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História Tocada Pelas Sombras - Capítulo 2


Escrita por: e rosada_cherry


Notas do Autor


E aqui vamos nós com a parte dois e com os atrasos de sempre, sorry. Mas é como dizem, não estando morta uma hora aparece. O capítulo não está tão grande, minha gente, mas o que vale é a intenção, não é mesmo? Como de praxe, quero agradecer os favoritos e quem reservou um tempinho para comentar, meu muito muito obrigada. Vocês fazem essa autora baka errante muito feliz.
Desculpem os erros que tenham passado.
Capítulo sem revisão.
Ademais, tenham uma boa leitura!!!!
xoxoxoxoxoxoxoxoxoxoxoxo

Capítulo 2 - Toque Das Sombras.


Fanfic / Fanfiction Tocada Pelas Sombras - Capítulo 2 - Toque Das Sombras.

Escrito por Rachell para Lana.

"Eu tenho muitos nomes, querida... Alguns me chamam de Demônio; outros, de Príncipe das Trevas, Príncipe do Submundo, Príncipe do Inferno. É uma variedade interessante, eu devo dizer, que desperta medo e respeito em igual medida, todavia eu aceito que me chame de Sasuke. É preferível, na verdade."

—   I   —

T O C A D A  P E L A S  S O M B R A S

Ela agora está esparramada sobre o tapete macio e felpudo perto da lareira. Ela não lembra claramente em que momento eles chegaram ali, o que disseram um para o outro, o que ele disse para ela, mas a cama de lençóis amarrotados ficou para trás há algum tempo e ela não encontra arrependimento algum disso. Pelo contrário. O prazer desliza pelo corpo dela em ondas enquanto as mãos dele pesam em suas coxas, mantendo-as abertas e ao alcance da boca dele. Os beijos começam do topo do monte, com ralos pelos, seguindo para baixo, varrendo lentamente, sensualmente, com a língua. O arrastar sedutor em sua pele faz o coração dela perder o ritmo e ela sente o calor tentador moldar e crescer em seu íntimo.

O fogo explode quando finalmente a boca pecaminosa pressiona e se fecha contra a abertura úmida. Sakura dá um longo gemido, retorcendo-se, com o primeiro golpe da língua experiente. De novo. E de novo. E de novo. Ele a prova, indo cada vez mais fundo, varrendo mais fundo, como se quisesse que ela quebrasse com o prazer resoluto e ela tem certeza que sim. Os dentes dele raspam suavemente a região sensível, a língua quente voltando a pressionar o botão duro e pulsante. A cabeça dela gira. Ouvidos abafados. As mãos dele a segurar a parte de trás das coxas enquanto ela segura uma porção do tapete, completamente arrebatada pela maneira luxuriosa na qual ele cuida de seu corpo, aquele fogo em seu íntimo em uma pulsação inegável e que ela nunca imaginou.

Um grito irrompe dela quando ele atinge pontos onde a felicidade tem seu início, mas ele não para do jeito que continua a passar a língua dentro e por fora dela, a sensação continuando até que Sakura tem certeza que se derreterá em uma poça de gosma. Ela vem na boca dele, posteriormente, e ele finalmente acalma a velocidade, escalando o corpo lânguido para pressionar a boca, contendo seu próprio gosto, na boca dela. Lentamente, ela envolve os abraços em torno dos ombros largos, beijando-o de volta, lambendo seu interior e brincando com a língua pecaminosa. Parece tão errado gostar de sentir como é seu gosto na boca dele… Eles se beijam e se beijam enquanto ela acalma a pulsação frenética, seu corpo a querer cobrar o preço pelas atividades recentes.

No entanto, a noite está longe de acabar. É uma promessa que não requer palavras. Ele demonstra isso quando de maneira inesperada, e rápida demais para um simples humano, os colocou de pé, curvando-a sobre um móvel antigo rente a parede, as mãos trêmulas dela agarradas ás bordas. Ela arfa quando, com facilidade, ele se arrasta para dentro dela, de forma constante e deliberada, indo fundo e profundo, com tanta fúria, ânsia e desespero. Uma mão quente e firme em seu quadril, a outra enrolada nos fios róseos e úmidos pelo suor. O traseiro redondo apertado em torno do pau duro e pulsante a perseguir um novo orgasmo — o enésimo orgasmo —, pequenos choques a se espalhar por seu sistema. É intenso. Insano. Totalmente inesperado. Ela não esperou sentir assim, principalmente depois de tudo o que ele fez com ela e em como ele a está levando nesta nova posição.

Oh, céus!

Ela está quase lá. Quase lá... Outra vez. 

O suor se acumula e escorre por seus corpos escaldantes assim como a umidade entre as pernas femininas a escorrer ao longo das coxas torneadas, gemidos guturais a escapar de suas gargantas. Sakura podia se dizer rouca, mas sua cabeça não está trabalhando na frequência correta. Não quando o tem ministrando seu desejo com tanto afinco e determinação e luxúria imprudente e total abandono. A essa altura a bebida já tendo evaporado de seus poros... ou parte dela. Ela não tem certeza, embora a névoa em sua cabeça não se deva somente pela bebida.

Incansável. 

Imparável.

Insaciável.

Sakura se descobre amando isso, a força empregada sobre ela na medida certa e porra… Seu orgasmo está vindo e ela não pode e nem quer deter...

Sem descanso, ele agora a traz para se acomodar sobre ele, montada, pernas de cada lado dos quadris masculinos, joelhos a descansar em um algo macio. Estão em um sofá? Isso é o de menos, para ser sincera. Ele abraça a cintura fina, boca e língua famintos a brincar com os seios dela, chupando os mamilos róseos duros, intercalando entre um e outro, lavando-os, enquanto ela moe deliciosamente os quadris. Sakura sobe e desce e geme, os braços em volta do pescoço dele, as mãos pequenas agarradas aos fios negros da nuca molhados de suor. A sensação é tão avassaladora. Ela é quem está controlando o ritmo imposto. Não, ela tem a vaga impressão de estar controlando o entrar, deslizar e sair, entrar, deslizar e sair, entrar, deslizar e sair; mas não, ele é quem o dita como um mestre experiente a conduzir uma orquestra, quem a induz a ir mais rápido, mais fundo, mais profundo.

Vagarosamente, uma das mãos dele escorrega para o meio das costas dela, parando entre as omoplatas. Ele a traz para perto, como se pudesse haver quaisquer resquícios de distância. Sakura está embebida pelo prazer absoluto, olhos fechados, lábios presos entre os dentes, produzindo sons do mais puro pecado. Ele a leva aos céus quando, escusamente, a quer levar ao inferno. 

Ela abre os olhos, eventualmente, assustada, quando as unhas dele raspam e fincam em sua carne. Ele rasga a pele alva sem dó até o meio da coluna; ela grita de dor, tentando fugir do agarre de ferro. Ele não o permite, porém.

— Shiii, já vai passar. — Ele promete em sua voz rouca, banhada em deleite e satisfação. O cheiro de sal e ferro permeia o ar, o líquido quente a escorrer e banhar as costas dela.

Sakura não percebe, em sua agonia, mas os olhos dele assumem a coloração escura, o negro das íris a tomar toda a extensão que deveria ser branca. Em nenhum momento ele deixa de se mover dentro dela, diferente disso, ele vai mais rápido, forte, brutal.

— Este é o verdadeiro toque das sombras, querida, a confirmação final e irrevogável de minha posse e reivindicação sobre suas vontades, seu corpo e sua alma. — sopra contra o ouvido dela, embora ela não absorva em seu total as palavras dele.

— Deixe-me ir, por favor! — pede em vez, a voz embargada, lágrimas salgadas a molhar a face rubra.

— Jamais, humana, não há mais volta para você. Para nós.

A dor amortece, posteriormente, o sangue parando e a ferida fechando enquanto ela chora e soluça baixinho. Uma queimação começa de onde ele a feriu e se espalha por todas as suas terminações nervosas, seu sistema, fazendo-a arquear sobre ele. O membro rijo pulsa dentro dela, empalado dentro dela, atingindo pontos que a faz esquecer o episódio anterior ao ser inundada pelo prazer absoluto. E ela o aperta, ordenhando-o à sua maneira.

— Isso, humana, venha para mim.

A cabeça dela pesa como nunca. Ela sente que vai desmaiar a qualquer momento e é o que acontece quando ele se derrama dentro dela. Jatos fortes e quentes. Ela vindo como ele ordenou.

—   I   —

Calor.

É a primeira sensação que ela sente quando começa a despertar. A cabeça dela está em branco, ao menos nos primeiros minutos, e não há nada além de um insistente e incômodo latejar no lado esquerdo. A segunda sensação — a mais preocupante de todas — é a de um peso de um braço musculoso a envolver seu abdômen desnudo. Ela não perde o certo grau de possessividade no gesto, mas não ousa pensar mais afundo sobre isso. E a terceira, não menos importante, é que todo o seu corpo está moído, músculos que ela sequer sonhou que existiam — apesar de seu amplo conhecimento na área — ou que pudessem ficar doloridos, principalmente entre as coxas. Ali sim parecia ser o epicentro de tudo: sua vagina. 

Puta merda!

Quando finalmente abre os olhos, é recebida pela luz do ofuscante do sol atravessando as janelas abertas. Seria uma manhã? Ou um sábado à tarde? Ela pisca um par de vezes, tentando se acostumar com a claridade incômoda. Bolas! Ela sabe e sente, como a própria ressaca a se abater sobre ela, que está em sérios problemas. Em que sentido? Ela ainda não tem certeza, embora possa fazer algumas suposições. Mas acordar nua e dolorida ao lado de um corpo quente feito o próprio inferno não pode ser um indicativo de algo bom. Principalmente quando não consegue pescar lembrança alguma de como foi parar com ele, em primeiro lugar.

Ela se permite um momento de desespero enquanto tenta reunir os pensamentos na mente enevoada. A última coisa que ela consegue lembrar é de estar no galpão, beber alguns drinks coloridos, Ino e Karin se pegando em meio ao mar de corpos dançantes, e então… tudo é uma névoa densa. Droga! Ela geme, segurando o lado esquerdo da cabeça, e decide se colocar para fora da cama de dossel, tardiamente apercebida como desconhecida, no elegante quarto desconhecido. Encontrar suas roupas e dar o fora parece ser o que uma pessoa inteligente faria.

Por Deus! Onde estava com a cabeça?

Agarrando o braço do homem misterioso, ela começa a afastá-lo lentamente, o toque tão leve quanto o de uma pluma. Ela não quer fazer nenhum movimento brusco e correr o risco de acordá-lo, pois, pela a respiração suave, ele ainda dormia. Ao menos ela espera que sim. O coração dela martela loucamente contra a caixa torácica e ela evita respirar muito com medo de ser barulho suficiente para despertá-lo. Seus esforços se revelam infrutíferos, uma vez que ele apenas a aperta ainda mais contra os planos firmes do peito duro. 

Um arfar escapa de sua garganta quando ele mexe deliciosamente a masculinidade rija em seu traseiro nu. Ela agora entende o motivo de sua região íntima estar dolorida. Por um momento louco, ela se vê tentada a se virar para ver melhor. Mas se decide contra tão logo o pensamento absurdo veio. Você precisa dar o fora, já! Isso sim. E nunca mais beber na vida. Até onde ela sabe, o cara pode muito bem ser um psicopata, assassino e Deus sabe o tamanho da lista de "profissões" a serem exercidas por ele.

Deixando de lado a ideia inicial da sutileza, ela afasta o braço do homem misterioso com o máximo de força que consegue reunir para escapar do agarre. Em seu ressonar suave, ele a deixa ir e ela busca por suas roupas. Ela tropeça em duas peças largadas pelo caminho: um jeans masculino e uma henley escura. Ela pragueja, baixinho, avistando o vestido a alguns metros de distância. Nenhum sinal de sua calcinha e sutiã. Ela atravessa o quarto de poucos móveis, ainda que elegantes e de madeira de lei, paredes de cores neutras e o piso de uma cerâmica que se assemelha a madeira dos móveis, um sofá frente à lareira em um canto.

Ela recolhe o tubinho Gucci de cor ameixa do chão e ela quer chorar quando ver o estado em que se encontra a peça cara. Ino vai me matar. Ela tem certeza que sim. É um de seus preferidos. O que ela não percebe, ao puxar o vestido por cima da cabeça em sua pressa para se vestir, é a movimentação sutil, a suave rajada de vento a passar por ela, o poder antigo e sombrio a envolvê-la. É somente quando o tecido assenta no corpo e ela ergue os olhos para começar a procurar as peças íntimas e os sapatos, que nota o homem misterioso bem ali na frente dela. Os cabelos revoltos, olhos negros profundos, corpo milimetricamente esculpido e muito muito muito nu. A impressionante ereção está lá, viva, apontando para cima e ela não consegue impedir a pergunta clichê — apesar de saber bem como funciona a anatomia humana — de como algo daquele tamanho coube dentro dela sem causar mais estragos do que apenas músculos doloridos. Mas há uma parte de seu cérebro perplexa por não ter dado por falta dos movimentos dele.

Como ele fez isso?

— Pretendia sair sem dizer nada? — A voz é profunda e ele dá um passo em frente, perigosamente chegando mais perto, pronto para encurralar o cervo. Ela é o cervo indefeso nos faróis. Ela engole em seco e, saindo da inércia, recua cegamente. É um gesto automático. Ela esbarra em um móvel. É parada quando sente a cama por trás dos joelhos.

Sem ter para onde ir, exceto cair de volta na cama — o que definitivamente soa como uma péssima evasiva; sem fala e sem saber o que fazer com este homem, ela apenas o encara, tendo a impressão intimidante de que ele absorve todo o espaço, o ar, sua respiração e o mais profundo de seu ser. Deus, por que ela sempre cai em situações tão constrangedoras?

— Não vai me responder? — Ela apenas olha para ele, separados por um fio de distância, boca abrindo e fechando feito um peixe fora d'água, bochechas vermelhas, coração martelando nos ouvidos.

— Eu… — tornou a engolir em seco, lutando contra a vontade de olhar para tudo menos para ele e sua beleza desconcertante. Ela não quis pensar em como estaria sua aparência agora. Rosto inchado, maquiagem borrada e cabelo desgrenhado, alguma baba seca no canto da boca, certamente. Uma visão nenhum pouco atraente. Está mais para a visão do inferno.

— Você…? — Ele induz, sobrancelhas grossas e bem desenhadas erguidas levemente.

Ela não tem certeza, mas algo lhe diz que ele está se divertindo com a situação.

— Preciso ir para casa — sussurra por fim, após soltar uma lufada de ar. Mas para a surpresa dela, ele a segura pelo queixo, com cuidado, e inclina a cabeça para que possa ver os olhos dela. Eles respiram o mesmo ar. Ela estremece com o toque inesperadamente quente.

— Acredito que não, você está exatamente onde deve estar... Sakura.

— C-como... você sabe o meu nome? — Ela não lembra se eles chegaram a trocar nomes, e de todos os males, esse é o que, primeiramente, chama-lhe atenção.

— Eu sei tudo sobre você — os olhos dele obscurecem quando responde.

— Isso é impossível — ela arfa, — a gente nem se conhece. — O rosto dele não é algo que ela esqueceria caso tivesse visto antes.

— Enquanto eu a possuía tive uma visão ampla de toda a sua vida, pais ausentes e seus relacionamentos sórdidos extraconjugais, amigas loucas e a determinação de terminar a tão almejada faculdade de medicina — ele desdenha, mas ela está chocada demais, horrorizada, melhor definiria. O que ele quer dizer com teve uma visão ampla da vida dela? Mas, o mais importante, como diabos ele sabe disso?

Os olhos dele têm um brilho estranho quando ela mergulha nas íris escuras. Um filme da noite que tiveram passa mente dela. Do momento em que ele chegou ao galpão, a aura sombria, a noite escaldante que tiveram, das palavras ditas. “Você é minha! Farei de você minha humana de estimação. Tomarei e possuirei o teu corpo. Corromperei a tua alma. Não há volta, não poderá se libertar ou fugir de mim… Para todo o sempre você pertencerá a mim. O príncipe do inferno!” Ela está congelada. A voz dele. As palavras dele. Não podia ser real. Talvez ela não tenha ouvido bem ou ele não quis dizer o que disse, novamente busca a quem culpar e dessa vez ela culpa as bebidas coloridinhas por afetar seu cérebro. "As unhas dele raspam e fincam em sua carne. Ele rasga a pele alva sem dó até o meio da coluna; ela grita de dor, tentando fugir do agarre de ferro... Ele não o permite, porém... Este é o toque das sombras, a confirmação final de minha posse e reivindicação sobre seu corpo e sua alma..."

Ela está ofegante, a mão trêmula indo automaticamente para as costas. Não dói, mas ela sente a estranha eletricidade a arrepiar seus pelos, marcas a se assemelharem a três cicatrizes maiores que a marca de unhas normais. Garras. Sem um espelho, ela não pode ver a extensão delas.

— O que fez comigo? — Ela sussurrou, caindo sentada sobre o colchão macio. O moreno se aproxima, agacha na frente dela e gentilmente afasta a mão dela. Ele coloca a própria palma quente entre as omoplatas. Ela choraminga, as pernas se fazem fracas, e ela agradece por estar sentada. Diferente da eletricidade que sentiu quando a tocou, a sensação provocada por ele faz uma umidade crescente entre as coxas. Ela fecha os olhos quase sem fôlego, mordendo o lábio para reprimir um gemido. — O que é isso?

Ele retirou a mão com relutância e segurou o queixo dela para olhá-la nos olhos.

— É o meu toque, a confirmação de que é minha.

Sua… mas, por quê? — Afastou o queixo da mão dele. — Não tinha o direito!

— Oh sim, eu o tinha, deu-me quando me veio de bom grado. Aceitou ser minha, Sakura, apenas coloquei dentro dos meus termos.

— Não! — Ela o empurra e, escapando pela cama, ela corre sentido a primeira porta que vê. Ela não chega a abrir, apenas sente o impacto em suas costas, o rosto contra a madeira polida. Ele a tinha alcançado. E ele não é um humano comum. 

— Sabe o que acontece quando tenta fugir, humana? — Ele a comprime contra a porta, sussurrando cheio de malícia em seu ouvido, a voz sensual e aveludada, enquanto força o corpo quente e duro contra ela. Virando a cabeça parcialmente sobre o ombro, depara-se com os olhos negros desumanos. A parte negra tomando toda a extensão branca. — Eu te pego.

— O-o que diabos é você? — Ofega, assustada, o corpo tremendo de medo e algo a mais que ela não consegue nomear.

— Eu tenho muitos nomes, querida... Alguns me chamam de Demônio; outros, de Príncipe das Trevas, Príncipe do Submundo, Príncipe do Inferno. É uma variedade interessante, eu devo dizer, que desperta medo e respeito em igual medida. Todavia eu aceito que me chame de Sasuke. É preferível, na verdade. — sopra, a voz sedosa, o próprio pecado. Ela grunhe quando ele se aperta um pouco mais contra ela. — Não costumo conceder exceções, mas como prova de minhas boas intenções, irei conceder que volte a sua vida medíocre de humana universitária... Contudo, saiba que é temporário, e quando menos esperar, irei buscar o que é meu. Eu a trarei para o meu lado para nunca mais sair.

Oh céus, onde ela havia se metido?


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Não teve tanta coisa assim, mas a intenção é a que vale.
Até o próximo e último capítulo.
bjão de rachell_


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