História Toda sua - Capítulo 37


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Swanqueen
Visualizações 540
Palavras 3.151
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Musica especial para o capítulo

Capítulo 37 - Me domine


Fanfic / Fanfiction Toda sua - Capítulo 37 - Me domine

Sentindo-me toda orgulhosa do meu desempenho na cama e da minha energia feminina, sentei-me à mesa com Emma e a lembrei de como estava pouco tempo antes — ofegante e encharcada de suor, dizendo palavrões enquanto eu saboreava sem pressa seu corpo lascivo.

Ela comeu um pedaço do filé, que ainda estava quente por ter sido mantido em uma gaveta aquecida, e disse calmamente: “Você é insaciável”.

“Dã. Você é linda, gostosa e muito bem dotada.”

“Fico feliz com sua aprovação. Também sou podre de rica.”

Fiz um gesto desdenhoso com a mão, que englobava seu apartamento, que sozinho devia valer uns cinquenta milhões de dólares. “Quem se importa com isso?”

“Ora, eu, por exemplo.” Ela sorriu.

Espetei com o garfo minha batata frita. A comida do Peter Luger era quase tão boa quanto sexo. Quase. “Seu dinheiro só me interessa se você puder parar de trabalhar e virar minha escrava sexual.”

“Em termos financeiros, isso é possível, sim. Mas você se cansaria de mim e me daria um pé na bunda. E depois disso eu faria o quê?” Ela parecia estar se divertindo com a conversa. “Acho que você provou seu ponto de vista, não é?”

Terminei de mastigar e depois falei: “Quer que eu prove de novo?”.

“O fato de você ainda estar com tesão só comprova o meu ponto de vista.”

“Humm.” Dei um gole no vinho. “Resolveu fazer suposições agora?”

Ela me fuzilou com o olhar e comeu mais um pedaço da carne mais macia que eu já tinha experimentado.

Incomodada e inquieta, respirei profundamente e perguntei: “Se não estivesse satisfeita com a nossa vida sexual, você me diria?”.

“Não seja ridícula, Regina.”

Quem mais traria esse assunto à tona depois de quatro dias de separação? “Tenho certeza de que não ajuda muito eu não ser do tipo com que você costuma sair. E nunca usamos nenhum daqueles brinquedinhos que você tem no hotel...”

“Pode parar por aí mesmo.”

“Como é?”

Emma largou os talheres. “Não vou ficar aqui parada ouvindo você destruir sua autoestima.”

“Ah, é? Então só você tem o direito de falar?”

“Pode me provocar o quanto quiser, Regina, não vou te comer agora.”

“Quem disse que...” Fiquei quieta quando vi que ela estava rindo. E era verdade. Eu ainda estava fim. Queria tê-la em cima de mim, morrendo de tesão, assumindo a responsabilidade pelo meu prazer e pelo dela.

Ao sair da mesa, ela disse apenas: “Espere aqui”.

Emma voltou pouco depois, deixando uma caixinha de anel ao lado do meu prato e retomando seu lugar no assento. Aquilo me atingiu como uma pancada. A primeira reação foi de medo, e me fez gelar. A segunda foi de desejo, e fez um calor se espalhar por meu corpo.

Minhas mãos tremiam. Agarrei os dedos e percebi que meu corpo todo estava tremendo. Sem saber o que pensar, olhei bem para Emma.

Sentir seus dedos acariciando meu rosto ajudava a aliviar um pouco a ansiedade que tomou conta de mim, abrindo espaço para um terrível desejo.

“Não é esse tipo de anel”, ela sussurrou gentilmente. “Ainda não. Você ainda não está pronta.”

Alguma coisa se despedaçou dentro de mim. Mas depois senti um grande alívio. Era mesmo cedo demais. Nenhuma de nós estava pronta ainda. Mas, se havia alguma dúvida sobre a intensidade do meu amor por Emma, ela foi definitivamente dissipada naquele momento.

Concordei com a cabeça.

“Abra”, ela falou.

Com toda a cautela, puxei a caixinha mais para perto e abri a tampa. “Oh.”

Aninhado no forro de veludo preto, havia um anel como nenhum outro. Camadas de ouro branco amarradas como em uma corda que unidas formavam um cisne  coberto de diamantes.

“Amarras”, murmurei, “formando um cisne.” A associação do cisne ao nome Swan foi inevitável.

“Não exatamente. Vejo a corda como uma representação de suas múltiplas camadas, não como uma amarra. E, sim, os diamantes que formamo cisne são as intersecções entre mim e você. Nossos dedos entrelaçados.” Ela terminou seu vinho e reabasteceu nossas taças.

Eu permanecia inquieta, aturdida, tentando absorver aquilo. Tudo o que ela havia feito durante o período em que não nos falamos — as fotos, o anel, a visita ao dr. Petersen, a réplica do quarto, e a pessoa que andou me seguindo — me dizia que seus pensamentos estavam voltados para mim na maior parte do tempo, se não o tempo todo.

“Você devolveu minhas chaves”, sussurrei, lembrando o quanto aquilo havia me magoado.

Ela estendeu a mão e a pôs sobre a minha. “Fiz isso por várias razões. Você saiu daqui vestindo apenas um robe, Regina, e sem as chaves de casa. Não gosto nem de imaginar o que teria acontecido se Killian não estivesse em casa pra abrir a porta pra você assim que chegou lá.”

Levei sua mão até a boca e a beijei, depois a larguei e fechei a caixinha com o anel.

“É lindo, Emma. Obrigada. Significa muito pra mim.”

“Mas você não vai usar.” Aquilo não foi uma pergunta.

“Depois do que falamos hoje, fica parecendo uma coleira.”

Ela acabou concordando: “Você não deixa de ter razão”.

Eu estava com o coração na mão. Quatro noites sem conseguir dormir direito não tinham ajudado em nada. Era impossível para mim entender por que ela me queria tanto, apesar de sentir a mesma coisa a seu respeito. Havia milhares de mulheres em Nova York que poderiam tomar o lugar que eu ocupava em sua vida, mas só existia uma Emma Swan.

“Sinto que estou decepcionando você, Emma. Depois de tudo o que conversamos hoje... Acho que é o início do fim.”

Arrastando sua cadeira para trás, ela se inclinou para mim e acariciou meu rosto. “Não é.”

“Quando vamos falar com o doutor Petersen?”

“Eu vou sozinha às terças. Quando você conversar com ele e topar fazer a terapia de casal, podemos ir juntas às quintas.”

“Duas horas por semana, toda semana. Sem contar o trajeto de ida e volta. É um compromisso e tanto.” Também me inclinei e tirei o cabelo de seu rosto. “Obrigada.”

Emma beijou a palma da minha mão. “Não é sacrifício nenhum, Regina.”

Ela voltou ao escritório para trabalhar um pouco antes de dormir, e eu levei a caixinha com o anel comigo para a suíte principal. Olhei para ela mais um pouco enquanto escovava os dentes e os cabelos.

Havia ainda um resquício de desejo sob minha pele, um nível permanente de excitação que não fazia muito sentido levando em consideração o número de orgasmos que tive ao longo do dia. Era mais uma necessidade emocional de estabelecer uma relação com Emma, de garantir para mim mesma que estava tudo bem entre nós.

Com a caixinha nas mãos, fui até meu lado na cama de Emma e a deixei no criado mudo. Queria que ela fosse a primeira coisa que eu visse na manhã seguinte, depois de uma boa noite de sono.

Com um suspiro, deixei meu belíssimo robe novo no pé da cama e deitei. Depois de  me virar inquietamente de um lado para o outro por um bom tempo, enfim adormeci.

Acordei no meio da noite com o coração disparado e a respiração acelerada. Desorientada, fiquei imóvel por alguns instantes, tentando despertar e lembrar onde estava. Fiquei toda tensa quando me dei conta, tentando captar algum sinal de que Emma estava tendo outro pesadelo. Quando percebi que ela estava deitado tranquilamente ao meu lado, com a respiração profunda e serena, soltei um suspiro de alívio. A que horas ela teria ido para a cama? Depois dos dias que passamos separadas, fiquei com medo de que ela quisesse ficar um tempo sozinha.

Então tudo fez sentido. Eu estava excitada. Dolorosamente, até. Meus seios estavam duros e pesados, os mamilos, rígidos e pontudos. Meu ventre doía, e eu estava toda molhadinha. Deitada na escuridão noturna, descobri que meu corpo tinha me acordado para atender às suas necessidades. Eu teria sonhado com alguma coisa de conteúdo erótico? Ou bastava a presença de Emma ali ao meu lado?

Apoiei-me sobre os cotovelos e olhei para ela. Estava coberta só até tórax, com parte dos seios e os braços para fora. O braço direito estava sobre a cabeça, emoldurando a cascata de cabelos loiros em torno de seu rosto. O braço esquerdo estava entre nós, sobre os cobertores, com a mão fechada mas relaxada, dando um descanso à rede de veias sinuosas que cruzavam seu antebraço. Mesmo em repouso ela parecia poderosa e feroz.

A tensão dentro de mim foi crescendo, assim como a noção de que eu estava sendo atraída pela pressão silenciosa de sua vontade admirável. Era impossível que ela exigisse minha rendição enquanto dormia, mas ainda assim era o que parecia. Era como se uma corda invisível esticada entre nós me puxasse em sua direção.

O latejar no meio das minhas pernas ficou insuportável, e eu pressionei com uma das mãos aquela pulsação violenta, na esperança de aliviar o incômodo. Aquilo só tornou as coisas piores.

Eu não conseguia ficar parada. Joguei as cobertas para longe, pus as pernas para fora da cama e pensei em tomar um copo de leite quente com a bebida que Emma tinha me dado mais cedo. Detive esse impulso abruptamente, voltando-me para o brilho do couro da  caixinha com o anel à luz do luar. Pensei na joia que havia lá dentro e meu desejo se fortaleceu ainda mais. Naquele momento, a ideia de ser posta em uma coleira por Emma me levou às raias da loucura.

É só tesão, repreendi a mim mesma.

Uma das garotas do meu grupo certa vez contou que seu “dono” podia usar seu corpo a qualquer hora e da maneira que quisesse, exclusivamente para o prazer dele. Uma ideia que não me pareceu nem um pouco sexy... até Emma entrar na jogada. Eu adorava dar prazer a ela. Fazê-la gozar. Por gosto, sem pedir nada em troca.

Acariciei com os dedos a tampa da caixinha. Com um suspiro trêmulo, eu a abri.

Um instante depois estava sentindo o metal frio do anel escorregando em um dedo da mão direita.

“Você gostou, Regina?”

Senti um tremor por todo o corpo ao ouvir a voz de Emma, mais profunda e áspera do que nunca. Ela estava acordado, olhando para mim.

Fazia quanto tempo que tinha acordado? Ela teria captado meu desejo durante o sono, da mesma forma que eu?

“Eu amei.” Assim como amo você.

Deixando a caixinha de lado, virei a cabeça e a vi ali sentado. Seus olhos brilhavam de tal modo que me excitaram ainda mais, o que parecia impossível, mas também me encheram de medo. Era um olhar sem nenhum tipo de freio ou filtro, como aquele que me fez literalmente cair de costas quando nos conhecemos — penetrante e possessivo, carregado de ameaças de prazer. Seu lindo rosto parecia cruel em meio às sombras. Seu maxilar se manteve cerrado enquanto ela levantava minha mão e beijava o anel que havia me dado.

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Eu me ajoelhei na cama e joguei os braços sobre seus ombros. “Me use como quiser. Carta branca.”

Ela agarrou e apertou bem forte minha bunda. “Como você se sente dizendo isso?”

“É quase tão bom quanto a sensação que vou sentir quando você me fizer gozar.”

“Ah, um desafio.” Ela começou a roçar de leve a língua nos meus lábios, tentando-me com um beijo que estava sendo deliberadamente negado a mim.

“Emma!”

“Deite-se de costas, meu anjo, e agarre o travesseiro com as duas mãos.” Ela abriu um sorriso perverso. “Não solte por motivo nenhum. Entendeu?”

Eu obedeci engolindo em seco, com tanto tesão que achei que ia gozar só de sentir os espasmos incessantes do meu sexo faminto.

Ela chutou as cobertas para o pé da cama. “Abra as pernas e segure os joelhos.”

Perdi o fôlego, e meus mamilos endureceram ainda mais, fazendo meus seios doerem. Como Emma ficava sexy daquele jeito. Eu arfava de excitação, com a cabeça a mil diante das possibilidades que se abriam. No meio das pernas, eu tremia de vontade.

“Oh, Regina”, ela disse, escorregando um dedo para dentro de mim. “Olhe só como você está faminta por mim. Manter essa bocetinha linda satisfeita é um trabalho de tempo integral.”

Aquele único dedo firme abriu caminho dentro de mim, afastando os tecidos inchados. Eu me apertei toda em torno dela, chegando tão perto do orgasmo que fiquei com água na boca. Ela tirou o dedo e o levou à boca, saboreando o gosto que tinha ficado em sua pele. Meus quadris se remexiam independentemente da minha vontade, meu corpo inteiro se inclinava para ela.

“É culpa sua se estou com tanto tesão”, eu disse, quase sem fôlego. “Você deixou de cumprir sua obrigação durante vários dias.”

“Então é melhor compensar o tempo perdido.” Deitando de bruços, ela posicionou os ombros sob minhas coxas e contornou com a ponta da língua a entrada sedenta do meu corpo. E de novo e de novo. Ignorando meu clitóris e se recusando a me comer até que eu implorasse.

“Emma, por favor.”

“Shh. Preciso deixar você pronta primeiro.”

“Estou pronta. Desde antes de você acordar.”

“Então deveria ter me acordado mais cedo. Vou estar sempre à disposição pra você, Regina. Eu vivo pra agradar você.”

Gemendo de desespero, remexi meus quadris naquela língua enlouquecedora. Só quando percebeu que eu havia perdido as estribeiras, ansiando pelo toque de qualquer parte sua que pudesse entrar em mim, Emma se posicionou entre minhas pernas abertas, apoiando os antebraços sobre a cama.

Ela olhou bem pra mim. Seu membro, febril e duro como pedra, estava prestes a entrar na minha abertura úmida. Eu sentia que precisava mais dela dentro de mim do que do ar que respirava. “Agora”, eu disse quase sem fôlego. “Agora.”

Com um movimento preciso dos quadris, ela investiu profundamente contra mim, fazendo-me afundar na cama.

“Ai, nossa”, soltei, convulsionando-me em êxtase em torno daquela massa carnal que havia tomado posse do meu corpo. Era assim que eu a queria desde nossa conversa no escritório, o que desejava quando explorei sua ereção impecável antes do jantar, o que eu precisava mesmo depois de gozar com ela dentro de mim.

“Não goze agora”, ela sussurrou na minha orelha, agarrando meus seios e torcendo de leve meus mamilos com os polegares e os indicadores.

“Quê?” Eu tinha quase certeza de que, se ela respirasse mais fundo, já seria suficiente para me fazer gozar.

“E não largue o travesseiro.”

Emma começou a se mover em um ritmo lento e preguiçoso. “Você vai gostar”, ela murmurou, acariciando com o rosto um ponto sensível atrás da minha orelha. “Você adora agarrar meu cabelo e cravar as unhas nas minhas costas. E, quando está prestes a gozar, gosta de apertar minha bunda e me puxar ainda mais pra dentro. Fico com muito tesão quando te vejo enlouquecer desse jeito, mostrando como gosta de me ter dentro de você.”

“Não é justo”, resmunguei, ciente de que aquilo era uma provocação deliberada. A cadência de sua voz rouca estava em perfeita sintonia com o movimento incansável de seus quadris. “Isso é tortura.”

“Ninguém nunca perde por esperar.” Sua língua contornou a parte de fora da minha orelha, depois mergulhou lá para dentro ao mesmo tempo que beliscava meus mamilos.

Afundei na cama quando ela veio para dentro de mim de novo, e por pouco não gozei. Emma conhecia bem demais meu corpo, seus segredos e suas zonas erógenas. Ela estava enfiando o pau em mim com maestria, estimulando sempre o mesmo pontinho, cujas terminações nervosas estremeciam de prazer.

Rebolando os quadris, Emma começou a abrir espaço dentro de mim, explorando outras partes. Soltei um gemido doloroso, ardendo de desejo, desesperadamente entregue. Meus dedos doíam, tamanha a força com que eu apertava o travesseiro. Minha cabeça se contorcia para deter a necessidade imperativa do orgasmo. Ela poderia me fazer gozar simplesmente se esfregando dentro de mim — era a única que eu conheci capaz de me provocar um intenso orgasmo vaginal.

“Não goze”, ela repetiu, sussurrando. “Faça este momento durar.”

“Eu n-não consigo. É bom demais. Minha nossa, Emma...” As lágrimas escorriam do canto dos meus olhos. “Estou... atordoada por você.”

Chorei baixinho, com medo de usar a palavra que eu de fato gostaria de dizer — e que rimava com aquela, e começava com a mesma letra — cedo demais e perturbar o delicado equilíbrio que havia entre nós.

“Oh, Regina.” Ela acariciou meu rosto com o dela. “Devo ter desejado você com tanta força e com tanta frequência que tudo acabou virando realidade.”

“Por favor”, eu implorei, falando baixinho. “Mais devagar.”

Emma abaixou a cabeça e olhou para mim, escolhendo esse momento para beliscar meus mamilos com mais força, provocando uma pontadinha de dor. Os músculos delicados do meu ventre se contraíram de tal maneira que a próxima estocada certamente o faria gemer.

“Por favor”, pedi mais uma vez, tremendo por causa do esforço que fazia para adiar o clímax que se acumulava dentro de mim. “Se você não for mais devagar vou gozar.”

Seus olhos estavam grudados nos meus, e seus quadris moviam-se num ritmo constante que aos poucos ia destruindo minha sanidade mental. “Você não quer gozar, Regina?”, ela provocou com uma voz que me arrastaria até o inferno com um sorriso no rosto. “Não é por isso que você está esperando a noite toda?”

Joguei o pescoço para trás ao sentir seus lábios percorrendo minha garganta. “Só quando você deixar”, respondi, sem fôlego. “Só... quando você mandar.”

“Meu anjo.” Uma de suas mãos se levantou até meu rosto, removendo os fios de cabelos que a transpiração fez grudar na minha pele. Ela me beijou profundamente, com reverência, explorando minha boca com a língua.

Humm...

“Goze pra mim”, ela murmurou, acelerando o ritmo. “Goze, Regina.”

Ao seu comando, o orgasmo me atingiu como uma explosão, deixando meu organismo em choque com uma overdose de sensações. Ondas e mais ondas de calor percorriam meu corpo, contraindo meu sexo e enrijecendo todo o meu ventre. Gritei bem alto, a princípio um som inarticulado de agonia e prazer, depois o nome dela, que eu repetia de novo e de novo à medida que enfiava seu pau maravilhoso em mim, prolongando meu clímax, que depois levaria a outro.

“Me pegue”, ela ordenou enquanto eu me desmanchava sob ela. “Me aperte.”

Liberada da ordem de segurar o travesseiro, agarrei-me ao seu corpo molhado de suor com os braços e as pernas. Ela começou a meter com força, bem fundo, perseguindo seu próprio clímax até a exaustão.

Emma soltou um rugido ao gozar, jogando a cabeça para trás enquanto jorrava dentro de mim por um bom tempo. Eu a mantive dentro de mim até que nossos corpos esfriassem e nossa respiração voltasse ao normal.

Quando saiu de cima de mim, ela não foi muito longe. Aninhou-se junto às minhas costas e sussurrou: “Agora durma”.

Não me lembro nem de ter respondido antes de cair no sono.



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