História Tokyo Ghoul - Fome De Humanos I - Capítulo 32


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Categorias Tokyo Ghoul
Tags Kaori, Lara, Luiza, Nick, Original, Romance, Tokyo Ghoul
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Palavras 1.035
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 32 - Fome.



*Luiza*
Nesse momento Nick tinha acabado de voltar ao normal, pelo menos para mim esse era o jeito normal dele.
Tudo que eu queria era acordar daquele pesadelo, e acabei acordando. Nick não quer ser a ponte que liga o mundo dos humanos e dos ghouls, mas ele é a ponte, e eu me sinto no meio dessa ponte...
- Eu lembro de tudo. De tudo que eu fiz, você não tá zangada comigo? - perguntou.
- Nunca mais faça isso! Ouviu? Eu vou te matar. - dessa vez quem estava com a cara maligna era eu.
- Você vai me matar? Por algum motivo lembrei do meu amigo, Kaori. - ele riu baixinho.
eu também comecei a rir. - Kaori... Ele é bonitinho. - falei.
- Você disse mesmo isso? Parou, esse aqui é o momento em que a gente tem que falar de algo importante. - Nick disse.
- Momento de falar algo importante? Que tipo de coisa? - perguntei.
ele sorriu. - Eu estou com fome, sabe o que acontece quando um ghoul fica com fome. - Nick disse.
- Ele na maioria das vezes mata alguém, mas se ele mata alguém um investigador o mata. - falei.

*Ira*
O meu "amigão" tinha saído para resolver uns assuntos na CCG, assuntos sobre a minha maleta! Ele não teria que ter saído de novo se não fosse um idiota esquecido, mas mesmo sendo esse idiota ele continua sendo meu irmão. 
Eu não estou muito preocupado quanto a ele, provavelmente ele seja descoberto, mas ele nunca vai contar nada... Eu confio nele.
Um barulho veio do armário.
- Para de fazer barulho! Eu não quero que o meu irmão te descubra e te mate! - gritei.
- Por que não me matou como fez com os outros? Você e aquele seu irmãozinho. - perguntou.
eu ri baixo. - Você é a única daqueles inúteis que eu gostei, por isso está viva. Não vai agradecer? 
- Por favor, você matou a própria equipe e ainda diz que gosta de mim? Você é um cãozinho de rua que foi rejeitado por todos! - gritou.
- E se eu dissesse que os outros pecados também estão vivos? Você me perdoaria? - perguntei.
- Sério? Eles estão mesmo vivos? Me tira daqui! Eu quero vê-los. - eu comecei a rir mais alto.
- Não, eles não estão vivos. Digamos que foi um teste para saber qual seria sua reação. - falei.
- Você é nojento, você poderia ser um dos "cavaleiros do apocalipse", a "Peste". - ela riu.
- Quem me dera essa equipe existisse! Eu não teria perdido tempo com voces! - gritei.
- Eu ouvi tudinho, você pretende matar o Nickolas! Dá até vontade de rir da sua cara, ele nunca iria perder para alguém como você. - falou.
- Você é engraçada, de uma hora para outra diminui o tom de voz. Percebeu que sua única chance de vida é entrando para o meu lado? - perguntei.
- Vai sonhando! Eu não vou para o lado dos que querem matar as pessoas que te salvaram. - de uma hora para outra ela parou de falar e simplesmente deve ter dormido.

*Kaori*

Em casa.

Por algum motivo eu estou lembrando do tempo de quando fazia parte dos "7 Pecados", sinto muita falta daquele tempo, de quando o ponto alto do meu dia era falar com meu melhor amigo, Ira.
Ele era o melhor, antigamente ele era até melhor do que eu... Será que ele não fala mais comigo por eu ter pego o primeiro lugar? É, ele era muito competitivo.
- Ei! Terra chamando Kaori. - disse Lara.
eu a olhei com uma cara confusa. - Desculpa, mas quem te deu as chaves da minha casa? - perguntei.
- Olha aqui, você deixou a porta do apartamento aberta. E mesmo assim, quem mandou você se mudar para o mesmo prédio que eu.
- Uma coisa não se liga com a outra! Isso é invasão, e você sabe. - falei.
ela me empurrou contra a parede. - Pois você vai ter que chamar um policial. - ela sorriu.
- Se você for um ghoul... Pode se considerar presa. - meu celular vibrou, nada bom. Nickolas está com fome! - Sua amiga tem tanto azar assim sempre?
ela me olhou confusa. - Você tá falando dela ter caso com ghouls? Ela é assim mesmo. - ela riu de mim. - Ela vai ficar bem, ela tem plena confiança naquele garoto.

*Luiza*
- Eu estou com fome, mas não aguento mais tomar café! - gritou.
- O que quer que eu faça? Quer que eu mate alguém e traga para você? - perguntei.
-  Você serve... - falou baixinho.
- Eu sirvo? Eu deixo você provar um pedaço meu, mas só se você me der um pedaço seu também! - gritei.
- Você não vai querer provar um ghoul, é nojento... É o que para você tem gosto de carne podre, mas umas mil vezes pior. - Nick disse.
- Nunca saberei se não provar, né? Então, temos um acordo? O meu pelo seu. - falei.
- Você vai me morder? - perguntou. 

*Nick*
Luiza e eu estávamos fazendo uma daquelas "coisas de casal", mas coisas que só ghouls que sem relacionam com humanos entendem. 
Então poucos devem entender, atualmente existem apenas uns 15 meio ghouls, a maioria morre antes de nascer...
Luiza me mordeu...
- Vo-Você me mordeu? Luiza, você daria um ghoul melhor que eu! - falei rindo.
- Essa é a hora que você começar a gritar de dor. - falou.
- Na verdade essa é a hora em que eu finalmente vou te provar. - ela começou a rir do nada.
- Finalmente vai me provar? Então essas eram suas intenções desde o começo!
- Acertou. - eu me aproximei dela.
- Você quer mesmo isso? - perguntou.

Cada vez mais perto... E agora já encostado nela, ela puxou uma das mangas do seu moletom (A gente estava morrendo de frio), sem nem perceber eu já estava com um pequeno pedaço do seu braço na minha boca...
eu fiz uma careta. - Que droga! Que gosto horrível, parece o gosto de um... De um ghoul!



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