História Toda sua - Capítulo 33


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Swanqueen
Visualizações 238
Palavras 2.155
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 33 - Fire Against Fire Becomes Eruption


Fanfic / Fanfiction Toda sua - Capítulo 33 - Fire Against Fire Becomes Eruption

“Cale essa maldita boca.” Ela me agarrou pelos cotovelos com força. “Cale essa boca e me deixe falar.”

Dei um tapa no rosto dela com força suficiente para balançar sua cabeça. “Não encoste em mim.”

Emma rosnou, chegou mais perto e me deu um beijo de fazer doer os lábios. Suas mãos agarraram meus cabelos, impedindo que eu virasse a cabeça. Mordi a língua que ela agressivamente enfiou na minha boca, depois seu lábio inferior, já com gosto de sangue, mas ela não parou. Empurrei seus ombros com o máximo de força de que era capaz, mas não consegui afastá-la.

Maldito Spencer! Se não fosse por ele e pela louca da minha mãe, eu já saberia dar uns golpes de krav maga a essa altura...

Emma me beijava como se estivesse desesperada para sentir meu gosto, e minha resistência começou a ceder. O cheiro dela era tão bom, tão familiar. Seu corpo se encaixava tão bem no meu. Meus mamilos me traíram, ficaram duros e pontudos, e uma onda lenta e morna de excitação começou a se espalhar pelo meu ventre. Meu coração reverberava dentro do peito.

Meu Deus, o desejo que eu sentia por ela. Nada havia mudado, eu ainda a queria junto a mim o tempo todo.

Ela me pegou no colo. Aprisionada por sua pegada firme, não conseguia respirar direito, e minha cabeça começou a rodar. Quando ela me levou para trás de uma porta e a fechou com o pé, tudo o que consegui fazer foi soltar um ruído quase inaudível de protesto.

De repente me vi prensada contra uma pesada porta de vidro do outro lado da biblioteca, subjugada pelo corpo forte e maciço de Emma. Sua mão começou a descer pela minha cintura, apalpando por baixo da saia até encontrar a parte da minha bunda que ficava exposta pela calcinha de renda. Ela encaixou meus quadris contra o dela, fazendo-me sentir a proporção de sua ereção. Meu sexo estremeceu de desejo, sentindo uma espécie de desamparo, uma necessidade de ter aquele vazio preenchido.

Desisti de lutar. Meus braços caíram para o lado, com as palmas viradas para o vidro. Senti a tensão se esvair do corpo dela quando me rendi. A pressão de sua boca diminuiu, e o beijo se transformou em uma carícia apaixonada.

“Regina”, ela estava ofegante. “Não tente resistir. Eu não aguento.”

Fechei os olhos. “Me deixe ir embora, Emma.”

Ela esfregou seu rosto contra o meu, com a respiração cada vez mais rápida e profunda perto da minha orelha. “Não consigo. Sei que você deve estar horrorizada com o que viu naquela noite... com o que eu estava fazendo com meu corpo...”

“Emma, não!” Minha nossa. Ela achava que eu tinha ido embora por causa daquilo? “Não foi por isso que...”

“Estou enlouquecendo sem você.” Sua boca passeava por meu pescoço, sua língua acariciava minhas veias pulsantes. Ela chupou minha pele, e uma onda de prazer me invadiu. “Não consigo pensar. Não consigo trabalhar nem dormir. Meu corpo quer você. Posso fazer você me querer de novo. Só me deixe tentar.”

As lágrimas corriam por meu rosto. À medida que caíam no meu colo, ela ia lambendo e fazendo-as sumir.

Como eu ia me recuperar se fizéssemos amor mais uma vez? Como eu sobreviveria se não fizéssemos?

“Nunca deixei de te querer”, sussurrei. “Não consigo. Mas você me magoou, Emma. Você tem esse poder, mais do que qualquer outra pessoa.”

Seus olhos estavam vidrados em mim, e ela parecia confuso. “Eu magoei você? Por quê?”

“Você mentiu. Se fechou pra mim.” Peguei seu rosto nas mãos, tentando fazê-lo me entender de uma vez por todas. “Seu passado não tem o poder de me afastar. Mas você tem, e foi isso que fez.”

“Eu não sabia o que fazer”, ela rebateu. “Não queria que você me visse daquele jeito...”

“É exatamente esse o problema, Emma. Quero conhecer você por inteiro, o lado bom e o lado ruim, e você se esconde de mim. Se não aprender a se abrir, vamos acabar nos afastando e nunca mais vamos nos aproximar. Você não sabe como estou me sentindo. Passei os últimos quatro dias me arrastando. Mais uma semana, mais um mês... abrir mão de você acabaria comigo.”

“Não consigo me abrir pra você, Regina. Estou tentando. Mas sua primeira reação quando piso na bola é fugir. Você faz isso o tempo todo, e eu não aguento mais sentir que estou pisando em ovos, com medo de fazer ou dizer alguma coisa que afaste você de mim.”

Quando ela me beijou com seus lábios feridos de novo, sua boca não estava mais tensa. Decidi não discutir. Como poderia? Ela estava certa.

“Queria que você voltasse por iniciativa própria”, ela murmurou, “mas não aguento mais essa distância entre nós. Vou tirar você daqui carregada se for preciso. Vou fazer o que for necessário para ficar sozinha com você e tirar tudo a limpo.”

Meu coração disparou. “Você estava esperando que eu voltasse? Pensei... Você devolveu as minhas chaves. Pensei que tivesse desistido de mim.”

Ela se afastou, com uma expressão dura no rosto. Nunca vou desistir de você, Regina.”

Olhei para ela, sentindo meu coração sangrar diante de sua beleza e de seu sofrimento — que em grande medida havia sido causado por mim.

Fiquei na ponta dos pés e beijei a marca vermelha que o tapa deixou no rosto dela, agarrando seus cabelos sedosos com ambas as mãos.

Emma dobrou os joelhos para ficarmos da mesma altura. Sua respiração estava acelerada e fora de controle. “Faço o que você quiser, o que for preciso. Qualquer coisa. Só me aceite de volta.”

Talvez esse desespero todo devesse me causar medo, mas eu me sentia igualmente louca por ela.

Acariciando seu colo com as mãos para tentar acalmá-la, decidi jogar limpo: “Ao que parece, não conseguimos deixar de fazer mal uma a outra. Não consigo evitar que você sofra, e não posso mais continuar vivendo entre tantos altos e baixos. Precisamos de ajuda, Emma. Somos extremamente disfuncionais”.

“Fui ver o doutor Petersen na sexta. Ele vai ser meu terapeuta e, se você concordar, pode nos atender como um casal. Imaginei que, se você confia nele, talvez possa dar certo.”

“O doutor Petersen?” Eu me lembrei do sobressalto que tive ao ver um Bentley quando estava de saída do consultório, já no carro de Spencer. Na ocasião, eu disse a mim mesma que era coisa da minha cabeça, uma esperança de que ela viesse atrás de mim.

Afinal, havia centenas de carros pretos assim em Nova York. “Você me seguiu.”

Ela respirou profundamente. E não negou.

Engoli minha raiva. Não tinha ideia de como deveria ser difícil para ela ser tão dependente de algo — de alguém — que não era capaz de controlar. O que interessava naquele momento era sua disposição de tentar, e o fato de eu saber que não era só papo furado. Ela já havia começado a agir. “Vai dar um bocado de trabalho, Emma”, avisei.

“Trabalho é algo que não me assusta.” Suas mãos me tocavam sem parar, movendo-se entre minhas coxas e minha bunda, como se acariciar minha pele fosse tão essencial como respirar. “Meu único medo é perder você.”

Dei um beijo no rosto de Emma. Nós nos completávamos. Mesmo naquele momento, com suas mãos percorrendo meu corpo de maneira obsessiva e possessiva, senti minha alma se derreter em alívio por estar finalmente nos braços da mulher que entendia e satisfazia meus desejos mais íntimos e intensos.

“Preciso de você.” A boca dela deslizava por meu rosto e meu pescoço. “Preciso ter a sensação de estar dentro de você...”

Não. Pelo amor de Deus. Aqui, não.” Meu protesto, no entanto, não pareceu muito convincente nem para mim mesma. Eu a queria a qualquer momento, em qualquer lugar, de qualquer forma...

“Precisa ser aqui”, ela murmurou, ficando de joelhos. “Precisa ser agora.”

LinkIn Park - The end

Emma arranhou minha pele ao abaixar a calcinha de renda; depois levantou minha saia até a cintura e me lambeu no meio das pernas, afastando meus lábios vaginais para chegar a meu clitóris trêmulo.

Prendi a respiração e tentei me afastar, mas não havia para onde ir. Não com aquela porta às minhas costas e uma Emma irredutível à minha frente, prendendo-me com uma das mãos enquanto com a outra segurava minha perna esquerda sobre seu ombro, invadindo-me com sua língua ardente.

Bati com a cabeça no vidro, sentindo meu sangue ferver a partir do ponto onde ela me tocava com a língua. Minha perna se contraiu contra suas costas, trazendo-o mais para perto. Agarrei sua cabeça com as mãos para que ela permanecesse imóvel enquanto eu mesma me esfregava nela. Senti o toque de seus cabelos contra a pele sensível da parte interna das minhas coxas, tentando não me esquecer de todo o resto ao redor...

Estávamos na casa dos pais de Emma, no meio de uma festa com dezenas de convidados famosos, e ela tinha se ajoelhado e urrava de desejo enquanto me lambia e me chupava. Ela sabia como mexer comigo, sabia do que eu gostava e precisava. Tinha uma compreensão da minha natureza que ia além de suas inacreditáveis habilidades no sexo oral. A combinação disso tudo era devastadora e viciante.

Meu corpo tremia, e meus olhos se fechavam de prazer, um prazer ilícito. “Emma...Você me faz gozar tão gostoso.”

Sua língua se esfregava sem parar na abertura úmida e sedenta do meu corpo, provocando-me, obrigando-me a me esfregar desavergonhadamente em sua boca inquieta.

Suas mãos agarravam minha bunda, apertando-me, puxando-me para sua língua enquanto ela abria caminho dentro de mim. Havia certa reverência nessa avidez que sentia por mim, uma impressão inequívoca de que idolatrava meu corpo, de que me dar prazer e extrair prazer de mim era um elemento tão vital de sua vida como o sangue que corria em suas veias.

“Assim”, sussurrei, sentindo o orgasmo se aproximando. Meus seios queriam expandir os limites do cada vez mais apertado sutiã sem alças, e meu corpo tremia diante da necessidade desesperadora de gozar. “Estou quase lá.”

Um movimento do outro lado da sala atraiu minha atenção, e eu gelei ao ver os olhos de Lilith grudados nos meus. Ela tinha acabado de entrar e parou, observando embasbacada o que Emma estava fazendo comigo.

Mas Swan estava distraída ou empenhada demais para se importar com isso. Abocanhou meu clitóris e sugou até suas bochechas ficarem côncavas. Repetindo o gesto de maneira ritmada, ela massageava aquele pontinho hipersensível com a ponta da língua.

Senti meu corpo se contrair violentamente, e depois se liberar em uma torrente furiosa de prazer. O orgasmo me atingiu como uma onda ardente de prazer. Gemi bem alto, empurrando cegamente os quadris contra sua boca, totalmente entregue à conexão primitiva que havia entre nós. Emma me segurou quando meus joelhos ficaram bambos, enfiando a língua em mim até que o último tremor cessasse.

Quando abri de novo os olhos, nossa plateia solitária não estava mais lá.

Levantando-se depressa, Emma me pegou no colo e me deitou no sofá com o quadril sobre o descanso de braço, deixando-me deitada no estofamento com as costas arqueadas.

Eu a olhei de baixo para cima. Por que ela simplesmente não me debruçou sobre o sofá para me comer por trás?

Quando ela abriu a calça e tirou seu pênis enorme lá de dentro, isso deixou de fazer diferença. Ela podia me ter do jeito que quisesse. Gemi quando o senti dentro mim. Meu corpo precisava se esforçar para acomodar aquele membro que eu tanto desejava. Puxando meus quadris na direção de suas estocadas vigorosas, Emma atacava meu sexo frágil com sua ereção brutal, grossa e rígida como uma coluna de mármore, soltando rugidos primitivos a cada vez que me penetrava até o fundo.

Deixei escapar um ganido trêmulo, estimulada por suas investidas a me entregar ao desejo nunca saciado de ser fodida até perder os sentidos. Por ela. Só por ela. Algumas estocadas mais e ela jogou a cabeça para trás e sussurrou meu nome, remexendo os quadris e me deixando em um estado de frenesi. “Me aperte, Regina. Aperte meu pau.”

Quando eu obedeci, o ruído que ela soltou foi tão sensual que meu ventre inteiro tremeu. “Isso, meu anjo... assim.”

Aumentei ainda mais o aperto e ela soltou um palavrão. Seu olhar encontrou o meu, e o verde deslumbrante de seus olhos brilhou de euforia. Um tremor convulsionado sacudiu seu corpo inteiro, seguido de um ruído agoniado de êxtase. Ela entrou com ainda mais força em mim, uma vez, duas, e então seu pau grande e duro jorrou, soltando longos jatos de porra quente bem fundo em mim.

Não tive tempo para gozar de novo, mas isso não importava. Eu a olhei com um misto de admiração e orgulho feminino. Eu era capaz de fazer isso com ela.

No momento do orgasmo, eu a dominava da mesma maneira como ela virava minha dona quando eu gozava.


Notas Finais


Ouça a música, vale a pena, pode apostar.


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