História Together By Chance - Capítulo 57


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Categorias Amor Doce, Turma da Mônica Jovem
Personagens Carmem, Cascão, Cascuda, Castiel, Cebola, Denise, Do Contra, Leigh, Lysandre, Magali, Mônica, Personagens Originais, Rosalya, Xaveco
Visualizações 8
Palavras 1.711
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capítulo, também escrito por mim.
Espero que gostem.

Links:
Castiel: (http://1.bp.blogspot.com/-aIScHb8CO3k/UnKuPnUjy5I/AAAAAAAAAGc/KIT-64TcYcY/s1600/julia3.jpg)
Lysandre: (http://4.bp.blogspot.com/-LED9aybY7kQ/VHKNhX1qloI/AAAAAAAAA1E/tUEhozcfMPQ/s1600/Halloween2013_-_Lysandre.png)

Boa leitura!!!!
— Monike

Capítulo 57 - Festa De Halloween Macabra!!!


P.O.V Rosalya Price

Estava na casa da Monique me arrumando para a Festa de Halloween que ia ter daqui a pouco na escola. Havia comprado uma fantasia de noiva cadáver – vestido rasgado com partes curtas e partes longas na cor branca, um véu com uma coroa de flores branca meio acinzentada para parecer envelhecido, luvas brancas rasgadas com aspectos antigos, salto alto também brancos, cabelo solto e para completar algumas manchas de sangue falso na fantasia, no cabelo e no pescoço –, pois achei muito bonita e como meu cabelo é branco platinado combinaria muito com o tema, me deixando maravilhosa.

— Por que ainda não se acertou com o ruivo delicioso? – Digo a provocando e ela me olha com um olhar de “não acredito que você disse isso”.

— Não temos certeza se aquele bicho não morreu na queda. – Responde, mas eu sabia que não era isso.

— Você tem medo, não é? Dele se machucar, dele se afastar... De amar ele agora que sabe o que você é. – Digo e ela concorda com a cabeça.

— Vamos esquecer isso, só quero me vestir e tentar me divertir como uma garota normal hoje. – Confessa e eu concordo.

— Você está um arraso! – Exclamo assim que ela está toda pronta.

Monique trajava uma fantasia de Anjo Da Escuridão, com vestido curto preto – estilo vitoriano – e asas também pretas, uma meia arrastão e coturnos pretos, na maquiagem ela havia borrado proposital os olhos e o batom da mesma tonalidade que o resto do visual. A cor clara dos olhos dela com o cabelo loiro fazia tudo ficar destacado.

— Eu não consigo resistir a asas. – Confessa rindo e eu rio também.

— Vamos. Está na hora!

P.O.V Castiel Salvatore

Ela estava lá, como um anjo... E eu não podia nem ao menos me aproximar.

— Está moh gatão ein. – Diz Dc se aproximando de mim, reviro meus olhos. Ele devia estar zoando por eu estar com um blazer branco aberto sem nada por baixo, uma calça branca com cinto vermelho, chifres e rabo de diabo vermelhos, e ainda segurando um tridente vermelho.

— E você está bem comedor, não é? – Rebato por ele estar fantasiado de zumbi.

— Claro. – Diz ele rindo. – Vou ir de atrás da minha caçadora de zumbis.

Do Contra sai, indo provavelmente procurar a Maria Fernanda. Olho ao meu redor e vejo Lysandre vindo em minha direção, ele estava fantasiado de esqueleto.

— Por que não vai lá falar com ela? – Sugere apontando com a cabeça para Monique que me olhava a cada minuto disfarçadamente, ela estava bebendo um ponche e conversando com a Rosalya.

— Ela não quer. – Respondo mal-humorado.

— E desde quando o famoso ruivo rebelde segue as regras? – Rebate tentando me encorajar.

— Por acaso está sabendo de algo que eu não sei? – Pergunto confuso e ele ri.

— Rosa e eu combinamos de empurrar vocês dois. – Ele diz e começa a sair, indo para a mesa do ponche.

— Eu mereço... – Sussurro para mim mesmo, mas também achando graça e feliz por ter alguém me ajudando a amolecer aquela orgulhosa.

Ando discretamente na direção dela e vejo que Rosa dá uma desculpa esfarrapada qualquer para que a amiga ficasse sozinha.

— Como está nessa noite? – Sussurro atrás dela, chegando bem perto, ela dá um mini pulo se arrepiando pelo meu contato.

— Castiel... – Diz ela olhando em meus olhos.

— Não me expulsa. Estou cansado de ver esses zés ninguém te comendo com os olhos e não poder dizer que você é minha. – Resmungo e ela ri, eu sabia o que ela pensava e porque ela ria... A revelação dela para ela mesma acabou a deixando ocupada, fazendo ela não se sentir mais uma humana..., mas hoje... Ela poderia ter momentos que ela acharia nunca poder ter novamente.

— Não vou te expulsar. – Ela diz e revira os olhos enrubescida.

— Ah, não? – Digo me aproximando dela com um sorriso malicioso, acaricio o rosto dela com uma das mãos.

— Não. – Ela me olha e dá um soco no meu estômago me fazendo me contorcer, ela ainda assim era forte, ainda mais com os poderes livres. – Isso é por mostrar esse peitoral para qualquer uma. E isso... – Ela me puxa pelo meu blazer para me beijar. – É por não desistir de mim.

— Nunca, meu amor.

P.O.V João Santos

Em um minuto estava Mônica e eu dançando uma musica qualquer na pista de dança da Festa de Halloween, todos se divertindo e curtindo a festa. Mas no outro minuto... Todos estavam correndo e gritando, alguns machucados, uns caídos no chão tentando se levantar. Mônica havia conjurado a arma que a Monique a dera, que era uma réplica do coelho Sansão que ela possuía desde pequena, mas em um tamanho muito maior.

Por algum motivo minha arma não aparecia... Me senti inútil.

— Fica atrás João. Eu te protejo. – Grita Mônica acertando em alguns demônios voadores, estava cheio de Wendigos, demônios de inúmeras espécies, mas todos demônios inferiores. O bom de matar esses seres, é que eles sumiam.

— Turma se agrupem! – Grita Monique. Sua fantasia já havia sumido dando forma para sua forma de Andarilha dos Sonhos.

— Alguns dos nossos saíram para proteger os outros. – Diz Mônica.

— Certo. Não saiam da formação. Eles não são espertos, mas são muitos. – Ordena Monique.

Castiel estava do lado dela segurando uma guitarra que podia ser usada como uma motosserra. Magali segurava um cetro que lançava magia. Cebola usava um tablete que podia criar o que ele quisesse. Rosalya segurava um chicote de Electrum. E Cascão um guarda-chuva metralhadora com escudo.

— Eles estão atrás de alguém? – Pergunta Magali observando cada movimento dos inimigos. Eu estava no meio e todos da turma, presentes na sala, ao meu redor.

— Provável que do João e do... Castiel. – Diz Monique e logo cria uma lâmina de luz que corta um Wendigo ao meio.

— Temos que sair daqui. Tem muitos! – Grita Cebola usando rapidamente seu tablete criando vários cavaleiros enormes que socavam os demônios, Mônica cria um minitornado com o Sansão e lança num aglomerado de Wendigos que se preparavam para atacar.

— Eu seguro eles. Corram para fora e fechem a porta! – Ordena, mas todos protestam.

— É suicídio! – Exclama Rosa.

— Eu não morro... – Resmunga a loira. – Mas não irei me matar, vou abrir um portal, mas preciso que saiam daqui ou serão sugados juntos. Destruam os que estão lá fora e eu cuido dos daqui. Vão! – Grita afastando todos os demônios e Wendigos do salão. Não dava para discutir.

— Corram! – Grita Mônica confirmando a ordem de Monique.

A ultima coisa que vi quando sai pelas portas duplas que se fecharam depois de todos saírem, foi Monique começando a conjurar algo que parecia ser o portal, ela pronunciava uma língua indecifrável. Seria a língua dos Andarilhos?

~~~~~*~~~~~

— Ela está demorando demais. Já faz duas horas! – Diz Castiel impaciente. Todos nós eliminamos os que haviam fugido do salão e estávamos esperando na frente da porta trancada por magia.

— Não se preocupe, Castiel. Ela é forte! – Diz Rosa, a mesma estava preocupada, mas queria ser firme.

— Haviam bastante daquelas coisas lá dentro, deve ser demorado chutar a bunda de cada um deles. – Diz Cebola tentando ser logico e tentando acalmar o rebelde.

— Você está bem? – Pergunta Mônica sentando ao meu lado. Eu estava mexendo na arma improvisada que o Cebola havia criado, a arma desaparecia lentamente.

— Eu estou, só não entendo porque minha arma não veio. – Respondo e ela parece incomodada.

— Monique achou melhor bloquear a arma por ter poderes mágicos, assim te manteria seguro de você mesmo. – Explica Mônica e eu concordo com a cabeça, não demonstrei nada, mas no fundo estava com raiva e me sentindo descartado de tudo, me sentindo apenas uma princesinha indefesa, o que é bem broxante. Eu sou poderoso, mas não posso usar nada, que merda.

As portas se abrem lentamente e aparece uma Monique humana vestindo trapos do que um dia foi uma fantasia. Castiel chega a tempo de segurá-la antes que ela caísse exausta no chão.

— Você está bem? – Pergunta Rosa quase gritando por levar um susto ao ver a amiga naquele estado.

— Só estou fraca. – Ri fracamente. – Tive que abrir e manter o portal por bastante tempo, mas todos foram sugados.

— Estaremos seguros por quanto tempo até eles voltarem? – Pergunta Cascão com um pouco de medo.

— Alguns dias... Semanas... É difícil ter certeza, afinal eles estão aparecendo em grande quantidade porque alguém está abrindo portais. Mas por hoje estamos seguro. – Explica, a voz dela falhava.

— É melhor deixarmos ela descansar. – Diz Magali e todos concordamos.

— Toma! – Diz Cebola jogando uma chave de carro para Castiel. O carro aparece magicamente estacionado na rua, após Cebola terminar de fazer sei lá o que no tablete. Era um Audi TT preto. – Ele vai sumir em mais ou menos trinta minutos, mas é mais confortável para levar vocês dois para onde quer que seja onde vão ir. E ela precisa mesmo de total repouso.

— Obrigado! – Diz Castiel com um aceno de cabeça.

— Espera. – Diz Monique. Ela cria um pouco de magica e entrega algo que parecia uma espécie de comunicador redondo, para Cebola. – Como sua arma é difícil de se usar quando está correndo, você pode usar isso colocando na sua têmpora, você fala o que quer e logo vai aparecer, mas só aparece coisas que você já criou através do tablete.

— Obrigado, loirinha. – Diz Cebola olhando apaixonadamente para o novo “brinquedinho”.

— Disponha. – Ela ri.

O casal logo sai de carro. Devagar nossa turma vai se separando até restar só Mônica e eu.

— Você não precisa me acompanhar até minha casa. A Monique disse que por hoje está tudo bem. – Digo e ela dá de ombros.

— Eu estou lhe acompanhando porque o caminho é quase o mesmo e eu não quero andar sozinha na rua a essa hora usando uma fantasia de Alice No País Das Maravilhas. – Confessa ela e eu me dou por vencido.

        Conversamos quase o caminho todo, apenas paramos quando ela chegou na esquina em que nossos caminhos se separariam.

        — Obrigada pela companhia. – Ela se aproxima e me dá um beijo na bochecha. – Até amanhã.

— Até... – Sussurro corado, ela sai saltitando para o caminho de sua casa.

Espero alguns mínimos minutos, só até ela sumir de minha vista e volto meu trajeto para minha casa, que não demoraria tanto mais do que já havia caminhado.


Notas Finais


Até segunda!!!


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