História Toda sua - Adaptação - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Cole Sprouse, Riverdale
Personagens Cole Sprouse, Elizabeth "Betty" Cooper
Visualizações 39
Palavras 557
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction Toda sua - Adaptação - Capítulo 2 - Capítulo 2

Reagindo puramente por instinto, eu me inclinei para trás. E caí de bunda no chão. 

Meus cotovelos latejavam violentamente pelo baque contra o piso de mármore, mas a dor passou quase despercebida. Eu estava mais preocupada em olhar, hipnotizada por aquele homem na minha frente. Seus cabelos de um preto bem vivo emolduravam um rosto de tirar o fôlego. Sua estrutura óssea faria um escultor chorar de alegria, e sua boca de contornos firmes, seu nariz retilíneo e seus olhos verdes intensos lhe conferiam uma beleza selvagem. A não ser pelos olhos ligeiramente estreitados, sua fisionomia denotava uma impassibilidade total.

Tanto sua camisa como seu terno eram pretos, mas a gravata combinava perfeitamente com o brilho da íris. Seus olhos eram penetrantes e inquisidores, e estavam pregados em mim. Meu coração começou a bater mais forte; meus lábios se abriram parcialmente com a aceleração da respiração. Seu cheiro era tentador. Não era colônia.

Loção corporal, talvez. Ou xampu. O que quer que fosse, era inebriante, assim como ele.

Ele estendeu a mão para mim, mostrando suas abotoaduras de ônix e um relógio que aparentava ser caro.

Inspirando tremulamente, pus a mão sobre a dele. Minha pulsação disparou quando ele a apertou. Seu toque era como uma onda de eletricidade, que subiu pelo meu braço e arrepiou os pelos da minha nuca. Por um momento ele permaneceu imóvel, com uma ruga preenchendo o espaço entre suas sobrancelhas absurdamente bem desenhadas.

“Está tudo bem?”

Sua voz era suave e refinada, com um toque de rouquidão que fez meu estômago gelar. Era uma evocação ao sexo. Ao que o sexo tinha de melhor. Por um momento cheguei a pensar que poderia ter um orgasmo só de ouvi-lo falar.

Meus lábios estavam ressecados, então passei a língua por eles antes de responder:

“Sim”.

Ele se levantou com uma notável economia de gestos, puxando-me junto para cima.

Continuamos nos encarando, porque eu não conseguia olhar para outra coisa. Ele era mais jovem do que imaginei a princípio. Meu palpite seria menos de trinta, mas seus olhos pareciam muito mais experientes. Implacavelmente inteligentes e afiados.

Era como se eu estivesse sendo atraída para ele, como se houvesse uma corda em torno da minha cintura me arrastando de forma lenta mas inexorável em sua direção.

Piscando para despertar dessa espécie de delírio, eu o soltei. Ele não era apenas lindo, era... fascinante. O tipo de cara que faz uma mulher querer abrir sua camisa com um único puxão e ver os botões irem abaixo junto com as inibições. Olhei para seu terno civilizado, requintado e absurdamente caro e só consegui pensar em uma trepada violenta, de rasgar os lençóis.

Ele se abaixou para apanhar o crachá que eu nem percebi que havia derrubado, libertando-me de seu olhar irresistível. Meu cérebro lutava para voltar a funcionar normalmente.

Fiquei irritada por me sentir tão desconcertada enquanto ele parecia tranquilo e controlado. E por quê? Porque eu estava deslumbrada, ora essa.

Ele me olhou lá de baixo, e essa posição — ele praticamente ajoelhado na minha frente — fez com que eu quase perdesse o equilíbrio novamente. Enquanto se levantava, seus olhos permaneciam fixos nos meus.

“Tem certeza de que está tudo bem? É melhor você sentar um pouco.”

Senti meu rosto ficar vermelho. Que maravilha parecer insegura e estabanada diante do homem mais confiante e elegante que já conheci.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...