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História To The Sound of Pop- Jikook - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


E aí? Eu não disse que teria capítulo? Pois bem, é porra, é capítulo dessa vez.

Avisos: A quarentena (pelo o que eu soube) está sendo bem diferente na Coreia, então não estranhem o que vai acontecer a partir desse capítulo. A população continua a sair normalmente, mas claro que com as medidas de segurança necessárias. Sem militância, eu avisei, não leu quem não quis.

Fora isso apreciem esse cap, tá um tiquinho menor, mas prometo que vou tentar escrever mais em cada um, ok?

Capítulo 2 - Capítulo II


 

Passadas algumas horas desde que haviam chegado em casa, foram o que eram de melhor, inúteis. Nem ao menos se deram o trabalho de desfazer as malas ou até mesmo preparar algo decente para o lanche da tarde e jantar, pedindo aquilo que todo jovem adulto ama, delivery.

 

Para o lanche dois X-Bacon com batatas fritas com cheddar e mais bacon, acompanhados de Sprite, já nenhum dos dois curtia muito Coca-Cola. E para o jantar dois pratos grandes de jajangmyeon, juntamente de um pote de sorvete de flocos para a sobremesa. Teriam de passar algumas horas a mais na academia para queimar tudo aquilo de calorias, mas valia a pena.

 

O sorvete estava na metade, Jimin entre as pernas de Jungkook, enquanto segurava o pote gelado em cima do moletom amarelo que o Jeon usara mais cedo, tinha o cheiro de bebê do mais novo, era confortável e quentinho, basicamente uma peça perfeita, tanto que não usava nada por baixo, enquanto o mais novo estava somente com uma de suas milhares calças de moletom e sua típica camisa branca lisa. Se cada pessoa possuísse um outfit que a definisse, o dele seria aquele.

 

Assistiam no Macbook do mais velho, por possuir uma tela maior, uma comédia romântica saturada e desinteressante, apenas por assistir, já que não prestavam atenção apenas estavam imersos em sua bolha conversando sobre tudo, tudo mesmo. Assunto era o que não faltava, tanto que chegaram uma vez a se pegar conversando sobre como seria se as galinhas colocassem ovos coloridos e se isso iria interferir na personalidade dos pintinhos, só para vocês terem uma pequena noção.

 

As horas passavam voando enquanto estavam juntos e quando menos perceberam o pote vazio já estava na mesa de cabeceira de Jungkook, o filme havia acabado e o notebook estava com a tela deligada e Jimin agora se encontrava de frente para o outro, rindo das bobagens do amigo.

 

- É sério, Hyung, não ri. – Murmurou falsamente chateado. O outro ria tanto que pequenas lágrimas se formaram no cantinho dos olhos que novamente eram esmagados por suas bochechas.

 

- Você me pede ‘pra não rir enquanto me conta de um cara que brochou por causa de uma cueca de IronMan? Sério, Jk? – Sorriu se recuperando da crise de risos. – Suas experiencia são bem melhores que as minhas.

 

- Acho que ninguém repararia na sua cueca se fosse você, Ji. Você é que nem a medusa, só de olhar ‘pros teus olhos já me sinto petrificado. – Disse arregalando os olhos na direção do outro que fez o de sempre, riu. Um silencio gostoso se fez presente e os dois o usaram para observar o outro. Parecia tão irreal a ideia de estrem ali juntos, que queriam guardar até os mínimos detalhes para que se fosse um sonho, pudessem se recordar novamente. – Falando sério, Ji, você é lindo.

 

O Park sorriu diante o elogio do mais novo, que acariciou sua bochecha, sorrindo também, mostrando seus adoráveis dentinhos de coelho.

 

- Você também é Gu. Tão lindo que nem parece real. – Retribuiu o elogio deixando o Jeon envergonhado. Fazia muito tempo desde que vira as bochechas vermelhas, deixar Jeongguk envergonhado era difícil, mas valia todas as tentativas. Era tão fofo, que Jimin sorria só de ver. – Não seja tão adorável, Ggukkie, me dá vontade de te morder. – Exclamou aumentando a vermelhidão do outro que o puxou colocando o rosto quente contra o pescoço do loiro.

 

- Porque faz isso, Hyung? Sabe que eu odeio. – Falou chateado, provavelmente com um bico nos lábios delineados e vermelhinhos, fazendo o mais velho o abraçar com mais força acariciando os fios castanhos, rindo nasalmente. Passaram mais alguns minutos em silêncio apenas aproveitando o abraço quentinho, tão aconchegante que o mais novo estava quase dormindo, o cheiro inebriante de seu Hyung era tão gostoso que não podia controlar seu corpo, o puxando para cada vez mais perto.

 

- Kookie, não dorme, a gente tem que escovar os dentes e você tomar banho.

 

- Mais cinco minutos, Ji. – Disse já grogue de sono.

 

- Levanta, Jungkook, anda ou me solta que eu não sou porco como você, ‘pra dormir sujo. – Falou mais seriamente tentando afastar os braços do outro de seu corpo, que nem ao menos se mexeu. – Se não vai ‘com eu pedindo... – Sussurrou logo mordendo com força no pescoço do outro.

 

- Hyung! – Quase gritou afastando o outro na mesma hora. – Por que fez isso? Caralho você sabe como isso dói?

 

O Park apenas se levantou dando um peteleco na testa do outro. – Eu te mandei me soltar, a culpa é sua por não ter me ouvido. – Deu de ombros, observando a cara chateada do outro se dirigindo ao banheiro.

 

Sua escova de dentes já estava dentro da farmacinha do Jeon, então apenas a pegou colocando a pasta de dentes infantil do moreno, é, aquela presença fodona e pegadora era mesmo só fora de casa. Não demorou muito para o outro aparecer, murmurando sobre a marca vermelha em seu pescoço, fazendo Jimin se controlar para não rir, não queria se engasgar com o creme dental.

 

Sem vergonha alguma o mais novo foi tirando suas roupas as jogando de qualquer jeito no cesto em um dos cantos do cômodo, logo após entrando no box de vidro, começando seu banho. O mais velho se encostou na pia observando todos os detalhes de seu dongsaeng. Já tinha o visto nu muitas outras vezes, mas o ver no meio de um banho era novidade. Observar as gotas que caiam lentamente nas partes onde a água não alcançava era hipnotizante, tanto que nem ao menos reparou quando sua mão parou de se movimentar, deixando a escova quase cair de sua boca. Caralho, o Maknae era grande.

 

- Daqui a pouco meu pau vai ‘tá no chão do tanto que você seca ele, Hyung.

 

- Olhar não tira pedaço. – Falou depois de se livrar de toda a espuma e limpar sua boca. – Acaba logo o 5x1 aí, eu quero dormir.

 

- Que tal se você fizesse ‘pra mim, Ji. – Falou com aquele sorriso cafajeste já com o membro em suas mãos. Jimin riu alto.


- Nos seus sonhos, Gu, talvez. – Falou risonho revirando os olhos pro mais novo, saindo do banheiro. Seu Saeng poderia ser um filho da puta de gostoso, mas era só o primeiro dia, teriam tempo para primeiro avaliar se aquilo afetaria a amizade tão considerável que possuíam e se não, uma foda não faria mal algum.

 

Com o IOS em mãos, Jimin rolou pela timeline em seu Twitter vendo que a maioria das postagem eram apenas sobre o corona vírus. Sabia do pequeno risco que havia passado, mas valia pena, ainda mais depois de anos de espera. Revirou os olhos já cansado de tantas notícias ruins e dessa vez entrou no Youtube, talvez lá estivessem falando sobre outras coisas. Virou deitando-se de bruços, apoiando o celular no travesseio enquanto abraçava/ deitava sobre o outro.

 

Foram poucos minutos quando escutou o chuveiro ser desligado, mas ao menos se importou continuando a escutar a resenha do novo livro de uma de suas escritoras prediletas e também não se impressionou quando sentiu pela milionésima vez apenas naquele dia, as mãos grandes de Jungkook em sua bunda, a apertando com força o suficiente para fazê-lo arfar.

 

- Vou passar a cobrar, sua yag descontrolada. – Disse se livrando das mãos do mais alto e girando seu corpo, ficando apoiado nos cotovelos vendo que o Jeon vestia apenas um boxer preta.

 

- ‘Cê já não tem grana o suficiente, não, Hyung?

 

- Nunca é demais se for ‘pra extorquir um trouxa que nem você. – O moreno pôs a mão sobre o peito fazendo uma falsa expressão ofendida. Jimin apenas riu, se virando novamente, mas dessa vez ficando de lado segurando o celular.

 

O Jung também riu, esfregando a toalha no cabelo e a jogando na cadeira da escrivaninha. Apenas vestiu uma outra calça de moletom, dessa vez preta, e obedeceu a fala de Jimin o mandando colocar a toalha no lugar certo.

 

Como o mais velho agora estava de costas para si, se deitou puxando a cintura fina até estarem colados novamente. As luzes que iluminavam o quarto eram a da rua, por terem deixado as cortinas abertas.

 

Jeongguk tinha os olhos fechados enquanto passava o nariz pelas madeixas macias. Podia sentir o cheiro doce e suave do shampoo caro que ele usava, ao qual também não resistiu e lavou seus cabelos. Também podia sentir mais levemente seu próprio perfume no moletom, que estava agora quase que completamente com o cheiro do Park. Descendo um pouco também cheirou a nuca, sentindo a arrepio do outro.

 

- Agora eu sei como as amostras de perfume se sentem. – Disse se encolhendo um pouco ao passo em que outro arrepio passeava por seu corpo.

 

- Eu comprava. – Murmurou apoiando a bochecha na do outro passando a assistir junto a ele, mesmo que não tivesse o menor interesse em livros.

 

Novamente estavam em silêncio, apreciando o calor dos corpos juntos e vendo agora uma teoria de um filme de terror aleatório que estava na reprodução automática. Nem ao menos estavam cobertos, mas pelo menos as janelas estavam fechadas. As pernas se entrelaçando naturalmente assim como a mão esquerda de Jungkook com a de Jimin.

 

O momento passou tão rápido quanto um sopro, o celular bloqueou a tela automaticamente depois de ter caído da mão do Park adormecido, assim como o Jeon.

 

(...)

 

Eram sete horas quando Jeongguk acordou. Teve o azar de dormir virado para a janela e agora os raios solares batiam diretamente em seu rosto.

 

Por que eu não fechei essa porra ontem?

 

Praguejou mentalmente, sem nenhuma vontade de se levantar, estava tão cedo e as mãos gordinhas de seu Hyung o abraçavam como se também não quisesse que o outro se afastasse, estavam o deixando tão confortável, que a ideia de voltar a dormir mesmo com a luz em seu rosto parecia incrível.

 

E foi isso que tentou fazer e até conseguiu, mas minutos depois seu celular apitou alto. Havia se esquecido de recolocar no modo silencioso depois de voltar do aeroporto, esse modo que apenas ligou para não ter a chance de perder nenhuma mensagem do loiro.

 

Jimin nem ao menos pareceu se importar continuando a ressonar, mas aquilo despertou um pouco a mente do Jeon, que tentou novamente ignorar, sendo completamente impossível já que agora o celular apitou mais sete vezes.

 

Inferno, vai encher o saco do satanás, porra!

 

Se soltou o mais delicadamente que pode do Park o colocando para abraçar seu travesseiro no lugar de seu corpo. Passou as mãos no rosto bufando com mais um apito. Pegou o celular e saiu do quarto.

 

- O que é porra? Perturbação do caralho, ‘sifudê. – Quase gritou, atendendo a chamada que apareceu sem nem ao menos ler quem era o contato.

 

- Jeon Jungkook! – Escutou a voz de sua mãe e logo bateu na própria testa. Em resumo: Se fudeu, boiola. – Isso lá é jeito de falar com a sua mãe?

 

- Desculpa. – Falou afastando um pouco o celular de seu ouvido, poupando sua audição do grito de sua progenitora. – Taehyung, ‘tava enchendo meu saco, pensei que fosse ele me ligando. – Mentiu tentando aliviar a barra para o seu lado.

 

- Nem com ele se deve falar assim. – Disse irritada. – Mas e aí, deu tudo certo? O Jimin chegou bem? – Mudou drasticamente o tom de sua voz ao falar do Park. Ela torcia mais do que os dois, mesmo que secretamente, para que começassem a namorar logo, se duvidar, do jeito que a Senhora Jeon era viciada no Pinterest, já devia ter uma pasta cheia de ideias de decorações para o casamento dos dois. As vezes parecia gostar mais do loiro do que do próprio filho.

 

- Sim mãe deu tudo certo e sim, eu estou bem obrigado por perguntar. – Disse ironicamente a última parte.

 

- Ah, Jungkook, me poupe que eu vejo tua cara a 18 anos, se contenta com o oi ‘ô pirralho.

 

- ‘Pra que ‘cê ligou tão cedo? Sabe, aqui ainda é sete e meia da manhã.

 

- Claro que eu liguei para saber do meu futuro genro, ‘pra que mais seria?

 

- Valeu pela consideração. – Revirou os olhos. – ‘Cadê o pai?

 

- Saiu ‘pra pescar com teu avô, só voltam de noite.

 

- Então tchau, porque aqui não é meio dia e eu ainda quero dormir.

 

- Quero só ver quando ‘tiver que trabalhar e estudar, preguiçoso desse jeito vai sair de casa de cueca e de meia diferente. – Disse rindo.

 

- Falou o exemplo de pontualidade né, Jungmin?

 

- Me respeita moleque, continuo sendo sua mãe.

 

- Tá, tá, manda um oi por mim e tchau mãe.

 

- Tchau, cuida bem do meu genro. – Revirou os olhos novamente, voltando para o seu quarto, quase se derretendo ao abrir a porta e olhar para o loiro.

 

Jimin estava sentado na cama, os olhos menores ainda, os cabelos bagunçados e os lábios maiores do que já eram naturalmente estavam num bico completamente adorável, tão irresistível que o Jeon não tardou em ir até ele, acariciando os fios desgrenhados quase o fazendo voltar a dormir.

 

- Por que acordou? – Perguntou baixinho se sentando em frente ao outro.

 

- O travesseiro ficou frio e eu percebi que você tinha levantado. – A voz rouquinha causou um sorriso involuntário no lábios finos de Jeongguk. – O que houve?

 

- Minha mãe ligou, mas não era nada demais. Vamos voltar a dormir. – Disse vendo o outro já voltar a se aconchegar agora debaixo das cobertas. Jungkook também já iria se deitar também, mas se levantou ao escutar o pedido do outro.

 

- Ggukie... a cortina. – Os olhos se esforçando para abrir um pouquinho eram tão amáveis e o Jeon quase o beijou apenas por isso, mas apenas atendeu o pedido, envolvendo quarto em uma quase completa escuridão, voltando a se deitar aconchegando o corpo menor em seus braços.

 

(...)

 

- O que acha de tteokbokki e kimbap? – Jimin perguntou ao provar o que deveria ser arroz e carne com molho de tomate, que mais tinha gosto de borracha e estava estupidamente amargo e salgado.

 

- Vou pegar o celular. – Jungkook disse afastando o prato fazendo careta. Os dois haviam tentado fazer o próprio almoço, mas os dois eram péssimos na cozinha, o que resultou nisso.

 

O loiro apenas pegou os pratos depositando toda a comida no lixo, o único lado bom é que fizeram apenas o tanto que geralmente comiam, então não foi muita comida desperdiçada.

 

- Acho que essa é a primeira vez que eu me arrependo de ter uma cozinheira. – O Park disse se sentando ao lado do moreno que fazia o pedido pelo aplicativo. Os dois estavam morrendo de fome, pois nem café da manhã tomaram então as barrigas já começavam a roncar.

 

- E eu de só pedir delivery. – Disse ainda com os olhos no celular, estava apenas a alguns passos de finalizar seu pedido, sendo interrompido pela campainha. – Ji...

 

- Eu sou visita, se vira aí anfitrião. – Apoiou a costas no encosto com o controle da televisão em mãos, enquanto procurava algo interessante para assistir.

 

Jungkook revirou os olhos deixando o celular ligado no sofá se levantando. A campainha tocou novamente e já estava preparado para xingar quem estivesse ali, coisa que não tardou em fazer ao ver os fios azuis.

 

- Sabe esperar não caralho? – Cruzou os braços, olhando o amigo.

 

- Não é isso que se fala ‘pra quem te trouxe comida, ingrato. – Disse levantando as sacolas, que foram tomadas de sua mão pelo Jeon, que o deixou ali levando a comida até a sala. – Grosso do caralho. – Entrou se livrando da máscara e fechando a porta. – E aí, Jimin?

 

- Oi Tae, obrigado pela comida. – Disse já abrindo as embalagens, onde coincidentemente tinham kimbap e tteokbokki. É, eles já se conheciam, claro não tanto, porque foram poucas as chamadas de vídeo que fez com o moreno em que o Kim estivesse presente, mas se conheciam.

 

- E aí, já transaram? – Taehyung disse como se estivesse comentando sobre o clima, se sentando na mesa de centro, pegando seu par de jeotgarak e passando a comer também.

 

- Por quê? Queria participar? – Jungkook disse com as bochechas cheias, levando um tapa de Jimin. – Aí caralho.

 

- Engole essa porra pra falar, nojento do caralho. E não Tae, mas é uma possibilidade levando em consideração o fogo no rabo que esse daqui tem.

 

- Tia Jungmin já ligou, né? Ontem ela me ligou pedindo ‘pra trazer comida com viagra ‘pra vocês transarem de vez ‘pra ela começar a arrumar o casamento.

 

- Colocou viagra nessa porra? – O Jeon disse já quase partindo ‘pra cima do amigo.

 

- Acha mesmo que eu comeria se tivesse, baitola?

 

- O que tem de pau falta de cérebro. – O Park disse, nem se importando muito com o rumo que aquela conversa estava indo. Até mesmo que nem ao menos conhecia os dois já sabiam que a senhora Jeon, estava quase apelando para deuses que ela nem ao menos sabia que existiam para que juntasse os dois.

 

E assim ficaram até que o último rolinho fosse comido, assim como as vasilhas com o caldo apimentado estivessem vazias, nem ao menos se dando o trabalho de juntá-las e levá-las ate a lata de lixo, apenas subiram para pegar os notebooks se acomodando na mesa e começando mais uma partida de Overwatch.

 

- Namjoon nos convidou ‘pra beber na casa dele daqui uns dias, vocês vão? -  Taehyung perguntou sem tirar a atenção da tela.

 

- Não sei, você quer ir Ji?

 

- Desde que não tenha Martini, sim.

 

- Por quê? Deu porre de Martini e acordou pelado numa banheira? – O Kim disse rindo um pouco ao lembrar de uma das loucuras que havia acontecido com outro do grupo de amigos.

 

- Passei duas horas do lado de uns trinta ‘velho cheirando a Martini podre e charuto. Se eu ver mais uma garrafa dessa porra eu ‘taco fogo. – Disse mordendo o lábio inferior, coisa que fazia quando se concentrava demais.

 

- Traumatizante, se fosse eu mandava se foder e tomar um banho. O povo é rico e tem medo de banho, ‘pra puta que pariu, depois fala que pobre é porco. – O Jung dizia sentindo raiva só de lembrar o quão desconfortável deveria ter se sentido.

 

- Que que eu posso ‘fazê? Oferecer dinheiro?

 

- Isso tu e eles tem de sobra, se duvidar tu ‘pode passar a limpar a bunda só com dinheiro e ainda vai sobrar ‘pra umas três gerações fazer o mesmo.

 

- Eu não gastaria tão inutilmente.

 

Aquele seria um assunto inacabado, já que logo depois o servidor travou, dando a vitória para o outro time.

 

- Hacker filho de uma puta, arrombado do caralho, não sabe jogar e faz essa porra. - Jungkook disse bravo socando a mesa. Taehyung continuava a xingar e Jimin se perguntava quando deveria custar para matar uma porra dessas. Poderiam fazer, quase, qualquer coisa e eles não ligariam, mas agora mexer com o tão amado jogo, era igual a um pedido de guerra.

 


Notas Finais


# no twitter é #ToTheSoundOfPop vão lá comentar e me seguir, vai ter spoiler não só dessa fic.
Espero humildemente que tenham gostado e perdão qualquer erro, as vezes passa.
Playlist da fic, também no meu twitter (link no meu perfil) e no primeiro cap.
Até o próximo.


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