História Toda ação tem uma reação - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gildartz, Grandine, Gray Fullbuster, Happy, Igneel, Jellal Fernandes, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Nashi Dragneel, Natsu Dragneel, Personagens Originais, Wendy Marvell
Tags Lucy, Natsu
Visualizações 135
Palavras 828
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - 2


Fanfic / Fanfiction Toda ação tem uma reação - Capítulo 2 - 2


Olho para para a janela do avião vendo as o céu escuro sem estrelas.

Me sinto suja por dentro e por fora, não consigo dormir com medos dos pesadelos ou de me relembrar do que aconteceu, não consigo falar para ninguém o que aconteceu a única que conseguir falar com  poucas palavras foi com Levy ela foi a única que me estendeu uma mão amiga, um ombro amiga única que ficou do meu lado e que não me julgou, a única que está me ajudando.

O meus pais ? Bom, não consegui dizer a eles que eu tinha sido violentada a única coisa que eu falei a eles foi que eu estava grávida,  e na mesma hora o meu pai me mandou embora e me deserdou dizendo que eu não era mais a filha dele, que eu era uma vergonha para os Heartefilias, se o que ele disse me magoou ? É claro que sim não sou um robô e nem tenho sangue de barata, se eu tentei me explicar ? É claro que não, eu tenho vergonha de mim mesma, me sinto suja e não quero pena de ninguém, prefiro que meus pais pensem que eu sou uma coquer do que sentir nojo de mim e dizer que eu sou culpada que a culpa é minha, já basta eu mesma sentir nojo e repulsa de mim mesma e me culpar, não quero que meus pais tenham mais ódio por mim, já basta por eu ser uma puta como disse a minha mãe prefiro ser odiada por eles sem eles saberem da verdade.

Sou tirada do meus pensamentos com uma mão limpando as minhas lágrimas que nem sentir serem derramadas, olho para a dona da mão e vejo a minha única amiga/irmã 

--- não chora Lu-chan, nos iremos dar um geito, agora é vida nova tudo novo tá bem ? - só concordei com a cabeça me deitei colocando a minha cabeça no colo dela e dormir sentindo a azulada fazendo Cafune.


               2 anos depois

Bom, muitas coisas aconteceram eu vim morar em Nova York, uma cidade grande que fica praticamente do outro lado do mundo. Vim pra cá junto com a minha melhor amiga a Levy, quando chegamos foi um sacrifício nos estabilizar-mos num local desconhecido, conseguimos achar um apartamento  bom para três pessoas, sim três eu, Levy e o bebê, eu trabalho de garçonete e azulada conseguiu terminar a escola e a faculdade, ela conseguiu um bom emprego, Levy trabalha de advogada, eu e a azulada dividimos o pagamento meio a meio, mas a maioria das vezes é ela quem paga a maior parte por ter um emprego melhor, se as minhas crises pararam ? Não pararam, mas melhoraram consigo me conter, é só ninguém do sexo masculino me tocar, pois é, se algum homem...pode ser até gay mas se tem um pênis no meio das pernas e me tocar eu entro em pânico, é como se tudo tivese parado no tempo e voltado quando eu tinha 15 anos e começo a me relembrar de tudo de cada detalhe e chego até vomitar no cara. Como eu disse eu continuo a ter crises, mas eu melhorei pq antes eu nem saia do meu quarto, e nem andava sozinha na rua e tinha crises a cada segundos, quando eu tive o Star o meu filho ele foi como uma única estrela no meio do meu céu escuro, o meu filho foi uma luz no fim do túnel, por ele eu lutei e luto contra a minhas crises e ele é o único homem que pode me tocar, o único que pode me abraça que eu não entro em pânico nem nada com ele eu sinto uma paz enorme.

Bom, agora estou com 17 anos, consegui terminar a escola mas não fiz faculdade por isso que trabalho de garçonete, mas trabalhar de garçonete não é uma coisa ruim, tenho um bom salário fiz algumas amizades com as outras garotas que trabalham no mesmo local que eu os clientes me respeitam, o restaurante é bem famoso então sempre tem alguns clientes de níveis altos digamos assim, eu nunca fui desrespeitada no meu local de trabalho, tenho sempre tempo para o meu bebê, então não tenho o que reclamar do meu trabalho. Mas é claro que eu queria ter um emprego melhor, para dar o melhor para meu menino.

O Star só tem  dois anos é um bebê ainda, menino com uma ótima saúde, fala bastante,corre para todos os lados, é muito alegre e carinhoso, é uma cópia minha tem nada daqueles caras, do último fio de cabelo até o dedão do pé,uma copia,um clone mirim de mim, um amor de menino.


Cabeleireira loira, pele branca, olhos castanhos escuros, boca pequena e rosado, bochechas vermelhadas, gordinho. Aí vocês perguntam o pq dele se chamar Star, Star significa estrela em português, o meu filho foi uma pequena e única estrela no meu céu escuro, Ele foi e é a minha salvação. 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...