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História Todo dia é todo dia - dizia Lan Zhan. - Capítulo 1


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Notas do Autor


Fiz essa Shot para vocês para compensar o Hiatos de "Almas gêmeas" e espero que gostam coelhinhos🐇❤
Boa leitura!

Capítulo 1 - Capitulo único.


Fanfic / Fanfiction Todo dia é todo dia - dizia Lan Zhan. - Capítulo 1 - Capitulo único.

Os dias no Recanto das Nuvens era sempre os monótonos. Discípulos treinam, cultivadores ficam fora em calçadas noturnas, os professores ensinando os jovens com sua espadas afiadas a lutarem, exemplares como sempre. A Seita de Gusu é sempre desta forma, ainda mais agora sem mais o líder Jin no comando das seitas, sua excelência atual sendo Hanguang-Jun, tudo é mais calmo ainda e simplório para ser resolvido.

E todos os Lan sentiam orgulho desse fato. WangJi faz o trabalho com orgulho e dedicação, o pulso sempre firme e justiceiro. A segundo Jade é tão respeitado que seu nome de cortesia nunca era dito, não ousavam em fazer tal barbaridade com um dos grandes heróis já nascido, diretamente dos Deuses. Somente o irmão e seu tio o chamavam por WangJi, e seu nome de nascimento, Lan Zhan, só um certo alguém tem a audácia de preferi-lo. 

Wei Wuxian.

Agora todos gostam dele. Bom, a maioria. Pois apenas a passagem do Wei na mente do Grande Mestre Qiren o faz ter uma leve queda de QI, aquele Corta-manga qual tira a paciência do Lan sempre ao se encontrarem, poucas vezes, geralmente quando está atrás do sobrinho acaba achando o cultivador demoníaco. 

Após tudo acontecer, Lan Zhan - sua excelência - usa os últimos resquícios de coragem pouco antes de se despedir do Wei no topo de uma das colinas onde iriam se separar, pediu ele em casamento. Se declarou para Wuxian com o coração a mil por minuto nervoso pela primeira vez fazendo algo. E para quase infartar o pobre Lan, o Patriarca de Yilling teve a audácia de fingir pensar, para no final aceitar ser parceiro de cultivo de Lan Zhan. Poucos acreditaram nos boatos de Hanguang-jun ser um corta-manga, não que fosse mudar algo sendo ele tão forte e influente, mas ainda surpreendente para todos que soubessem. E agora depois de dois anos, Wei mora no Jinshi com o marido. 

No início Xichen e Qiren tentaram fazer o rapaz usar as roupas dos Lan e a faixa do cônjuge, sendo negados prontamente. Céus! Jamais se imaginaria usando as roupas de luto - como auto-nomeia - ainda que sinta frio, gosta mais das mesmas pretas com vermelho. Não negando adorar as vestes brancas no marido. O velho Qiren tentou várias vezes com indiretas fazê-lo vesti elas, o marido do Wei entendeu a situação e convenceu o tio a parar. 

O Grande mestre anda pelos caminhos de pedra ao ar livre em direção ao JinShi do sobrinho querendo tratar com ele assuntos da seita aproveitando a folga do rapaz dos dias de excelência. Qiren sorri sempre quando lembra desse feito, um dos garotos qual criou com tanto amor chegou ao topo da cultivação e o outro a liderança do Clã e assim ambas as jades com grandes títulos nas costas mostrando quem são e tudo oque fizeram para o conseguirem está eles no alto de todos.

As vezes pensa que poderia ter feito melhor aos sobrinhos, quase filhos, não se arrependendo da criação de ambos, mas talvez ele pudesse ter dado mais carinho, um pouco mais de atenção. Mesmo com os dois dizendo que são gratos por tudo, não consegue evitar de pensar algumas coisas, claro, as mantendo no próprio sub-conciente.

- Oque fazem aí? - Acaricia própria barba assistindo o líder da Seita e o trio de discípulos na porta do Jinshi, o grupo conversando um tanto animados como sempre.

- Tio - Xichen se reverênciou ao Grande mestre, os jovens repetindo o gesto do líder Lan. - estamos aqui para ver o jovem Wei e o Ji-di. 

Soltou um barulho compreendendo analisando os quatro parados perante as portas do lugar, virando o olhar ao lugar, esperando um tomar a liderança e quando não a teve suspirou tomando caminho até lá, arregalando os olhos quando uma barreira foi feita diante do quarto.

 

- Mas oque é isso?

- Mestre! - Sizhui correu até o tio junto do segundo Lan mais velho, o socorrendo por ter sido empurrado para trás pela barreira.

- Está bem?

- Sim. Oque há aqui? Por que o Jinshi do WangJi está selado?

Os alunos se entreolham atrás de repostas e todos eles balançaram a cabeça como se dissessem não saber de nada. Jin Ling se aproxima de novo da porta, usando a espada para bater nela e tendo o mesmo efeito do Lan.

- Não sabemos, mestre. Acabamos de chegar assim como o senhor - Respondeu Sizhui, pedindo para o Jin parar com um olhar repreendor. - mas não é um selo forte, deve ser de bloqueio temporário então é fácil de quebrar. 

- Ótimo. Então quebrem, tenho assuntos importantes com WangJi.

- E nós o sênior Wei. - Resmungou JingYi, tomando posição com Sizhui e Jin Ling, Lan Huan os acompanhando.

- Não resmungue, A-Yi. - A-Yuan sorri pro amigo, achando uma graça os bicos ao falar. 

- Parece criança. - Provocou Jin Ling.

- Cala a boca!

- Parem os dois. - Sizhui suspira perante a birra dos dois. Quando finalmente estão sérios, e preocupados com o casal lá dentro, formam os símbolos com as mãos quais foram registradas com a energia deles a sua frente, recitam algumas palavras para então lançar a libertação até a porta. Como o discípulo mais experiente tinha dito, era mesmo algo fácil de quebrar, então a porta logo é aberta e eles poderam entrar.

- Parece está tudo bem...

E estava mesmo. O lugar ficou silêncioso ao ponto de entrada, eles todos com a espada a postos, JingYi mordendo os lábios em apreensão acompanhando a busca, torcendo o rosto quando ouvi barulhos...peculiares.

- "Ôh er-gege! Mais fundo!"

- "Tenha piedade, assim irá me quebrar."

- "Isso! Está tão gostoso Ge ge!"

O grupo se olhou com um ponto de interrogação em suas mentes, a voz era de Wei Wuxian, muito estridente e até manhosa além da conta, tendo também rangidos de cama contra a parede.

- "Ge ge! Lan ge ge!"

Enquanto eles pensavam se entram ou não, Wuxian gritava pelo nome do marido, arranhando as costas dele quando fora tocado em um lugar sensível pela pélvis do Lan. Sua cintura e nadegas maltratadas pelas mãos grandes dele, as marcas mais forte tatuada na pele alva do rapaz.

As costas do Wei se arqueia e um gemido estridente rasga a garganta dolorida dele, Lan Zhan não tendo pena da entrada do mais novo, tratando de marcar bem seu corpo e acertar o ponto do outro, uma das mãos agora agarrando o cabelo solto do rapaz, puxando do jeito que o marido gosta, tratando de ignorar os comentários inocentes, quais não combinavam com o Patriarca de Yilling, pois Hanguang-Jun sabe o quão agressivo é para ser, o esposo nunca é de fazer lento e calmo, gosta de ser pego com brutalidade e ver o lado selvagem do mais velho.

Wei sorri a cada investida na próstata, dando clara idéia de que não conseguirá dá aula no dia seguinte aos junior's, muito menos sair da cama, pelo menos estaria satisfeito em alimentar a fome do marido pelo corpo alheio, todos os dias sendo provado e provando do fogo dos casados. Por tanto no momento em que o Lan o beijou de forma tão feroz e necessitado, sabia vir o tanto esperado, e ele mordeu fortemente o ombro da segunda jade, jorrando prazer entre os abdômens e logo sendo preenchido.

- Céus...

- Wei Ying.

Ambos sorriram pequeno se beijando novamente, não percebendo os cinco pares de olhos em si, alheios a até no Grande mestre branco com a cena, os gritos do rapaz o fazendo querer bater a cabeça na parede. O desvio de QI havia chegado ao Lan.

- WangJi..?!

O casal arregalou os olhos, rapidamente se cobrindo com os lençóis sujos, Wuxian vermelho até os dedos dos pés, já o Wangji as pontas das orelhas rubras de vergonha pelo flagrante.

- Oque estão fazendo aqui?! - Pergunta Wei tentando engolir a vergonha por seu sobrinho, o filho e o discípulo além do tio que o odeia e seu cunhado tenham vistos a bunda dele, os gemidos e, céus, esperava que não, mas o pau do marido também.

- E-e-e-estavamos o procurando para o mestre Wei treinar c-c-conosco. 

- D-desculpa invadir assim.

Os rapazes mais novos, temendo estarem traumatizadas, fechavam os olhos um do outro, Sizhui de JingYi, este o do Jin Ling e o Jin do primeiro como um tipo de bloqueio engraçado e atrapalhado da visão, poupando uns aos outros da cena.

- Oh céus. - esconde o rosto no peitoral do marido, tão vermelho quanto um pimentão. - Eu tinha selado o quarto. Como entraram?

- Foi o senhor?!

- Fechem os olhos. - Lan Zhan ordenou enquanto pegava as roupas e se vestia as pressas com Wuxian, o último citado quase caindo para pôr a calça.

- Tio, acorde - Xichen mordia os lábios apreensivo, sorrindo em alívio pelo mais velho acordando depois de pequenos tapinhas serem dados na sua bochecha. -Fiquei preocupado. 

Ajuda Qiren a levantar e se sentar em um dos acentos a mesa fora do quarto do casal, seguidos pelo discípulos tombando com os olhos ainda fechados. Xichen serviu o tio com um pouco d'água, esperando se acalmar um pouco e logo o cunhado e seu irmão estavam devidamente vestidos a sua frente.

- WangJi, que pouca vergonha foi aquela? Está perdendo a face como esse rapaz?! Eu lhe disse que ele é uma má influência, com tantas moças e rapazes bons, escolhe como esse e...

O Lan Qiren falava, falava, falava e falava mais. Wuxian mesmo envergonhado com a cena, não via problema em fazer um sexo selvagem com o marido, eram casados ora essa, precisam disso de vez em quando. Wangji anda estressado e nada melhor que uma atenção especial do mais novo, e aliás, nem foi planejado. 

Tudo começou em um banho quente e uma massagem calmante, um banho de início para somente o Hanguang-jun, mas o outro não resistiu e entrou junto, mergulhou na água e alguns minutos depois já se encontrava rebolando no colo alheio, depois foi penetrado na água e logo na cama também. Fazia tempo que não tinha o todo dia, ou seja, é saudade acumulada. 

- Desculpa, tio. - Pediu Lan Zhan, mas Wei Wuxian não deixou, intervindo logo depois.

- Negativo! Pra quê desculpas? Estamos no nosso quarto selado a prova de sons e penetras. Entraram porque quiseram! Aliás, além dos três, qual o motivo da visita de ambos os velhos?

Além da ofensa, Xichen preferiu sorri forçado disfarçando a raiva por ter sido chamado de tal forma. - Vim ver meu irmão após a volta para o Recanto das Nuvens e saber se ele estava bem.

- Hum. E o do senhor Puritano? - Wei Ying poderia até ser expulso, mas nunca nessa vida iria parar de provocar o sênior Lan.

- Me respeite! Rhum! Vim aqui para falar sobre uns assuntos do Clã com o WangJi. - Empinou o nariz.

Todos escutaram a risada seca e inundada de sarcasmos do Patriarca de Yilling, o rapaz coçou a ponta do nariz e olhou diretamente o Lan.

- Enfim, invadiu nosso quarto, gritou conosco e ainda vem falar desses assuntos bem no dia da folga do Lan Zhan? Fala sério! Se fosse importante ao ponto dele ter que ir teria dito mais cedo, sabe que hoje Lan Zhan fica longe dessas coisas. - Se emburra, abraçando o marido.

- Wei Ying.

- Oquê? Sabe que é o único dia no qual fica sem trabalho. E eles chegam aqui e atrapalham a regra do todo dia, essa que você criou! Todo dia é todo dia.

Dizia sem papas na língua, tagarelando o quão injusto era ter seu momento de paz atrapalhado, e que é lei ter todo o dia, pois para si o marido é muito importante.

- Todo dia? Isso é o todo dia é todo dia, qual os mestres vivem falando? - JingYi raciocina com um careta no rosto vermelho de vergonha há minutos atrás.

- Oquê?! Me arrependo do dia em que já fui curioso por isso. - Jin Ling choraminga escondendo o rosto entre as mãos, querendo apagar a cena da própria mente. 

- Meninos, não sejam assim. É normal isso acontecer entre pessoas que se amam. - Quem vê de longe até acha que Xichen é um pai falando sobre sexo pela primeira ves com os filhos adolescentes.

- Como está tão calmo, Zewu-Jun? - Indaga Sizhui, não querendo olhar os pais, não conseguirá depois de tudo. Xichen força o sorriso, desviando o olhar nervoso.

- E-eu só acho que sou maduro suficiente para entender isso. - Os três jovens abriram a boca em um formato de "O" surpresos pela mente sábia do Lan. 

- Mentiroso. Eu sei porquê. - Wei sorri maldoso, lembrando da cena qual ele e o marido presenciaram na biblioteca em uma das noites silenciosas, após o toque de recolher. Xichen tremeu somente em assistir a boca alheia se abrir. - Alguns dias atrás eu vi o Xi- 

- Ah! Olhem a hora! Vamos, está ficando tarde. - atrapalhou o cunhado em terminar a frase, empurrando os alunos e o tio para fora do quarto. - Boa noite Ji-di e jovem mestre Wei! Vamos só fingir que isso nunca aconteceu, certo? Certo!

Enquanto ria, Xichen todo atrapalhado suplicava com os olhos para não dizer nada, pois tinha mais medo da reação de quem estava com ele do quê as das outras pessoas. Jiang Cheng acabaria com ele e o amarraria para lhe bater com zidian no Píer Lótus e por isso não correrá riscos.

- Vai sempre usar isso?

- Sempre. 

 



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