

Park sentou-se na maca, com dificuldades. Taehyung tentou ajudá-lo como podia e, caladinha, flutuando ao lado dos dois, Purple observava tudo.

— Não se preocupe, Taehyung. A minha mãe me disse.

Aquilo só fez com que Taehyung quisesse chorar mais ainda! Ele sorria o tempo inteiro, só por ver Jimin acordado, bem na sua frente. O quão linda era a inteligência daquele garoto? O quão fascinante era todo o seu poder? Mas antes de tudo, eles precisavam sair dali! Embora Tae não tivesse nenhum plano específico, ficar parado naquela sala não resolveria em nada, pelo contrário, poderia resultar na morte dos três ali presentes. E em um estalo, Taetae teve uma ideia, sem saber ainda se era boa ou ruim, arriscou colocá-la em prática.

— Acho que já sei como vamos escapar daqui. — Taehyung disse, sentindo-se de fato, preocupado com o plano que surgira em sua mente.

Jimin encarou Purple, que apenas assistiu ao amigo. Ambos não conheciam Taehyung, mas já sentiam que ele era de confiança.

 

E do outro lado daquele laboratório, o grande homem mau, Pyo, estapeava sem dó a face de Kim Seokjin, que era segurado pelos dois cadetes fardados oficiais do chefe: Jeongguk e Namjoon.

— Traidor — O pai dizia.

Jin chorava, pois jamais imaginava passar por aquilo. Logo ele, o mais inteligente de todos! O mais bonito de todos! Ele admitia para si mesmo que não tinha culpa de nada, pois a Cura, já havia passado de seu tempo de experimento. Empolgado e louco para ser venerado, Jin não se aguentava mais, queria tanto ser aplaudido! Foram usadas tantas cobaias, até em humanos ele chegou a testar. Tadinho, Seokjinnie não se importava com ninguém, além de si mesmo. Tinha uma falsa modéstia, se passava pelo garotinho bom que só queria crescer e ser bom no que fazia dentro daquele Laboratório de Busan, mas a realidade era que ele se escorava em todos os cientistas que realmente se empenhavam em descobrir coisas novas, corriam atrás de novas descobertas. Jin caminhava ao lado dos grandes homens, dos bem falados, dos sempre citados, pois queria mostrar a todos que ele era grande também, que era o bonzão.

   Inicialmente, a descoberta das combinações de elementos que resultavam na carência momentânea dos poderes dos superdotados, tinha sido feita por outra cientista, chamada Lee Chae-rin, porém Jin arrumou um jeito de fazer com que a própria colega se demitisse, persuadindo-a e a provocando com falsas queixas de que era péssima no que fazia, de que era mulher, uma mulher suja, cujo último local em que ela deveria estar era em um laboratório e sim, com a barriga colada em um fogão. Lee deixou tudo pra trás e o Kim, que só se fingia de garoto tímido e humilde, pegou toda a pesquisa da pobre coitada, jogou nas costas dos demais colegas que realmente batalhavam para seu crescimento o restante das pesquisas e testes e, voilà! O Jin burrinho só não fora paciente para esperar e realizar mais testes, o seu pecado foi chegar jogando toda a glória do até então sucesso do experimento, para Pyo. E agora que tudo tinha caído por terra, Jin não conseguia pensar em mais nenhum plano maligno, não sabia em quem jogar a culpa agora, não sabia pra quem apelaria de vítima, oh, o pobre coitadinho, bonzinho, que jamais tinha feito mal a ninguém e nem se aproveitado bastante dos outros e suas fraquezas. No fundo, Kim Seokjin sabia, que a culpa era toda sua.

   O Doutor Bonitão já se encontrava desmaiado de tantos tapas e pontapés que o grande homem mau distribuía fervorosamente pela sua face, mas o senhor Pyo, sentiu falta de um indivíduo. Ele olhou ao redor, analisou cada membro de sua equipe, sabia que estava faltando alguém!

— Onde aquele moleque está?! – Esgoelou o homem.

Ah, sim, aquele ser franzino, meio mala, com cara de bobo – mas que de bobo, não tinha nada –, sorriso quadrado e orelhas de abano. Aquele tagarela, que mal havia chegado e já roubava a cena por tamanha inteligência e excentricidade. Claro, o filho da Doutora Kim Jyomae, que aparentou desde o início um comportamento contrário do de sua mãe, sendo educado, gentil e paciente até com as cobaias, o que obviamente, preocupou Pyo. Aquele garoto tinha de ser vigiado! E onde diabos ele estava?

— Quero aquele estrupício na minha frente antes do anoitecer!

   Enquanto os guardas corriam pelos corredores atrás de Kim Taehyung, ele e os dois mutantes corriam pela direção do estacionamento submergido do Laboratório. Kim sabia que estava sendo perseguido, mas não podia parar. Naquele instante, os três já se encontravam numa enorme área aberta sob uma vidraça transparente, através do qual podia ver a luz do sol, o azul inebriante do céu e suas nuvens. Ao canto, Kim avistou as Vans do laboratório, todas completamente brancas, com suas vidraças escurecidas e, mais ao canto, havia um painel com várias chaves penduradas, pertencentes aos veículos.

— Como sabia do veículo, das chaves? – Jimin o perguntou, enquanto Tae imediatamente já pegava uma chave. Purple voava ao redor dos dois, o tempo inteiro.

— Embora eu tenha menos de uma semana de trabalho aqui, já conheço esse lugar como a palma de minha mão. Agora vamos, sem conversa fiada, não podemos mais perder tempo.

   E não, Taehyung não tinha habilitação para dirigir, mas sim, ele sabia dirigir. E sim, aquela seria a primeira vez em que ele sairia desgovernado por aí, dentro de um veículo que não fosse o carro de sua mãe, provavelmente dirigindo em um campo aberto, ou até mesmo apenas tirando-o da garagem para limpá-lo, como fazia de vez em quando. Enquanto segurava o volante daquela Van, observou pelo espelho e viu que Jimin e a menor já estavam devidamente acomodados.

— Por favor, apertem os cintos de vocês. – Tae pediu, sentindo-se deliberadamente nervoso por ser a primeira vez que iria pegar a estrada dirigindo, sentia as mãos tremendo, enquanto já segurava o volante. Mas, ah, ele já estava tão regaçado!

A situação não tinha como piorar.

— O que é “cinto”? – Purple perguntou. Taetae olhou para Jimin e viu que o mesmo o encarava igualmente a pequena, com um olhar confuso estampado em suas faces.

Pois é, ela tinha sim como piorar.

   Antes mesmo de começar a explicar, um estalo ecoou pelo estacionamento fazendo o vidro da parte traseira do carro se quebrar em uma parte. Aquilo fora um tiro. Os três se abaixaram, pois o susto fora avassalador, e agora, já não estava sendo preciso encarar o retrovisor para ver quem os atacava, porque pelo orifício que a bala fizera no vidro, Kim, Park e Purple conseguiam ver perfeitamente a horda de soldados armados que adentravam o estacionamento. A primeira parte do plano já estava feita, ele pegou o veículo e todos os três estavam dentro dele! Agora, era hora de colocar em prática a segunda.

   Taehyung deu a partida no carro, engatou a marcha e acelerou. Naquele instante, o tiroteio se deu por iniciado, enquanto o veículo acelerava em direção a cancela eletrônica da entrada do estacionamento e a Van foi com tudo pra cima da barreira listrada. A garotinha gritava, jamais tinha escutado aqueles estouros esquisitos que aqueles objetos de ferro faziam. O cheiro da pólvora lhe invadia as narinas ultra-aguçadas e isso deixava-a tonta. Como podem os seres humanos usar um objeto que, além de perigoso, era desagradável em todos os sentidos existentes? Mas Jimin conhecia perfeitamente o que eram as ditas armas de fogo e todo o mal que elas causavam e ainda causam na humanidade, assim como o menino Kim às conhecia muitíssimo bem também.

   Com a Van rente a estrada, a leva de tiros ainda estava afoita, mas com a passagem de marcha correta e um pé chutado no acelerador, Taehyung conseguiu fazer com que o veículo ganhasse mais velocidade, os levando para mais distante de onde as balas pudessem alcançá-los. Jimin ficou à espreita a todo instante, pra ver se alguém os seguiria, no entanto nada de estranho ocorreu durante o percurso até onde o novo amigo preferisse os levar.

Todo caminho foi de extremo silêncio. Algumas vezes, Taehyung ouvia Jimin e a pequenina cochichando um com o outro e ele, não sabia como se aproximar agora dos dois, o que dizer e quando.

— Taehyung – Jimin chamou-o.

Kim encarou o espelho do carro, sentindo aquele medinho chato de quando se tem receio em dizer coisa errada.

— Sim? – Respondeu-o.

— Está nos levando para a sua casa?

Taetae entortou os lábios, pois as respostas oscilavam entre o sim e o não.

— É – Ele gaguejou, enquanto pensava devagar. – Estou.

Rumo ao lugar seguro, os nossos três heróis estavam em pleno crepuscular numa estrada erma, desconhecida pelos mutantes, mas ilustre para o cientista orelhudo, dentro de uma Van branca repleta de buracos e rachaduras.


Notas Finais


demorei mas atualizei!
essa fanfic está sendo postada também no perfil @jiminhouse! para mais historietas bacaninhas e, conhecer também esse projeto tão lindo de bonito que no qual sou staff, é só acessar o perfil deles! (≧∇≦)/

capa atual por: ♡
capa antiga por: antiga 'chimcombiscoito' ♡ https://imgur.com/a/6QjDDxT
betagem por: Andrey Centeno (saiu do projeto :c) ♡

× jmh!poderes ×

안녕 ! ! ! ☆
♡고마워요!~♡
뽀뽀, 난다. 💋~♥
ˎ₍•ʚ•₎ˏ


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...