História Together - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Visualizações 25
Palavras 4.501
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Busan: casa dos Park


Fanfic / Fanfiction Together - Capítulo 6 - Busan: casa dos Park


O restante da viagem foi bem tranquila, Jimin ligou o som numa rádio qualquer que tocava vários sucessos da música, cantamos juntos ao som de 2PM "Again and Again" eu com minha voz péssima mais parecia um papagaio rouco. Depois começou as dez internacionais mais pedidas,com minha mão apoiada em sua coxa, cantamos juntos ao som de Ed Sheeran "Thinking Out Loud". 


People fall in love in mysterious ways

Maybe just the touch of a hand

Well me, I fall in love with you every single day

And I just wanna tell you I am


So honey, now, take me into your loving arms

Kiss me under the light of a thousand stars

Place your head on my beating heart

I'm thinking out loud

And maybe we found love right where we are


Essa música dizia muito e vê—lo sorrir e me olhar pelo rabo de olho sorrindo, parecia querer me revelar seu maior segredo. 


When my hair's all but gone and my memory fades

And the crowds don't remember my name

When my hands don't play the strings the same way

I know you will still love me the same

'Cause, honey, your soul could never grow old, it's evergreen

And baby, your smile's forever in my mind and memory

And I'm thinking about how


People fall in love in mysterious ways

And maybe it's all part of a plan

Well, I'll just keep on making the same mistakes

Hoping that you'll understand


— Sou péssima cantando.— falei mais alto que a música. 

— Continue comigo.

— Fico com vergonha... sua voz é tão linda e eu pareço mais um pato rouco.— ele gargalhou tirando os óculos escuros. 

— Você não é tão ruim e tem o inglês ao seu favor, vamos cante comigo! 


Then, baby, now, take me into your loving arms

Kiss me under the light of a thousand stars

Place your head on my beating heart

I'm thinking out loud

That maybe we found love right where we are


So baby, now, take me into your loving arms

Kiss me under the light of a thousand stars

Oh darling, place your head on my beating heart

I'm thinking out loud

That maybe we found love right where we are


Ele segurou minha mão em cima de sua perna entrelaçando nossos dedos, sua pele incrivelmente macia e aquecida contra minha. 


Oh baby, we found love right where we are

And we found love right where we are


— Uau! Isso foi ótimo.

— Foi horrível, estraguei a música.— fiz um biquinho. 

— Tem razão, você como cantora é uma ótima estilista. 

— Há—há.— fiz uma careta. Jimin nunca perdia a oportunidade de tirar sarro. 

Dobrou a esquina logo entrando na portaria do condomínio dos Park. 

Era minha segunda vez naquela casa, das outras tinha ido a antiga onde meu bolinho foi criado. Esse nova residência dentro de um condomínio fechado para segurança dos familiares foi um presente de Jimin para seus pais. lembro—me dos dias livres dele que passamos pesquisando casas em Busan até encontrar essa, que quando ele bateu o olho teve certeza que Agradaria sua omma. 

Uma casa com paredes de vidro e um andar com um lindo gramado verdinho e algumas árvores ao redor. Era luxuosa,mas nada exagerado,o boy realmente esbanjava bom gosto. 

Estaciounou na entrada e na porta eles nos esperavam. Jimin deu a volta para abrir minha porta e segurar minha mão, caminhamos até eles. Sr e Sra Park abriram um largo sorriso, mas ela não se aguentou e correu para apertar seu filho num abraço amoroso. Me soltei dele indo até do outros dois. 

— Christine, já faz um tempo!— Sr Park me deu um breve abraço, exatamente como um pai faz com sua filha. 

— Sim, já faz um tempo, estão bem?— dei uma abraço no mais novo, o cunhadinho que tinha a mesma idade de Jeon Jungkook. Esfreguei seu cabelo,era relativamente mais alto que eu. 

— E ai? Você não cresceu nada.— ele sorriu largo, tão parecido com Jiminie! 

— Acho melhor me cuidar, você pode me passar.— falou me abraçando apertado. 

— Chris! 

— Sra Park!— me puxou para um abraço.— Senti saudade. 

— Oh, nós também querida. Está tão bonita!— afastou—se para me olhar, não contive um sorriso sem graça— Como pode ficar cada dia mais bonita? 

— Eu que pergunto! Está maravilhosa! 

Ela sorriu ruborizada, exatamente como Jimin fazia ao receber elogios meus. 

Vi Jimin abraçar o pai e irmão, recebendo um apertão de ambos.

— Vamos entrar.— Sra Park abriu a porta.

— Vamos. 

— Eu vou pegar as malas. 

— Precisa de ajuda, filho? 

— Não Appa, são pequenas. Obrigado. 

Segui a família para dentro da casa espaçosa, antes tiramos os sapatos na entrada como fazem tradicionalmente na Coréia do Sul. Nos acomodamos na sala de estar, sentei num sofá sozinha enquanto os três no outro de frente para mim. 

— Como vai a vida Chris, trabalhando muito? — perguntou Sra Park. 

— Ah, sim. Os trabalhos nunca param, o ateliê 'tá cada vez melhor e prosperando. 

— Vi na internet que costura para vários artistas famosos. 

— Depois da BigHit, ganhei mais visibilidade, graças aos meninos também. 

— Espero que continue prosperando, querida.— a mais velha sorriu sincera, era tão jovem e bonita. 

— Acho que Jimin está se vestindo pior depois que você largou eles.— falou a cópia de Jimin. 

Eu ri. 

— Agora eles tem alguém melhor que eu.— dei de ombros. 

— Você cuidou muito bem dos meninos, agora é sua vez de brilhar também. Eu particularmente adoro seus desenhos e não só porque é minha nora, tem um talento incrível. 

Tem um olho na minha lágrima. 

— Awn, obrigada. 

— Minha namorada é a melhor.— Jimin surgiu vindo se sentar ao meu lado no sofá para dois.— Ela só é muito modesta. 

— Olha quem fala.— ergui meu olhar para o seu que passou um braço por trás de minhas costas agarrando meus ombros. 

Jimin deu um meio sorriso. 

— Colocou as malas no quarto, Jiminie?— perguntou Sra Park. 

— Uhum, sim omma. 

— Estão com fome? 

— Não, obrigada comi no caminho. 

— Aposto que não foi comida de verdade. 

— Hambúrguer e batata frita. 

— Isso é comida de verdade.— falou o mais novo. 

Sra Park passou os dedos entre os fios escuros dele e disse: 

— No seu mundo, querido.— todos riram da careta do menor. 

— E você meu amor, vai querer alguma coisa para comer? 

— Não, obrigado vou juntar toda fome para o jantar. Sinto falta da sua comida. 

— Nossa...— murmurei.— sua mãe deve estar pensando que nunca cozinho para você. 

— Mas ela sabe que sim.— acariciou meu ombro com os dedos.— Mando fotos para ela quando não está vendo. 

Ergui as sobrancelhas. 

— Hum. 

Ele se curvou depositando um beijo na minha testa, fazendo—me ficar sem jeito. 

— O que acham de descansar um pouco da viagem, vieram dirigindo por quatro horas. — Sr Park sugeriu. 

Observei os círculos escuros sob  olhos de Jimin. 

— Acho que vou aceitar. 


(...) 


Sra Park deu três batidas na porta para nos chamar para o jantar,eu estava acordada velando o sono de Jiminie que dormia profundamente com a cabeça sobre meus seios, agarrando meu corpo ao dele. Foi difícil me soltar

— Venham jantar antes que esfrie. 

— Tudo bem, só vou acordar ele. 

— Não demorem.

Assenti. 

Sentia uma calmaria maravilhosa por tê—lo ali diante de meus olhos e cuidados. 

Quando parava para pensar no quanto ele dava duro e praticava horas por dia, meu coração doía, mas saber de toda sua vontade e determinação para seguir seus sonhos,era um grande motivo pra me fazer ficar ao seu lado e apoia—lo em tudo que pudesse. Meu amor merecia. 

— Amor...— mexi seus cabelos— acorda, sua mãe já chamou para o jantar. 

Ele só resmungou virando na cama. Agachei até seu rosto passando meus lábios por sua pele, isso sempre funcionava para desperta—lo. 

— Hmmm.— gemeu rouco. 

— Acorda Jimin...— dei um beijinho em sua tempora.

— Uhummm... 

— A comida vai esfriar. Vamos, levante. 

— Por um beijo eu levanto.— murmurou virando pra mim, nosso rosto bem próximo, sua cara amassada. 

— Um beijo? 

— Uhum.

Selei nossos lábios pressionado como num selinho demorado, mas ele passou a língua sob minha boca de forma instigante abrindo caminho para encontrar a minha. Nos moviamos em sincronia lentamente. 

— Estou faminto.— falou contra minha boca e afastou—se para abotoar a camisa que abriu durante o sono.— Você não durmiu? 

— Não. Na verdade não estava cansada. Só aceitei a ideia de seu pai pra você tirar um cochilo. 

Ele me olhou nos olhos. 

— Obrigado.— sorriu fraco. 

Levantei—me arrumando minhas roupas amassadas e Jimin me surpreende dando um tapa estalado na minha bunda. 

— Ai! 

— Sua bunda é tão gostosa.— mordeu o lábios. 

Safado. 

— A sua também, agora vamos.— disse pegando sua mão saindo do quarto. 

Eles nos esperavam na mesma e só jantamos depois de agradecer pela refeição e a alegria de ter a família reunida. Eu amava saber que consideravam—me membro da família. Jatamos uma deliciosa refeição que Sra Park havia preparado e graça a boca aberta, ela não preparou algas. Sentia—me muito satisfeita e feliz, tinha uma família no Brasil, mas não eram exatamente unidos. Aqui eu via o amor nos olhos de cada um, cada vez que Jimin ou Jihyun sorriam Sra Park não evitava sorrir também, seus olhos cintilavam de felicidade. Já Sr Park observava quieto as vezes rindo de alguma bobagem que conversávamos aleatoriamente, também estava claro seu amor refletido em seus olhos. 

— Quer ajuda com a louça?— perguntei. 

— Oh, não se incomode Chris, você é visita. 

— Eu quero ajudar. 

Ele comprimiu os lábios. 

— Por favor...— sorri tentado ser fofa. 

— Ok. 

Terminamos de recolher as louças da mesa e levar para pia. Insisitiu para que eu secasse e ela lavaria tudo. Os meninos estavam na sala conversando sobre automóveis,Sr Park pretendia comprar um novo. 

— Voltam em dois dias,não é? 

— Sim, ele volta para tour e eu para o trabalho. 

— Como ele está Chris? Nós sempre conversamos por telefone, mas sabe como mãe é. Fico sempre muito preocupada. 

— Ele 'tá bem e na maioria das vezes também conversamos por telefone. Antes da tour começar ele voltava pra casa depois do trabalho na empresa. Ele está saudável e feliz. Pelo menos é o que mostra. 

— Que bom, mas e vocês? O relacionamento? 

— Estamos bem. Ótimos na verdade. Eu sou muito feliz ao lado dele e parece que ele sente o mesmo. 

Ela me estendeu um louça branca, peguei secando com o pano de prato. 

— Sabe Chris, eu sou muito grata por você ter aparecido na vida dele. Jimin fala com tanto amor e carinho, os olhos dele brilham quando te olha. Ficam tão confortável perto um do outro.—Meu coração acelerou, meus olhos encheram d'água. Sogrinha tava me fazendo chorar. — Ele já é um homem feito que sabe o que quer. Eu percebo uma intensidade entre vocês, Chris... é difícil explicar, mas é bonito e ver. Ele se move, você se move. Parecem conectados. 

— Eu nem sei que dizer.— funguei limpando uma lágrima fujona com as costas da mão. 

— Não chore. 

— Eu só fiquei emocionada, Sra Park. Para dizer a verdade eu tive muito medo de vocês não...— limpei a garganta— de vocês não me aceitarem. 

— Por quê?— ela pareceu incrédula.— Como assim? 

— Oras...eu não sou o que todos esperavam.— minha voz falhou. 

— Nao tem nada de errado com você.— ela voltou sua atenção para a pia.— Se é sobre sua nacionalidade ou cor de sua pele, isso nunca me assustou. 

— Sra Park...

— É sério Chris,nossa família foi bem educada, não somos extremamente conservadores. Essas bobagens nunca passaram ou passam por nossa cabeça. Jihyun adora você, disse que é melhor namorada que Jiminie já teve. 

Fechei a cara. 

— Não, ele nunca trouxe outra para nos conhecer se é isso que pensou...— franzi o cenho— esquece o que eu disse. 

— Tudo bem, não sou ciumenta. 

— Ahãm... 

Eu ri. 

— Talvez só um pouquinho. 

Ela sorriu mostrando suas covinhas suaves. 

— Vocês tem brigado ultimamente? 

— Nossa última discussão já tem um tempo. 

— Ele tem uma coisa em comum com o pai. Prefere dialogar ao invés de criar atrito. 

— Ah, eu tenho que dizer o quanto amo isso nele. 

— Jimin sempre foi mais maduro para idade,cheguei a pensar que fosse ser ruim pra ele. 

— Mas foi o contrário. 

— Sim. Olhe querida, vou deixar uma coisa clara pra você... 

Engoli seco. 

— Pode falar. 

— Do fundo do meu coração eu desejo que sejam felizes! Você é uma ótima pessoa e nós todos a adimiramos não só por fazer nosso menino feliz, mas por ser essa pessoa que é. Estou dizendo tudo isso agora porque não nos vemos com frequência. Jimin é o melhor homem que uma mulher pode ter, então ame—o.— ela citou cada palavra olhando nos meus olhos, enxerguei sinceridade neles. 

Meu coração palpitava rápido. 

— Eu o amo. Amo com todo meu coração, te juro. 

— É bom ouvir isso.— abriu um sorriso. 

Depois de lavar, secar e guardar toda a louça, limpamos a mesa da sala de jantar e cozinha. Nos juntamos com os meninos na varanda do lado de fora para jogar conversa fora. 

Sentei junto de Jimin segurando sua mão mexendo em seus anéis de prata, um hábito meu. A noite em Busan era estrelada e o ar bem mais leve que Seul, o clima estava frio na cidade e mesmo assim as estrelas estavam no céu escuro. 

Jihyun me ofereceu chocolate como sobremesa enquanto conversávamos. Não podia negar minha pequena compulsão/obsessão por chocolates. Comi a barra crocante sorrindo. Tive que dar na boca do boy que ficou olhando com cara de cachorrinho carente e não resisti. Isso acontece sempre quando tento ser má com ele. E pra me deixar encabulada tentou me dar um selinho na frente dos todos. Dei um beliscão em sua coxa e ele riu discarado. 

— Que tal irmos a praia amanhã, já não aproveitamos o dia hoje.

— Boa ideia.— Sra Park sorriu para o marido. 

— Por mim tudo bem.— falei. 

— Depois podemos ir a Taejongdae*, Chris não conhece o Parque.— disse Jihyun. 

— Agora fiquei ciriosa. 

— Você vai adorar é lindo.— Jimin falou. 

— Então vamos passar o dia fora e aproveitar bem.— Sr Park. 

— Precisamos de energia,meu bem. Então melhor entrar para ter uma boa noite de sono.— se abraçou esfregando os braços, mas logo Sr Park alcansou seus ombros a aconchegando num abraço de lado. Tão lindos! 

— Eu já vou.— Jihyun dei um beijo na mãe e pai, logo veio até mim. 

— Boa noite Noona.— deu um beijo na minha bochecha. 

— Boa noite.— sorri. 

Desejamos boa noite e cada um foi para seu quarto. Jimin e eu voltamos para o nosso, amplo com uma cama de casal grande, colocada lá exatamente pra nós. Meu corpo já estava gritando por um banho, então assim que Jimin fechou a porta fui até minha mala separar a roupa de dormir,uma calça de flanela e regata folgada. Não gostava de usar lingerie para dormir. 

Peguei uma toalha e parti para o banho. 

A água quente escorria por meu corpo relaxando meus músculos tensos. Esfreguei minha pele com sabonete líquido, uma fragrância floral maravilhosa e comecei a cantarolar músicas aleatórias. 

— Você é linda assim. 

— Oh!— me assustei colocando a mão no peito. — que susto! Não o ouvi entrar. 

Ele abriu a porta do boxe entrando na ducha. Já disse como esse homem é uma tentação pelado? Ainda me sondando daquele jeito, socorro! 

— Veio tomar banho? 

— Pra que mais eu viria?— sínico. 

Revirei os olhos. 

— Quer ajuda? — se ofereceu para esfregar minhas costas. 

— Uhum.— lhe entreguei a esponja.

— Minha mãe deve ter te enchido de perguntas. 

— Depois do jantar? 

— É, na cozinha enquanto lavavam as louças. 

— Bom, ela só quis saber de você por mim para ter certeza que não ocultou nada dela. Quis saber se estava tudo bem entre nós. — ele fazia movimentos circulares, esfregando.— Eu disse que estamos bem, que tem trabalhado cada vez mais duro como sempre. 

— Só isso? — senti ele mais perto. 

— Ela perguntou se nós brigamos. 

Soltou um riso nasalado. 

— Desculpe por isso, jagi. 

— Ela é sua mãe e eu no lugar dela teria feito o mesmo. 

— Vire pra mim. 

— Oi. —ficamos cara a cara. 

— Sei que gosta muito da omma, mas se não sentir—se a vontade para responder essas perguntas pessoais que ela faz não precisa. 

— Sua omma me deixa confortável, amor. Não vejo problemas em conversamos sobre nossa intimidade e ela nunca perguntou nada demais. Aliás, disse uma coisa que me deixou coisada. 

— O que? 

— Disse gostar de mim e não é só por ser sua namorada.

Ele sorriu. 

—Minha família sempre desejou que eu encontrasse uma mulher forte como você. 

Bufei. 

— Forte? 

— É. 

— Bobagem, sou uma florzinha doce, mas sou grata por ter aprovação deles. 

Assentindo deu um passo pra frente entrando na água morna. Molhou os cabelos jogando—os para trás. 

— Em uma coisa tem razão. 

— Em quê? 

— Você é doce. — me beijou. Começando suave tornado o beijo urgente ao colar nossos corpos quentes e molhados. Segurei sua nuca com ambas as mãos dando espaço para as mesmas passearem por minhas curvas sem pudor. Eu sabia o quanto ele adorava me apertar. 

— Ji...— suspirei. Apertou minha cintura fazendo—me sentir sua ereção contra meu ventre.— Aqui não. 

— Onde então?— uma mão deslizou entre nós tocando meu clitóris com dois dedos pressionando o botão sensível. 

— Estamos na casa dos seus pais— falei o óbvio— Não podemos...— eu arfava com seus toques. 

— Tenho pouco tempo com você. Amanhã passaremos o dia fora, sem chance de ficarmos juntos. Logo volto para turnê... preciso de você. 

— Eles vão ouvir. 

— Geme na minha boca— passou os lábios nos meus— ou posso amordaçar sua boquinha linda. 

— Hmmm...— gemi alto sentindo a velocidade do toque aumentar. Estava muito pronta. 

— Gosta assim?

— Uhum... Ah, é tão bom.— sabia exatamente como me fazer tremer as pernas pedindo por mais. Ele não tinha só um pau gostoso, Jimin sabia agradar com outros truques usando outras partes do corpo.— Me chupa? 

— Pede com carinho. 

— Chupa minha buce...— me interrompeu dando um tapa na minha amiguinha, arfei rindo ao mesmo tempo. 

— Não seja rude, jagi. 

Aquela cara de safado devia ser retratada e exposta no museu do sexo! Caralho,meu interior se contraia só de olhar. 

— Então me da o que eu quero.— sorri sacana. 

— Não precisa pedir. 

Jimin ajoelhou—se colocando uma perna minha sobre seu ombro tendo total acesso a minha vagina encharcada de tesão. Agradecia mentalmente aos pais dele por não terem usado proteção e dado vida a esse ser de língua majestosa que sabia chupar como ninguém. Amém. 

Sua boca trabalhando entre meus lábios maiores, beijando—me como se fosse minha boca, língua quente e sedosa lambendo—me todinha sem deixar nenhuma parte esquecida. Sua boca fazia amor em mim. Eu sei que soa brega falar assim, mas ele fazia com tanta paixão! Eu gemia com o lábio inferior entre os dentes para abafar o som,queria gritar de prazer ao ter seus olhos fixos nos meus. Puxava seus cabelos com força me desculpando mentalmente, porque com certeza doía. 

— Aaawwn... sua boca amor. Isso! Oh! 

Coisas sem sentindo saia de mim enquanto meus olhos perdiam o foco revirando dentro da cabeça ao som dos estalos que suas chupadas faziam. Suas mãos gordinhas segurando minha bunda num apertão firme trazendo meu quadril para frente. 

Meu peito subia e descia por conta da minha respiração irregular, os bicos dos meus seios apontavam para cima de tanta excitação. 

— Sua boceta é tão doce. Goze pra mim, quero beber de você.— sua língua agora dava atenção exclusiva para meu clitóris sensível e inchado. O calor do orgasmo se espalhou por mim, a sensação de satisfação e libertação me fez soltar um palavrão alto. 

— Assim...— sorvia todo meu gozo— deliciosa. 

Minhas pernas bambearam, mas ele estava ali me dando apoio. Beijou a parte interna de minha coxa deixando um chupão em seguida. 

— Sabe porque o chuveiro é um dos lugares onde mais gosto de te comer?— seus lábios brilhavam por meu recém orgasmo. 

— Não, por quê? 

Ele se colocou de pé abaixando minha coxa gentilmente. 

— Porque por trás é a melhor posição.— juntou nossas bocas, senti meu gosto nele.— E não é segredo o quanto eu amo sua bunda. 

Só para provocar me virei lentamente apoiando as mãos no azuleijo frio, separando as pernas empinando a bunda. Joguei os cabelos para o lado o olhando sobre o ombro. 

— Faça seu trabalho garotão. 

Não hesitou em se posicionar atrás de mim beijando meu ombro, pescoço e bochecha.

— Você é tão abusada, noona.— minha boceta se apertou, fazia tempo que não me chama daquele jeito, mas dessa vez sem a antiga formalidade. Soou erótico com sua voz baixa e rouca.— Adoro esse fato sobre você.— passou a glande entre minhas nádegas, tão quente e duro. 

— Você está tão duro amor, me deixe sentir, hum? 

— Quer me sentir? 

— Todinho, bem fundo.— empinei mais até tê—lo entre minha pernas roçando meus lábios. 

— Me coloque dentro. 

Como já pingava de desejo, segurei seu pau duro e molhado movimentando para cima e para baixo até a base, Jimin soltou um gemido no meu ouvido. 

— Duro como pedra...  

Penetrei sua cabeça lentamente deixando somente a ponta, mas um grito meio alto escapou quando ele se afudou de uma só vez. 

— Te machuquei? — perguntou preocupado. 

— Não...— ofeguei. 

Sua mão esquerda desceu até meu clitóris e a outra segurava meu seio apertando e girando o bico entre os dedos. Mexi o quadril dando permissão para se mover. 

— Por favor, não tenha medo de me machucar. 

— Do jeito que eu quero agora, posso te deixar dolorida. 

— Jimin— o olhei desajeitada pela posição— Só fode. 

Beijou minha bochecha e murmurou contra a mesma: 

— Então geme baixinho, tente não gritar. 

Ele saiu só para voltar com tudo,estocando forte. Minhas paredes super lubrificadas fazia com que delizasse facilmente, sem causar atrito.

Jimin criou um ritmo rápido e prezeroso para ambos, ele gemia baixinho no meu ouvido me deixando louca. 

— Assim que você gosta, huh? 

— Isso, bem assim! 

— Eu posso passar o resto da vida dentro de você. — sussurrava só pra mim. 

— Está tão duro, posso sentir cada centímetro seu, que delicia. 

O som da água ainda ligada se misturava aos nosso suspiros e o barulho de seu quadril contra minha carne farta. 

— Ah Jimin! Que delicia... 

— Sua buceta parece cada vez mais apertada, droga!— o ritmo era enlouquecedor, sua mão trabalhando em mim ao meus ritmo que me fodia, sem pausa incansavelmente. Essa era uma das partes boas de namorar um dançarino/cantor, eles tem um ótimo fôlego.— rebola, mexe essa bunda.— remexi o quadril contraindo ao seu redor apertando seu pau.— Whoaa! Isso, meu amor continue me apertando! 

Sua voz saiu esganiçada de prazer. A sensação era tão boa que joguei minha cabeça para trás econtrando apoio no seu ombro. 

— Porra! — ele parou de me tocar para segurar meu outro seio, agora com os dois nas mãos apertando sem delicadeza, bem como eu gostava.

— Feche as pernas e empine tudo pra mim.— ordenou, sua voz saiu mais alta. Fiz como ele havia mandado, fechando as pernas.

Ele socava fundo sem intervalos e naquela altura já não conseguia controlar os gemidos altos que escapavam de mim. Gemia seu nome sem parar dizendo o quanto estava gostando da forma que ele fodia, como era gostoso e sabia bem o que fazer. O quanto eu o amava e adorava estar entre seus braços fortes,ele me fazia louca de tesão gemendo sem para cada vez mais alto.

— Aawwn... 

— Tão molhadinha e quente, tinha que ser minha garota...— deu uma mordida no meu ombro me fazendo gritar.

— Shhhh... quer que eles ouçam, hm? Fique quietinha.— o tom safado que usava para falar mostrava o quanto estava envolvido. 

— Estamos fazendo muito barulho... hmmm...— o estalos de nossas peles se encontrando ecoavam muito alto e com certeza dava pra ouvir do quarto.

De maneira desajeitada ele me beijou capturando meus gemidos mas o som ainda era audível. 

— Jiminie... aawn... Jimin devagar. —Ele não me ouviu, apertava meus seios e continuava incansável.— Jimin—ah eles vão nos... o—ouvir. 

Ele diminuiu o ritmo até parar. 

— Me chama assim de novo.

— Como? Jimin—ah? 

— Soa tão bem nessa boca gostosa.— disse abandonando meu interior lentamente, logo me virei para frente enlaçando uma perna ao redor de seu quadril. O puxei pela bunda para nos encaixar outra vez. 

— Você é tão gostoso.— dei uma apertão na carne macia. Ele riu nasalado. 

— Me chame de novo.— mordiscou meu lábio. 

— Jimin—ah...— falei manhosa. 

— Você vai me matar de tesão, mulher. 

— Vomos morrer juntos, porque temos tanto gozo reprimido que mesmo se tranzassemos por esses três dias não seria suficiente.— ele saiu e voltou entrando fundo.

— Vamos gozar juntos agora...— seus olhos pegavam fogo. 

— Hmmm... vou gozar em você, ao seu redor.

Eu o ajudava entrar fundo apertando sua bunda o puxando contra mim enquanto ele apertava minha coxa, pessionando seus dedos. Acelerou os movimentos até me fazer ficar na ponta do pé,tendo meus mamilos friccionando seu peitoral, sua boca sorvendo nossos gemidos e nosso olhar cruzado. Era o que precisávamos para chegar lá, para nos deleitar em puro êxtase e satisfação quando eu o apertei firme me derretendo ao seu redor e no mesmo tempo jatos quentes de porra se misturaram até escorrer por minha perna apoiada no chão. 

Contemplei seus lindos traços; a boca aberta para respirar em lufadas, os olhos semicerrados e escuros, o cabelo molhado e jogado para trás, suas bochechas ruborizadas e quentes pós sexo. 

— Preciso perguntar pra sua mãe como foi que ela e seu pai te fizeram com tanta perfeição.— eu ainda ofegava. 

Ele sorriu fofo transformando seus olhos em dois risquinhos. Me beijou segurando meu rosto entre as mãos como se eu fosse delicada feito porcelana. 

— Naui cheonsa*, eu te amo.

— Eu te amo. 


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*Meu anjo












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