História Toda sua - Capítulo 34


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Swanqueen
Visualizações 260
Palavras 1.780
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 34 - Descobertas


Fanfic / Fanfiction Toda sua - Capítulo 34 - Descobertas

Emma se debruçou sobre mim, ofegante, com seus cabelos fazendo cócegas no meu peito. “Meu Deus, não posso passar mais de um dia sem isso. Até as horas no trabalho pareceram uma eternidade.”

Percorri com os dedos as raízes úmidas de suor dos seus cabelos. “Também senti a sua falta.”

Ela passou o rosto entre meus seios. “Quando estou longe de você, fico... Não fuja mais de mim, Regina. Não consigo ficar sem você.”

Ela me puxou para que eu ficasse de pé na frente dela, mantendo o pau dentro de mim até que meus saltos tocassem o piso de madeira. “Vamos lá pra casa agora.”

“Não posso ir embora sem Killian.”

“Então vamos levá-lo junto. Shh... Antes que você diga qualquer coisa, seja o que for que ele pretende conseguir nesta festa, eu posso providenciar. Ficar aqui não ajuda ninguém.”

“Ele pode estar se divertindo.”

“Não quero você aqui.” De repente ela pareceu distante, com um tom de voz controlado demais.

“Você tem ideia do quanto me deixa chateada falando uma coisa dessas?” Chorei baixinho, com o peito queimando de dor. “O que tem de errado comigo? Por que não posso chegar perto da sua família?”

“Meu anjo, não.” Ela me abraçou, acariciando minhas costas para que eu me acalmasse. “Não tem nada de errado com você. É esta casa. Eu não... eu é que não posso ficar aqui. Você quer saber com que eu sonho? É com esta casa.”

 “Ah.” Senti um nó no estômago de preocupação e de surpresa. “Desculpe. Eu não sabia.”

Alguma coisa na minha voz fez com que ela desse um beijo na minha testa. “Fui grosseira demais com você hoje. Desculpe. Fico agressiva e irritada quando estou aqui, mas isso não é motivo.”

 Agarrei seu rosto com as duas mãos e olhei bem para os olhos dela, conseguindo um vislumbre dos sentimentos turbulentos que Emma estava tão acostumado a esconder. “Nunca se desculpe por ser você mesmo quando está comigo. É isso que eu quero. Quero ser seu porto seguro, Emma.”

“Isso você já é. Você nem imagina quanto, mas vou arrumar um jeito de explicar.” Ele grudou sua testa contra a minha. “Vamos pra casa. Comprei umas coisinhas pra você.”

“Ah, é? Adoro presentes.” Principalmente quando vinham do meu namorado assumidamente nada romântico.

Com cuidado, ela começou a sair de dentro de mim. Fiquei até assustada ao perceber como estava molhada, dando-me conta do quanto ela havia gozado. Os últimos centímetros escorregaram com força para fora, respingando sêmen na parte interna das minhas coxas. Logo depois, duas audaciosas gotinhas caíram sobre o piso de madeira por entre minhas pernas abertas.

“Merda”, ela rosnou. “Isso é bom demais. Já estou ficando duro de novo.”

Olhei para sua demonstração desavergonhada de virilidade e senti um calor subir pelo corpo. “Você não vai aguentar depois de tudo aquilo.”

“Claro que vou.” Pegando meu sexo com a mão em concha, ela me deixou toda meladinha, apertando os grandes lábios e massageando a parte interna com os dedos. Senti uma euforia se espalhar dentro de mim como o calor de um gole de uma bebida fina, um senso de contentamento que provinha simplesmente do fato de Emma gostar de desfrutar de mim e do meu corpo. “Viro um animal quando estou com você”, ela murmurou. “Quero te deixar marcada. Quero possuir você de tal forma que não exista mais nenhuma distância entre nós.”

Meus quadris começaram a se mover em pequenos círculos. Suas palavras e seu toque reacenderam o desejo que ela havia tornado ainda mais intenso com a força de seu pau. Eu queria gozar de novo, não queria ter que esperar até chegarmos à cama dela. Eu também virava uma criatura sexual ao lado de Emma, tão fisicamente em sintonia com ela e com tanta certeza de que jamais ia ferir meu corpo que me senti... livre.

Tomei seu pulso entre os dedos e guiei lentamente sua mão pelo meu quadril até chegar à minha bunda. Mordendo seu queixo, reuni a coragem que ela me inspirava e murmurei: “Me toque aqui. Me marque bem aqui”.

Ela ficou paralisada, com o peito arfando em movimentos acelerados. “Eu não...”.Ela pôs mais força na voz. “Eu não faço anal, Regina.”

Olhando em seus olhos, vi a presença de algo obscuro e volátil. Algo muito doloroso. De todas as coisas que poderíamos ter em comum...

A paixão bruta da luxúria se acalmou até chegar à familiaridade amena do amor. Com o coração sangrando, confessei: “Eu também não. Pelo menos voluntariamente”.

“Então... por quê?” A perplexidade de seu tom de voz me comoveu.

Eu o abracei, pressionando o rosto contra o dela e ouvindo a batida quase desesperada de seu coração. “Porque acredito que seu toque pode me fazer esquecer o de Nathan.”

“Ah, Regina.” Ela deitou o rosto sobre a parte de cima da minha cabeça.

Eu a apertei ainda mais forte. “Com você eu me sinto segura.”

Ficamos abraçados por um bom tempo. Ouvi sua pulsação se acalmar e sua respiração ficar mais lenta. Inspirei profundamente, deliciando-me com a mistura do cheiro dela com o da nossa luxúria furiosa e do sexo ainda mais intenso.

Quando a ponta do dedo médio dela deslizou suavemente até as pregas do meu ânus, eu me afastei e olhei para ela. “Emma?”

“Por que eu?”, ela perguntou baixinho, com seus lindos olhos parecendo confusos e tempestuosos. “Você sabe que tenho traumas, Regina. Você viu o que... naquela noite em que me acordou. Você viu, porra. Como pode entregar seu corpo pra mim desse jeito?”

“Confio no meu coração e no que ele está me dizendo.” Desfiz com os dedos a ruga entre suas sobrancelhas. “E você é capaz de devolver meu corpo pra mim, Emma. Acho que ninguém mais além de você pode fazer isso.”

Ela fechou os olhos e encostou sua testa suada na minha. “Você tem uma palavra de segurança, Regina?”

Surpresa, mais uma vez eu me afastei para examinar seu rosto. Alguns membros da minha terapia de grupo já tinham falado sobre relações de dominação/submissão. Certas pessoas precisam estar totalmente no controle durante o sexo. Já outras preferiam o oposto, e só a submissão e a humilhação eram capazes de saciar sua necessidade de sentir dor para poder ter prazer. Para os praticantes dessa modalidade de sexo, a palavra de segurança era um jeito bem claro de dizer chega. Mas eu não entendi por que isso poderia ter alguma relevância para mim e Emma. “Você tem?”

“Não preciso disso.” O movimento suave do seu dedo foi perdendo intensidade. Ela repetiu a pergunta. “Você tem uma palavra de segurança?”

“Não, nunca precisei. Fazer papai-e-mamãe, ficar de quatro, brincar com o vibrador... meu repertório se resume a isso, basicamente.”

Seu rosto perdeu um pouco da seriedade que ostentava até então. “Graças a Deus. Caso contrário eu poderia ficar maluca.”

E a ponta do seu dedo ainda estava me massageando ali atrás, despertando um desejo perverso. Emma provocava aquilo em mim, fazendo-me esquecer de tudo o que havia acontecido antes. Eu não tinha gatilhos negativos com ela, nem medos e hesitações. E queria retribuir tudo isso com o corpo que ela havia libertado dos eventos do passado.

O relógio perto da porta começou a badalar a hora.

“Emma, sumimos faz um tempão. Daqui a pouco vão vir atrás de nós.”

Ela tirou um pouco da pressão do dedo, tocando-me bem de leve. “E você está preocupada com isso?”

Meus quadris se arquearam ao toque. Já estava ficando com tesão de novo, só de pensar no que estava por vir. “Não me preocupo com mais nada quando você está me tocando.”

Sua mão livre subiu até meus cabelos e os agarrou pela raiz, mantendo minha cabeça imóvel. “Você já gostou de fazer anal? Mesmo sem querer?”

“Nunca.”

“E ainda assim confia em mim a ponto de me pedir isso.” Ela beijou minha testa enquanto lambuzava meu traseiro com seu sêmen.

Eu me agarrei em sua cintura. “Se não quiser, não precisa...”

“Quero, sim.” Sua voz ganhou um tom perversamente agressivo. “Se você está a fim de alguma coisa, sou eu quem tem que fazer. Sou eu o responsável por satisfazer todas as suas necessidades, Regina. Custe o que custar.”

“Obrigada, Emma.” Meus quadris se mexiam sem parar enquanto ela continuava a me lubrificar. “Eu também quero ser o que você precisa.”

“Eu já disse do que preciso, Regina... controle.” Ela roçou seus lábios contra os meus. “Você está me pedindo para fazê-la revisitar lugares dolorosos, e eu vou, se é isso que você quer. Mas precisamos tomar muito cuidado.”

“Eu sei.”

“A confiança é uma coisa difícil de conquistar, tanto pra você como pra mim. Se acabar, corremos o risco de perder tudo. Pense em uma palavra que você associe ao poder. Sua palavra de segurança, meu anjo. Escolha uma.”

A pressão da ponta do dedo dele foi se tornando mais insistente. Eu gemi: “SCrossfire”.

“Humm... Gostei. Bem apropriado.” A ponta de sua língua percorreu minha boca, tocando-me apenas de leve antes de se retrair. Seu dedo circulava meu ânus de novo e de novo, empurrando o sêmen para aquele orifício apertado, que se abria pedindo mais, enquanto ela soltava um gemido.

Quando ela o pressionou de novo, fiz força para fora e seu dedo escorregou para dentro de mim. A sensação da penetração foi surpreendentemente intensa.

Assim como antes, minhas pernas cederam ao peso do corpo, deixando-me toda mole.

“Está tudo bem?” Emma perguntou assustada quando eu quase caí sobre ela. “Quer que eu pare?”

“Não... Não pare.”

Ela entrou mais um pouquinho, e eu me apertei um pouco, uma reação inevitável ao sentir algo deslizando em contato com tecidos sensíveis. “Você é toda lisinha e quentinha”, ela sussurrou. “E tão macia. Está doendo?”

“Não. Por favor. Quero mais.”

Emma tirou a ponta do dedo; depois entrou de novo até a junta, devagarinho e com calma. Estremeci, deliciada, surpresa ao perceber como aquilo era bom, aquele preenchimento gostoso do meu traseiro.

“Está gostando?”, ela perguntou com a voz rouca.

“Estou. Com você tudo fica gostoso.”

Ela tirou o dedo de novo, e voltou ainda mais fundo. Curvando-me para a frente, empurrei o quadril para trás a fim de facilitar seu acesso, pressionando meus seios contra os seus. Ela agarrou com mais força meus cabelos, puxando minha cabeça para trás para me dar um beijo molhado e cheio de tesão. Nossas bocas abertas se esfregavam uma na outra, em um movimento cada vez mais frenético à medida que minha excitação crescia. A sensação do dedo de Emma naquele lugarzinho perversamente sensual, entrando e saindo com tanta suavidade, fez com que eu me movesse para trás a fim de deixá-lo entrar ainda mais fundo.



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