História To Sin (Imagine Jungkook - BTS) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Personagens Originais
Tags Imaginehot, Jungkook, Vocêxjungkook
Visualizações 1.395
Palavras 1.594
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Disclaimer:
→ Imagine terá aprox 40 capítulos.
→O enredo será algo dual, inicialmente puxado pra o lado romancista, mas trata-se de um romance policial, mesmo não parecendo. Promessa de bons suspiros.
→ O imagine se passa nos EUA, em Washington, em um universo alternativo, nada é real e a Monte Carlo University não existe de verdade, ok?
→ Em alguns momentos, você será chamada formalmente de "srta. Clark".
→ No imagine vc tem 23 anos e Jungkook 27 anos.
→ O imagine é Hentai, estejam avisados, quem não curte e talz.
→A personalidade da S/N do imagine foi uma criação da minha irmã (créditos pra ela), mas a personalidade e ações, são de minha autoria.
→ Personagens vão estar nas notas finais da fic pra saberem quem é quem.
→ Comentários são sim muito importantes, mas a fic não será movida apenas por eles, mesmo assim, opinem, critiquem, falem o que quiserem.
→ Será att duas vezes na semana.
→ Quero deixar claro que esse imagine, inicialmente fanfic, teve a colaboração da Laís, (fanstalk) ela me ajudou muito na versão original e sempre que alguma cena foi escrita/pensada por ela e adpatada por mim, deixarei seus créditos, lembrando também, que pedi sua autorização, embora a fic seja minha, pra fazer a adaptação e ela concordou, ok?

📚 BOA LEITURA 📚 HONEYS

Capítulo 1 - Prólogo;


Fanfic / Fanfiction To Sin (Imagine Jungkook - BTS) - Capítulo 1 - Prólogo;

TO SIN

P r ó l o g o

Ler era sua grande paixão. 

Era como uma terapia e lhe fazia muito bem, mas de uns tempos pra cá, você, uma estudante de jornalismo, estava obcecada por certo escritor em especial. Ninguém o conhecia, assinava como: J.J. 

Os seus contos eróticos eram fascinantes, tão realistas, que qualquer um que viesse a lê-los poderia se sentir como personagem dos mesmos.

Seu romance favorito intitulava-se: "Attraction Laws", este contava a estória de Veridiana Miles, a mulher de um poderoso político canadense. Foi um romance classificado como sexista e um tanto vulgar pelos críticos literários, mas, você, não o considerava assim, longe disso.

Perturbada pelo mistério que envolvia a verdadeira identidade do autor anônimo, iniciou uma busca pelas redes sociais, mas como não teve sucesso em suas investigações, você decidiu ir mais a fundo e como era nada mais nada menos que a sobrinha do presidente dos EUA, tinha seus meios de conseguir tudo o que quisesse. Era uma das mulheres mais influentes do país.

Contratou um renomado detetive particular, este sugerido por sua tia Dayse, e após dois meses de investigações, finalmente você teve o que queria: a localização dele e a surpresa deu-se por sua nacionalidade, assim como sua idade.

Jeon Jungkook era um sul-coreano naturalizado norte-americano, de 27 anos.

"J.J" estava hospedado em um dos inúmeros hotéis da marca Savoy, espalhados pelo perímetro do país.

Só poderia tratar-se de um homem muito rico, ninguém com uma conta bancária abaixo de milhões de dólares, se hospedava ali.

Com certo receio, você decidiu procurá-lo e se conseguisse a entrevista que tanto queria, sem sombra de dúvidas faria uma ótima monografia para a conclusão do curso de jornalismo e seria elogiada por todos na Monte Carlo University.

Fora recebida por uma velha senhora de nome, Lauren McCarthy, muito simpática por sinal.

Agora estava sentada na sala de estar do seu autor favorito. Seu coração estava batendo na boca pela ansiedade — que não era pouca. Caminhou pelo cômodo em busca de qualquer informação que fosse sobre ele, entretanto não havia nada relevante, embora uma coisa estava clara: J.J tinha estilo. E assim, observando cada canto daquele espaço aconchegante, sentada em um sofá confortável, você ficou aguardando-o pacientemente, até que o homem deu o ar de sua graça.

— É um prazer conhecê-lo, J.J! — Você murmurou em voz baixa, enquanto se erguia no sofá de forma desajeitada.

— O prazer é todo meu, senhorita...?

— Clark... (S/N) Clark. — Você completou de forma espontânea, e de repente a expressão do homem à sua frente, mudou de forma brusca. Indo do enervante para o impassível.

— A sobrinha do presidente em meu humilde apartamento?! — Seu tom era absurdamente sarcástico, no entanto, sua postura ereta e os lábios firmes, denunciavam que aquela informação não lhe afetara nem um pouco. — Sente-se, Srta. Clark. — Ordenou sinalizando em direção a um dos estofados e você de bom grado acatou a 'ordem'. — Estou curioso, ou melhor, imensamente curioso para saber o motivo de sua visita. — E, então ele sentou-se defronte para você. As palavras saíam de sua boca bonita com uma intensidade fora do comum, deixando você, ligeiramente alheia de tudo à sua volta. — Tudo bem, Srta. Clark?

— Sim... Sim... Sim. — Repetiu inúmeras vezes, enquanto tentava enlarguecer o cumprimento do vestido que naquele momento parecia ter diminuído uns dez centímetros. 

Ele olhava para suas belas pernas de forma explícita, na verdade, o homem de estonteantes olhos negros brilhantes, dava uma atenção especial para todo seu corpo, deixando-a visivelmente desconfortável.

O sul-coreano não conseguiu manter seu semblante impassível por mais de dois minutos. Você era de longe a mulher mais desengonçada com quem já tivera, mas uma coisa era inegável, era uma linda mulher e possuía um corpo altamente desejável. Talvez fosse a inspiração para mais um de seus contos. Ele gostaria de poder viver uma aventura com você. Era loucura ter pensamentos insanos com uma mulher que acabara de conhecer, entretanto, havia um algo a mais em você. Algo que naturalmente ele estava disposto a descobrir e ele o faria de um jeito ou de outro.

— Sou sua fã... — pronunciou de forma brusca, logo tirando o homem de seus pensamentos, estes um tanto sórdidos. Ele permitiu-se fitá-la por um momento, dando uma atenção especial aos seus lábios avermelhados, você encolheu-se no estofado e com muito custo disse: — Escreve... hum... — de forma voluntária, mordeu o canto do lábio inferior e sorriu ternamente para ele. — maravilhosamente bem. — concluiu o raciocínio, mas após muito esforço.

— Até onde eu sei, minha identidade não é de domínio público! — Sua voz estava em nível superior, agora. — Como me descobriu? — Ele inclinou-se todo para frente e perpassou a língua por entre os lábios entreabertos.

— Toda jornalista que se preze tem seus meios para assuntos com estes, J.J! — Respondeu, elevando sua postura e o moreno recostou suas costas novamente no estofado, tentando processar a informação. — Posso fazer algumas perguntas? — Questionou, tomando a sua atenção para si.

— Sinto muito, mas não dou entrevistas, isso inclui a família do presidente também. Gosto do meu anonimato e quero me manter assim. — Pronunciou com certo desdém. — Se era só isso, já pode ir embora. — Concluiu com uma leve pontada de irritação na voz.

Você, que não esperava aquela reação, endureceu seu semblante e meneou a cabeça negativamente para ele que pouco importou-se.

— Eu sabia que você era arrogante... — levantou-se do estofado, ajeitou a bolsa no ombro esquerdo e alinhou alguns fios desordenados do seu cabelo rebelde. —, mas não me informaram que além disso, você também é mal-educado. — Proferiu de forma agressiva e ele sorriu debochadamente, este alheio à sua irritação, enquanto você lhe olhava com desaprovação. — Está rindo de mim? — Indagou, mexendo no cabelo, um costume antigo que denunciara toda o seu incômodo e ele cessou o riso.

— Não mesmo! — Respondeu e também levantou-se, indo ao seu encontro e ficando à uma distância considerável. — Alguns pensamentos me deixaram... hum... Um pouco mais animado, se é que você me entende. — Provocou-he de forma explícita e você pestanejou algumas vezes, ainda incrédula do que ouvira. — Você deve ser muito inteligente. — Comentou, estudando suas feições e dando voltas em seu entorno.

— Por que diz isso? — Quis saber. Sentindo-se encurralada. Você se afastou um pouco, porém, ele ainda estava próximo.

— Foi a única jornalista que conseguiu me encontrar. — Respondeu-lhe sem dar muita importância. — Posso te tocar? — Pediu, ignorando sua própria razão e aproximando-se, ainda mais. Você sorriu ao cogitar ser uma brincadeira da parte dele, mas como seu semblante continuava impassível, intimidador, chegou à conclusão de que ele falara sério. — Gosto de sentir a textura da pele das mulheres, é um costume exótico, eu sei, mas não posso evitar. — Esclareceu, como se estivesse confessando um crime hediondo e seus olhos escureceram como uma penumbra.

— Você pede isso à todas as mulheres que conhece? — Questionou-lhe superficialmente horrorizada e tropeçando nos próprios passos.

— Apenas para àquelas que despertam o meu interesse. — Respondeu sincero e talvez sua resposta não fosse a mais prudente naquele momento.

Embora soubesse que aquele pedido fosse no mínimo esquisito, você era curiosa demais para ignorá-lo. Ele era um mistério à parte para si. Era uma leitora assídua de seus contos eróticos, uma admiradora, para ser mais exata. Morria de vergonha por sempre ficar excitada à cada leitura, algo atípico, afinal ficar excitada apenas por palavras não era algo normal, pelo menos ao seu ver, mas não conseguia evitar se sentir assim.

Abdicando do uso das palavras, você ficou defronte para ele e com apenas um olhar, assentiu ao seu pedido. 

O moreno deu dois passos à frente e elevou uma das mãos até sua face. Deslizou alguns dedos pelos lábios e logo foi a vez do seu pescoço ser acariciado por ele. Seus toques eram calmos... Cuidadosos.

Você assistia hipnotizada, enquanto ele lhe tocava o corpo em partes alternadas. O homem pegou seu rosto entre as mãos, forçando-lhe a olhar para seus olhos ardentes e determinados. 

Você inclinou-se contra a parede, ofegante, tentando encontrar o equilíbrio do seu corpo, tentando encontrar o seu próprio equilíbrio novamente.

Um pouco mais dispersa, permitiu-se analisar o seu divino perfil: nariz afilado, lábios carnudos e esculpidos, uma juba no lugar dos cabelos que caíam sobre sobre seu rosto suave e um porte físico de tirar o fôlego. J.J era fantástico. Sim, ele era e logo você descobriria isso.

— E então...? — Sussurrou, tentando recuperar o ar rarefeito. — Satisfeito? — Questionou ofegante, enquanto ele enterrava o nariz em seu cabelo.

— Apenas te tocar é um limite difícil pra mim. — Suspirou com os olhos cerrados e tomou distância. — Singular... Você é maravilhosamente singular, Clark! — Comentou, como se estivesse recitando uma poesia e perdeu-se num sorriso fascinante.

— Nada de entrevistas? — Perguntou, tentando se recompor do momento anterior e ele balançou a cabeça de um lado para o outro. — Tudo bem, não vou insistir mais no assunto, é um direito seu. — e totalmente frustrada, rumou a porta do apartamento do moreno, que para você, ainda era um mistério.

— Talvez eu abra uma exceção pra você. — Pronunciou de forma audível, este já demonstrando-se interessado e a você fez a dancinha da vitória interiormente. — Aceita jantar comigo... Amanhã... e conversarmos melhor. O que me diz? — E mordendo o lábio, ele colocou as mãos nos bolsos frontais da calça jeans skinny que vestia e aguardou sua resposta.

— Seria ótimo, J.J! — Respondeu, alargando o sorriso em sua face e abriu a porta para ir embora, finalmente.

— Jungkook... meu nome é, Jeon Jungkook... — disse, enquanto você saía do do apartamento, rezando para que voltasse logo para os seus domínios.

 


Notas Finais




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