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História Today Is Your Day (Malec - short Fic) - Capítulo 24


Escrita por:


Notas do Autor


Quase duas semanas sem parecer aqui, fui péssima...

Mas estou de volta e tento me redimir com esse último capítulo😳😍

Muito obrigada a todos que leram e acompanharam mais uma das minhas loucuras literárias, e com isso terem me permitido explanar algumas ideias loucas...

Já disse isso uma vez, e torno a repetir por que é a mais pura verdade:

Isso não é um adeus, é apenas um até breve ❤️

Capítulo 24 - Twenty four


Fanfic / Fanfiction Today Is Your Day (Malec - short Fic) - Capítulo 24 - Twenty four

~Magnus~ 

- Isso está muito engraçado! – Imasu disse abrindo a porta do quarto onde terminava de me arrumar. 

- Eu realmente não esperava uma coisa dessas vinda de você meu querido! – Catarina falou colocando a cabeça para dentro do quarto – Mas ainda sim, essa  roupa é a sua cara! 

- Não queríamos nada convencional – Gargalhei olhando para minha imagem refletida no enorme espelho em minha frente.

- Isso está mais que comprovado Mag – Catarina apontou para mim e em seguida para ela mesma  que usava um vestido burlesco verde – Você esta pronto?! 

- Falta só terminar meus olhos, eu já encontro vocês lá em baixo – Falei indo atrás da minha paleta de sombras 

- Okay! – Te esperamos lá fora – Cat se aproximou me dando em beijo na bochecha  e puxando Imasu para junto dela logo em seguida.

- Não vai fugir hen! Essa roupa aqui não foi nada barata! - Ele disse antes de fechar a porta.

- Não fugiria de jeito nenhum... – sorri para meu próprio reflexo voltando aos meus últimos retoques, sem deixar de mergulhar em meus pensamentos. 

Meu corpo aos poucos ia despertando a cada novo roçar de lábios que tocavam hora minha nuca, as vezes meu ombro e só para não perder o costume, a linha sensível de meu pescoço. 

- Se não for para acordar assim todas as manhãs, eu me recuso acordar – murmurei coçando os olhos enquanto me espreguiçava 

- Pois então, acho melhor se mudar comigo para nosso apartamento o mais breve possível. – Alec sussurrou em minha orelha deixando uma mordida travessa. – Bom dia noivo 

Puxei-o para dentro do meu abraço e ali ele se acomodou rápido passando uma das pernas por cima da minha. Éramos um emaranhado de pernas e braços confortáveis na posição em que estávamos. Beijei sua testa e inalei o cheiro de seu cabelo bagunçado de uma noite mal dormida, mas muito bem aproveitada. 

- Bom dia noivo – Respondi enquanto acariciava seus fios negros notando minha nova aliança ganhar muito mais brilho entre o escuro de seus cabelos. - considere feita a minha mudança.

- Fala de novo? – Ele pediu com um sorriso levado enquanto se sentava de pernas cruzadas em minha frente 

- Só se você voltar pra cá agora mesmo – bati em meu peito sem me importar com o quão mimado minha voz havia me deixado soar.

Alexander se esgueirou de volta para meu lado, dessa vez me puxando para cima de si enquanto ria. Sua risada era sempre muito gostosa de ouvir, mas aquela sem dúvida parecia muito mais feliz e maravilhosa.

Eu me encontrava praticamente em cima dele, mas como sempre, estávamos completamente confortáveis em mais uma posição estranha onde não sabíamos direito onde um começava e o outro terminava.

-Meu noivo... – Sussurrei deixando um beijo em seu queixo – meu Noivo...- na testa -  noivo... - Nos lábios -  noivo...

- Posso ouvir isso pra sempre sabia? – Disse me apertando ainda mais em seus braços. 

- Acho que vou gostar muito mais quando eu puder te chamar de marido – Respondi abaixo enquanto acariciava seu tronco

- Sem dúvidas vai ser ainda melhor... – Sua voz continha um sorriso preguiço - Precisamos contar para os outros

- Precisamos – concordei – Podemos pensar com calma em como dizer a todos... 

Alec assentiu em um barulho baixo e se aconchegou ainda mais na cama. O silêncio tomou o quarto e enquanto sentia seus dedos acariciando meus cabelos eu ouvia seu coração, e esse barulho suave aquecia o meu. Eu estava ali, em seu abraço, sentindo sua respiração soprada que deixava pequenos beijos de tempos em tempos em minha testa.

- Acordem!! – Izzy gritou do lado de fora assustando nós dois que a minutos incontáveis nos acariciávamos em silêncio – Andem logo! Problema de vocês que não dormiram! Levantem a bunda gorda de vocês! – Batia incontáveis vezes na madeira.

Nossa bolha havia sido quebrada e eu sentia um misto de tristeza e aceitação engraçada.De agora em diante seria essa a nossa vida, as loucuras de sua família o tempo todo a nossa volta, mas estava muito feliz por isso.  Não estava acostumado com todo aquele barulho, nem aquelas confusões, mas estava feliz em fazer parte de tudo aquilo com ele. 

Me sentei na cama e esfreguei  meus olhos  enquanto  Alec ia em busca de sua calça de moletom perdida nos primeiros segundos daquela madrugada. 

- Espero que estejam vestidos Porque eu estou entrando! – Foi a frase que antecedeu a uma Isabelle  de pijama rosa entrando no quarto com as mãos cobrindo o rosto.

- Pode abrir os olhos minha cara Isabelle – Falei sem conseguir conter o riso 

Eu não estava vestido, mas me encontrava com o quadril completamente enrolado por cobertas grossas e aquilo me parecia cobertura o suficiente para atender alguém. iZzy descobria os olhos em um suspense fingido enquanto Alec sentava-se ao meu lado revirando os olhos em direção a irmã, cruzando as pernas agora cobertas por uma calça de flanela azul. 

- Uffa! Vocês não sabem o medo que deu abrir essa porta. Bom dia! 

- Se tivéssemos fazendo algo teríamos parado ao primeiro som estridente da sua voz Izzy – Alec falou me puxando para perto – Bom dia,  o que faz aqui? 

- Como assim o que eu faço aqui?! Vocês estão atrasando nosso café da manhã! – Gesticulou impaciente apontando para o relógio ao lado da cama que dizia passar das 9:40 da manhã. – Demos uma hora a mais para vocês, mas eu estou com fome e não quero esperar nada então tratem de se arrumar e descer.

- Desculpe minha querida – Pedi me afastando de Alec arrumando as cobertas em meu quadril 

- O que é isso?! – Ela gritou e por um segundo achei ter revelado mais do que devia – Isso é o que eu estou pensando que é?! – apontou um dedo de unhas compridas direcionando-os para nossas mãos.

Alec me olhou com os olhos arregalado e nervosos e enquanto eu pensava em uma forma de desconversar, senti minha mão ser puxada. 

- AÍ MEU DEUS!  AÍ MEU DEUS! ISSO É UMA ALIANÇA DE CASAMENTO?! – desviei da mulher que esmagava minha mão e a de Alec e voltei minha atenção para o homem ao meu lado  que coçava a nuca claramente envergonhado – É não é?! 

Alec assentiu de forma lenta e eu sorri tímido em direção a minha cunhada histérica que  a cada segundo abria um sorriso ainda maior que o anterior. 

-MÃE! PAI! – Isabelle gritou soltando nossas mãos e correndo até a porta. Nunca quis tanto poder materializar minhas roupas em mim mesmo como naqueles próximos segundos – CORRE AQUI AGORA! CORRE !! 

Alec levantou em um pulo atrás da irmã e por um momento os vi como duas crianças fazendo arte. Izzy disparou porta a fora e Alec logo atrás gritando o nome da irmã enquanto ao fundo podia ouvir isabelle gargalhando.

- Aparentemente não temos tempo de pensar em como contar para a todos – Suspirei me colocando em pé indo atrás de roupas.

Não me parecia nada prudente permitir que mais uma vez meus sogros me vissem com pouca roupa na companhia do filho deles.”

...

~Alexander~ 

Corri escada a baixo atrás de Izzy que parecia um foguete, ela gargalhava de meu desespero e eu queria matar aquela menina. 

- MÃE! PAI! Olha o Alec! – Ela gritava correndo até a sala onde todos conversavam animados.

Minha mãe vinha caminhando apressada da cozinha secando as mãos em um pano de prato e Izzy astuta como sempre, grudou-se a ela se protegendo atrás de suas costas   enquanto ria sem parar. Bufei revoltado e ela me mostrou a língua aproveitando o belíssimo escudo que havia encontrado.

- Mas que gritaria é essa? – Meu pai perguntou parando em minha frente me impedindo de tentar pegar Izzy pelos cabelos 

- Isabelle! – esbravejei e ela apenas deu de ombros fazendo uma careta infantil

- vocês não tem idade pra isso – minha mãe falou tirando minha irmã de suas costas. 

Sorri diabólico em sua direção, mas antes que eu conseguisse desviar de meu pai, ela correu até os sofás dando a volta no maior. Eu me encontrava de um lado e ela do outro com todos na sala sem entender o que estava acontecendo. 

- Vamos Alec! É uma data especial! – Ela lançou beijos no ar e eu avancei em sua direção dando a volta no sofá parando mais uma vez contrário a ela

- Os natais aqui são sempre assim? – Ouvi Clary sussurrar para jace 

- Esse é o melhor deles sem dúvida – Jace bateu palma animado – vai Alec! Corre com ela nos seus ombros! 

- Jace! Não incentive esses malucos – Maryse falou impaciente  – Vocês dois! Parem de correr na minha sala agora! Isabelle você está de meias! 

Como duas crianças eu e Izzy empacamos ao som firme de nossa mãe, Olhei para meus pais e eles pareciam confusos mas um tanto divertidos pela situação inusitada. Isabelle  franziu o cenho em uma careta e eu sabia bem o que aquilo significava.  Sempre que brigávamos ou entrávamos nesse empasse quando crianças, ela gritava aos nossos pais algo ridiculamente absurdo para desviar o foco. Aquela carinha era exatamente a mesma de anos atrás. 

- Vocês não sabem o que eu descobri... – Fingiu ingenuidade

- Nem ouse – Ameacei e ela apenas mostrou a língua

- Eu fui chamá-los para o café e sabe o que eu vi? – seus olhos eram divertidos e eu só queria me enfiar em baixo da coberta. – Alec e Magnus...

Fiz sinal de silêncio com a mão e então antes que ela pudesse continuar sua frase misteriosa, minha mãe se fez presente:

- O que é isso em sua mão?! 

- Bom dia a todos! – Magnus descia as escadas radiante usando seu jeans e uma camisa minha que havia encontrado em alguma gaveta. - Perdoem-me pelo atraso.

- Na sua mão também! – Maryse disse apontando um dedo e o oscilando entre mim e Magnus que agora estava empacado na  final da escada.

- Mãe... – falei de vagar olhando para seus olhos, não queria estragar aquela data especial com uma notícia que ela poderia não receber bem. Precisávamos de calma para contar a ela.

- Magnus... – Ela me ignorou e voltou-se para meu noivo que engolia em seco – Me responda: Isso é algum tipo de aliança? 

A sala pareceu ficar muito fria e com pouco ar em segundos, olhei para Izzy e ela estava vermelha, seus olhos estavam arregalados e seus lábios se moveram sem emitir som: “Não ia falar sobre o casamento, eu juro!” Ignorei e continuei olhando para Magnus que parecia ter esquecido como se pronunciava alguma palavra. 

- Então Bane, minha esposa te fez uma pergunta... E aguardamos a resposta – disse meu pai  cruzando os  braços ao lado de minha mãe.

- Sim – Magnus balbuciou um pouco trêmulo 

- Sim o que? Isso é uma aliança de casamento? – perguntou minha mãe 

- É sim senhor e senhora Lightwood – Magnus estendeu a mão do anel em direção aos meus pais deixando a aliança a mostra – aconteceu ontem à noite e pretendíamos contar o mais rápido possível... -iniciou de forma apressada 

- Sendo assim, meus parabéns –cortou minha mãe abrindo um sorrisos orelha e orelha.

- Meus parabéns rapaz! – meu pai puxou Magnus para um abraço.

Levou alguns muitos segundos até que Magnus correspondesse o afeto e o abraçasse também, mas isso só fez meu pai rir mais da situação, arrancando risadas aliviadas de mim e de todos os outros presentes. 

- Vocês não estão bravos? – perguntei um pouco baixo depois de soltar todo ar que havia prendido por ainda estar preocupado

- Sabíamos que isso iria acontecer uma hora ou outra meu filho – Minha mãe disse se aproximando de mim e me puxando para um abraçado apertado, daquele tipo de abraço que estralam as costas.

Inalei seu perfume enquanto era esmagado por seus braços pequenos e quando finalmente me afastei, meus olhos marejaram ao encontrar meu pai logo atrás esperando sua vez de me parabenizar.

Uma pequena fila  se revezava para nós abraçar e ao meu lado eu via o homem mais lindo do mundo enrubescer as bochechas douraras enquanto recebia um abraço apertado de clary. Quando essa veio me abraçar, deixou para trás um jace que pela emoção da notícia tirou do chão de forma completamente desajeitada um Magnus indignado pela ousadia do loiro fazendo todos da sala, exceto o próprio Magnus gargalhando sem parar.

Para variar, a notícia não havia sido espalhada de forma planejada,  mas ainda sim, como tudo que resumia Magnus e eu:  Havia sido perfeito.”

...

- Só falta você Alec... – Izzy abriu a porta do quarto me tirando de mais uma das muitas lembranças que me atingiam naquela noite – Pelo anjo! Isso é muito melhor do que eu imaginei! 

- Quão estanho eu estou? – Perguntei abrindo os braços e girando em meu próprio eixo.

- Muito! Mas tá maravilhoso, Magnus vai adorar! – Ela disse se aproximando para observar os detalhes de minha roupa – E eu, como estou? 

- Belíssima! – respondi observando-a iniciar um desfilar digno de passarela – Achei que escolheria algo mais... ousado

- Esperava o que? Coelhinha da play boy? – Gargalhou – Essa aqui me parece um ótima escolha. 

- E é mesmo – sorri em sua direção. – Eu estou tão nervoso Izzy! 

- Claro que está! Mas não precisa... Ele também está nervoso e te esperando logo ali – Apontou em direção a porta. Você está pronto?

Respirei fundo e assenti estendendo a mão em sua direção. Sentia meu corpo queimar em ansiedade, assim como minhas mãos que tremiam suadas sem parar indicando toda a pilha de sensações que antecediam o dia mais importante da minha vida até o momento. 

- Pronto! – falei alto tentando acalmar a mim mesmo. Não havia por que ter medo, aquela era a minha melhor escolha. 

 

....

~ Magnus~ 

“- Okay, Festa grande ou pequena? – Perguntei mostrando a ele algumas opções de decoração. Estávamos morando juntos a seis meses e já não conseguíamos mais adiar os preparativos. 

- Pequena – disse passando as várias decorações que eu  havia selecionado cuidadosamente – Com tema ou sem tema? 

- Com tema – beijei seu pescoço - Ar livre ou salão? 

- Capela em Vegas – Ele gargalhou e eu o acompanhei 

- Amor, você se casaria mesmo em Vegas? – perguntei depois de alguns segundos.

- Claro que sim, eu você e nossa família depois de uma despedida de solteiro insana em alguma balada com cassino dentro. – Disse deixando de lado o computador para sentar-se em meu colo.

- E como seria esse casamento? – perguntei começando a deixar uma fila de beijos em seu pescoço seguindo em direção ao peitoral descamisado. 

- hum... cheio de glitter para você e todo mundo f-fantasiado para m-mim... – gaguejou pela surpresa de ter um de seus  mamilo  aprisionados em meus lábios e minhas mãos adentrando sua calça.

- E você iria fantasiado do que? – Disse rouco deitando-o sobre o sofá e ficando por cima. Aquela conversa estava interessante, mas eu precisava senti-lo.

- Não posso te contar – Enlaçou suas pernas em meu quadril – Mas seria algo um pouco justo... – Lambeu a linha do meu pulso deixando uma mordida no final. – O que acha? 

- Acho perfeito – Gemi arrastado sentindo sua mão acariciando minha ereção ainda por fora da roupa.

- A escolha da roupa ou o casamento? – Disse falsamente inocente

- O casamento – roubei-lhe um selinho – Eu sempre prefiro você sem roupa. Inclusive, acho que está usando roupas demais agora.”

...

Ficar parado em frente aquela capela engraçada estava me deixando completamente ansioso e eu só podia descer do carro quando Alexander chegasse. Havíamos combinado que só nós veríamos na hora da entrada, e era por isso eu segurava o celular de forma  tao apertada entre os dedos. Havia chegado a quase dez minutos e agora aguardava sua ligação para que pudéssemos contar até três e sair do carro, só nós veríamos lá dentro para entrarmos de mãos dadas como havia sido o combinado. 

Meu telefone tocou alto dentro do carro enquanto olhava atento às ruas em busca do carro onde ele estaria, pela tela eu vi seu nome e a euforia me dominou. Ele havia chegado e estaríamos prestes a casar! 

- Cheguei meu amor.. Estou na porta a direita – Sua voz soou tímida do outro lado da linha e eu sorri com isso. 

- Vou descer do carro. Entrarei pela porta esquerda e você será a primeira coisa que verei. 

Sua risada soou charmosa e eu me senti derreter mais um pouco. Desci do carro apressado e dei os poucos passos até a porta. 

- Estou pronto aqui na frente... 

- Eu também. Vamos abrir no três... – Respirei fundo 

- Um...

- dois... – Respondi 

- Três. – Dissemos um pra o outro. 

O baque das portas se abrindo pareceu sumir aos poucos dentro daquele silêncio. Minha mão desligou o celular e o guardou no bolso justo da calça que usava sem nunca tirar os olhos do homem maravilhoso a minha frente. Alexander estava fabuloso! 

- Você está maravilhoso! – ele disse baixo quando finalmente paramos a poucos sentimentos de distância – Beijaria você inteiro aqui mesmo – Me confidenciou 

- Faço de suas as minhas palavras – entrelacei meus dedos nos seus – Você está uma verdadeira obra de arte Alexander 

Suas bochechas coraram e foi naquele momento que percebi ser possível se apaixonar ainda mais por alguém, quando esse se deixa se entregar para você todo dia um pouquinho mais. 

- Vamos? – apontou com o queixo em direção a grande porta a nossa frente e eu assenti animado apertando ainda mais nossas mãos.

- Vamos! 

A música que começou a tocar assim que as portas  principais abriram nos evidenciando, não era a marcha nupcial, nem um violino, era apenas um eletrônico desengonçado e barulhento que estralava a cada passo que dávamos juntos até o púlpito.  

Enquanto caminhávamos, observava de boca aberta cada um dos nossos convidados, nossas famílias e amigos já estavam lá dentro nos esperando, e eu os amava ainda mais por terem embarcado naquela loucura conosco. 

Era quase meia noite e eles todos estavam  fantasiados aguardado nosso casamento,  estavam impecáveis com os sorrisos mais bonitos do mundo, mesmo com toda a loucura e desgaste que foi terem embarcado para Las Vegas conosco e vivenciado sem sombra de dúvidas a melhor e mais insana despedida de solteiro na noite anterior. 

Maryse estava maravilhosa de mulher gato, Robert de Drácula estava impecável, Isabelle de fada e Clary de Ariel estavam simplesmente fabulosas.  Jace ao seu lado estava supreendentemente parecido com o Thor, Simon eu não havia conseguido decifrar, mas sabia que era algo referente a StarWar. Catarina vestida de  burlesca estava lindíssima em um contraste engraçado com Ragnor ao lado usando roupas normais com apenas um chifre de plástico na cabeça. Imasu de capitão Jack sparrow era digno de um Oscar de melhor figurino e seu namorado ítalo, estava engraçadíssimo dentro de uma roupa de bailarina. Ele era um homem muito grande para estar envolto em  um colan e saia de tule rosa claro 

Estavam todos lá! Todos os importantes e queridos... nossa família. Estavam todos nós apoiando em mais uma das nossas loucuras, e sorrindo ao nos ver tão feliz. Meus olhos marejaram e eu só não chorei por que encontrei finalmente o juiz de paz a nossa frente vestindo de Elvis Presley. 

Mais uma coisa absurda que fazia ao lado de Alec. 

Bem antes de conhecer Alexander eu já me imaginava casando. Me via em algum casamento classudo cheio de flores e cores que combinassem de forma esplendorosa uma com a outra, me imaginava esperando o amor da minha vida em  um terno maravilhoso e exclusivo, aguardando o homem ou a mulher também impecável em trajes fenomenais  e exclusivos. Uma festa imensa  e convidados chorando pela beleza da organização, dos votos e do nosso amor. Não vou mentir, passava horas pensando na estrutura de outro mundo que seria meu casamento e a enorme festa que seria finalmente celebrar a vida a dois.

Quando o assunto “casamento” finalmente surgiu entre nós, eu já tinha várias coisas selecionadas para serem votadas e escolhidas, mas nunca, em hipótese alguma havia me passado pela cabeça celebrar meu casamento em Las Vegas completamente fantasiado! Mas  dado a toda loucura que era a minha vida com Alexander, não vida outra melhor opção a não ser aquela que havia surgido de uma brincadeira cheia de malícia e mãos bobas; Algo tão presente em nosso dia a dia juntos.

- Boa noite a todos - Disse o juiz de paz fantasiado - Vamos iniciar essa cerimônia...  

 

.... 

 

~Alexander~ 

Estranho, era muito estranho repetir votos tão sérios quando eles  vinham da boca de Elvis Presley, mas verdade seja dita: Eu pouco olhava para aquele homem, não tinha como, Magnus estava simplesmente estonteante ao meu lado, se casando comigo! 

- Magnus Bane, nosso Alto feiticeiro da noite, você aceita Alexander Gideon Lightwood como seu marido, de hoje até o fim de seus dias? – O homem perguntou fazendo uma firula estranha na voz 

- Sim! Hoje é sempre – Magnus respondeu olhando em meus olhos me deixando ainda mais hipnotizado.

- Arqueiro Alexander Gideon Lightwood, você deseja oficializar nessa noite o compromisso de matrimônio com Magnus Bane, até o fim de suas vidas?

- Sim – Respondi rápido ainda preso nos olhos felinos e demorados a minha frente. Apertei meus dedos entre os dedos de Magnus e sorri em sua direção  – Mil vezes sim! 

- Pelo poder conferido a mim como juiz de paz dos Estados Unidos da América, eu vos declaro oficialmente casados! Podem se beijar! – Disse Elvis Presley no segundo em que uma chuva de papel laminado dourado começou a cair sobre nós ao som de palmas e um trance bizarro. 

Magnus me puxou para si e em um movimento quase desesperado, e nossas bocas se encontraram em um beijo ansioso porém sem muita profundidade em respeito aos muitos olhos que nos encaravam animados, para passar do ponto com meu marido não precisávamos é muito.

Finalizamos nosso beijo com alguns selinhos despretensiosos em meio a uma risada que acometeu a nós dois e enfim, como combinado com nossa família, saímos correndo em direção ao estacionamento onde finalmente tiraríamos um mês viajando não necessariamente para algum lugar especifico. 

Magnus apertou minha mão na sua e corremos ainda sobre os aplausos de nossa família. Não era uma fuga por que eles já sabiam, mas isso não deixou tudo menos emocionante. Eu sempre quis sair correndo do meu próprio casamento, e ter Magnus embarcando em minhas loucuras era o melhor de tudo. 

- Pra onde vamos? – Ele perguntou assim que entramos no trailer.

- Sei lá, segue reto – Magnus me olhou um tanto preocupado e eu gargalhei. – To brincando! Eu sei que você não iria aguentar nem 10 minutos dirigindo sem rumo, senhor cronograma. Então nós temos isso - Lhe entreguei um GPS 

Magnus continuou me olhando desconfiado, mas aceitou o eletrônico pendurando-o próximo ao volante. 

- E pra onde isso vai nos levar... – Perguntou olhando as coordenadas presentes na tela. Não respondi, apenas deixei que ele próprio lesse todas as informações aguardando ansioso a reação  - Wow! Bela escolha! 

- Imaginei que fosse gostar... – Disse enquanto ele se aproximava de meus lábios lá com um sorriso malicioso. - Agora podemos começar nossa lua de mel. 

 

...

~Magnus~ 

- Amor... – Acariciei seus cabelos – Acorda meu amor, chegamos.

Alexander murmurou se remexendo no estofado do banco, mas não fez menção de acordar. Plantei vários beijinhos em seu rosto e aos poucos ele voltou a se mexer.

- Você vai perder o amanhecer que você queria tanto ver... Vou acabar vendo sozinho.. – Fingi me afastar e senti seus braços grudarem em meu pescoço. Comecei a rir.

- Não pode ver o nosso primeiro amanhecer casados sem mim! – Disse ele fazendo um beicinho emburrado sem abrir os olhos.

- Mas pra isso não acontecer, você precisa acordar e ver amanhecer com seu marido... 

- Um beijo e eu acordo – lhe dei um selinho – você certamente pode fazer melhor que isso amor. – disse manhoso e eu me aproximei iniciando um beijo lento.

Nossas línguas brincavam entre si em um ritmo tranquilo até o momento que seus dentes se prenderam levemente em meu lábio me fazendo arfar  em sua boca. Minhas mãos foram até os fios de sua nuca e eu não queria soltá-los por nada. Nossas bocas se acariciavam e entre arfares ansiosos, aumentávamos o ritmo do beijo deixando-o ainda mais sensual. 

Suas mãos foram parar em minha cintura enquanto seu corpo se aconchegava no meu. Não tínhamos espaço, mas Alec conseguiu se esgueirar pelo banco parando de forma engraçada no meu colo. O apertei anda mais em meus braços descendo os dedos até chegar em  sua cintura o puxando para mais perto. 

Nosso beijo já havia deixado de ser uma simples forma de acordar, e passava a ser algo cheio cheio de dentes, chupões e gemidos. Seus dedos puxavam fios de cabelo, enquanto eu já segurava forte a carne de sua bunda entre meus dedos. 

- Preciso dizer que você nesse couro está maravilhoso – falei ainda sentindo seus lábios nos meus 

- Melhor que eu de couro, é você com esse sobretudo meu amor – Disse despositando pequenas lambidas em meu pescoço. 

- Alexander... – Gemi sentindo seus dedos massagearem meu membro – Já vai amanhecer... 

- Deixe que amanheça... - soprou sobre a pele do meu pescoço - A regra é ver nosso primeiro amanhecer como casados juntos. Podemos tentar fazer isso amanhã... - Sua boca voltou para a minha e eu só pude corresponder ao ataque de um beijo afoito e desesperado.

Alec saiu do meu colo passando apressado pelo pequeno espaço entre os bancos indo direto para a parte de trás do trailer. Segui seu exemplo e me esgueirei logo atrás. 

O espaço do trailer era pequeno, facilitando a chegada até a cama a pouquíssimos passos de nós. Puxei seu corpo para o meu e nos joguei no colchão me colocando entre suas pernas. Pelo tecido justo em seu corpo eu podia ver uma ereção muito evidente, e por conta disso sorri malicioso. 

Meus beijos desceram seu pescoço deixando uma trilha até o início de sua blusa de couro vinho e enquanto Alexander se remexia em baixo de mim em busca de mais contato, eu a abria  com a boca o zíper de sua blusa deixando finalmente livre seu tórax delicioso que fiz questão de beijar e deixar algumas marcas avermelhadas na pele branca e sensível.

- Não me torture amor... – ele pediu abrindo meus botões apressado.

Segurei seu rosto e o beijei com fome, aproveitando seu momento de distração para abrir sua calça e em um movimento rápido puxa-lá pra baixo. O movimento teria sido perfeito se as calças também não fossem de couro e portanto justa em suas coxas maravilhosas. 

- Eu preciso provar pedacinho por pedacinho do meu marido – Sussurrei enquanto ainda tentava me livrar daquele tecido horrível. 

- Eu também mereço te provar... 

Sorri já ansioso pelo momento em que o teria tocando meu corpo, e desci novamente meu rosto em direção a suas pernas, parando minha atenção em sua virilha ainda coberta pelo tecido fino da cueca. Puxei com mais firmeza a calça e finalmente o livrei do tecido, podendo enfim retirar aquele pequeno material de sua pele e me embrenhar por entre suas suas pernas. 

Ouvi-lo gemer assim que o coloquei na boca foi incrível! Alexander era sempre tão entregue e me fazia ver estrelas apenas com seus gemidos despudorados cheios de palavrões e sem a menor pretensão de serem baixos. 

Lambi e chupei toda a extensão dando prioridade para sua glande  já inchada e úmida, me demorando só para sentir seu gosto. 

- Ah caralho... – Arfou puxando meus cabelos indicando um ritmo 

Afundei-me ainda mais em sua pélvis, deixando-o ditar o ritmo que mais lhe agradava, pressionando ainda mais meus lábios ao seu redor, o chupando cada vez mais firme e forte. Não economizei saliva e quando enfim sentia Alec completamente amolecido pelo quase orgasmo, abandonei seu membro indo atrás de toca-lo diretamente em sua entrada.  Movi a língua sentindo a carne quente pulsar, sentindo meu membro vibrar em excitação com o som arrastado em supresa e deleite que saiu da boca de Alec. Sem deixar que ele se recuperasse, afundei minha língua em sua entrada enquanto iniciava uma masturbação lenta, fazendo-o gemer ainda mais alto enquanto seu corpo tremia sobre minha boca. 

Penetrei-o com um dedo voltando a suga-lo, suas costas  arquearem e sua voz implorou de forma manhosa por mais. Meu membro doía dentro da calça, mas eu ainda queria lhe proporcionar mais prazer, então, ignorando a vontade de me tocar, continuei a prepara-lo com um terceiro dedo acertando seu ponto sensível.

Seus dedos puxaram meu cabelo, mas ao invés de me manter em seu falo, me puxaram ansioso para cima. Subi meu corpo sem deixar de estimula-lo enquanto dava atenção ao seu rosto suado e vermelho. 

- Você é tão gostoso... - Sussurrei vendo-o revirar os olhos e morder os lábios para conter um gemido.

- Eu preciso de você... 

Seus braços rodearam meu pescoço me puxando para perto, e antes que pudesse pensar em algo pra responder, sua boca já se colava a minha e sua língua já invadia minha boca. Gemi sobre seu toque e ainda sem conseguir me controlar muito, arfei sentindo suas mãos puxaram minha camisa pra fora do meu corpo, descendo logo depois para minhas calças abrindo-a.

- Me fode... fode seu marido... – Ele implorou mordendo meu lábio inferior – Vai amor... 

Sua boca foi parar em meu pescoço, e as mãos habilidosas tocavam firme minha ereção. Seus olhos queimavam de desejo e eu já não podia mais provocá-lo sem provocar a mim mesmo. 

Puxei minhas calças que ainda pendiam em minhas coxas jogando-a em algum lugar no trailer, penetrando-o em um único movimento.

Alexander gritou meu nome me apertando dentro de si, e tudo que consegui fazer foi gritar seu nome em resposta a sensação indescritível que era estar dentro dele. busquei sua boca e enquanto sentia sua língua me invadir, me movi lentamente cada vez mais fundo. 

Era tão difícil me controlar... Eu me sentia tão próximo do fim, e Alec não me ajudava a retardar o momento em nada. Sua boca suja me instigava a me mover cada vez mais rápido, suas unhas curtas marcando minhas costas me faziam ir mais forte, e seus pedidos incoerentes por mais me faziam buscar desesperado pelo nosso orgasmo.

Meus dentes se prenderam em seu pescoço quando  suas pernas rodearam de forma apertada minha cintura fazendo seu quadril se chocar ainda mais forte contra o meu, seus  dentes se prenderam dolorosamente em meu ombro, e ali ele deixou um grito rouco enquanto deixa em nossos abdomens seu líquido quente. O aperto de sua entrada foi meu fim, me sentia infinitamente apertado e acolhido, e sem ter como adiar mais aquele momento, me derramei farto em seu interior gemendo seu nome sobre a pele marcada de seu pescoço. 

...

- Você nos fez perder a chegada do sol  – Falei de forma provocativa abrindo um pouco a cortina deixando uma fresta de luz adentrar nossa casa temporária. 

- Não tem problema - Ele riu - Ainda temos muitos dias para vermos ela acontecer. – Respondeu com sua voz característica do sono, deixando seus dedos pararem aos poucos os desenhos abstratos que fazia sobre meu peito.

Continuei acariciando seus cabelos e sabia que em poucos minutos ele estaria dormindo agarrado ao meu corpo, sem se importar com a necessidade de por roupa mesmo que nós dois estivéssemos naquele exato momento dentro de um veículo estacionado na orla de Victoria Beach, onde quase toda a elite corria pela manhã.

Voltei a olhar pela fresta da janela e a visão era realmente magnífica; haviam gaivotas, o azul do céu e do mar, a areia branquinha, e sol em todo seu glamour iluminando tudo. Aquele domingo tinha a manhã perfeita para se correr até o mar e mergulhar para se refrescar, mas eu apenas fechei a pequena abertura da cortina para escurecer o máximo possível nosso cantinho, sentindo Alec respirar fundo sobre minha pele. 

Melhor que ver o dia nascer, só ver Alexander assim, ao meu lado. 

Não sei dizer quanto tempo eu já o observava, e também não me interessava muito saber. Eu certamente deveria estar dormindo também, afinal, cinco horas dirigindo na madruga não é nada fácil, mas eu simplesmente não conseguia desgrudar meus olhos de suas feições tranquilas e serenas. 

Olhando para Alexander com a bochecha amassada em meu peito, os lábios entreabertos e o cabelo bagunçado, eu me pegava pensando em tudo aquilo que um dia eu já havia desejado ter, e tudo que eu havia conquistado.  Enquanto acariciava levemente a bochecha rosada, chegava a conclusão que em minha secreta lista de desejos,  sempre esteve presente em mim a vontade de encontrar alguém para viver um amor tranquilo, e um dia Alec chegou. Chegou Inesperado como a fúria da natureza, destruindo minha sanidade, e consequentemente, levando embora minhas regras, me deixando inundando apenas dele.. Ele Chegou bagunçando toda a minha vida, chacoalhando as minhas convicções  e como um delinquente, pixou meu corpo marcando em minha pele seu nome.  Alexander invadiu minha mente, fazendo dela seu espaço permanente e sem se importar ou se sentir culpado, roubou meu coração.

Ouvindo-o ressonar baixinho, eu me lembrava de como antes dele, eu já tinha em minha mente a pessoa que sem dúvidas seria o amor da minha vida! E em minhas idealizações, ela chegaria de mansinho e conquistaria meu coração... Tudo começaria com um café, e resto seria  história. Mas então, Alexander se aproximou, me agarrou muito antes de um café,  e sem café algum achou-se no direto de bagunçar tudo aqui dentro! Sem nem perguntar se podia, desmontou minhas certezas, sujou minhas esquematizações, e jogou fora minhas idealizações! Ele simplesmente chegou, entrou e fez em meu corpo e coração morada sem nem se dar ao trabalho de pedir licença.

Enquanto estou aqui, sem sono, sentindo meu braço formigar por estar a tempos na mesma posição, olhando completamente  hipnotizado e embasbacado  para  homem com quem a pouco me casei,  não consigo parar de pensar em uma coisa: Alexander não se encaixa em nada que  um dia eu desejei pra mim.  Ele não condiz em nada com aquilo que eu previamente já havia estabelecido ser necessário para a formação de  uma linda história de amor. 

Enquanto sinto meu braço doer, mas nem cogito a possibilidade de mudar de posição só para continuar sentindo seu calor, chego a conclusão de que Alexander não corresponde a nenhuma das minhas expectativas, e há um abismo imenso entre a pessoa que um dia eu sonhei pra mim, e ele. Mas ele sabe,   e sabe também  que não espero nada menos que isso vindo dele. Para falar a verdade , Alec nem tenta corresponder aos meus loucos sonhos fantasiosos do que em minha mente seria a pessoa ideal, afinal, ele se ama e se respeita o suficiente para não se diminuir e talvez caber dentro da minha limitada imaginação. E eu o amo por isso 

Vendo-o se aconchegar em mim com o rosto preso na linha do meu pescoço, meus lábios se abrem em um sorriso e meu coração palpita idiota ao perceber que quanto mais eu o conheço, menos ele se parece com tudo aquilo que um dia desejei pra mim, por que antes de Alexander eu deseja um amor tranquilo, e em nossos dias não há calmaria alguma... Nossos dias são loucos e não há tranquilidade nem em meio a nossa paz pois ela é repleta de barulho, mudanças, e emaranhado de nós.

Agora com ele sereno deitado sobre mim, seguro uma risada por lembrar que todo dia  ele me enlouquece, me desmonta, me desmancha, me bagunça... E no meio disso tudo,  nos reconstruímos juntos. E quando eu acho que já não tem mais o que bagunçar, misturar e reconstruir, eu acordo e vivo mais um dia ao seu lado. 

Agora que seus olhos se abriram preguiços e encontraram os meus, me afoguei em um azul muito mais bonito do que aquele que está do outro lado da cortina, e tenho certeza de que não posso de forma alguma confiar em minhas idealizações sobre quem seria o meu grande amor, por que sentindo Alexander acariciar meu rosto enquanto me perco no mar revolto que são seus olhos, só consigo concluir que  minha antiga idealização de pessoa ideal me parece monótona e sem graça,  assim como a ideia de começar uma história de amor com um café.

- O que acha de termos um mini porco? -   Ele perguntou aleatoriamente abrindo um sorriso infantil

- Que tal começarmos com mais um gato? – Respondi segurando uma risada.

- Só se ele puder chamar church... – Fez biquinho subindo sobre meu colo. 

- Me parece estranhamente perfeito - Respondi buscando seus lábios com os meus. 

Em uma belíssima contradição, quanto mais desordem e bagunça ele trás a minha vida, mais certeza tenho de  nunca quis que Alexander fosse uma extensão de mim e dos meus desejos e vontades, por que caso fosse, não viveria uma história de amor com o amor da minha vida, e sem dúvida alguma estaria perdendo o melhor do meu relacionamento, Ele.

 

 

 


Notas Finais


É isso queridos!

❤️


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