História Toda sua - Capítulo 40


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Swanqueen
Visualizações 405
Palavras 1.053
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 40 - Continue duvidando de mim, Regina. Pague pra ver.


Fanfic / Fanfiction Toda sua - Capítulo 40 - Continue duvidando de mim, Regina. Pague pra ver.

Killian se juntou a nós para jantar — comida chinesa de ótima qualidade, uma boa taça de vinho e a programação de segunda à noite na TV. Enquanto trocávamos de canal e ríamos dos nomes hilariantes de certos reality shows, vi duas pessoas importantíssimos na minha vida relaxando e se divertindo juntos. Eles se deram bem, ficavam se desafiando e se xingando daquela maneira brincalhona tão habitual entre os amigos. Nunca tinha visto esse lado de Emma antes, e adorei.

Enquanto eu ocupava uma lateral inteira do sofá modulado, os dois estavam sentados no chão de pernas cruzadas, usando a mesinha de centro como mesa de jantar.

Ela usava calça larga de agasalho e camiseta justa, e eu só apreciava a vista. Eu era ou não era uma garota de sorte?

Estalando os dedos, Killian fez um preâmbulo dramático antes de abrir seu biscoito da sorte. “Vamos ver. Vou ser rico? Famoso? Estou prestes a conhecer o homem ou a mulher dos meus sonhos? Vou visitar terras distantes? O que saiu no de vocês?”

“O meu era uma porcaria”, eu disse. No fim tudo será revelado. Dã. Eu não precisava de previsão nenhuma pra descobrir isso.”

Emma abriu o seu e leu em voz alta:A prosperidade baterá à sua porta em breve”.

Dei risada.

KIllian olhou para mim. “Você roubou o biscoito de alguém, Swan.”

“É melhor manter Killian à distância do seu biscoito”, eu disse, brincando.

Emma se inclinou na minha direção e roubou metade do meu. “Não se preocupe, meu anjo. Seu biscoito é o único que me interessa.” Ela o jogou na boca e piscou para mim.

“Ei”, protestou Killian. “Já para o quarto, vocês duas.” Ele quebrou seu biscoito da sorte com um gesto floreado, e logo depois ficou furioso: “Que porra é essa?”.

Eu me inclinei para a frente. “O que está escrito aí?”

“Confúcio diz”, Emma impostou a voz, “o homem de uma perna só tem sempre um pé no passado.”

Killian atirou metade de seu biscoito em EMma, que o apanhou com habilidade e sorriu.

“Dê isso aqui.” Tomei o papelzinho da mão de Killian e li. Imediatamente caí na risada.

“Vá se foder, Regina.”

“E então?”, Emma quis saber.

Pegue outro biscoito.

Emma abriu um sorriso. “Até os biscoitos estão zoando com a sua cara.”

Killian atirou a outra metade do biscoito.

Era uma noite como tantas outras que passei com Killian na época da SDSU, o que despertou meu interesse sobre como Emma devia ser na época da faculdade. Pelo que tinha lido na imprensa, sabia que ela tinha se formado na Columbia, mas saiu antes da pós-graduação para expandir os negócios.

Ela tinha amigos por lá? Fazia parte de alguma fraternidade, ia a festas, ficava bêbada, transava por aí? Ela era tão controlada que eu não conseguia imaginá-la num momento de descontração, ainda que fosse exatamente isso o que estávamos fazendo ali.

Ela olhou para mim, ainda sorrindo, e meu coração disparou dentro do peito. Pela primeira vez eu a via como alguém de sua idade, jovem e simpática, apesar de séria — enfim, uma pessoa normal. Nesse momento, éramos só um casal de trinta e poucos anos se divertindo em casa com um colega de apartamento e um controle remoto. Ela era simplesmente meu namorado, nada mais. Tudo parecia gostoso e descomplicado, o tipo de ilusão que tinha um enorme apelo para mim.

O interfone tocou e Killian levantou em um pulo para atender. Ele me olhou e sorriu.

“Pode ser Trey.”

Cruzei os dedos.

Minutos depois, porém, quando Killian abriu a porta, quem entrou foi a loira alta com quem eu tinha cruzado na outra noite.

“Oi”, ela disse, atacando o que restou do jantar sobre a mesa. A loira espichou os olhos para Emma quando ela educadamente se levantou com toda a beleza de movimentos a que estava acostumado. Ela deu um sorrisinho falso para mim, e logo em seguida fez sua melhor pose de supermodelo para minha namorada enquanto estendia a mão para ela.

“Tatiana Cherlin.”

Ela apertou sua mão. “Sou o namorada de Regina.”

Fiquei surpresa com a maneira como ela se apresentou. Estaria protegendo sua identidade? Queria estabelecer certa distância entre eles logo de cara? Fosse como fosse,gostei da resposta.

Killian reapareceu com uma garrafa de vinho e duas taças. “Vamos lá”, ele disse, apontando para o quarto.

Tatiana se despediu com um rápido aceno e foi atrás de Killian. Quando ela estava de costas, chamei a atenção de KIllian para que ele lesse meus lábios: “O que você está fazendo?”.

Ele piscou e respondeu baixinho: “Estou pegando outro biscoito”.

Emma e eu decidimos que já estava na hora de dormir, e fomos para o quarto.

Enquanto nos trocávamos, quis esclarecer com ela a dúvida que surgiu durante o jantar:

“Você tinha um matadouro na época da faculdade também?”.

Ela tirou a camiseta antes de responder. “Como é?”

“Você sabe, um lugar como aquele seu quarto de hotel. Você é um mulher ativo. Só queria saber se você já tinha um esquema bem organizado desde aquela época.”

Ela balançava a cabeça, mas naquele momento eu só tinha olhos para seus seios perfeito e seus quadris estreitos. “Já transei mais com você do que nos últimos dois anos da minha vida somados.”

“Até parece.”

“Trabalho muito, e malho que nem uma condenada, exatamente para ficar exausta na maior parte do meu tempo livre. De vez em quando recebia ofertas que decidia não recusar, mas fora isso o sexo sempre foi uma coisa secundária na minha vida até conhecer você.”

“Que mentira.” Eu não conseguia acreditar no que estava ouvindo.

Ele me fuzilou com o olhar enquanto se dirigia ao banheiro com sua nécessaire preta de couro. “Continue duvidando de mim, Regina. Pague pra ver.”

“O quê?” Eu o segui, aproveitando para admirar sua bunda enquanto andava. “Você vai provar que o sexo é uma coisa secundária pra você transando comigo de novo?”

“Quando um não quer...” Ela abriu a nécessaire e pegou uma escova de dente nova, que tirou da embalagem e deixou no meu banheiro. “Você toma a iniciativa tanto quanto eu. Precisa sentir essa ligação que temos tanto quanto eu.”

“É verdade. Eu só queria...”

“Só queria o quê?” Ela abriu uma gaveta, fez cara feia ao ver que estava cheia e partiu à procura de outra.



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