História Together Forever - Capítulo 13


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bipolar, Ciclotimia, Ciumento, Ciumes, Hot, Obsessivo, Possessivo, Transtorno De Humor
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Palavras 2.044
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 13 - Twelve.


Fanfic / Fanfiction Together Forever - Capítulo 13 - Twelve.

09H-AM

Ísis Belikov

Me afasto para poder respirar e o meu namorado resmunga baixinho, roubando um selinho meu.

— Você tem mesmo que ir? — Suspira, me apertando entre seus braços.

— Tenho, amor. — Beijo sua bochecha. — Prometi a minha mãe que iria com ela no centro. — Mexo na correntinha envolta do seu pescoço.

Ele bufa, deitando a cabeça em meu ombro e passando o nariz pela minha pele, me cheirando.

— Não faça mais promessas, vida. — Murmura, adentrando as mãos em minha blusa. — Se você fizer, eu serei obrigado a te ver ir, como agora. — Aperta minha cintura.

— A gente vai se ver de noite, amor. — Relembro, tentando fazer com que ele fique melhor.

— Muito tempo! — Reclama, erguendo a cabeça. — Até de noite eu já morri de saudade. — Faz uma expressão de dor.

Reviro os olhos sorrindo, pelo seu drama e dou um leve aperto em seu braço. Eu amo fato dele sempre demostrar que sente minha falta, mesmo que a gente não vá ficar muito tempo sem se ver, porque é nesses mínimos detalhes que eu vejo o quanto sou importante para ele.

— As horas vão passar rápido, vida. — Tento convencê-lo.

— Vai o caralho! — Bufa.

Meu celular vibra em meu bolso e eu o pego rapidamente. Desbloqueio-o e vejo que é uma mensagem do meu pai, avisando que já chegou.

— Tenho que ir, amor. — Murmuro, mostrando a tela do aparelho a ele.

Thiago suspira frustado e me abraça apertado.

— Me avisa quando chegar em casa. — Pede, se levantando do banco.

Assinto e o puxo, para que ele me acompanhe até a porta. Fico na ponta dos pés para dar um beijo em sua boca e meu namorado me segura, quando tento me afastar.

— Te amo. — Fala baixo, me soltando a contragosto.

— Amo você. — Sorrio, antes de selar rapidamente nossos lábios.

Ele me puxa para seus braços novamente e me abraça, dando um beijo em minha testa. Me afasto lentamente, solto um beijo no ar para ele e ando em direção ao elevador, sem olhar para trás, já que ele está me observando e vê-lo triste acaba comigo. Entro na caixa metálica e aperto o botão do térreo.

•••

Ouço a campainha tocar e bufo, me levantando para ir abrir a porta, já que estou sozinha em casa. Destranco e puxo a madeira, ficando surpresa ao encontrar o meu namorado do outro lado da porta. Sorrio, negando com a cabeça e passo meus braços por seus ombros.

— Por que não avisou que vinha? — Pergunto baixo, pegando impulso e enrolando minhas pernas envolta dele.

Prontamente e rapidamente, ele segura a parte de trás das minhas coxas, para evitar que eu caia.

— Queria te fazer uma surpresa, vida. — Murmura, antes de dar um beijo no meu pescoço.

Ele anda, fechando a porta com o pé e logo sou encostada em uma parede. Me afasto um pouco, para olhar seu rosto e tiro seu boné.

— Seu pai tá aí? — Indaga, olhando para os lados.

Nego sorrindo e ele me beija, com certa pressa e necessidade. Tento retribuir da mesma forma, sentindo-o apertar minhas coxas. Meu namorado chupa minha língua e pressiona seu corpo contra o meu.

— Calma, vida. — Sussurro, tentando regular minha respiração. — Nem parece que a gente se viu hoje de manhã.

— Você sabe que não consigo ficar muito tempo longe. Ainda mais, sabendo que eu posso te ver. — Dar de ombros, me roubando um selinho.

— Eu sei, vida, que você é muito apaixonado por mim. — Me gabo.

— Sou mesmo. — Concorda, me colocando no chão.

Sorrio toda boba e beijo rápido sua boca, antes de puxa-lo para a sala. Sento novamente no sofá e ele faz o mesmo, enquanto abraço uma almofada. Descanso minha perna em cima da dele e volto a focar meus olhos na televisão. Percebo que o desenho está no comercial e olho para o meu namorado, que está tirando a camisa.

— Desde pequena você gosta desse desenho. — Comenta, assim que Barbie volta a passar. — Quero dizer, quando você era criança, porque pequena você ainda é. — Se corrige, para zoar com a minha altura.

— Seu pau que é pequeno. — Resmungo, batendo nele com a almofada.

— Não é o que você diz, quando tá me chupando. — Sorri safado. — Aliás, nem cabe todo na sua boca, vida.

— Muito convencido, meu Deus! — Reviro os olhos, divertida.

— Culpa de quem tá me pegando. — Dar de ombros. — Só recebo elogios.

— É o quê, Thiago? — Sento direito, ficando séria. — Tá recebendo elogio de quem?

— Seu, né, vida?! — Fala, como se fosse óbvio.

— E por que você falou como se fosse outra pessoa? — Indago, semicerrando os olhos.

— Foi na brincadeira, vida. Deixa de maluquice! — Bufa.

— Sei. — Falo apenas, desconfiada.

Meu namorado revira os olhos e me puxa para perto, fazendo-me deitar metade do meu corpo em cima dele.

— Ciumenta. — Cutuca minha barriga e eu me encolho, sentindo cócegas.

Sorrio e dou um rápido beijo em sua boca, voltando a assistir o desenho. Ele passa um braço por minha cintura, começando a mexer em meu cabelo com a mão livre. Mesmo não gostando de Barbie, sempre que eu quero assistir, ele não reclama e ainda assiste comigo. Namorado melhor que o meu, com certeza não existe.

Horas depois...

Tomo um gole da bebida do meu namorado e engulo fazendo uma careta, já que sinto o quanto está forte. Ele ri de algo que o Matheus disse e eu o olho atentamente, confirmando que ele está ficando bêbado.

— Já chega, vida. — Murmuro, afastando o copo quando ele tenta pegá-lo.

— Tem um cara te olhando pra caralho. — Aponta com a cabeça, disfarçadamente. — Se eu não beber, vou quebrar a cara dele. — Explica, apertando minha coxa.

Olho para a direção que ele indicou e avisto o cara, que logo reconheço ser o amigo da Alice, que me deu uma cotovelada sem querer. Percebo que o mesmo está realmente olhando e bufo, me voltando para o Thiago. Entrego o copo para ele, não querendo ver ele bater em alguém. Sempre saímos para nos divertir e nunca dar certo quando ele acaba brigando por ciúmes. Então, é muito melhor vê-lo beber, do quê ter que cuidar do seu rosto bonito machucado.

Balanço minha bunda no ritmo da música para tentar distrai-lo e percebo que deu certo, quando suas mãos pressionam minha cintura. Sinto sua boca em meu pescoço, onde ele deixa uma leve chupada, fazendo com que eu me arrepie. Sorrio, roçando-me no volume da sua calça.

— Amiga! — Alice para de frente para mim. — Vem dançar com a gente. — Chama, apontando para onde a Maysa está.

Elas só estão um pouco afastadas, mas é bem perto de onde os meninos estão. Como se fosse possível, meu namorado e me aperta.

— Vou lá, vida. — Olho-o por cima do ombro.

Meio contrariado ele assente e eu selo seus lábios, voltando a olhar para a minha amiga, que parece impaciente. Vejo o amigo dela vindo em nossa direção com um sorriso no rosto e automaticamente entro em alerta. Me viro para o Thiago, que já está de cara fechada e eu suponho que ele também tenha o visto. Penso rapidamente e me apoio em seus ombros, antes de encostar nossas bocas.

Meu namorado demora a retribuir meu beijo, mas logo sua língua entra em contato com a minha e uma de suas mãos sobe para a minha nuca. Ele puxa o meu cabelo e morde meu lábio inferior, encerrando o beijo pela falta de ar.

— Não deixa ele chegar perto de você. — Murmura, acariciando meu pescoço com o polegar.

Assinto, roubando um selinho seu e sinto-o abaixar o meu vestido. Não reclamo e viro-me para a Alice, que está sozinha e me olhando com tédio. Enrosco meu braço ao dela e arrasto-a, indo em direção a Maysa.

•••

— Cê tá tão gostosa nesse vestido, vida. — Fala baixo e meio embolado.

Reviro os olhos e o ignoro, olhando para fora da janela. Sinto uma das suas mãos em minha coxa, tentando subir meu vestido e eu seguro-o rapidamente.

— Thiago! — O repreendo, em um quase sussurro.

— O quê? — Me olha, fingindo inocência.

O motorista do Uber nos olha pelo retrovisor interno, fazendo com que eu me encolha constragida. Maldita hora que eu não aceitei a carona do Bruno! Mas porra, como eu iria imaginar que o meu namorado ficaria tarado na frente de alguém? Respiro fundo, ouvindo-o cantar baixinho, enquanto batuca com os dedos na minha coxa.

Cinco longos minutos depois, agradeço mentalmente ao pararmos em frente ao prédio em que o Thiago mora e pego o dinheiro na minha bolsa, entregando-o para o motorista em seguida. Desço do carro e dou a volta, abrindo a porta para o princeso bêbado. Puxo-o para fora e ele se apoia em mim, ao cambalear e quase ir de encontro ao chão. Com certa dificuldade, consigo levá-lo até o elevador e o mesmo se encosta na parede, fechando os olhos.

Aperto o botão do seu andar e fico de frente para o meu namorado, com medo dele cochilar e acabar caindo. As portas metálicas não demoram a se abrir e eu arrasto-o até a porta do apartamento, onde abro rapidamente. Entro trazendo-o comigo e tranco novamente a porta, antes de seguir para o quarto. Suspiro tirando meu sapato e jogo minha bolsa em qualquer canto.

— Não, não, não! — Falo rápido e vou da mesma forma até o Thiago, impedindo-o de deitar na cama.

— Tô com sono, vidaa. — Resmunga, prolongado a última palavra.

— Vai tomar banho primeiro. — Bufo, puxando-o para o banheiro.

Ligo a luz e sento-o no vaso sanitário fechado, começando a tirar sua roupa.

— Vida, você tá me assediando? — Pergunta, com a feição espantada. — Eu não quero! — Afasta minhas mãos, quando tento tirar sua calça.

— Puta que pariu! — Resmungo baixinho, amarrando o meu cabelo.

— Sai, vida. — Tenta me distanciar, mas eu bato no seu braço.

Meu namorado me olha surpreso e alisa o braço, enquanto seus lábios se juntam em um bico. Reviro os olhos, percebendo o quão idiota ele fica bêbado. Não é a primeira vez que ele bebe demais, mas ele geralmente apenas rir de tudo, como se fosse retardado. Consigo terminar de despir ele e levo-o para dentro do box, onde ligo o chuveiro no frio.

— Tá gelada, vida. — Reclama, saindo.

Tento empurra, mas meu namorado se esquiva.

— Pra um bêbado, você tá bem rápido. — Resmungo, colocando minhas mãos na cintura.

Vejo-o mudar a temperatura da água e sem paciência para brigar com ele, fico quieta, apenas observando-o voltar para debaixo da água.

— Vida, olha, meu pau tá duro. — Ri, apontando para o mesmo.

Acabo rindo com sua idiotice e balanço a cabeça.

•••

Visto uma camisa do Thiago e uma calcinha minha, antes de apagar a luz do quarto. Deito ao seu lado na cama e o mesmo se aconchega a mim, passando uma perna e um dos braço pelo meu corpo.

— Tá cheirosa. — Murmura, esfregando o nariz na minha pele.

— Dorme, Thi. — Coloco minha mão em seu cabelo e começo a fazer cafuné.

— Não quero. — Morde de leve meu pescoço.

— Não quer, mas vai! — Falo, autoritária.

Ele bufa contrariado e sobe sua camisa que estou vestindo, cobrindo meu seio direito com a sua mão.

— Vida, deixa eu te chupar? — Pede, enfiando a cabeça dentro da camiseta.

Antes que eu possa negar, sua boca suga meu peito, fazendo-me suspirar baixinho. Droga! Ele mordisca meu bico e o lambe, antes de dar um selinho no mesmo. Meu namorado sai de dentro da camisa e esconde o rosto em meu pescoço. Respiro fundo, sentindo sua respiração ficando lenta aos poucos. Como ele dormiu tão rápido? Me pergunto mentalmente, ao me afastar um pouco e confirmar que ele realmente adormeceu.


Notas Finais


💥


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