História Todo lo que soy - Capítulo 13


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Categorias Pokémon
Personagens Ash Ketchum, Brock, Drew, Grace (mãe de Serena), May, Misty, Serena, Tracey Sketchit
Tags Pokeshipping
Visualizações 37
Palavras 4.404
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Estupro, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura pessoal!

Capítulo 13 - 13


Quando deu oito horas, Misty estava sentada no banco da praça da cidade. Ash havia dado carona para a ruiva para que ela não precisasse ir de transporte público. Depois que ela saiu do carro dele, Ash deu meia volta e voltou para a casa dela, alguns minutos se passaram e Gary apareceu. Ele se senta ao seu lado lhe dando um beijo no rosto a deixando corada.

— Demorei muito?

— Não, eu acabei de chegar… Tem uns minutos!

— Vamos então?

— Vai me levar pra onde?

— Pra um lugar onde os jovens adoram ir na sexta a noite pra se divertir até o outro dia.

— Onde?

— Vem comigo que você verá. - Ela segurou a mão dele e ambos foram andando até uma boate que ficava a alguns quarteirões dali. Quando entraram, Misty escutava a música muito alta e muita gritaria, inclusive ela teve de gritar pra falar com Gary.

— ONDE ESTAMOS???

— EM UMA BOATE. TE TROUXE AQUI PRA SE DIVERTIR, VEM COMIGO!!! - os dois foram até um bar que havia ali, estava cheio de bebidas alcoólicas e um barman veio até eles, Gary pediu uma rodada de tequila para os dois. Quando chegou, ele entregou um pequeno copo para a ruiva que ficou apenas segurando aquele copo sem saber o que fazer. - NÃO VAI BEBER??

— O QUE VOCÊ ME DEU?

— TEQUILA!

— ISSO TEM ÁLCOOL?

— SIM, MAS VAI TE DEIXAR A VONTADE! EXPERIMENTA, NÃO É TÃO RUIM! - Misty virou o copo na boca e a bebida desceu queimando em sua garganta. Nunca havia bebido na vida, o gosto não era tão ruim quanto pensava… Sorriu para Gary enquanto suspirava. - GOSTOU?

— QUERO MAIS!

— APROVEITA PQ HOJE EU VOU PAGAR SUAS BEBIDAS!

— VOCÊ É UM ÓTIMO AMIGO!! - e depois dessa frase, Misty começou a beber muito. Depois da trigésima dose ela já estava completamente bêbada, dançava sem se importar se esbarrava nos outros queria apenas se divertir. Então depois de quase uma hora dançando, ela voltou e queria mais tequila, Gary que dançava junto dela lhe deu uma garrafa e não deu outra… Misty bebeu toda a tequila no gargalo. A boca de Gary caiu, não sabia que aquilo iria ser tão rápido, ela bebeu aquela bebida muito rapidamente.

— É MELHOR VOCÊ PEGAR LEVE, MISTY! VOCÊ NUNCA BEBEU, LEMBRA?

— E DAÍ? EU NUNCA FIZ SEXO TAMBÉM E HOJE EU QUERO TER MINHA PRIMEIRA VEZ… COM… VOCÊ!

— C-COMIGO? VOCÊ TÁ BÊBADA, NÃO MALUCA.

— VAMOS, CARVALHO… ASH NÃO QUER SE DEITAR COMIGO, MAS VOCÊ COMO UM BOM AMIGO FARIA ISSO POR MIM, NÃO? - ela estava sentada ao lado dele, sua mão foi de encontro a dele e ela se guiou por ela até que seu corpo se chocou com o dele o fazendo fechar os olhos rapidamente, a voz rouca de Misty o fez gemer na hora quando ela chegou no ouvido dele. - Prometo que não vai se arrepender… - Misty morde o lóbulo da orelha dele bem lentamente. Gary se arrepiou, essa não poderia ser a Misty que ele conheceu, a frágil, tímida e generosa Misty.

— Quem é você e o que fez com a Misty?

— Essa sou eu de verdade, não sou tão tímida quanto… Quanto pareço… Vamos pra minha casa, vai ser divertido!

— Mas e o Ash? - Por um momento Misty pareceu pensar no moreno. Seu coração dizia que o que ela estava fazendo não era certo. Suspirou desanimada.

— Me leva pra casa, por favor.

— Claro… - eles saíram da boate e se encaminharam para a casa da ruiva, quando chegaram lá Gary começou a agarrar Misty que nada entendeu por isso ficou imóvel no primeiro instante.

— O-o que está f-fazendo, Gary?

— Não foi você quem me seduziu? Agora quero continuar…

— Gary, acho melhor não… Ash está no quarto dele e eu não…

— Não me importo com aquele idiota! Você não deveria se importar também, ele é um cretino!

— Mas eu… - Gary a beijou bruscamente ao ponto de faze-la dar um passo pra trás. Misty tentava inutilmente empurra-lo e quando finalmente conseguiu tentou correr, mas Gary a pegou pelo braço e a tacou na parede, Misty gritou alto devido a força que Gary utilizou. Ash estava dormindo quando escutou o grito de Misty, olhou para o relógio de cenho franzido pois estava muito cedo pra ela ter chegado. Depois daquele grito ficou tudo muito quieto… Quieto até demais! Ash se levantou e foi para a porta a abrindo em seguida. Gary segurava as duas mãos de Misty no topo da cabeça dela, com a mão livre passava pelo seu corpo. Misty chorava, seu pensamento foi em Ash agora sabia o que ele havia sentido aquele dia e um ódio lhe subiu, apesar de estar bêbada sabia o que estava acontecendo. A mão de Gary entrou por debaixo de sua saia, foi ai que ela gritou pra ele parar, então veio a forte cabeçada da parte do ruivo. Misty sentiu muita dor em seu nariz logo depois algo molhado descia por ele… Sangue! Depois disso veio um soco e o desmaio foi iminente. Ash descia as escadas devagar, pensava que Misty estaria gritando por causa de alguma coisa superficial, tipo inseto. Suspirou. Porém quando chegou no último degrau da escada, a cena que viu fez seu sangue ferver de ódio, raiva e um desejo descomunal de arrancar a cabeça de Gary da cabeça ou realizar uma das mil torturas pensadas por ele. Misty estava desmaiada, seu nariz sangrava e Gary estava mordendo o que parecia o seio esquerdo dela. Ash foi por trás dele sem fazer barulho, quando chegou perto o suficiente lhe deu uma cotovelada tão forte na nuca que Gary caiu na hora, Misty também caiu pois estava desmaiada. Gary olhou para quem havia feito aquilo e viu Ash com cara de psicopata mais procurado do mundo. O moreno não queria conversa, apenas acabar com a vida daquele ruivo imbecil que tocou no que era dele, um, dois, três e quatro chutes na barriga de Gary; na última o garoto cospe sangue, Gary estava desmaiado depois da última, Ash se sentou em cima dele e começou a soca-lo muitas vezes, o rosto de Gary sangrava e o moreno não parava até que uma mão segura seu braço. Ash vê que é a mão de Gary, lhe impedindo.

— Eu vou matar você!!!! Me solta, seu desgraçado imundo!!!

— E-ela pediu por isso, Ketchum!

— Não me interessa! Escuta bem seu bosta… Vou sair de cima de você e você terá três segundos para sair da minha frente antes que eu te mate! - Gary nada disse. - E se voltar a falar, se aproximar ou olhar para Misty eu te mato na hora você está entendo? - Gary assente. - Ótimo, saia daqui seu nojento!!! - Ash se levantou e Gary saiu de lá de dentro. O moreno se encaminhou a Misty que estava semi-nua, ele fechou sua blusa, a ergueu e a levou para o quarto dela. Ash a colocou na cama, pegou um pedaço de pano molhado e limpou o sangue que escorria do nariz dela, depois correu para a cozinha e pegou um saco de gelo e colocou na bochecha dela que gemeu um pouco.- Misty… Você está bem?- ela não respondeu, ainda estava desacordada. Ele suspirou. - Ah, Misty o que eu vou fazer com você? - ele beijou a testa da ruiva que continuou de olhos fechados. Ele a sacudiu um pouco e nada. Decidiu então se deitar ao lado da ruiva para esperar ela acordar. Alguns minutos depois ela gemeu, Ash havia perdido o sono estava preocupado com a ruiva,Quando deu oito horas, Misty estava sentada no banco da praça da cidade. Ash havia dado carona para a ruiva, para que ela não precisasse ir de transporte público. Depois que ela saiu do carro dele, Ash deu meia volta e voltou para a casa dela, alguns minutos se passaram e Gary aparece. Ele se senta ao lado lhe dando um beijo no rosto a deixando corada.

— Demorei muito?

— Não, eu acabei de chegar… Tem uns minutos!

— Vamos então?

— Vai me levar pra onde?

— Pra um lugar onde os jovens adoram ir na sexta a noite pra se divertir até o outro dia.

— Onde?

— Vem comigo que você verá. - Ela segurou a mão dele e ambos foram andando até uma boate que ficava a alguns quarteirões dali. Quando entraram, Misty escutava a música muito alta e muita gritaria, inclusive ela teve de gritar pra falar com Gary.

— ONDE ESTAMOS???

— EM UMA BOATE. TE TROUXE AQUI PRA SE DIVERTIR, VEM COMIGO!!! - os dois foram até um bar que havia ali, estava cheio de bebidas alcoólicas e um barman veio até eles, Gary pediu uma rodada de tequila para os dois. Quando chegou, ele entregou um pequeno copo para a ruiva que ficou apenas segurando aquele copo sem saber o que fazer. - NÃO VAI BEBER??

— O QUE VOCÊ ME DEU?

— TEQUILA!

— ISSO TEM ÁLCOOL?

— SIM, MAS VAI TE DEIXAR A VONTADE! EXPERIMENTA, NÃO É TÃO RUIM! - Misty virou o copo na boca e a bebida desceu queimando em sua garganta. Nunca havia bebido na vida, o gosto não era tão ruim quanto pensava… Sorriu lara Gary enquanto suspirava. - GOSTOU?

— QUERO MAIS!

— APROVEITA PQ HOJE EU VOU PAGAR SUAS BEBIDAS!

— VOCÊ É UM ÓTIMO AMIGO!! - e depois dessa frase, Misty começou a beber muito. Depois da trigésima dose ela já estava completamente bêbada, dançava sem se importar se esbarrava nos outros queria apenas se divertir. Então depois de quase uma hora dançando, ela voltou e queria mais tequila, Gary que dançava junto dela lhe deu uma garrafa e não deu outra… Misty bebeu toda a tequila no gargalo. A boca de Gary caiu, não sabia que aquilo iria ser tão rápido, ela bebeu aquela bebida muito rapidamente.

— É MELHOR VOCÊ PEGAR LEVE, MISTY! VOCÊ NUNCA BEBEU, LEMBRA?

— E DAÍ? EU NUNCA FIZ SEXO TAMBÉM E HOJE EU QUERO TER MINHA PRIMEIRA VEZ… COM… VOCÊ!

— C-COMIGO? VOCÊ TÁ BÊBADA, NÃO MALUCA.

— VAMOS, CARVALHO… ASH NÃO QUER SE DEITAR COMIGO, MAS VOCÊ COMO UM BOM AMIGO FARIA ISSO POR MIM, NÃO? - ela estava sentada ao lado dele, sua mão foi de encontro a dele e ela se guiou por ela até que seu corpo se chocou com o dele o fazendo fechar os olhos rapidamente, a voz rouca de Misty o fez gemer na hora quando ela chegou no ouvido dele. - Prometo que não vai se arrepender… - Misty morde o lóbulo da orelha dele bem lentamente. Gary se arrepiou, essa não poderia ser a Misty que ele conheceu, a frágil, tímida e generosa Misty.

— Quem é você e o que fez com a Misty?

— Essa sou eu de verdade, não sou tão tímida quanto… Quanto pareço… Vamos pra minha casa, vai ser divertido!

— Mas e o Ash? - Por um momento Misty pareceu pensar no moreno. Seu coração dizia que o que ela estava fazendo não era certo, havia prometido a ele que não deixaria Gary toca-la. Suspirou desanimada.

— Me leva pra casa, por favor.

— Claro… - eles saíram da boate e se encaminharam para a casa da ruiva, quando chegaram lá Gary começou a agarrar Misty que nada entendeu por isso ficou imóvel no primeiro instante.

— O-o que está f-fazendo, Gary?

— Não foi você quem me seduziu? Agora quero continuar…

— Gary, acho melhor não… Ash está no quarto dele e eu não…

— Não me importo com aquele idiota! Você não deveria se importar também, ele é um cretino!

— Mas eu… - Gary a beijou bruscamente ao ponto de faze-la dar um passo pra trás. Misty tentava inutilmente empurra-lo e quando finalmente conseguiu tentou correr, mas Gary a pegou pelo braço e a tacou na parede, Misty gritou alto devido a força que Gary utilizou. Ash estava dormindo quando escutou o grito de Misty, olhou para o relógio de cenho franzido pois estava muito cedo pra ela ter chegado. Depois daquele grito ficou tudo muito quieto… Quieto até demais! Ash se levantou e foi para a porta a abrindo em seguida. Gary segurava as duas mãos de Misty no topo da cabeça dela, com a mão livre passava pelo seu corpo. Misty chorava, seu pensamento foi em Ash agora sabia o que ele havia sentido aquele dia e um ódio lhe subiu, apesar de estar bêbada sabia o que estava acontecendo. A mão de Gary entrou por debaixo de sua saia, foi ai que ela gritou pra ele parar, então veio a forte cabeçada da parte do ruivo. Misty sentiu muita dor em seu nariz logo depois algo molhado descia por ele… Sangue! Depois disso veio um soco e o desmaio foi iminente. Ash descia as escadas devagar, pensava que Misty estaria gritando por causa de alguma coisa superficial, tipo inseto. Suspirou. Porém quando chegou no último degrau da escada, a cena que viu fez seu sangue ferver de ódio, raiva e um desejo descomunal de arrancar a cabeça de Gary da cabeça ou realizar uma das mil torturas pensadas por ele. Misty estava desmaiada, seu nariz sangrava e Gary estava mordendo o que parecia o seio esquerdo dela. Ash foi por trás dele sem fazer barulho, quando chegou perto o suficiente lhe deu uma cotovelada tão forte na nuca que Gary caiu na hora, Misty também caiu pois estava desmaiada. Gary olhou para quem havia feito aquilo e viu Ash com cara de psicopata mais procurado do mundo. O moreno não queria conversa, apenas acabar com a vida daquele ruivo imbecil que tocou no que era dele, um, dois, três e quatro chutes na barriga de Gary; na última o garoto cospe sangue, Gary estava desmaiado depois da última, Ash se sentou em cima dele e começou a soca-lo muitas vezes, o rosto de Gary sangrava e o moreno não parava até que uma mão segura seu braço. Quando vê é a mão de Gary, lhe impedindo.

— Eu vou matar você!!!! Me solta, seu desgraçado imundo!!!

— E-ela pediu por isso, Ketchum!

— Não me interessa! Escuta bem seu bosta… Vou sair de cima de você e você terá três segundos para sair da minha frente antes que eu te mate! - Gary nada disse. - E se voltar a falar, se aproximar ou olhar para Misty eu te mato na hora você está entendo? - Gary assente. - Ótimo, saia daqui seu nojento!!! - Ash se levantou e Gary saiu de lá de dentro. O moreno se encaminhou a Misty que estava semi-nua, ele fechou sua blusa, a ergueu e a levou para o quarto dela. Ash a colocou na cama, pegou um pedaço de pano molhado e limpou o sangue que escorria do nariz dela, depois correu para a cozinha e pegou um saco de gelo e colocou na bochecha dela que gemeu um pouco.- Misty… Você está bem?- ela não respondeu, ainda estava desacordada. Ele suspirou. - Ah, Misty o que eu vou fazer com você? - ele beijou a testa da ruiva que continuou de olhos fechados. Ele a sacudiu um pouco e nada. Decidiu então se deitar ao lado da ruiva para esperar ela acordar. Alguns minutos depois ela gemeu, Ash havia perdido o sono estava preocupado com a ruiva ele escutou o gemido de dor dela e seu coração se apertou. Misty se virou e vomitou no chão, Ash fechou os olhos, ficou mais preocupado. Ele se virou para ela que estava sentada chorando, pelo visto Misty não havia percebido que ele estava ali. Ela passou a mão por si mesmo e viu que estava vestida com a mesma roupa que estava usando, estranhou pois a última coisa que se lembrava era de Gary querer arranca-la. Sentiu um embrulho no estômago e a vontade de vomitar apareceu novamente e Misty cedeu a ela. Ash esperou que ela acabasse de vomitar para poder tocar em suas costas, assim que a mesma sentiu uma mão em si se levantou na hora e caindo depois. As lágrimas não cessaram e nesse momento caiam com mais intensidade, o medo era a expressão que lhe dominava a face. Ash se levantou, caminhou até ela se ajoelhou e pegou em sua mão, o toque foi repelido na hora. - Misty, sou eu… Ash…

— A-Ash…? - Ela o abraçou mais que depressa, chorava mais ainda e pedia desculpas incessantemente. - P-por favor, m-me desculpe… Me desculpe, eu fui uma idiota… D-deveria ter acreditado em você…

— Tá tudo bem, Misty. Não foi sua culpa o que aquele verme fez!

— Agora eu sinto o que você sentiu por Giovanni aquele dia… Eu sinto muito, meu amor! - ele retribuiu o abraço dela, sem nada a dizer. Deixava ela chorar e colocar aquele medo pra fora. Misty começava a se acalmar, mas aquele embrulho no estômago veio novamente, ela se afastou de Ash e vomitou novamente. Ash se levantou e disse que iria leva-la para o banheiro, para que ela pudesse vomitar em paz enquanto ele limpava a sujeira que ela havia feito no quarto. Misty corou e se levantou ainda corada. - Não precisa limpar nada, eu sujei eu limpo..

— Misty…

— É sério, não quero que limpe nada. Só quero que fique ao meu lado enquanto eu não durmo…

— Você vai tomar um banho e depois vai para o quarto que me deu, vai dormir comigo.

— C-como é que é?

— Vai dormir comigo porque esse quarto está uma nojeira.

— Ash…

— Vai ser igual no hospital… Sabe que se não quiser não vou fazer nada com você! - ele deu um beijo na testa dela e a abraçou. Misty foi beija-lo, mas ele virou o rosto.

— Ash…

— Por dois simples motivos… Primeiro, você ainda está bêbada e segundo, você vomitou! Quer me beijar?? Escove os dentes primeiro. - ela bufou e se afastou indo para a porta.

— Você é um chato!!!

— Também te amo, amor! Vai logo pro banheiro tomar um banho!

[…]

Misty estava deitada na cama de Ash, havia tomado um banho demorado, mas ainda estava bêbada, não muito, mas estava. Ash estava de olhos fechados não dormia, mas era como um estado de meditação, queria pensar no que aconteceu com a pedra de gelo que ele era para agora estar deitado ao lado de uma garota que nunca "pegaria" e que agora estava completamente apaixonado… Sorriu, era muito estranho pra si mesmo aceitar esse sentimento pois em sua sã consciência jamais estaria apaixonado por Misty. E por pensar nela, ele sente um peso em seu abdômen, Ash abre os olhos e vê a cabeça dela em seu peito, o braço dela estava sobre sua barriga lhe abraçando gentilmente e a perna dela estava por cima da sua. Sorriu como um idiota apaixonado.

— Ash, está acordado?

— Sim, estou. Por que?

— Porque estou sem sono. Acho que o banho tirou meu sono…

— Quanto você bebeu, ruiva?

— Hum… Acho que foram… Perdi as contas, mas ele me fez beber duas garrafas de tequila.

— Tequila… Ela é muito forte pra quem nunca bebeu. Por que você bebeu, Misty?

— E-eu não sei, quando chegamos na boate ele disse que seria divertido! Provei e a sensação que senti foi tão…

— Extasiante. É relaxante e por um momento é bom. Eu sinto isso quando eu bebo, ou fumo…

— Isso faz mal pra sua saúde.

— Fala aquela que bebeu duas garrafas de bebida alcoólica.- ela riu baixinho, enquanto sua mão foi para perto de seu rosto e começava a acariciar lentamente o peito dele.

— Eu bebi pela primeira vez e passei muito mal, não vou beber mais. Prometo!

— Acho bom mesmo.

— Promete também!

— Promete? Promete o quê?

— Que não vai beber e nem fumar novamente.

— Não sei, eu meio que gosto…

— Mas eu também gostei e prometi não beber mais! Se eu posso, você também pode!

— Você não manda em mim, ruiva!

— Tem razão, até porque sou muito mais nova que você… Mas eu gosto de você vivo e quero que viva sua vida completamente saudável.

— Eu sou saudável!

— Beber da câncer nos rins, fumar também dá no pulmão. Se você for morrer, que seja de velhice não de doença!

— Misty…

— Você tem muita vida pela frente, vai encontrar a mulher da sua vida, vai casar e ter filhos… Será um excelente pai, seus filho terão orgulho de você, eles vão crescer, se casar e te dar netos e ai sim depois de muitos anos curtindo eles você pode morrer. Não antes!

— Você realmente me ama?

— Sim.

— Então… Como pode dizer que vou encontrar a mulher da minha vida? Se fosse outra pessoa diria que era você mesma a mulher que vai me dar filhos!

— Eu não vou negar, eu quero muito ser essa mulher, mas talvez o destino não queira que fiquemos juntos. Talvez você esteja apaixonado porque te ajudei, ou porque é grato por estar ainda ajudando… Não posso dizer que me ama por minha pessoa! Mal nos conhecemos.

— Então como pode me amar, se mal nos conhecemos?

— Posso te confessar uma coisa?

— Claro!

— Você é meu primeiro amor. - ele riu e ela ficou séria. Ash percebeu que ela não estava brincando e calou a boca.

— Sério mesmo?

— Sim. Eu sempre sonhei que a primeira pessoa por quem eu me apaixonasse seria um príncipe encantado...

— Príncipes encantados não existem, Misty!

— Que salvaria minha vida do perigo, como você fez. Salvou minha vida aquele dia e eu realizei meu sonho, mas você não é o príncipe que eu esperava!

— Viu só?

— Você é meu anjo. - Ash sorriu terno, seu coração se aqueceu e lágrimas vieram em seus olhos. - E eu te amo… Pode não parecer, mas eu agradeço o destino por aquele dia você ter me empurrado, agradeço cada coisa que fez para me humilhar…

— Por que?

— Porque se não fosse isso, não teríamos virado amigos e conseqüentemente eu não teria me apaixonado por você. O destino me uniu ao seu por uma razão que não sei qual é, mas agradeço a ele todos os dias.

— Como consegue ser tão infantil e ao mesmo tempo tão madura?

— As circunstâncias me fizeram ficar assim. - Ash se virou de frente para Misty que escondeu o rosto. Sentia o peso do olhar dele sobre si, estava envergonhada e ele era o homem que amava. Sentiu o dedo de Ash sob seu queixo erguendo sua cabeça e os lábios dele pressionaram os seus, Misty prontamente retribuiu o beijo delicado dele. Ela também sentiu algo molhado no rosto dele, sabia que ele estava chorando porém era de alegria. Quando o beijo acabou, sentiu a testa dele pressionando a sua, a respiração dele se misturando a sua e os lábios dele roçavam nos seus. - Eu o amo, Ketchum.

— Acho que estou ficando maluco, mas…. Fica comigo, não quero ficar sem você por mais tempo.

— E o papo de… "Vamos dar um mês"?

— Quero ficar com você, Misty. Eu estou apaixonado por você, não por gratidão ou pena e sim por você. Fica comigo, não quero te ver nos braços de outro homem quero tê-la comigo nos meus braços… Por favor.

— Acho que não posso negar um pedido tão fofo assim. Mas vamos dizer aos outros?

— Por enquanto não, vamos primeiro firmar um relacionamento depois diremos a eles.

— Que assim seja! Mas quero que prometa que não vai beber e muito menos fumar.

— Tudo bem eu prometo, mas quero que me prometa uma coisa também!

— O que?

— Que vai a um lugar comigo e tudo o que eu mandar você fará sem questionar!

— Onde vai me levar?

— Você vai ver.

— Sério mesmo, Ketchum?

— Só confia em mim, eu… - o telefone toca na sala atraindo a atenção de Ash que olha para o relógio, eram quase meia-noite. Ele bufou frustrado. - Eu vou atender, já volto. - Ash saiu da cama, desceu as escadas e atendeu o telefone. - Quem é??

— Ketchum?

— Ah, Drew… Misty está dormindo e se quiser falar com ela, vai ter que ser amanhã.

— Sério? Já que ela está dormindo, posso falar com você?

— O que quer comigo?

— Olha, nós fomos amigos e quero voltar aquele tempo.

— Por que essa mudança repentina? - Ash estava com a voz e a cara de tédio. Drew suspirou, não acreditava que estava dando ouvidos a prima.

— Sinto sua falta e estou muito arrependido do que fiz a você.

— Sério? Nossa estou super convencido.

— Olha, sei que me odeia e…

— Você é tão inteligente, Drew… Estou impressionado com isso.

— Quer fazer o favor de parar com esse sarcasmo idiota e me escutar?

— Me convence então.

— O que mais você que eu faça? Já pedi perdão um milhão de vezes, mostrei meu arrependimento e…

— E não basta! Tudo o que passei,o sofrimento, as lágrimas e as noites sem dormir... Não foi por tudo Mabel! O que mais me doeu foi saber que meu melhor amigo havia me engando, mentido e me traiu. Eu admirava você, Drew! Agora, sabe o que você pode fazer pra reparar tudo o que fez a mim?

— O que?

— Voltar no tempo e sumir da minha vida e da vida dela! Consegue fazer isso? - a linha ficou muda. - Então não vai conseguir reparar.

— Estou morrendo, Ketchum!

— Não pense que apelando pra uma coisa assim vai conseguir que eu te perdoe…

— Eu não estou apelando pra nada. Tem uma razão para que eu não fosse a escola por aqueles meses… Estou com um câncer na cabeça, está no estágio final e não tenho muito tempo.

— Como é? - Ash mudou de expressão na hora, Drew estava mesmo morrendo. Não podia acreditar que seu ex-melhor amigo estava doente e que poderia morrer a qualquer momento. - Você só pode estar de brincadeira!

— Não estou, Ketchum. Misty tinha me pedido pra poder conversar com você, mas no dia eu havia negado… Porém como estou com pouco tempo de vida decidi, reconsiderar.

— Eu sinto muito, Drew… Não sei como eu… Podemos sair depois, é… No domingo talvez…

— Está mesmo disposto a conversar comigo sem brigas?

— Claro… Nos encontraremos na praia a noite ou de tarde, você quem sabe…

— As seis.

— Estarei lá.

— Obrigado Ash…

— Eu… Até domingo cara. - Ash desligou o telefone segurando algumas lágrimas. Não se permitiria chorar por ele, Drew não era seu amigo a muito tempo e ambos se odiavam… Por que será que então sentia essa angústia e essa tristeza? - Droga de sentimentos! - ele bateu a cabeça na parede onde estava o telefone. As lágrimas caíram em seu rosto e um choro de tristeza se iniciou.


Notas Finais


Obrigada por lerem, se estiverem gostando por favor comentem e deixem críticas construtivas.


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