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História Toda dor que eu precisava. - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Essa História provavelmente será apagada e reescrita em breve.

Daqui 3 mesês fará literalmente uma década que criei esse perfil no spirit. Provavelmente esta inativo a uns 7 ou 8 anos!

Capítulo 1 - Dark Spot.


Era mais um dia de sobrevivência que começava cedo, logo após um sonho onde a vida parecia ser real.
Uma rotina insuportavel onde ele ja tinha esquecido quantos ciclos das estações haviam se passado. Era mais um ano de escola e ele provavelmente era o aluno mais velho, apesar de ainda estar no inicio da juventude. Tal fato se deve por conta do seu abandono anos antes. Na época (e hoje também, mas ele descobriu que a vida adulta é um jogo com pré requisitos) a escola era uma tremenda babaquice.
Música, jogos, filmes e quadrinhos, nada mais parecia o atrair, porém ainda o distraia de um mundo que cada vez mais parecia perder suas cores.
Droga, se ao menos ele conseguisse engolir comprimidos, se ele não tivesse medo do milésimo de segundo de dor causado pelo impacto de uma queda de um lugar bem alto. Se a maldita corda não tivesse se rompido aquela vez...
Se ao menos uma dessas coisas fossem possiveis ou terem acontecido, o que ele tinha atraido há muito tempo (ele acredita fielmente na lei da atração, e acredita ser responsavel também por atrair algo que o impede de ter o que quer) seria tarde demais.
O periodo da escola era noturno, ela tinha belas arvores em frente ao edificio, grandes o suficiente pra diferenciar o clima do local de todo o fervor em volta, onde ele claramente podia notar cordas de ventriloco guiando todos a sua volta, em suas rotinas diarias, uma rotina que o aguardava nos próximos um ano e meio.
Como em qualquer outra escola, era estritamente proibido fumar cigarros e qualquer outro tipo de entorpecente. Porém o cordenador fazia vista grossa em uma área especifica, ele e seus amigos nerds apelidaram o local de Dark Spot. Foi ali que ele deu seus primeiros tragos.
Era problematico, pulava o muro pra ir embora quando estava de saco cheio, e pulava o muro pra entrar quando chegava atrasado e precisava entregar algum trabalho, ele não estava nem ai pra escola, mas sim pro seu tempo (quem quer refazer um ano todo?)
-Você sabia que algumas espécies de tubarão lutam enre si ainda no ventre de sua mãe, se alimentam um do outro e apenas um realmente vem ao mundo? - Disse ele, ouviu pouco sobre documentarios sobre o fundo do mar pois estava distraido, mas lembrou desse fato que viu em algum documentário em certo dia e jogou no ar.
-Sim! -Respondeu um garoto com oculos enormes e uma camisa de uma banda de rock britanica que talvez os leitores conheçam, você sabe, Hey, Ho, Let´s Go -O nome da espécie é tubarão *** -porra ele não lembra do nome, e esse narrador aqui também não.
Pouco eu sei sobre ele na verdade, mas sei que existe uma dualidade que contaminou todo o seu DNA. Ele não abandonou seu lado geek, porém, as pilulas amargas do destino criaram um outro lado, sombrio, ele acredita de forma convicta que um lado equilibra o outro. Ninguém quer ser o virjão ignorante que se auto intitula o cara legal. Mas também teme se tornar o drogado fodido e saciado (a pobreza é um fator crucial pra que ele sabiamente não caia pra esse lado. Provavelmente ele morreria cedo se tivesse muito dinheiro).
Ele se afasta dos amigos, e no dark spot tenta fugir de sí mesmo, com música alta em seu fone de ouvido, que por sinal é como o seu marca passo. Ele olha ao seu redor, ve pessoas acorrentadas, ou soltas e completamente sem rumo, com tanta percepção do mundo quanto um cachorro e suas famosas televisões em bares de esquina. (Você sabe, aquele treco que gira e assa o frango, depois é embalado e vendido aos domingos, é uma tradição que eu nunca ouvi alguem dizer "Hey, ja repararam que isso é uma tradição?";).
Minutos antes do intervalo daquele dia terminar, ele estava de volta sobre a luz e os alunos caretas, ele estava sorrindo, falando alto, empolgado com o próximo lançamento que estava por vir, em um video game que ele não tinha, mas sempre estava largado no sofá de algum conhecido que tinha, e que o hospedava involuntariamente e por tempo indeterminado (geralmente durava apenas uma noite) quando sua casa estava simplesmemte insuportavel.
Um de seus amigos, o de óculos grandes, ele conheceu na sala de aula, camisas de bandas de rock tende a dar o passo inicial quando dois jovens se conhecem. Eles se identificavam muito um com o outro, e ele sentia que o amigo fazia ele sempre lembrar do equilibrio que ele precisava manter, na verdade as pessoas ao seu redor eram as mãos que o puxavam de volta de um mergulho em melancolia e confusão.<br>
Havia outro garoto com ele naquele momento, baixo, forte e careca, amante de tecnologia, quem não o conhece jamais iria acreditar que anos antes ele foi preso por trafico de drogas em uma prisão para menores. Na vefdade meses depois ele se tornaria o pai mais responsavel que nosso protagonista conhecia.
Antes de tudo ficar confuso (se é que ja não esta) vamos dar nome aos nossos heróis. Nosso protagonista sera apelidade de Blank, seu amigo nerdão de oculos Denny, e o garoto que não sabia o que estava por vir meses depois, que tinha um sério problema em ficar quieto (ELE NÃO CONSEGUIA!) Walter. Aliás, nenhum deles sabiam o que estava por vir nos proximos tempos.

O sinal toca.

Antes de subir até o ultimo andar onde ficava sua sala, uma garota foi até eles, passou por eles, voltou e disse.<br>
-Qual o seu Nome?
-Blank, e o seu?
-**- irrelevante, ele não se lembra, ele lutou pra esquecer de quase tudo quando acabou.
-Uma amiga minha esta muito interessada em você.
Ao direcionar atras de onde essa garota estava, no meio de muitos outros jovens jogados no palco onde frequentementr havia apresentações na escola, havia uma garota de cabelos loiros e olhos claros (NOTA: Trecho modificado pelo escritor, com a unica e exclusiva intenção de direcionar essa historia como uma homenagem a garota que ele esta tentando impressionar com essa história) que olhando fixamente em sua direção, Blank sabia que se tratava dela. Mas nenhum homem merecia o que ele estava vendo.
-Vai la, vocês possuem o mesmo estilo, vão se dar bem.
Nenhuma pessoa que se interessa por ele de vista o atrairia, na verdade todo mundo tem a mesma aparencia até que ele descubra o intelecto do individuo. Mas havia uma aura ali, ele podia ouvir seu nome ser chamado por uma voz telepatica, esquizofrenica vindo dali.
Ele vai até a sua direção, e seus ouvidos começam a receber a vibração sonora do musica que ela estava ouvindo, uma incrivel musica daquela banda que deixa claro ter cinco dedos e um soco mortal.
-Hey.
-Não acredito que ela foi mesmo. Eu vivia falando pra ela ir falar com você por min, ela sempre ameaçava de ir mas nunca ia, e de repente hoje, do nada, ela decidi ir, não estava preparada.
POR DEUS! Como alguém estava me reparando todo esse tempo? Eu sempre estive de lado, nos lugares mais escuros, com as pessoas que estão mais pouco se fodendo pra maldita vaidade. Há, esqueci de falar, eu sou o maldito narrador. O Blank. Sacou?
-Sente-se -Disse ela, seu nome era May.
Eu estou diante do ser mais perfeito do universo! Sério! Sua simetria foi criada por deuses, sua voz, não era doce demais, não era estridente, era ideal, era mistica.
Posso voltar a falar de min em terceira pessoa novamente? De verdade, cairia muito bem dessa forma. Alias, pra quem diabos estou pedindo permissão? Essa é a minha maldita historia!<br>
Ele notou algo em relação a sí mesmo nesse momento, ele ja não sentia nada a muito tempo, as arvores ja não pareciam respirar ao seu redor, ele não tinha nada a perder, ele estava totalmente a vontade entrando em órbita daquele universo a ser explorado, e respeitado. Pra deixar claro estamos falando da garota que faz o babaca estrela do time de futebol falar gagejando. <br>
Tiveram pouco tempo pra conversar naquele dia, voltaram atrasados do intervalo mas mesmo assim, eles tinham muito em comun, precisava continuar amanhã.
E no outro dia eles conversaram
E no terceiro dia, enquanto ele com seus amigos falavam sobre guitarrras acrilicas com neon (aff) ela surgiu, pegando em sua mão (agora tem que ser em primeira pessoa, MINHA MÃO).
-Posso te sequestrar rapidinho?
Eles foram para o dark spot.
-Trouxe cigarros?
-Claro.
Ela colocou as pernas sobre ele, acendeu i cigarro que estava em sua boca e começaram a recomendar
Músicas um ao outro, como tinham costume de fazer.
É incrivel como a escola parecia uma eternidade em todos os seus malditos minutos, e de uma hora pra outra&nbsp; durava como um piscar de olhos. Eu percebi que gostava de alguém quando enfrentava 5 horas de aula, entre elas a hipotenusa, o verbo to be, a origem do meu país, que de certa forma se originou de estupro e exploracao (Somos a América, que orgulho!) Enfim, para estar 15 minutos com aquela pessoa.
No fim daquele intervalo tinha que ser diferente, eu não podia simplesmente deixar ela se despedir e ir.
Então quando levantamos e nos abraçamos pra se despedir, logo após ele pendar alto demais a palavra "foda-se", o que levou ela a falar "hã?"; Antes do ato, eles deram seu primeiro beijo, lento, ele descobriu que tinha a mania de terminar seus beijos com um selinho, ou multiplos beijos na bochecha.
Foi ali, no dark spot, que ele e ela se beijaram pela primeira vez.
 


Notas Finais


Conheci uma garota no meu atual trabalho que escreve pro site, e isso acabou me inspirando a voltar a escrever.
A real é que estou muito afim dela, e essa fic tem como propósito impressiona-la ¬¬
Pls, comentem pra ela me dar uma chance u.u

Comentem sobre a fic, e então me dedicarei mais a ela.


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