História Together for Forever - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Palavras 4.478
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HELLO pessoas!
Este é o primeiro Lemon que eu escrevo... Não é lá os mais detalhados, mas eu fiz com carinho XD
Eu dedico essa História a minha amiga Mel, OBRIGADO POR ME ICENTIVAR A POSTÁ - LA MOÇA♡
Então, eu fiquei cinco dias escrevendo, eu me inspirei em muitas obras e fanarts que eu vi por aí...
A foto que eu coloquei nesse capítulo achei que combinava com o tema, eu bebês preciosos são tão fofos (*-*)
Espero que vocês gostem!
Boa leitura ♡

Capítulo 1 - Way for home


Fanfic / Fanfiction Together for Forever - Capítulo 1 - Way for home

 

Estava escuro, o vento uivava, os ruídos estrondosos podiam ser ouvidos, o céu ameaçava soltar uma forte tempestade.

Charles dormia no banco do passageiro, após um dia inteiro recrutando mutantes, convenceu Erik a ir consigo em um bar, e novamente, Charles havia dado prejuízo; mas obviamente o metalocinético não se importava, seria até divertido recordar ao telepata como controlou seus membros aleatoriamente para colocá - lo para dançar salsa, ficou extremamente bravo e constrangido com a audácia do mesmo... Nada faria ainda, já podia imaginar a expressão horrorizada de Charles ao ouvir tudo o que fez, isso apenas fazia o homem rir travessamente, Charles era tão polido!

Quando finalmente consegue pegar no sono, algo, ou melhor... Alguém o acorda... A voz sutil, balbuciava diretamente sua mente.

 

"rk... Erik... Erik!" 

 

Acordou atordoado de seu breve cochilo, olhou para o amigo dormindo no banco ao lado  arqueando a sobrancelha, estaria o telepata sonhando consigo? A possibilidade disso o agradava, por um momento desejava poder compartilhar do poder de Charles, para saber o que se passava em sua mente.

Novamente seus pensamentos são intereompidos pela voz carregada pelo elegante sotaque britânico.

 

"Erik!"

 

Dessa vez foi um apelo mais desesperado, fazendo Erik olhá - lo com atenção, reparando sua feição contrair - se levemente, a curiosidade aumentava. 

Com um tempo sem mais nenhum indício de que o telepata o acordaria, se recosta no confortável banco de couro.

Pode ver, claramente, a imagem do telepata, com uma clara expressão fragilizada de prazer em seu rosto corado, sua respiração abafada, a forma como mordia seu lábio inferior, claramente tentando prender seus gemidos.

 

"Erik!"

 

Foi a última coisa que ouviu e que viu, antes da imagem rapidamente dissipar - se.

Erik engasgou de surpresa, franziu o cenho, não, Charles não sonharia com algo assim, tão polido e educado, ele nunca pensaria em tal coisa.

 Deveria ser fruto de sua imaginação, pregando - lhe peças, para confundir ainda mais os sentimentos confusos do rapaz.

A imagem vaga por sua mente uma vez mais, sentindo o calor alastrar - se por seu rosto e seu coração de repente fugir brevemente do ritmo normal. 

Sua mente estava testando seu auto controle, não era possível, ele não era um monstro tão terrível de fantasiar com seu melhor amigo bêbado e aparentemente adormecido no banco de seu carro. 

 

- O que estou fazendo da minha vida... - Murmurou mal humorado, bagunçando seu curto cabelo alaranjado.

 

Porém, a mesma imagem repetia - se, tirando qualquer possibilidade do mesmo cair no sono, os flashes cada vez mais lúcidos e mais intensos, inevitavelmente começaram a mexer com o rapaz, estava realmente ficando frustrado, seu corpo almejava desesperadamente o contato próximo. Agora, Erik tinha certeza, que aquelas imagens não vinham de sua mente.

Ele não poderia negar, as imagens de Charles eram realmente agradáveis, tinha a pele tão pálida - Podia imaginar claramente como marcas poderiam se contrastar ali... 

Seu corpo esguio, seu traseiro avantajado... aqueles olhos azulíssimos tanto encantadores como intensos... E aqueles lábios... Ah aqueles lábios! 

Não podia negar, sempre se pegava olhando para aqueles lábios carnudos avermelhados, sempre amaldiçoava internamente o maldito hábito que o telepata tinha de mordê - los...  

Erik não se preocupava muito em esconder seus pensamentos, afinal, seu companheiro mutante para incontáveis viagens era educado o suficiente para se manter distante de seus pensamentos, respeitando sua privacidade.

Resmungou mal humorado, olhando para Charles, afundando no banco, pensava no que deveria fazer ao notar que já havia um bom tempo que as imagens haviam infelizmente parado de assombrar sua mente.

Olha para o lado, cuidadosamente, fixando seu olhar com os olhos azuilíssimos.

 

- Erik! - Um sorriso radiante estampa - se na face do rapaz, como se a poucos minutos não estivesse projetando algumas imagens obsenas de seus sonhos.

 

A forma como Charles sorriu, inevitavelmente pegou Erik desprevinido, fazendo - o desviar o olhar.

 

-Charles, você está bem? - Inesperadamente seu tom havia sido mais sério do que o planejado. Estava tentando se concentrar e acalmar os apelos de seu corpo e mente que até então foram provocados pelo telepata.

 

- Eu estou bem, muito bem! - Charles não estava de todo sóbrio, mas o curto período de tempo que esteve desacordado aprentemente o ajudou a melhorar - Você não parece muito bem, Erik... O que houve? - Perguntou seriamente.

 

- Eu estou bem, Charles... Não sou eu que estou bêbado. - Resmungou.

 

- Eu não estou bêbado! - Disse indignado, o sorriso irônico do companheiro, apenas o deixou  emburrado - Como você tem tanta certeza que eu estou bêbado meu amigo?

 

De repente, Erik puxa Charles pelo pulso assim trazendo - o para perto de si no pequeno espaço do carro, olhando no fundo de seus olhos verdes prateados. Pegando Charles completamente desprivinido.

Suas respirações quentes haviam coledido, um arrepio percorre o corpo de Charles ao ouvir a voz rouca do metalocinético.

 

- Talvez porquê você tenha constantemente assumido o controle dos meus membros no bar e me fazendo dançar salsa... Ou talvez porquê você esteja cheirando a whisky... - Arqueou uma sobrancelha, esperando que o telepata se convencesse.

 

Ligeiro horror se alastra pela face de Charles, logo recordando que havia de fato o feito dançar salsa, embora a cena tenha sido deveras cômica.

 

- Meu Deus... Me desculpa Erik... - Disse com a culpa se abatendo por suas feições delicadas - Mas foi engraçado, vai - Soltou um riso espontâneo, sua risada sempre o distraia, era tão harmoniosa como a mais bela sinfonia, amaldioçava a si mesmo por ficar tão indefeso nas mãos de telepata bondoso.  - De qualquer forma eu juro que não irei fazer isso mais, é muito invasivo... - Disse sem jeito, adquirindo uma cor rosada em suas bochechas.

 

De repente seu ar ficou travesso, como uma criança que roubava um doce na festa e  sorrateiramente se escondia para comê - lo sem ninguém notar.

 

- Além do mais, você não está lá com os melhores cheiros... - Disse sorrindo travesso.

 

- O que? - Erik perguntou seriamente. 

 

- Erik... - Charles colocou seu joelho no espaço livre no banco do motorista, entre as pernas de Erik, e se inclina, sua respiração quente que batia contra a pele do metalocinético o causavam arrepios - Você está cheirando a cerveja... - Charles riu ao se afastar, seu ar era claramente divertido. - Pode soltar meu pulso agora? - Perguntou tirando Erik de seus devaneios indignados.

 

Surpreende - se levemente, havia realmente esquecido que ainda segurava o pulso do telepata, sua pele se camuflava na pele de Charles como nunca havia acontecido com mais ninguém. Era encantador e assustadora a forma como sua pele simplesmente se acostumou com a pela de Charles, ao ponto de esquecer que ainda o segurava.

 

- Eu não estou bêbado, você está. - Concluiu Erik mal humorado.

 

Charles solta um riso cansado, olha para Erik arqueando a sobrancelha.

 

- Erik... Eu estou sóbrio... Por que você acha que eu estou bêbado? Eu sou acostumado a beber assim. - Teimosamente insistiu. 

 

- Charles... Você flertou com todos da festa, é claro que você está bêbado! - Ele próprio se surpreendeu com as palavras que havia dito.

 

O telepata olhou - o claramente surpreso ao escutar tais palavras, principalmente pelo metalocinético tê - las proferido. 

 

- Erik... - Murmurou surpreso. No entanto o maior, o mais brilhante e mais lindo dos sorrisos estampou - se nos lábios de Charles - Você está com ciúmes? - Perguntou curioso com um ar totalmente leve. 

 

- Nein! - Disse teimosamente, olhando para o lado.

 

- Erik, você está com ciúmes. - Charles disse, sorrindo de orelha à orelha.

 

Aquele sorriso brilhante, totalmente espontâneo pegou Erik totalmente desprevinido. 

Observou - o por uns instantes, completamente distraído e deveras encantado. 

Ele nunca havia ficado tão indefeso assim por alguém, e pensando melhor, não havia muita coisa que ele não faria por Charles.

Isso definitivamente o assustava, sempre se orgulhou de não ter fraquezas, poderiam quebrar seus ossos, mas nunca seu coração. 

Erik estava errado, poderiam sim quebrar seu coração, porquê agora ele tinha uma franqueza, um telepata bondoso era sua maior e melhor fraquza.

Seus pensamentos rapidamente se convertem numa súbita frustração.

 

- Verdammt! Charles! - Erik disse, sem nem raciocinar, puxou o telepata pelo puso novamente, segura delicadamente seu queixo com os dedos indicador e polegar, pressionando seus lábios contra os do telepata. 

 

Charles fica estático, paralisado de surpresa, mas ao finalmente assimiliar tudo, corresponde ao beijo, não dando tempo para o metalocinético se afastar ou pensar que não seria correspondido. 

Colocou suas mãos de imediato nos ombros  do rapaz, como um pedido silêncioso para que fosse mais itenso.

O beijo que antes era calmo, ficou logo intenso e desesperado, como se fossem dois amantes que finalmente se encontravam depois de um longo tempo separados.

 

Uma chama pareceu se acender quando seus lábios se tocaram. Conforme suas línguas dançavam naquela valsa, mais quente o ambiente ficava, Erik lamentou o câmbio do carro estar ali, impedindo - o de trazer seu querido Charles para mais perto de si.

Ao se afastarem, seus pulmões gritavam por ar, mas Erik não se importava, estava sedento.

 

- Erik! E-espera! - O telepata disse com dificuldade pela falta de ar, a tonalidade avermelhada se alastrava por suas bochechas. Seu corpo todo se estremece quando o metalocinético sutilmente beija seu pescoço. - Muito rápido.... Devagar... - Falhamente fecha seus olhos, novamente mordendo seu lábio inferior.

 

Charles é tão adorável, por que tinha que ser assim?

Isso era injusto, tão injusto com o pobre coração do metalocinético, ele apenas poderia admirar como Charles é lindo  - de todas as formas. Após seu rápido devaneio, finalmente se levanta, e vai até o banco onde o telepata estava, reclinando - o, o suficiente para que tivesse um espaço para agir.

De imediato, suas mãos vão de encontro aos cabelos compridos de Charles, acariciando - os e ao mesmo tempo trazendo - o para perto de si, iniando outro beijo, tão intenso quanto o outro.

Charles não conseguia resistir, era fácil demais ceder aos charmes do metalocinético; de uma forma quase desesperada contribui.

Erik não perdera tempo, abria os botões da camisa social de Charles com a mão livre, logo tirando - a.

Porém é novamente interrompido pelo telepata, dessa vez ouve sua voz fragilizada em sua mente. 

 

"Erik... Por favor... Devagar... Muito rápido..."

 

Ao mesmo tempo que era adorável, tentava falhamente ser sério com suas palavras, embora seu tom vacilante deixasse bem claro que ele não queria que aquilo parasse. 

Eram como pólvora e fogo, seus corações palpitantes anseavam por isso. Seus batimentos loucamente acelerados, suas respirações brigavam por espaço após aquele beijo cheio de paixão, no mesmo ritmo.

Erik lentamente seguiu beijando e mordiscando a pele pálida de Charles, deixando uma trilha de marcas, desde seu pescoço até seu abdômen. 

Era notável a excitação de Charles, pelo seu olhar, ou pela forma que seu corpo estremecia com cada beijo dado em si, ou pelo claro volume de sua ereção em sua calça social.

 

- Isso aqui está te incomodando não? - Perguntou o Metalocinético, voltando para próximo ao rosto de Charles. - Temos que dar um jeito nisso... - Solta um riso abafado e morde de leve o lóbulo inferior de sua orelha.

 

Com as mãos livres, Erik desafivelou seu próprio cinto, olhou para o telepata sorrindo travesso, e prendeu os pulsos atrás do bocanco com o cinto.

Charles estava tão surpreso quanto se podia imaginar, mas uma onda de luxúria pode ser sentida por Erik, Charles estava projetando suas emoções  novamente, isso para o metalocinético era simpelsnente adorável, tão Charles.

Mas logo a atenção do telepata é chamada para o botão e o zíper de sua calça social, que eram de metal, se abrindo sozinhos, puxando a calça do mesmo para baixo.

Ele não podia deixar de admirar os poderes de Erik, e ele sabia que Charles observava como estava usando seus poderes, mesmo que tentado com mais e mais beijos e mordiscas em seu corpo.

 

- Não sabia que podia fazer isso com seus poderes, bem útil seu poder não? - Perguntou em tom travesso, olhando nos olhos do metalocinético com diversão.

 

- Como você mesmo disse Charles... Você tem seus truques e eu tenho os meus. - Sorriu de lado, beijando - o novamente, porém fora rápido, deixando aquele gostinho de "quero mais".

 

A expressão emburrada de frustração do telepata era simplesmente adorável. 

Erik se ajoelhou, estava a poucos centímetros da virilha do telepata.

 Lança um breve olhar ao companheiro, vendo que este também o observava, seus lábios estavam entre abertos, suas bochechas avermelhadas e seus olhos azuis como o mar atentos. 

Observa satisfeito a forma como Charles arqueia seu corpo e pressiona fortememte suas pálpebras ao abocanhá - lo através do fino tecido de sua roupa íntima. 

 

"Charles, olhe pra mim" enviou mentalmente para o rapaz, como um convite que não poderia ser recusado.

 

Ao se virar para olhá - lo, nota que sorrateiramente de forma que nem ele mesmo havia notado, o metalocinético havia retirado sua cueca. Antes que o telepata tivesse tempo para refletir sobre isso, Erik pressiona novamente seus lábios se presssionam contra seu membro agora totalmente desnudo, abrigando - o com o calor convidativo de sua cavidade oral.

 

- Ah! Erik! - A voz frágil de Charles escapa de seus lábios rosados, perdendo levemente a cabeça para trás. 

 

Arfa de prazer ao sentir a língua do metalocinético percorria - o, o umedecendo parte por parte, levando - o até o fundo de sua garganta. Charles queria desesperadamente tocá - lo, suas tentativas frágeis de se soltar do cinto eram charmosas ao ver do metalocinético.

Estava determinado a levá - lo ao êxtase, e conforme seus movimentos se intensificavam, mais perto disso estavam.

Os arrepios prazerosos que percorriam o corpo de Charles aumentavam, estava cada vez mais perto de atingir ao orgasmo no ritmo que estava sendo estimulado.

Mas uma onda de frustração se alastrava por Charles, queria tocá - lo, não queria ser apenas ele a ser estimulado, não queria que fosse apenas ele a se deleitar, o fato do metalocinético estar vestido, era como se suas entranhas se corroessem em ansiedade e desespero só de pensar que o que tanto desejava não iria ocorrer. Se força a segurar seus gemidos, para se concentrar, mas isso apenas motivou o metalocinético a ser mais intenso.

 

"Erik! Pare!" O telepata disse demantante, sua presença na mente do metalocinético era como um farol orientando aos barcos numa noite escura.

 

De imediato Erik parou, olha para Charles arqueando uma das sobrancelhas.

 

- N-não tem que ser só eu... - Disse com dificuladade bufando, olha para Erik, era claro isso por sua ereção. - Eu quero junto com você - Disse teimosamente.

 

- Por que? - Perguntou curioso, sorrindo sagazmente.

 

- Pelo amor de Deus Erik... - Charles murmurou mal humorado - Eu quero que você me faça seu, que você me coma, está claro pra você agora? - Perguntou emburrado, como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.

 

- ... - Erik solta um riso abafado, estava levemente surpreso, não esperava ouvir palavras tão baixas de Charles - Eu sabia, já que você vive vez ou outra projetando seus sonhos peculiares... - Sussurrou ao pé de seu ouvido, mordendo levemente o lóbulo de sua orelha, notava - se uma tímida vergonha da parte de Charles, o que apenas o fez rir novamente - Se bem que... Nem nos meus doces sonhos, eu imaginei que ouviria essas palavras baixas de  alguém tão educado e elegante quanto você. - Disse em tom provocativo, mordendo de leve o lábio inferior do rapaz.

 

- Não é justo você ainda estar vestido! - Disse mal humorado, acalmando - se levemente após o metalocinético tirar sua própria camisa, embora olhasse com aversão para suas calças. 

 

Isso apenas fez Erik rir, Charles era tão afobado... Com seus próprios poderes, sem perder seu tempo, retira sua própria calça, o olhar do telepata, antes emburrado, torna - se novamente admirado pela demonstração de poderes do metalocinético.

 

- E me solte por favor, eu quero te tocar... - O telepata resmungou.

 

- E se eu não quiser fazer isso? - Perguntou calmamente, enquanto distraídamente pegava algo no

 

 porta luvas, novamente com suas habilidades, movia a engrenagem de metal do banco onde Charles se encontrava, fazendo - o reclinar - se mais.

 

- Erik. Me solte. - Charles disse demandante, franzindo levemente as sobrancelhas. - Eu estou falando sério! - Se pronunciou, dessa vez um pouco irritado, fecha suas pernas.

 

Erik havia pego um vidrinho de lubrificante dentro do porta luvas. Encarou ao telepata cabeça dura, soltando um riso espontâneo, com apenas um movimento dos seus dedos, o cinto se solta dos pulsos de Charles.

 

- Posso? - Perguntou calmamente, dando um beijo delicado em sua coxa, este toque tão delicado, arrepiou ao pobre telepata dos pés à cabeça.

 

Charles assentiu relutante, estaba estampado em sua face que achava desnecessário quaisquer tipos de preparações.

Erik colocou uma boa porção do líquido gelado em seus dedos médio e indicador, cuidadosamente colocando - os em sua estreita entrada.

A princípio, uma pontada de dor se estampa na face de Charles, entretanto logo a dor é substituída por um prazer que apenas aumentava conforme so dedos de Erik brincavam espalhando todo o lubrificante. 

Com o tempo, a passagem ficou menos estreita, ao invés de tentar empurrar seus dedos, os convidava para penetrar - lhe quase desesperadamente. 

Charles mordia seu lábio inferior, assim prendendo sua voz, e para Erik isso era tão motivante quanto ouví - lo chamar seu nome. 

Agarrava as bordas do banco fortemente com suas unhas, na posição que estavam, ainda não poderia tocar ao metalocinético.

 

- Mhn... Erik...  - Retraiu suas sobrancelhas, com seus olhos entre abertos fitava o teto do carro - Me beije. - Em tom suplicante, finalmente cria coragem para encarar os olhos esverdeados do metalocinético.

 

Atende a súplica do telepata, de imediato se aproximando o suficiente para beijá - lo, envolveu uma suas mãos em sua cintura, a outra, seus dedos permaneciam ocupados, continuando a tortura de ansiedade e prazer que causava em Charles.

O telepata finalmemte abandona as bordas do banco acolchoado, envolve um de seus braços em torno do ombro  de Erik arranhando suas costas levenente, enquanto sua outra mão brincava com seus curtos fios de cabelo alaranjados que ficavam em sua nuca.

 

"Erik se apresse. Por favor." 

 

O metalocinético adorava a irônia de quem antes pedia para ir devagar, suplicando desesperadamente em sua cabeça para se apressar... Isso não o fazia menos maravilhoso claro, afinal tudo nele era deslumbrante - para Erik, embora ele não o admitisse em  voz alta.

Seus dedos abandonam a convidativa entrada do telepata, tira sua própria roupa íntima e masturba - se rapidamente, com seu pré-gozo ficando lubrificado o suficiente para facilitar sua entrada e garantir - mesmo tendo o preparado -  que não machucasse Charles.

Se recusava a afastar seus lábios dos do telepata, o controle total era seu, quem comandava a valsa entre suas línguas era obviamente o metalocinético, não se afastaria até o último instante que seus pulmões resistissem à falta de ar. 

Quando se afastam, um fino rastro de saliva se segue, seus olhos estavam fixos um no outro, ambas as pupilas dilatadas, suas respirações desesperadas por ar no mesmo ritmo que seus corações pulsantes. 

Posicionou - se na entrada do rapaz, olhando - o, fazendo uma pergunta silenciosa, a qual foi confirmada não só por um aceno de cabeça, mas por Charles ter envolvido suas pernas em sua cintura, convidando - o a entrar.

Ao penetrar - lhe pela primeira vez, Erik solta um grunhido, franzindo levemente as sobrancelhas, mas não era apenas ele que se encontrou brevemente extasiado com a situação, o telepata arranhou mais forte suas costas, soltando um gemido instantâneo.

 

- Du ist schön... - Erik murmurou em sua língua materna com dificuldade, a visão privilegiada que tinha de Charles era realmente bela.

 

Mesmo Charles não sabendo o significado do que Erik havia dito, sua voz rouca e grossa em seu forte sotaque alemão era demasiada sexy para si.

Conforme o tempo passava, a pequena dificuldade e desconforto, simplesmente desapareceu, agora, Erik podia mover - se livremente, desde então, Charles estava gemendo mais.

Seu ritmo começou a ficar mais rápido, suas estocadas cada vez mais fortes mas sem perder a delicadeza que ele nem sabia que tinha com Charles. 

Em dado momento, finalmente chega ao ponto que queria, finalmente atingindo a próstata do telepata.

 

- Hahh! Erik! Ah! - Gemeu um pouco mais alto, arranhando forte suas costas - Erik... Erik... Eu... Eu vou... - Sua voz falhava, impedindo - o de completara frase por conta dos colapsos de excitação que estava tendo. 

 

Erik sentia estar perto de atingir seu ápice também, então com a mão que não segurava a cintura de Charles, foi até o membro rijo do telepata, tocando - o no mesmo ritmo intenso de suas estocadas, os gemidos de Charles eram cada vez mais frequentes.

Até que ambos juntos sentem seus corpos estremecerem, e atingem seu ápice. 

Subitamente o banco se reclina totalmente, Erik havia manejado   - o com seus poderes, a tempo.

Seu corpo havia cedido brevemente acima do corpo consideravelmente menor de Charles. 

 

Encararam - se fixamente por um tempo, Erik delicadamente deu um selinho em Charles, olhando - o com zelo e carinho com um sorriso estampando - se em seus lábios; seu sorriso que para muitos lembrava a um tubarão pronto para atacar, inesperadamente para Charles, não havia um pingo de maldade.

Inevitavelmente um sorriso tão  luminoso como uma estrela se estampa por seus lábios rosados também. 

 

- O que foi? - Perguntou curioso.

 

Erik encarou novamente o sorriso de Charles por uns instantes, amaldiçoando - se por ficar tão indefeso nas mãos de um telepata - que não usava seus poderes 

 

- Ich bin sehr geschraubt... - Erik murmurou derrotado, enquanto se levantava e pegava no porta luvas um rolo de papel higiênico que fora colocado lá por insistência de Raven. 

 

Pegou um pedaço generoso e  cuidadosamente limpou o abdômen de Charles, surpreendendo - se levemente pelo telepata ficar ereto novamente.

 

- Você não se cansa não? - Erik perguntou incrédulo soltando um riso espontâneo.

 

- Não, não me canso. - Charles sorriu largo, puxando o metalocinético pelo braço, de forma que o mesmo caia em cima de si - Vamos de novo! - Sorriu alegremente.

 

- Unglaublich, du bist definitiv fantastisch. - Erik riu espontâneamente, mas fora interrompido pelo telepata.

 

Charles inverte as posições, estando sentado no colo do metalocinético, sua súbita atitude pegou Erik completamente desprevenido, aproxima - se o suficiente de sua orelha, para então começar a falar.

 

- Por mais que seja muito sexy você falando assim, eu não entendo nada... - Sussurrou com sua voz travessa carregada pelo elegante sotaque britânico do telepata - Agora... Não me deixe esperando. - Disse com um ar novamente animado e carinhoso.

 

Pressiona seus lábios carnudos rosados contra os lábios de Erik, começando um outro beijo transbordante em desejo e paixão, havia a presença do carinho e uma pitada de um sentimento desconhecido.

 

Seria amor? Eles não sabiam, mas não se importaram, afinal teriam muito tempo para esclarecer seus sentimentos... Suas únicas certezas eram fatos; esses eram:

 

• Eles se gostavam, bastante, mas não sabiam se isso podia ser considerado amor... 

• Era claro em suas trocas de olhares, qualquer um podia notar, havia uma química forte entre eles, como pólvora e fogo...

 

Envolvem - se novamente, a cada momento que passavam juntos, seu vínculo parecia ficar mais forte, como as raizes de uma grande e velha árvore.

Apesar de suas diferenças gritantes, Erik e Charles juntos estavam em harmonia, como o próprio telepata dizia...

Estavam entre a raiva e a serenidade, e assim se seguia...

Nas intermináveis viagens, se aventurando as escondidas, igualando o ritmo de seus corações conforme as luzes se apagavam e pequenos balbucios incompreensíveis que poderiam ser ouvidos em algum lugar ao longe.

Em meio a toda a amargura e rancor sentindos no futuro, as velhas memórias, eram suas preciosidades, mais valiosas que o ouro, pois eram de um tempo perfeito, em que ambos, Charles e Erik, conseguiam se conectar e atingir a um equilíbrio... Mesmo com os anos, os sentimentos estavam ali, e as doces memórias antigas, apenas atiçavam a chama do sentimento incompreendido sentido por ambos em seus corações palpitantes... Eles tinham tempo para se entender...

Eles tinham...

Era o que eles sempre haviam pensado...

 

- Se eu não tivesse sido orgulhoso, tanta coisa poderia ter sido diferente, velho amigo... - O velho Erik comentou, sorrindo melancolicamente enquanto olhava uma antiga fotografia sua com Charles, segurava um lindo buquê de flores.

 

Diferente de tantas ocasiões, o velho metalocinético, usava um terno preto, caminha pelo gramado, parando de frente àquela lápide, a qual nunca em seus piores pesadelos havia visto.

 

 - Se eu não tivesse sido tão arrogante meu amigo... - Colocou o buquê em seu devido lugar na lápide, seu olhar era carregado com pesar - 

Ich habe dich geliebt, ich liebe dich immer noch ... Ich denke, ich werde dich immer lieben... - Ignorou as lágrimas quentes que escorriam por sua bochecha, a tristeza era tamanha que desejava que ela pudesse matá - lo - Adeus velho amigo... - Erik disse finalmente, sorrindo tristemente.

 

Ao se virar então, Erik surpreendeu - se ao ver parado em sua frente, o jovem Charles.

 

- Charles... - Murmurou surpreso, como se o que visse em sua frente fosse uma miragem.

 

- Erik... - Ele sorriu brilhante, tão lindamente  quanto antes, o metalocinético pode sentir seu coração se estremecer com esse sorriso novamente - Erik... Vamos pra casa. - Estendeu a mão para o mesmo.

 

Quando se olhou, não era mais idoso, era jovem como Charles, e  as lágrimas escorriam sem parar por seus olhos verdes cinzentos, sua expressão era contorcida de dor, culpa, saudade, alívio e alegria. Correu de imediato até Charles, o abraçando, carinhosamente e protetoramente.

 

- Alles ist in gut... Alles ist in gut... - Murmurou entre frágeis soluços.

 

- Sim... Erik, Está tudo bem... - O telepata sorriu carinhosamente.

 

Ambos saíram caminhando entretidos numa animada conversa, e despapareceram daquele mundo cinza que não lhes pertencia mais...

E neste mesmo mundo, apenas restou o corpo sem vida de um senhor, sentado encostado na lápide de seu único melhor - e mais que - amigo, Charles Xavier. 

Segurava em suas mãos uma fotografia de ambos quandos jovens, a causa de sua morte foi natural, viveu por muitos anos, assim como Charles, mas por suas ações, muito haviam se distanciado... Não que o sentimento tivesse mudado, apenas o revestiu de saudade e melancolia.

Mas agora estava tudo bem, tudo bem, porquê agora não haveriam mas desavenças, agora estavam juntos, para sempre... E é isso que importava...


Notas Finais


Bom pessoas, é isso! Espero que gostem!
Deu uma dorzinha no coração escrever o final desse fanfic...
Aqui em baixo segue as traduções de tudo em alemão, aproveitem! ♡

Traduções:

"Nein" - Não

"Verdammt" - Caramba

"Du ist schön" - Você é lindo

"Ich bin sehr geschraubt" - Eu estou muito ferrado

"Unglaublich, du bist definitiv fantastisch" - Incrível, você é definitivamente incrível

"Ich habe dich geliebt, ich liebe dich immer noch ... Ich denke, ich werde dich immer lieben..." - Eu te amava, eu ainda te amo... Acho que sempre vou te amar.

"Alles ist in gut" - Está tudo bem


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