História Toda Sua - Capítulo 4


Escrita por: e PriMSalvatore

Postado
Categorias The Originals
Personagens Klaus Mikaelson, Personagens Originais
Tags Drama, Ecchi, Familia Original, Hentai, Hot, Irmãos Mikaelson, Klaus Mikaelson, Os Originais, Romance, Série Sua, The Originals, The Vampire Diaries, Toda Sua, Tvd
Visualizações 54
Palavras 6.572
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meus amores, capítulo novo no ar o/ <3 :3

Gente, desculpe a demora para postar o capítulo... tive uns problemas pessoais e algumas gripes nesse meio tempo HAHA´

Bem, vamos ao capítulo então... :3

Capítulo 4 - Capítulo 4- Marked.


07 de Setembro, 2019.

POV Jesse.

Me acordei no outro dia era quase 10:30. Que droga, podia dormir mais... é um sábado. Suspirei e sabendo que não conseguiria dormir mais, me levantei e fui tomar um banho. Sai do banheiro vestindo meu roupão e antes de me vestir, fui ver o meu celular. Olhei com esperanças de ver uma mensagem de Klaus, mas não tinha. Pensei de mandar um “Bom dia”, mas acho que é melhor saber primeiro se ele quer de fato algo comigo. Deixei meu celular na cômoda e fui pegar uma roupa, pegando uma saia jeans e blusa mais soltinha. O tempo estava quente e denso em New Orleans. Me vesti e fui para frente do espelho pentear o meu cabelo e fiz um rabo de cavalo alto. Dei uma virada de lado para dar uma conferida no espelho quando notei algo na minha nuca. Uma frase, não, um nome. Olhei mais de perto e ali, em letras médias e em tinta preta de tatuagem dizia claramente “Niklaus Mikaelson”. Santo Deus, o que é isso?! Acho que fiquei uns dez minutos parada na frente do espelho de boca aberta sem reação, mas assim que sai do torpor, resolvi resolver as coisas por agora. Peguei minha base, passei na “tatuagem” até cobri-la suficientemente e depois passei pó compacto para selar ali. Soltei meu cabelo e dei uma virada conferido; tudo coberto. Respirei aliviada. Preciso descobrir o que fazer com isso. Como isso aconteceu? Falar com uma bruxa, talvez... Não, elas nos odeiam. Eu nunca fiz nada, mas mesmo assim. Padre Kieran talvez? Suspirei e era melhor pensar nisso depois de ter comida no meu corpo. Mandei uma mensagem para London para fazermos alguma coisa, esperando que ela me respondesse o que devíamos fazer. Desci e Scott me acompanhou, chegando na cozinha e vendo Dean ali. Será que ele voltaria a falar comigo?- Bom dia.

- Bom dia.- Dean disse.

- Tá quente hoje, né?- Perguntei.

- Demais para um setembro.- Dean disse.

- Pois é.- Disse.

- Vai fazer o que hoje?- Dean perguntou.

- Sair com a London, provavelmente.- Disse.

- Do que o Bill estava falando ontem? Dela me acalmar?- Dean perguntou.

- Não sei.- Disse.

- Você que vive o dia todo com ela e não sabe?- Ele questionou.

- Pois é, mas não sei.- Disse.

- Tudo bem.- Ele disse.

- Porque?- Perguntei.

- Você sabe que eu acho que ela ficou uma pessoa muito superficial e quer levar você pelo mesmo caminho.- Ele disse.

- Nossa, obrigada por achar que eu sou uma pessoa tão influenciável assim.- Disse.

- Você a adora. Ontem foi um exemplo.- Ele disse.

- E o que isso tem a ver?- Questionei.

- Foi absurdo ela ficar me segurando para não ir até você.- Ele disse.

- Eu estava perfeitamente segura.- Disse.

- Ah, estava muito.- Ele disse.

- Estava sim.- Disse.

- Eu não tenho porque ficar falando, ficou claro que você não se importa com a minha opinião.- Ele disse.

- Quanto drama Dean, eu estava só conversando com um cara legal e conhecido. E eu sou solteira até onde eu sei.- Disse.

- Deixa Jesse.- Ele disse.

Suspirei.- Dean, eu te amo e você sabe disso. Sua opinião é mais do que importante para mim, mas você exagerou na sua reação. Eu não fiz nada e mesmo se tivesse feito... não teria feito nada de errado.

- Eu já disse que isso já acabou.- Dean disse.

- Hã... Ok então.- Vi meu pai chegando e logo uma mensagem da London dizendo para irmos tomar um milkshake e caminhar na praça.- Tô saindo gente. Até daqui a pouco.- Dei um beijo no meu pai e sai de casa. Não demorei a chegar na praça, uns dez minutos e London já estava em um dos bancos. Ela morava bem perto dali.- Oi.

- Oi.- Ela disse sorrindo.- Pode sentando e contando tudo mocinha.

- Tudo o que?- Perguntei.

- Do gostoso de ontem. Trocaram telefone? Ele te ligou?- Ela perguntou.

Até onde eu podia contar a ela? London não sabia de tudo...- Hã... sim para as duas.

- E ele é tão legal quanto bonito ou só mais um safado?- Ela perguntou.

Ri.- Ele é legal sim.

- Só cuidado amor, ele é mais velho e você sabe o que ele pode estar querendo.- Ela disse.

- Sim, eu sei.- Disse.

- E qual é o nome desse pretendente misterioso?- Ela perguntou.

- Klaus.- Disse.

- Nossa, chique.- Ela disse.

- Hmm... London, eu posso te fazer uma pergunta?- Perguntei.

- Todas que quiser.- Ela tomava do milk-shake.

- Você gosta do Dean?- Perguntei.

Ela teve dificuldade para engolir.- O que?

- Você ouviu.- Disse.

- Da onde tirou isso?- Ela perguntou.

- Do seu jeito e do que as pessoas falam. Você nunca me disse nada, mas estou começando a desconfiar e acho que não me disse nada justamente por saber que eu moro com ele.- Disse.

- Não é nada que precise se preocupar.- London disse.

- London... fala.- Disse.

- Deixa Jess.-Ela desviou o olhar.-A gente não se pode deixar levar por desvaneios que não vão levar a nada.

- Eu sou sua amiga ou não?- Questionei.

- É um anjo de amiga na minha vida.- Ela disse.

Sorri.- Então diga.

- É verdade.- Ela disse.

Suspirei.- O Dean é complicado... ele é teimoso e fechado. Ele não falou direito comigo por seis meses depois que meus pais o adotaram. Ele é estourado e difícil.

-Não precisa defender ele. Eu sei que é algo que só vai existir na minha cabeça.- London disse.

- Não estou defendendo ele, só querendo te explicar porque ele é tão esquentado.- Disse.

- Tudo bem.- Ela disse.

A abracei.- Bem, como está em casa?

- A merda de sempre. Agora ela está com um namorado novo.- Ela riu.- Você imagina.

Suspirei.- Eu sinto muito. Você pode ir dormir lá em casa sempre que quiser, sabe disso. Meu pai comprou um colchão para você.

Ela sorriu.- Ele é um fofo.

- Ele é o melhor.- Disse.

- Pode deixar que se precisar eu vou para lá, mas hoje não deve ter ninguém em casa, então vai ser mais tranquilo.- Ela disse.

- Tudo bem, mas se precisar é só ir. Não precisa nem avisar.- Disse.

- Eu não disse que você é um anjo de amiga?- Ela questionou.

Sorri.- Faço o que posso.

- É por isso que todo mundo te ama. Tanto que além do todo delicioso Klaus, o Bill tá doidinho para ter uma chance.- Ela disse.

Ri.- Isso já é coisa da sua cabeça.

- Não é nada. Ontem ele estava babando em você, com certeza em mais de um lugar.- Ela disse.

- London!- Tentei não corar.

- Eu disse que você estava arrasando ontem. Ele não tirava os olhos da sua bunda.- Ela disse.

- Eu estava de vestido e tênis, nada demais.- Disse.

- Para com isso Jesse, assume a gostosa que você é.- Ela disse.

Ri.- Ok, ok... para com isso.

- Sua timida exagerada.- Ela riu.

Ri e senti meu telefone vibrar. Peguei e era uma ligação de Klaus.- Espera ai.- Atendi.- Alô?

- Bom dia.- Ele disse.

- Bom dia.- Disse.

- Quem é?- London perguntou.

- É o Klaus.- Disse.

- Está podendo falar?- Ele perguntou.

- Sim.- Disse.

- Ótimo. Vou te esperar no Hyde Park as seis, no lado sul.- Ele disse.

Sorri.- Tá bem.

- Mal posso esperar.- Ele disse.

- Eu também. Nos falamos depois, ok? Estou com a London agora.- Disse.

- Manda um abraço para ela.- Ele disse.

Sorri.- Tudo bem.

- Até mais tarde.- Ele disse.

- Até.- Disse e sorri, desligando.

...

 

POV Klaus.

Desliguei e sorri. Eu sei que parece bobo, mas eu estava louco para vê-la e quem sabe, já conseguir poder possuir aquele corpo. Ela parecia ser gostosa e bem doce, ah sim, gozar naquela boceta era o que eu mais queria agora. Me troquei e sai do meu quarto, descendo e dando de cara com o Elijah.- Bom dia.

- Bom dia.- Ele disse.

- Os móveis novos ainda não chegaram?- Ele perguntou.

- Chegam hoje.- Ele disse.

- Até que enfim essa casa vai ter uma renovada.- Disse.

- Verdade. Ainda cheira a mofo.- Ele disse.

- Rebekah saiu com o Marcel de novo?- Perguntei.

- Sim.- Ele disse.

- Isso já está saindo do controle.- Disse.

- Porque?- Ele perguntou.

- Se em tanto tempo não chegou a dar certo, acha que vai dar agora?- Perguntei.

- Niklaus, você mesmo deu sua “benção” a eles a anos atrás. Você viu que deu certo. Torça pela nossa irmã.- Ele disse.

- Eu conhecia aquele Marcel, coisa que não faço agora.- Disse.

- Ele é o mesmo Marcel que você quase teve um treco por ele ter ido para a guerra e depois foi pessoalmente atrás dele levando mulheres para ver se o convencia a vir para casa de tão desesperado de medo que você estava.- Ele disse.

- Eu não estava com medo.- Disse.

- Ah, estava sim.- Ele disse.

- Você nunca fica a meu favor não é?- Perguntei.

- Isso é a seu favor.- Ele disse.

- Claro que não Elijah. E quando ela chegar vou falar com ela, ou melhor, vou direto nele.- Disse.

- E você pretende fazer o que? Proibir uma vampira original de transar? Boa sorte com isso irmão, você pode ser um hibrido, mas Rebekah não é Katherine Pierce com 500 anos...- Ele parou.- Ah, é, você não conseguiu impedir ela de nada também... desculpe.- Ele tentou não rir.

- Eu ainda não sei porque trouxe você para cá, deveria ter vindo sozinho.- Disse.

Ele riu.- Leve as coisas na esportiva Niklaus e deixe nossa irmã ser feliz.

- Se dependesse de você ela teria casado milhares de vezes e teríamos filas de maridos aqui.- Disse.

- Ok, ok...- Ele bebeu do café e olhou para a porta, onde o Kol entrou.

- Bom dia coroas caseiros.- Ele riu.

- Coroas caseiros?- Perguntei.

- Sim, vocês vivem enfiados nessa casa, só falta pegar uma teia dessas e se enrolar nela.- Kol disse.

- E você tá fazendo o que?- Elijah perguntou.

- Eu vim tomar um banho e trocar de roupa.- Ele sentou ao lado do irmão.- Sabe irmão, passei a noite com um trio de garotas que puta merda... você deveria lembrar como é.

- E você deveria ser bem mais discreto, Kol.- Ele disse.

- Que isso, somos irmãos e não temos essas frescuras.- Kol disse.

- Você está todo animado mesmo de estar em New Orleans.- Voltei a sala com um café.

- Até demais.- Ele riu.

- Alguém tem que animar isso aqui. Vocês só estão nisso de governo de cidade e não estão aproveitando nada.- Kol disse.

- Coloque isso só para o seu irmão ai.- Disse.

- É engraçado que vocês tem muitas certezas sobre mim.- Ele sorriu, bebendo do café.

- É que tem coisas que não tem como a gente disfarçar.- Disse.

- E tensão sexual é uma.- Kol disse.

- Então o sistema de leitura corporal de vocês está bem quebrado.- Elijah disse.

- Duvido.- Ele riu, pegando a xicara do irmão.

- Então tá. E eu espero que você não esteja saindo matando pessoas por ai, que esteja sob controle. Sabemos que você não tem nenhum.- Elijah disse.

Eu estava ouvindo a conversa e pesquisando nas redes sociais, e não consegui evitar de procurar a Jesse. Depois de um tempo acabei achando e descobri algumas coisas dela. Não acreditava que linda daquele jeito, com um corpo daquele, que ela tinha só 18 anos. Realmente ela era bem nova para mim, mas isso não me importava...- O que?

- Tá vendo o que ai que esqueceu do mundo?- Kol perguntou.

- É até engraçado ver ele mexendo em celular.- Ele disse.

- Por que?- Prestei atenção neles.

- O que tá olhando?- Ele perguntou.

- Só fazendo umas pesquisas.- Disse.

- Ou é mulher ou é para matar alguém.- Kol disse.

- Ele não está com a cara de assassino.- Ele disse.

- Você sabe que muitas vezes mato por diversão.- Disse.

- Vê o que ele tá vendo ai Kol.- Ele disse.

- O que? Que palhaçada.- Desliguei a tela.

Ele foi rápido, pegando o celular e olhando.- Ah, tinha que ser mulher.

Ele riu.- Imaginei.

- Nik! Não sabia que estava atrás de garotinhas agora. Ela é para a minha idade, não a sua. Puta merda, ela é gostosa pra cacete.- Kol disse.

- Garotinhas?- Ele perguntou.

- Me dá isso Kol.- Avancei e peguei da mão dele.

- Uiii... E sim Elijah ela deve ter no máximo dezoito.- Kol disse.

- Meu Deus Klaus... cuidado.- Elijah disse.

- Do que estão falando?- Perguntei.

- Da garota.- Ele disse.

- E por que estão se metendo nisso?- Perguntei.

- Porque se você está babando assim, tem algo ai.- Kol disse.

Ele suspirou.- Só não mate a menina.

- Porque eu mataria?- Perguntei.

- Não sei muito bem seus critérios. Já me perdi na lista.- Ele disse.

- Ou o rabo de saia foi tão bom que você está entrando naquelas paranoias.- Kol disse.

- Agora sou eu que está achando que você anda exagerando por ai.- Disse.

Ele riu e bebeu do café.

 

 

POV Misto. (Klaus e Jesse)

Não liguei para o que eles disseram e fingi que os comentários do Kol não me irritaram. A Jesse é minha e não para ele ficar excitado falando dela. Bem, depois de me livrar dos comentários irritantes deles, eu recebi as fotos que estava esperando. Sinto muito Marcel, mas está na hora de New Orleans voltar a ser minha. Preparei tudo para que as fotos chegassem ao Marcel e para minha sorte o desenrolar deveria ser lá pelo horário que eu estaria com a Jesse, então livre de problemas. Ficar esperando dar a hora foi um saco, mas no horário marcado, cheguei ao parque.

Passei o dia com a London e tentei ao máximo evitar o Dean e o drama exagerado dele. Eu não tinha feito nada demais, não ia ficar pedindo desculpas. Cheguei em casa da minha saída com a London, tomei um banho novamente e me vesti, colocando um short jeans, blusa e tênis. Não fazia ideia se era para eu ir “chique”, mas como ele não falou nada e preciso ser discreta por causa do meu pai e do Dean, pelo menos por enquanto, era melhor assim. Terminava de me arrumar quando me olhei no espelho novamente e vi a tal “tatuagem” novamente. Meu Deus... eu tinha até esquecido. O medo e a estranheza voltaram a me dominar, então passei novamente maquiagem no local. Será que devo mostrar isso a ele hoje? Afinal, é o nome dele... bem, pelo menos eu deduzo que Klaus seja diminutivo de “Niklaus”. E se não for? Acho que é bem pior... nem sei! Ah meu Deus. Suspirei, tentando me acalmar. Terminei de me arrumar e por sorte quando desci para sair só estava meu pai. Dean tinha saído. Avisei meu pai dizendo que daria uma volta e talvez fosse ver a London novamente, e sai. Peguei um Uber até o parque e não demorei a chegar, descendo do carro e logo vendo Klaus.

Eu não costumava ficar ansioso, mas a demora dela começou a me deixar assim até que a vi e sorri. Ela estava linda e sexy de um jeito simples.

Sorri.- Oi.

- Hey, achei que tinha desistido.- Disse.

- Porque?- Perguntei.

- Demorou e poderia ter pensado melhor.- Disse.

Sorri.- Você que poderia ter o feito.

- Eu não tenho motivos para isso, pelo contrário.- Disse.

- Teria mais do que eu.- Disse.

Ri e avancei, me aproximando dela. Eu já tinha decorado o perfume delicioso dela.- Melhor deixar isso de lado.- Beijei ela.

Retribui o beijo.

A peguei pela cintura, colando em mim e ela parecia mais tranquila que ontem, podia a sentir relaxada nos meus braços.

Envolvi meus braços em seu pescoço e entrelacei meus dedos em seu cabelo.

Apesar de só ter a beijado uma vez, sentia como se a boca já fosse familiar para mim, como se meu corpo reconhecesse que ela era para ser minha.

Parei o beijo e sorri.- Não sei se eu devia estar fazendo isso. Não te conheço nem a dois dias.

- Nunca liguei muito para isso de tempo.- Disse.

Ri.- Ok.- Me sentei em um banco.- Bem, acho que devemos nos conhecer então... certo?

Sorri.- Tudo bem então.

- Bem, minha cor favorita é vermelho.- Disse.

Olhava ela, para as pernas dela. Como ela queria que eu tivesse controle para conversar de coisas tão bobas?- É a mais bela de todas.

- Ah é, sangue...- Fiz cara de nojo e ri.

- Também, mas não deveria ter nojo já que é uma caçadora.- Disse.

- Meu pai e Dean são, eu só recebi um pouco do treinamento de uma, mas não gosto muito disso.- Disse.

- Você não é de violência?- Tentei adivinhar.

- Nem um pouco.- O olhei.- Posso te mostrar uma coisa?

Sorri.- O que você quiser.- Disse imaginando o que seria, mas pelo jeito dela, não seria os peitos, claro.

- Primeiramente; não surte. Isso com certeza me deixou mais assustada do que pode deixar você.- Abri a minha bolsa e peguei uma embalagem de lenços demaquilantes, levantando meu cabelo e deixando minha nuca exposta.- Passa esse lenço ai.

Estranhei o que ela pediu, mas o fiz, aproveitando para toca-la mais e assim que fui usando,  apareceu o que parecia uma tatuagem, um nome...- Mas que porque...?- Era o meu nome ali e com a minha caligrafia.

- Não sei.- Disse.

Me levantei, a olhando.- Como você tem meu nome e minha caligrafia ai?

- Não faço ideia.- Disse.

- O que você tem a ver com as bruxas daqui? Me fala.- Isso só poderia ser coisa delas.

- Hã... o que?- Porque por um momento eu achei que ele iria gostar? E porque eu esperei por isso?

- Uma coisa assim não acontece do nada, a não ser que eu tenha te deixado tão excitada ontem que você... Não, mesmo assim, não tinha como você saber da minha letra.- Olhei ela.- Espera, ontem você não estava com isso.

- Não e eu não tatuaria o nome de um homem.- Disse.

Será que eu tinha sido enfeitiçado de alguma forma? Por que eu não conseguia perceber mentira nela, poderia dizer até que confiava de certa forma.- Então isso apareceu mesmo do nada?

- Sim. Dormi com a pele limpa e acordei assim.- Disse.

- Isso é...- New Orleans e suas surpresas. Suspirei e acabei sorrindo.

- Eu vou juntar dinheiro para remover.- Disse.

- O que? Não.- Disse.

- Como não?- Perguntei.

- Ficou lindo, tirando a parte de ter aparecido do nada.- Disse me sentando de volta e tocando as letras.

Senti minha pele esquentar e pinicar com o toque dele ali.- Bem, mas acho que seria estranho eu ter um namorado um dia e seu nome estar estampado em mim.- Brinquei.

A ideia de um outro cara sequer toca-la acabou completamente com o meu humor.- Como se isso fosse acontecer.

- Porque não?- Perguntei.

- Porque não vou deixar você, a menos que você peça isso.- Afastei o cabelo dela, inspirando e beijando seu pescoço.

Me arrepiei e mordi meu lábio.- Duvido que vá querer ficar comigo por tanto tempo. Não sou como as mulheres que deve estar acostumado.

- Isso é o que faz você ser diferente.- Continuei beijando por ali.

Sorri.- Obrigada.

- E fica mais linda ainda assim ficando vermelha.- Falei mais perto do ouvido dela.

- A gente está na rua.- Disse mordendo meu lábio.

- Está vazio aqui.- Disse.

Sorri.- É lugar público ainda.- Me virei para ele.- Vamos conversar.

- Hmm.- Seja paciente Klaus.- Conversar, ok.

- O que você faz?- Perguntei.

- No tempo livre?- Perguntei.

- Você não trabalha?- Perguntei.

- Diretamente? Bem difícil, só quando quero algo específico. Quando não tenho quem resolva de tudo.- Disse.

- Ah sim. Bem, eu trabalho em uma sorveteria. O que pode ser um grande problema.- Disse.

- Por que?- Perguntei, me aproximando mais dela.

- Ficar comendo toda hora.- Disse.

- Tadinha, mas num calor desses não faz mal.- Toquei o rosto dela.

Sorri.- Bem, daqui uma semana eu já deixo de trabalhar. É uma sorveteria só de verão, então...

- Mas ainda assim discordo de você perder seu tempo assim.- Disse.

- Como assim?- Perguntei.

- Uma mulher como você merece a cidade aos seus pés.- Disse.

O olhei.- Aos meus pés?

- Sim, você é uma mulher incrível Jesse. Qualquer homem se sentiria feliz de tê-la ao seu lado.- Tipo eu nesse momento.

- E você sabe disso de uns dias só?- Perguntei divertida.

Ri.- Eu sou o primeiro da fila para isso.

Sorri.- Bem, muito obrigada então... vou procurar me casar com o presidente.

- Presidente? Sério?- Questionei.

- Ué sim, você disse que mereço uma cidade aos meus pés, vou procurar ter um país então. Pensar grande.- Disse.

- Tudo bem, posso providenciar um.- Disse.

- Um bem bonito, por favor.- Disse.

- Acho que não me entendeu.- Disse.

- O que?- Perguntei.

- Vou providenciar o país, não um cara para você.- Disse.

- Ah.- Ri.- Acho que não quero um país não. Não leve a sério.

- Ah que pena, já estava escolhendo em qual tomaria o poder.- Disse.

Ri.- Não, obrigada. A vida de adolescente já é bem mais emocionante. Ser líder de torcida então...

- Você é líder?- Perguntei já imaginando ela na roupa.

- Sou sim.- Disse.

- Puta merda.- Ela queria me matar, só podia.

- O que foi?- Perguntei.

- Você não pode jogar a imagem de você como líder de torcida e achar que vou ficar normal. Deve ficar mais gostosa ainda.- Disse e no fundo estava achando até que divertido conversar assim, por mais que ainda processasse explicações para a tatuagem.

Sorri.- Obrigada. Segunda já começa os treinos.

- Deve ser bem interessante acompanhar.- Disse.

- Parece mais divertido falando, mas é bem cansativo e eu fico cheia de roxos. Ainda mais que cada líder é “para” um jogador. E eu sou a do Dean, então tem uma coreografia especifica para quando ele entra em campo e tal.- Disse.

Só reparei em uma parte.- Você é "para" o Dean?

- Sim.- Disse.

- O que há entre vocês além de ele morar na sua casa?- Joguei para saber diretamente.

Ri.- Entre a gente? Nada. Somos melhores amigos e só.

- Não é o que parece da parte dele.- Disse.

- Como assim?- Perguntei.

- A postura dele com você não parece só de amigo.- Ou você não percebeu.

- Ele é meio estourado e protetor demais. Ele tá bravo comigo até agora só porque eu conversei com você no bar.- Disse.

- Ah, está?- Que ótimo.- Imagina se ele soubesse do resto.- Ri, beijando ela.

Ri.- Ele te mataria e me sequestraria.

- Que bom que não morro então.- Disse.

Ri.- Pois é.

- Não te incomoda?- Perguntei.

- Ter o nome de um vampiro original na minha pele? Talvez seja meio perigoso, né?- Brinquei.

- Não vou deixar nada acontecer com você a partir de agora. Vai ter que me aturar.- Disse.

O olhei e toquei o rosto dele.- O que a gente está fazendo exatamente?

- Seguindo o que você pediu, conversando. Por mim já era muito muito mais.- Me inclinei, beijando o pescoço dela.

Me arrepiei e mordi meu lábio.- Você realmente não se importa de estarmos na rua, né?

- Não.- Rocei meus dentes de leve.

Ri.- Mas precisamos parar. Eu tenho vergonha de pessoas nos vendo assim.

- Por que? Não estamos fazendo nada demais.- Disse.

- Estamos sim.- Disse.

- Não estamos não.- Peguei nas coxas dela.- Mas podemos fazer mais.

Sorri, me sentindo corar.- Klaus...

- Sim.- Respondi a olhando.

- Eu não posso.- Disse.

- O que linda?- Perguntei.

- Ficar me agarrando com você na rua.- Disse.

- Não tem quase ninguém aqui.- Olhei ao redor. Tinha escolhido ali bem por isso.

- Eu não me sinto confortável.- Disse.

- Quer sair daqui?- Perguntei.

- Ir para onde?- Perguntei.

Percebi que ela realmente era inexperiente e optei por ir com mais calma.- Podemos andar e ir comer algumas coisa.

- Tudo bem.- Disse.

Levantei, dando o braço a ela.- Vem, vamos.

Coloquei meu braço no dele.- Vamos.

Andamos por uma parte do parque e quanto mais conversava mais irresistível era estar próximo a ela. Claro que tinha todo o meu tesão latente esperando para toma-la, mas enquanto isso não acontecia eu apreciava a sua companhia.- Andar assim me lembra muito o século XVIII ou XIX.

- Porque?- Perguntei.

- Andar de braços.- Disse.

- Ah sim.- Disse.

- Você ficaria linda de época, mas prefiro assim.- Disse.

- Duvido muito que ficaria. Devia ser quente demais no verão.- Disse.

- O ambiente era mais fresco que hoje, mas não deixava de ser quente.- Disse.

Ri.- Pois é.

- Mas não deixo de estar cortejando você, só não pedi autorização ao seu pai.- Disse.

- Ele diria não.- Sorri.

- Ai teríamos que dar o jeito que estamos dando.- Disse.

Sorri.- Sim.

- Posso perguntar uma coisa?- Perguntei.

- Pode.- Disse.

- Como alguém tão linda, inteligente e gostosa como você está solteira?- Perguntei.

- Hã... eu não sei te responder isso, eu acho.- Disse.

Ri.- Cada vez que te faço ficar vermelha acho você mais adorável.

Ri.- Isso é malvado. Eu não fico nada bem vermelha.

- Ah, fica sim. Imagino se eu falasse de outras coisas.- Disse.

- Tipo?- Perguntei.

Ela que me provocou.- Tipo o quanto quero tirar essa blusa sua para abocanhar esses peitos lindos.

Desviei meu olhar do dele, corando.- Klaus!

- Você que perguntou.- Ri.

Ri.- Ok.

Já estávamos ali por bastante tempo e tinha escurecido.- Está com fome?

- Sim.- Disse.

- Então vou te levar para jantar.- Disse.

- Jantar? Não estou vestida para isso.- Disse.

- Ninguém vai reparar nisso.- Disse.

- Duvido.- Disse.

- Não ligue para isso, afinal, eu também não estou arrumado para um jantar.- Disse.

Sorri.- Tudo bem.

Fomos para o meu carro e escolhi um dos meus restaurantes favoritos e que não era como ela disse, chique.- Até me deu fome também.

- Isso é possível?- Ri.- Digo com comida normal, claro.

- É mais um costume que a realidade.- Disse.

- Entendo.- Disse.

O garçom nos recebeu e nos encaminhou para uma mesa privada, dando os menus e nos deixando escolher.

- Hmm...- Olhava o cardápio.- Acho que eu vou querer um hamburguer artesanal e fritas com cheddar.

- E isso é jantar?- Questionei.

- Óbvio.- Disse.

- Não parece.- Ri.- Medalhão de filé mignon com molho de mostarda e aquelas batatas rusticas e arroz de acompanhamento. Vinho tinto, por favor.

- Ou você que é chique.- Ri.

- Sou das antigas nisso. Refeição é refeição, lanche é lanche.- Disse.

- Idoso.- Brinquei.

- Você está me fazendo me sentir mesmo.- Recebi uma mensagem de Rebekah querendo saber se eu tinha algo a ver com os problemas que Marcel estava tendo. Pelo visto lá deu tudo certo.

- Tudo bem?- Perguntei.

- Sim, é só a minha irmã.- Disse.

- Ah sim.- Disse.

- Você não sabe em quanto é feliz em ser filha única.- Disse.

Ri.- Eu tenho o Dean, na verdade.

Nossa, agora entendo toda a raiva dele... irmão.- Ainda é um só, experimente ter cinco.

- Uau, nossa.- Disse.

- Eles decidiram mudar para cá de volta também. Depois de quase um século todos nós estamos morando junto.- Ri.- Vai dar merda.

Sorri.- Você parece feliz.

Dei de ombros.- É só impressão.

- Duvido muito.- Disse.

O garçom chegou com o vinho e experimentei.- Como você gosta?

- Como assim?- Perguntei.

- De vinho. Imagino que mais adocicado.- Disse.

- Ah sim. Eu prefiro o suave, mas tomo do seco se “preciso”.- Disse.

- Acho que vai gostar desse. Pode deixar esse.- Ele serviu para ela e nos deixou.

Provei do vinho.- É bom.

- Mas não são os mesmos que tínhamos lá pelo século XIV, XV... aqueles eram divinos.- Disse.

- Meu Deus, tenho certeza que se você tivesse uma máquina no tempo como em Dark, você voltaria no passado.- Disse.

- Dark?- Questionei.

- Uma série da Netflix. Nunca viu?- Perguntei.

- Não.- Disse.

- Quais séries você gosta?- Perguntei.

- Hmm... acho que provavelmente nunca assisti. Pelo menos não recentemente.- Disse.

- O que?!- O olhei, incrédula.- Por isso você perde tanto tempo matando pessoas. Isso é tédio. O tipo de tédio que só Netflix cura.

Acabei rindo. Ela era tão inocente por achar isso.- Será?

- Com certeza.- Sorri.- Dizem que mente vazia é oficina do diabo.- Provoquei.

- Então eu estou sob minha própria influência.- Olhei ela e ela tinha uns olhos lindos, um azul profundo, mas que esbanjava inocência e bondade. Eu não deveria estar me metendo com uma menina assim.

Sorri de leve e toquei a mão dele.- Não acho que você seja nada parecido com o diabo. Na verdade, você é bem mais bonito do que todas as versões que já criaram dele em séries.

- Ah, eu imagino que sim. Chifres e rabo não caem bem em mim.- Disse.

Ri.- Quem sabe.

- Então você seria um anjo, o anjo da perdição.- Nossa comida chegou, mas não soltei a mão dela.

- Então não seria bem um anjo.- Disse.

- Ah, é sim, mas um que faz qualquer homem da terra perder a cabeça.- Eca, que brega tô ficando.

Ri.- Bem, você que está dizendo.

- É melhor comermos.- Disse.

- Sim.- Disse.

Bebi do vinho e acho que estava me deixando levar demais por ela. Acabei contando algumas coisas particulares e tem isso dessa tatuagem... Porra, essa merda está se enrolando e não estou no controle. É como se tivesse uma coisa me atraindo para ela e odiasse tudo que estava ao redor, como o cara da mesa ao lado que olhava as pernas dela ou o garçom que olhou disfarçado para os peitos dela. Cacete, vocês querem morrer aqui mesmo?

Sorri e comia do hamburguer.- É muito bom.

- A excelência deles é em todos os pratos.- Disse.

- Percebi.- Disse.

Comi da minha comida e meu telefone tocou de novo, agora era Marcel, mais ia deixar ele esperando um pouco.- Seu pai e Dean caçam sempre?

- Faz um tempo que eles não saem literalmente para caçar, mas sempre que ouvem algum rumor ou algo do tipo, sim. Fico dizendo para eles que ele parecem o Dean e o Sam de Supernatural. O Dean já tem até o nome.- Ri.- Desculpe, mais referências.

- Outra série?- Perguntei.

- Sim.- Disse.

- Estou achando que é viciada em séries.- Sorri, bebendo.

- Talvez um pouco.- Ri.

- Que bom que pode se divertir.- Não seja tão bobo a ficar encantado pelo sorriso dela, por favor.

Sorri e o olhei.- Você também pode.

- Digamos que minha agenda andou um pouco cheia demais.- Disse.

Ri.- Eu imagino.

- Acho que não.- Comi uma batata.

- Estava cheia com o que?- Perguntei.

- Mortes, ameaças, feitiços, familiares reaparecendo... minha transformação em hibrido.- Disse.

- Uau, bem cheia a sua vida.- Disse.

- Pois é e agora voltamos para casa.- Disse.

Sorri.- Que bom.

- Nem tanto, nem tudo foi como imaginei.- Disse.

- Tipo?- Perguntei.

- Marcel tomou o lugar que era meu no controle da cidade e agora estamos divergindo em ele repassar a mim.- Disse.

- Você não é, tipo, mil vezes mais forte do que ele?- Questionei.

- Sim, mas não está nos meus planos machuca-lo.- Disse.

- Porque não?- Perguntei.

- Ele é meu filho.- Esclareci a ela.

Me engasguei com o vinho.- O-o que?

Sorri.- Não biológico claro, mas criei ele desde pequeno e todos se afeiçoaram a ele.

- Mesmo assim... Nunca imaginei isso.- Disse.

- Hoje não são muitos que sabem disso.- Disse.

- Bem, biológico ou não, ele saiu bem parecido com você então.- Sorri.

Sorri.- Não vou negar que por uma parte sinto orgulho em como ele reergueu tudo aqui depois que saímos.

Sorri.- Você é fofo.

- Fofo? Com certeza não.- Disse.

- É sim.- Disse.

- Em que?- Perguntei terminando de comer.

- Comigo e quando fala do Marcel.- Disse.

- Você é... diferente.- Disse.

Sorri.- E porque?

Dei de ombros.- Estou tentando descobrir.

Ri.- Ok.

Deixei ela terminar de comer e o cara ao lado não se tocava e aquilo foi me irritando até que levantei, indo até a mesa dele e o compeli para bater o carro quando sair dali. Babaca. Quem sabe assim aprende a não ficar secando a mulher dos outros.

- Hã... o que foi isso?- Perguntei.

- Nada não.- Sorri.- Satisfeita ou quer algo a mais?

- Não, obrigada.- Disse.

- Nada de doces?- Perguntei.

- Aqui não. Podemos comprar sorvete em uma “banca” de rua.- Disse.

- Tudo bem.- Pedi a conta e logo depois saímos.

- Tudo bem?- Perguntei.

- Claro.- Passei o braço pela cintura dela, deixando ela colada em mim.

O olhei e sorri.- Sério? O que você fez para aquele cara?

- Por que você quer saber? Ele era um babaca que não respeita a mulher alheia.- Disse deixando minha irritação ficar evidente.

- A mulher alheia?- Tentei não sorrir.

- Sim. Então ele foi dar umas voltas de carro por ai passando vergonha.- E depois enfiar o carro em um poste.

Sorri.- E desde quando eu me tornei “sua mulher”?- Eu podia estar focando na parte errada, mas eu queria saber.

- Enquanto estiver comigo, é.- Respondi, a olhando e como chegamos junto do carro, a coloquei contra ele e a beijando.

Retribui o beijo, entrelaçando meus dedos em seu cabelo.

Para testar uma coisa, toquei na tatuagem dela e senti ela gemer contra minha boca. Porra, ela estava mais sensível ainda.

Parei o beijo, o olhando e mordendo meu lábio.- Então quer dizer que só sou sua quando eu estou com você? Quando não estou posso até namorar?

- Negativo.- Ri.- Você é minha em todo o tempo que estivermos juntos Jesse, a não ser que me dê um chute.

Sorri.- E o que isso quer dizer?

- Que eu espero que não esteja pensando em já me dar um fora. - Beijei ela devagar, dessa vez a provocando.

Sorri.- Não.

- Ótimo.- Senti uma coisa vibrar e era o celular dela.

Peguei meu celular e atendi.- Oi pai.

- Jesse, onde você está?- Ele perguntou.

Afastei o cabelo dela, beijando áreas livres do pescoço.

Afastei ele um pouco, colocando meu dedo sobre seus lábios e sorrindo.- Desculpe pai, me distrai caminhando pelo centro depois que London foi embora. Já to indo para casa.

- Quer que eu vá te buscar?- Ele perguntou.

- Não precisa.- Disse.

- Tudo bem. Não demora.- Ele disse.

- Tudo bem.- Disse.

- Venha com cuidado.- Ele disse.

- Pode deixar. Até mais.- Desliguei.

- Você ainda não vai para casa.- Prendi ela contra o carro.

- Não?- Perguntei.

- Não, está muito cedo ainda.- Falei contra a boca dela. Porra, a minha vontade de a foder era tão grande que tinha que me controlar para não avançar e rasgar essas roupas dela.

Sorri e toquei o rosto dele. Ele é tão lindo... como pode?- Eu não posso ficar mais tanto tempo.

- Seu pai vai te colocar de castigo?- Me colei nela. Ela não entendia ou percebia o quanto estava desejando ela? Ia parar tudo agora por causa de uma ligação?

Ri.- Não.

- Então não esquenta com isso.- Disse.

- Vou ficar mais um pouco então.- Disse.

Sorri.- Ótimo.

- O que vamos fazer?- Perguntei.

- Você que está mandando no passeio lembra?- Perguntei.

Ri.- Pode decidir.

- Hm... Minha casa, meu quarto, minha cama. Vamos.- Disse abrindo a porta do carro para ela.

O olhei e ri.- Isso não. Ainda não, pelo menos.

- Da onde você saiu hein?- Não era normal um mulher solteira, as vezes comprometida mesmo, recusar um convite meu assim.

- Da minha mãe.- Sorri.

Ri, fechando o carro.- Vamos, te prometi um sorvete.

- Certo, vamos.- Disse.

Ela riu e a acompanhei. Sério, acho que muitas poucas vezes me deixei levar com uma mulher que nem conhecia assim, muito menos sem rolar sexo. Mas ai que está o problema, estar com ela não era como estar com uma desconhecida. Jesse tinha despertado coisas em mim e isso incluía me sentir confortável com ela, como se eu já a conhecesse desde sempre. Depois de achar o sorvete que ela queria demos mais algumas voltas e a levei para casa. Observei ela ir da esquina que parei e já queria a tomar de novo nos meus braços. Puta que pariu, estou fodido.

 

 

 

 


Notas Finais


Então, gostaram? Espero que sim! <3 :3 E esse "primeiro encontro" desses dois? Perfeito, né? <3 E a tatuagem já está ai... :3

Ah, sempre que sair um capítulo novo terá fotos novas no instagram da Jesse, então sigam lá: @lovelyjessecampbell / @personagensfanfics2019 / @personagensfics2019 / @jessicapriscilafanfics

E ah, fiquem de olho nos comentários das fotos que tem sempre comentários dos outros personagens por lá :3

Bem, nos falamos nos comentários e até o próximo! <3


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