História Together By Chance - Capítulo 16


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Categorias Amor Doce, Turma da Mônica Jovem
Personagens Carmem, Cascão, Cascuda, Castiel, Cebola, Denise, Do Contra, Leigh, Lysandre, Magali, Mônica, Personagens Originais, Rosalya, Xaveco
Visualizações 4
Palavras 2.286
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, mais um capítulo para vocês.
Espero que gostem!

Boa Leitura!!!
— Monike

Capítulo 16 - Festa Do Pijama


P.O.V Rosalya Price

— Assim está bom? – Pergunto para Denise logo que termino de arrumar os colchões no chão de meu quarto.

— Está ótimo, gata. – Responde animada. Olho para o resultado do quarto, e uau, como está fantástico, meu quarto de paredes roxas está com algumas luzes fluorescentes penduradas e alguns balões também fluorescentes flutuando no teto. Os lençóis de cama são de cores diferentes, há uma mesinha em um canto com um aparelho de som, próximo a mesa, vários travesseiros de penas empilhados no chão, e os pufes fazem um circulo para que nenhuma garota fique excluída de noite.

— Os salgadinhos já foram encomendados, as bebidas estão na geladeira. Acho que está tudo pronto para hoje à noite. – Digo animada e Denise concorda com a cabeça.

— Acho melhor eu ir, tenho coisas para fazer. – Diz Denise depois de olhar o relógio, acompanho a mesma até a porta de entrada/saída de minha casa.

— Até de noite, e obrigada pela ajuda.

— De nada, foi divertido. Beijinhos e até. – Despede-se de mim com um beijo no rosto e logo vai embora.

Que canseira! Sorte que havia a Denise, ou estaria morta.

Ando até meu quarto e pego meu celular para ver que horas são, mas acabo por retornar a chamada de meu namorado que ligou há alguns minutos atrás.

— Amor? – Chamo após ele me atender.

Olá minha linda. – Responde Leigh formal e fofo como sempre, ele é tão perfeito.

— Queria falar algo importante? - Pergunto e ele solta uma risada descontraída.

Não, eu apenas senti saudades de você e queria ouvir sua voz. – Responde e eu coro, mesmo namorando alguém tão fofo como o Leigh, sempre acabo ficando surpresa com seu jeito.

— Bobo.

Como foi seu dia, bebê? – Pergunta curioso e atencioso, duvido existir namorado melhor que ele.

— Foi ótimo amor. – Respondo e começo a contar ele. – Hoje...

P.O.V Monique Lockwood

— Olá, Monique, e… – Diz o chefe da máfia, Rick, assim que eu e Castiel entramos em sua sala.

— Castiel. – Diz com ódio e eu aperto sua mão para acalmá-lo.

— Acho que você sabe o porquê de tê-la chamado. – Diz Rick me encarando e ignorando totalmente o Castiel.

— É claro, e já vou falando que não me arrependo, foi por defesa. – Lanço as palavras assim que me sento em uma das cadeiras de frente para Rick, e Castiel na cadeira do meu lado.

— Não espero que se arrependa, apenas quero lhe agradecer, e também, estou em divida com você. – Fala e eu juro que se estivesse tomando algo, eu me afogaria.

— Como assim? – Cast e eu exclamamos juntos.

— Há meses um dos meus capangas estava roubando meu dinheiro e arruinando alguns de meus clientes, eu tinha suspeitas de vários de meus capangas, e como eram muitos nunca consegui ter certeza de quem era, mas quando o Geremias foi encontrado morto e eu soube que ele havia te “levado” para a casa, tudo se encaixou. – Faz uma pausa, mas depois, continua: – Se você não tivesse o matado, eu nunca teria descoberto e recuperado meu dinheiro, então só posso lhe agradecer e como forma de meu reconhecimento pela sua auto-defesa e pela sua ajuda sem ao menos você perceber que me ajudaria, prometo que não vou deixar mais seu irmão ir para esse caminho suicida, e você não precisará ter que cuidar dos assuntos dele, nunca mais.

— Como podemos acreditar em sua promessa? – Exclama irônico Castiel e Rick ri.

— A Monique sabe que minhas promessas sempre são cumpridas. – Responde e eu concordo com a cabeça.

— Como cuidará de meu irmão? – Pergunto perdida e ele sorri amistoso.

— Não se preocupe, ele ficará bem, e não será mais esse garoto perdido, vou ajudar a ter um pouco de juízo.

— Está bem, agora podemos ir? – Pergunto e Rick concorda.

— Claro. E espero que sua vida melhore. – Confessa Rick e eu olho surpresa. – Você é uma boa garota, Monique. Por que acha que sempre perdoei suas demoras? A culpa nunca foi sua, mas eu precisava de alguém que pudesse pagar o que o seu irmão consumia. Mas agora que não precisa mais se preocupar com coisas assim, espero que encontre a felicidade, e sei que esse rapaz vai lhe ajudar, afinal rebater com um chefe de uma grande máfia é para poucos. – Fala rindo e eu sorrio fracamente.

— Adeus, Rick. – Digo e puxo Castiel para fora do lugar para poder apagar todos esses anos maus na minha vida, mas antes eu escuto um: “Adeus, little girl”.

Eu ainda não acredito que tudo está resolvido, talvez matar aquele cara não foi tão ruim. Droga, Monique. Você está escutando suas palavras? Matar é errado. Quer dizer, é errado, mas... Esquece, estou parecendo uma maluca psicopata.

— Se eu fosse você, iria tomar um banho e deixar de pensar no passado. – Diz Castiel me dando um beijo no pescoço. Estávamos na cama, (sem pensar besteira, povo), Castiel havia dormido a tarde inteira, enquanto eu tocava em sua guitarra dando algumas pausas por causa de pensamentos aleatórios.

— Verdade, ou vou me atrasar para a festa das meninas. – Concordo e ele ri.

— Pena que eu não posso ir, queria brincar de seis minutos no paraíso. – Diz ele malicioso e eu dou um tapa fraco em seu ombro.

— Não vamos brincar disso, seu tarado. E são sete, não seis minutos. – Digo rindo e ele me encara emburrado.

— Que droga, não vai dar de dormirmos juntos. – Diz fingindo tristeza e eu lhe mando um dedo do meio.

— Só pensa em me comer, puta que pariu ein. – Digo rindo e me levanto para ir até o banheiro.

— Não penso só nisso. – Diz revoltado e eu rio.

— Acabou de confessar que quer. – Rio e entro no banheiro trancando a porta, mas pude escutar um: “droga, me entreguei”.

Minha relação com o Cast é muito confusa, somos amigos, somos namorados, somos amantes, somos tudo e ao mesmo tempo nada. Porque uma hora estamos juntos, e na outra, cada um para o seu lado, é uma relação boa, afinal sem grudes, mas sempre com carinho e zoeira/brincadeira. Sei que muitos não gostariam deste tipo de relação, mas para mim, é esse tipo que dá certo.

P.O.V Carmen Frufru

Já estava na casa da tal de Rosalya, esperando a Monique e a Mônica, já que são as únicas que ainda não chegaram. A casa da Rosalya até é grande e o quarto dela também, mas nunca superará a minha casa e o meu quarto.

— Que demora. – Reclamo e a Rosa ri olhando para o celular dela.

— A Monique já vem, aconteceu um probleminha, mas não grave. – Diz Rosa e as meninas lhe encaram curiosas.

— O que foi que aconteceu? Conta o babado. – Pergunta Denise e Rosa a encara com uma expressão divertida.

— Olha.

— Eu não acredito. – Fala Denise rindo após ler o que estava no celular da Rosa, depois dela, todas as minhas começam a ler e rir, mas eu nem dou bola, vindo da Monique aposto que é coisa sem noção, e nem ligo para o probleminha dela, queria mais é que ela não viesse.

A campainha toca e eu me ofereço para ir atender, já que todas estavam entretidas com sei lá o que. Saio do quarto da Rosalya e vou até a sala que dá acesso a porta da frente.

— Oi Carmen. – Me cumprimenta Mônica assim que abro a porta.

— Oi Mônica. – Retribuo o cumprimento, Mônica entra na casa e eu fecho a porta.

— As meninas já estão no quarto? – Pergunta ela e eu concordo, assim que vamos subir a escada para ir ao andar do quarto, a campainha toca novamente.

— Já volto. – Digo e abro a porta sem animo, mas abro um sorriso enorme assim que vejo Castiel na minha frente. – Olá, Cast.

— Ah, oi Carmen. – Diz ele sem animo, que homem rústico.

— Pronto, consegui achar a sacola. – Diz Monique agora atrás do Castiel.

— Eu já vou, é bom amanhã não estar de ressaca. – Brinca Castiel e Monique ri, que ódio e me dá mais ódio com este beijo que ele dá nela, escuto uma risada atrás de mim e vejo que todas as meninas estavam olhando para aquela ceninha, saio dali ligeiro fingindo não me importar em ter presenciado aquele momento eca.

P.O.V Melissa Chieses

Depois da Carmen subir para o quarto, e do Castiel ir embora, a Monique entra e cumprimenta todas nós, muito animada por sinal, ela parecia realmente estar de bom humor, o que é diferente do normal, ela sempre foi animada, mas agora, ela está... Tipo... Bem mais.

— Rosa, aqui está o pedido especial. – Diz ela entregando a Rosa uma sacola plástica com um litro dentro.

— Ótimo, vou preparar agora minha gelatinas alcoólicas. – Fala Rosa rindo e corre para cozinha.

— O que tinha na sacola? – Pergunto rindo e a Monique dá um sorriso cúmplice.

— Apenas uma garrafa de vodca, que o Castiel me ajudou a comprar. – Responde e todas as meninas riem.

— Dá para ver que essa festa vai ser ótima. – Confessa Denise e todas concordam.

Depois da Rosa preparar as gelatinas e nós conversarmos um pouco lá nos pufes do quarto da Rosa, resolvemos brincar de Verdade Ou Consequência, ou como eu gosto de falar Interrogatório ou Sacanagem.

— Quais vão ser as regras? – Pergunto assim que a Rosa coloca a garrafa no meio de nossa rodinha.

— Que tal assim, cada garota tem direito a pular duas perguntas, mas terá que pagar um mico como ter que correr nua fora da casa até a esquina, algo assim. E os desafios não podem ser tão pesados, pensem se fosse você realizando o desafio, se você faria, então pode desafiar, caso não, não desafie, pois se desafiar é você que terá que provar que faria, aí se você fazer, a desafiada que não fez terá que fazer algo pior que a consequência. – Diz Magali e todas nós concordamos com as regras.

— Vamos começar. – Diz Mônica animada e gira a garrafa...

— Verdade ou consequência? – Pergunta Maria para Magali.

— Verdade. – Fala Magali, e Maria sorri maliciosa.

— Você é virgem?

— Não. – Responde corada.

— Eita, mal começou e já vêm perguntas comprometedoras. – Exclama Denise e eu rio.

Mais e mais rodadas passam, não havia alguma menina quer não tinha pagado consequências ou falado a verdade. A Mônica teve que dançar macarena na frente da casa, Jessica teve que ligar para o corpo de bombeiros e falar: “eu estou pegando fogo, tem uma mangueira para me emprestar?”. Foi cada coisa sem noção e algumas com noções, as perguntas, ou interrogatórios, foram as melhores. De você fez essa tatuagem onde ate, você pegou onde tanto em uma homem, ou até coisas piores. É divertido e confesso que a maioria está meio bêbada pelas gelatinas da Rosa, mas continua sendo uma das melhores festas que já fui.

— Eu te desafio a dar um selinho na Jessica. – Fala Denise para a Monique, a mesma fica surpresa e olha para a Jessica que estava corada.

— Eu topo o desafio, mas não depende só de mim, tudo bem para você, Jessica? – Pergunta Monique e Jessica concorda.

— Não é nada demais. – Fala e logo Monique está de frente com ela e lhe dando um selinho que confesso ter sido fofo. – Se você dá selinhos no Castiel assim, dá de perceber o porquê dele te amar. – Brinca Jessica para descontrair e todas riem, menos a Carmen que sussurra algo mais ou menos como: “Agora a santinha do pau-oco é bi, e gamer gosta, dá para acreditar?” e depois ri, pelo que percebi a maioria escutou, mas as únicas afetadas foram a Monique e a Jessica, pois elas ficaram com raiva. Depois de mais algumas rodadas, para na Jessica e na Carmen.

— Consequência. – Diz Carmen convencida que vai passar na consequência.

— Desafio você a dar um selinho na Denise. – Fala Jessica com um sorriso malicioso e Carmen parece surpresa.

— O que? – Exclama ela e Monique ri.

— Está com medo do desafio, ou é preconceito? – Pergunta Monique e Carmen parece ficar com ódio.

— Não, é o desafio mais fácil do mundo. – Responde com um sorriso irônico e depois ela da um selinho demorado na Denise, foi só eu que achei que ela quis bater concorrência com a Monique?

Mais algumas rodadas depois, que levaram em desafios mais complicados, resolvemos parar, pois já estávamos bêbadas e havíamos pagado muitos micos. Fomos até a cozinha e comemos os salgadinhos e docinhos que a Rosa encomendou, por último, fomos até a sala e começamos a assistir a um filme de terror, pois a maioria votou nesse gênero.

— Ai, que bicho mais feio. – Exclama Carmen após ver uma cena de A Morte Do Demônio que continha uma pessoa em fase demoníaca.

— Acho isto tão bobo, demônios nem são assim. – Ri Monique e Rosa concorda.

— Verdade, afinal se demônios são anjos caídos, eles devem ser lindos, não é? – Diz Rosa e a Mônica encara elas com uma cara de: “É serio isso?”.

— Demônios são feios, nojentos, e malvados. – Diz Mônica e a Monique solta a maior gargalhada.

— Nem todos são assim. O ser humano tem tanto o mal e quanto o bem no corpo, assim como anjos tem uma perversidade, e os demônios algum tipo de amor dentro de si. – Confessa Monique e algo nela me fez acreditar, ela parecia saber muito dessas coisas, mas não por pesquisar, algo no que ela disse pareceu ser sincero e  de uma sabedoria antiga, ela me fez sentir como se tivesse uma alma poderosa, assim como quando eu chego perto do meu irmão.

— É melhor pararmos com estas discussões. – Fala Magali na calma. – Afinal nem existe, vamos só voltar a assistir. – Depois da Magali falar, voltamos a assistir, mas ainda assim, escutei a Monique sussurrar algo como “eles existem e estão entre nós”, mas não entendi se foi exatamente essas palavras, então deixei para lá.


Notas Finais


Até Amanhã!!!


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