História Todo mundo odeia viagem no tempo - Capítulo 4


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Categorias Doctor Who, Todo Mundo Odeia o Chris
Personagens 10º Doctor, 11º Doctor, 12º Doctor, Clara Oswald, River Song (Melody Pond)
Tags 12h Doctor, Chris, Clara Oswald, Doctor Who, Drew, Golpe Baixo, Greg, Julios, Perigo, Rochelle, Senhor Do Tempo, Sr Omar, Todo Mundo Odeia O Chris, Tônia
Visualizações 61
Palavras 1.108
Terminada Sim
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Enfim temos um novo capítulo! Obrigado à todos que estão acompanhando e vamos lá, boa leitura, e que os Anjos estejam com você rsrs (não resisti '-' créditos ao Jack)

Capítulo 4 - Todo mundo odeia substitutas


Fanfic / Fanfiction Todo mundo odeia viagem no tempo - Capítulo 4 - Todo mundo odeia substitutas

Mesmo com todos os eventos que se passaram, com inclusive o desaparecimento de parte da família de Chris e a rápida invasão Dalek, nada o impediu de ir à escola no dia seguinte. Sua mãe não o permitiria matar aula mesmo com tudo isso.

Quando chegou na escola, entretanto, haviam pouquíssimas pessoas nos corredores. Não havia sido decretado nenhum adiamento das aulas, mas poucos eram loucos para se aventurar nas ruas depois que tudo aquilo aconteceu.

- Com licença - Disse Chris para uma professora que viu no corredor buscando informações. - A Senhorita saberia dizer se hoje...

Ele parou de falar quando a mulher se virou pra ele e revelou seu rosto.

- Você - Disse surpreso.

Ela sorriu pra ele.

- Bom revê-lo também.

- Mas... Mas... Onde estava, você e o Doutor? Eu e minha mãe quase fomos mortos, meus irmãos e meu pai desaparecidos...

- Ei, calma - Disse Clara tocando seus ombros. - Vem comigo.

Eles caminharam até uma escadaria e lá se sentaram.

- O Doutor pediu que eu ficasse aqui disfarçada como professora - Disse ela. - Bom, eu já tinha um diploma e bastou mudar uns detalhes e...

- Tá bom, já entendi, você se infiltrou na escola. Mas pra quê?

Ela respirou profundamente antes de responder.

- Como sabe tem algo acontecendo aqui. Os Daleks e os Anjos tem planos...

- Os Daleks foram mortos.

- Bom, isso é o aparente, mas não duvide que algum deles tenha escapado.

Isso deixou Chris apreensivo.

- Mas enfim, queríamos ter voltado e ajudado contra os Daleks, mas algo nos impediu. Alguém não queria que voltássemos pra esse universo, o que é estranho, por que uma hora não há nenhuma barreira e depois é impossível cruzar as fronteiras... Isso fica se repetindo, agora mesmo consegui voltar, mas não sei por quanto tempo esse ritmo vai se manter, por isso resolvi ficar aqui um tempo e ajudar como puder.

A Senhorita Morello então surgiu no corredor vindo apressadamente na direção deles.

- Senhorita Oswald - Disse ela. - Temos que ajustar um detalhe de sua contratação, por favor venha comigo.

Ela se levantou e se preparou pra ir, mas antes cumprimentou Chris.

- Foi um prazer conhecê-lo - Disse fingindo que era seu primeiro encontro.

A Senhorita Morello olhou meio torto pra Chris.

- Não está em horário de aula, Chris? - Perguntou ela. - Nunca vai conseguir ser motorista do caminhão do lixo se continuar chegando atrasado. 

Ele corou e saiu apressado pra aula, enquanto Clara a seguia inconformada pelo comentário dela, mas então lembrou da época em que estavam. Porém ainda achava que esse pensamento era estereotipado, e quis dizer algumas coisas para a Senhorita Morello quando entrou, mas foi interrompida pela rápida fala dela, e acabou não tendo chance.

Chris chegou em sua sala semideserta e ficou apreensivo. Nem mesmo Greg tinha vindo.

Uns minutos após sua chegada Clara chegou. Ela seria a professora substituta de literatura. De todas as possibilidades aquela era uma das mais estranhas.

A nova professora sorriu pra Chris e começou sua aula falando de Jane Austen e de sua influência, mesmo aquilo não sendo habitual.

Chris acabou achando aquela uma de suas aulas mais interessantes da vida, nem mesmo teve sono. Quase sentiu como se as coisas ruins que se passavam não existissem.

Quando o sinal tocou todos partiram, e os dois saíram caminhando juntos pelos corredores.

- Se pudesse escolher eu te queria como professora - Disse ele.

Clara sorriu em agradecimento e então parou de repente, olhando fixamente nos olhos dele.

- Olha, eu sei que as pessoas não são fáceis com você, sei que todos te veem como diferente. Mas não deixe nada disso te atingir Chris. Esqueça o que aquela mulher disse, você pode ser muito mais que lixeira, não que isso não seja bom, mas...

- Entendi - Interrompeu ele sorrindo. - Eu já tô acostumado, não se preocupe.

Aquilo fez Clara Oswald se entristecer.

- Isso não devia ser o normal.

Chris parou e refletiu um pouco, sentiu um sentimento de ardência brotando em si.

- Tem razão - Disse ele. - Eu posso lutar pelo que quiser, posso ser qualquer coisa, até mesmo presidente, eu posso...

Ele parou de falar quando Joe Caruso cruzou seu caminho e deu-lhe um soco na cara.

- Cuidado por onde anda, Martin Luter King - Disse ele que prosseguiu andando.

Clara ficou abismada com o que viu, mas sabia que podia ajudar. Ao invés levantar Chris do chão, ela fez algo melhor.

- Rapazinho - Disse ela fazendo-o se virar. - Encaminhe-se pra diretoria pra agendar sua detenção.

Ele franziu a testa.

- Quem é você? - Perguntou.

- Sou Clara Oswald, a nova professora de Literatura.

Ele sacudiu a cabeça de leve e foi até ela, que o levou à diretoria.

Chris levantou-se do chão e sorriu os observando a se retirar. Clara ainda olhou pra ele e também sorriu.

Uns instantes depois ele estava no ônibus, e observou os destroços nas ruas causados pela invasão Dalek. Próximo a sua rua viu Perigo vendendo detectores de latas assassinas, e quando enfim desceu, passando por um beco, sentiu uma mão fria o puxando e não viu mais nada. Quando enfim viu alguém era surpreendentemente o Senhor Omar.

- Senhor Omar, o que está fazendo?

Ele fez um sinal de silêncio e olhou em volta. Depois o guiou para uma abertura onde eles entraram e Chris observou dezenas das estátuas da noite anterior.

- O que está fazendo com elas? - Perguntou ele surpreso.

O Senhor Omar sorriu nesse instante.

- Temos uma parceria longínqua - Disse ele se aproximando de uma estátua e se escorando nela. - Devo admitir que é realmente trágico o que eles fazem com alguns desafortunados, mas só querem se alimentar. Qual o problema com isso? É uma relação que satisfaz a ambos.

Chris refletiu um pouco.

- Você sabia sobre elas e não disse nada ontem?

- Eu só sabia que eles tinham um plano contra os Daleks, mas não me disseram o que era, por isso fiquei com tanto medo. 

- E a minha família? Tem ideia de onde eles estão?

O senhor Omar afirmou e pegou um mapa da cidade.

- Como meus sócios os Anjos estão me ajudando nisso. Sua família está sob o poder dos Daleks em alguma parte da cidade. Já conseguimos reduzir um pouco o campo de busca mas ainda está difícil...

- Tá, mas... - Ele olhava pras estátuas um pouco desconfiado. - Podemos mesmo confiar nelas? Por que querem nos ajudar?

O senhor Omar sussurrou. 

- É de interesse dos Anjos a segurança de sua família.

E nada mais foi dito.

Chris achava que podia confiar no senhor Omar, que ele era de confiança, mas e quanto aos Anjos, que assustaram até o Golpe Baixo e que eram razão de temor do Doutor?

- Temos que recrutar uma equipe de busca - Disse o senhor Omar. - Vamos à barbearia. 



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