História Tobi - o pesadelo de Deidara - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Visualizações 68
Palavras 1.213
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Ecchi, Luta, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Quem a leu vai ver várias coisinhas mudadas e faltando. Estou a deixando um pouco mais bem narrada e modificando certas coisas. Eu adiantei esse capítulo. O próximo, creio que sai segunda ou terça. Bom, boa leitura. <3

Capítulo 2 - Missão irritante


Fanfic / Fanfiction Tobi - o pesadelo de Deidara - Capítulo 2 - Missão irritante

 

O loiro raivoso foi caminhando pelos os corredores — um pouco escuro pela pouca iluminação. — do esconderijo da Akatsuki até chegar à frente de uma porta de madeira onde batera três vezes. Ouviu passos se aproximando, se deparando logo em seguida com a bela mulher de olhos cor de âmbar, que o fitou com seus olhos meios inexpressivos de sempre. Sem dizer nada, ela abriu mais a porta para que ele entrasse, o fazendo então se deparar com Pain e Tobi.

— O que você quer?! — perguntou com o tom um pouco alterado e os espremidos, ao constatar que terá que sair em missão com o moreno.

Pelo menos, entre Tobi e o outro, melhor a anta mesmo, pois ele consegue lidar com o tolo com mais facilidade — mesmo querendo matá-lo na maioria das vezes. 

Ao ver o tom como Deidara se dirigiu ao líder, Konan lançou um olhar mortal para ele, que ao sentir a força do seu ódio queimando atrás dele, engoliu seco.

— É... O que quer, Pain? — o bobo foi chegando mais perto do jovem raivoso, com os olhos fixos no ruivo que o acompanhava com o olhar. — O que deseja? Um ingresso para um show K-pop? Para da Pablo Vittar? Uma água oxigenada pra virar uma loira do Tchan igual ao senpai? O quê? Diga! Diga! — ele mandava com ansiedade.

— Senhor, me dá paciência, pois se me der força, eu juro que mato! — o rapaz de orbes azuis resmungava em pensamentos.

— Não pergunte besteiras, seu idiota... O que eu quero de vocês dois, é que vão atrás do Três Caldas. Mas antes, eu preciso que peguem um pergaminho muito importante na aldeia Taiga. — o líder explicou.

— Por que eu tenho que ir sempre com esse maldito?! — ele apontou brabo para o moreno; não aguentava mais ter que sempre ficar junto de uma criatura tão burra, que ele nem sabe como o rapaz consegue andar e respirar ao mesmo tempo. — Por que não me deixa fazer dupla com outra pessoa? Tipo, a Konan... — olhou para a arroxeada que imediatamente lhe encarou com ar de reprovação.

— Konan, vírgula. Eu não quero perder minha novela. — resmungou a mulher.

— Não me questione! Obedeça-me, pois eu sou a lei! — Pain bradou, apontando pra si mesmo com o tom autoritário.

— Essa lei precisa urgentemente ser revogada... — o loiro raivoso pensou, fazendo então sua típica cara de tédio.

O líder chegou perto dele e de Tobi, lhe passando uma folha de papel com mais explicação sobre a missão. Em seguida, ele virou de costas para os dois.

 — Agora, me dê licença, pois eu vou assistir um filme. — foi saindo para ver sua novela da tarde, junto com a outra que guarda esse seu pequeno segredo.

 

***

 

Já fazia mais de uma hora que Deidara e Tobi tinham partido do esconderijo da Akatsuki. O loiro estava agradecendo aos céus, do moreno estar caminhando calado, mas como sua alegria dura pouco, uma voz um pouco irritante começou a ecoar em seus ouvidos.

— Ei, senpai! O que tem no peganinho que o Pain mandou buscar? — perguntou, querendo entender mais sobre a missão.

— É pergaminho, oh, barata tonta borrifada com Baygon. — o corrigiu. O moreno lhe olhou confuso pelo o que ele dissera, mas não disse nada. — E eu não sei. Minha missão é pegá-lo e não saber o que tem dentro.

— O certo é roubar, não é? — sorriu. Com seu comentário, o outro voltou a espremer seus orbes azulados, porém decidiu não retrucar. — Hum... — olhou para os lados, um pouco assustado, ao perceber que acabara de chegar à parte da floresta, onde ouvira alguns homens comentando algo bastante assustador.

— O que foi? Por que você está andando bem devagarzinho como se fosse algum retardado? Mas do que o normal, claro... — ele estava confuso com a diminuída da velocidade dos passos do rapaz.

— O Tobi tá com medo.

— Com medo do quê, oh, aborto de coruja? — arqueou uma sobrancelha. — De ver se reflexo no espelho?

— Do satanás loiro... — explicou, falando bem baixinho, como se quisesse que ninguém o ouvisse.

— Do quê?! — ele ficou muito confuso com a resposta que acabara de ouvir.

— Do satanás loiro, senpai! — repetiu um pouco mais alto, para que o outro o escutasse melhor.

— Não existem essas porcarias. Pare de cheirar orégano vencido que esse delírio logo passa. — afirmou com firmeza, para que o moreno acreditasse em sua afirmação.

— Existe sim, senpai. E o Tobi não cheira nada, a não ser perfume e os puns que solto à noite. — olhava para todos os lados, com preocupação.

— Dá pra você parar de ser nojento e de falar de si mesmo na terceira pessoa? — pediu com irritação no tom de voz. Ele já estava cansado de ouvir o seu “amigo” falar dessa forma.

— Falar de quem? — questionou sem entender o que o outro falara.

— Esquece. Tentar fazê-lo entender é a mesma coisa de lidar com um burro empacado: é só perca de tempo. Agora pare com essa história de satanás loiro, pois o único satanás que conheço é moreno, retardado, imbecil e fala de si mesmo na terceira pessoa.

— Então é por isso que o Itachi Utita fica com os olhos vermelhos? — o moreno soltou chocado com a revelação.

— Para com sua estupidez e vamos logo de uma vez!

— Sim, senpai...

 

***

 

Meia hora depois...

 

— Deidara senpai! — o moreno chamou a atenção do outro. — Olha, olha! Aquilo não é argila que o senpai tanto usa? — apontava para algo de cor preta.

— Tobi... — Deidara foi até atrás do moreno, se segurando pra não berrar. Ele colocou as mãos nos ombros do rapaz e, imediatamente, voltou a falar. — Qual é a cor daquela ali?

— Preta. — respondeu, fitando a pilha de terra.

— E de que cor é minha argila?

— Branca.

— ENTÃO COMO ESSA PORCARIA PODE SER MINHA ARGILA?! — finalmente o loiro explodiu.

— Deidara senpai, não grite com o Tobi, pois o Tobi é um bom garoto. — mandou um pouco amedrontado

— Seu maldito! Quantas vezes eu vou dizer pra você não falar de si mesmo na terceira pessoa?! — o homem está soltando fumaça pelo nariz.

— Quem é essa terceira pessoa que o senpai tanto fala? — bastante confuso com o que o outro disse.

— O que eu quero dizer, é que não é pra você dizer: não grite com Tobi e, sim: não grite comigo.

— Mas o Tobi não está gritando com senpai. Tá malucou ou tá louco?

— Tobi... Você quer morrer...? — olhou para o outro, se segurando pra não pular em seu pescoço.

— Tobi não quer morrer, Tobi quer ficar rico.

— Se você não quer morrer, então não me irrite, senão eu te mato!

— Mata nada! — começou a rir. — Desde que entrei na Akatsuki o Deidara senpai vive dizendo que vai matar o Tobi e nunca mata. Parece político ladrão.

— Kaaa... — foi se aproximando dele, moldando sua argila.

— Es-espera! O senpai mata! O senpai mata! — recuava com medo do loiro.

— Tsu! — neste momento, o moreno foi atingido pela explosão do rapaz, sendo jogado ao céu, como se fosse um foguete da NASA.

— AAAAH, Deidara senpai! O Tobi não quer ser o segundo homem ao pisar no sol! — berrou amedrontado, enquanto tinha seu corpo cada vez mais subindo ao céu.

— Se bem que não seria uma má ideia, ele parar lá...

E, assim, foi seguindo a frente pra ver onde o bobo tinha caído...

 



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