História Tokyo Ghoul - Unravelling the world (interativa) - Capítulo 5


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Categorias Tokyo Ghoul
Personagens Personagens Originais
Tags Tokyo Ghoul
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Palavras 6.744
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Policial, Romance e Novela, Saga, Seinen, Shounen, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi pessoal, perdão pela demora, foi horrível essas ferias, além de que as primeiras semanas de aula também foram devastadoras, e, na verdade, o capitulo verdade ter saído há tempo, já que havia escrito ele perante algumas noites acordado, e, durante meus pensamentos, iria posta-lo na sexta, mas, eu não sei desculpa, realmente não sei nada sobre computadores, eu simplesmente perdi tudo, eu acho, a tela ficou estranha, havendo apenas o navegador de internet e a lixeira, mas, sei lá, meus problemas não possuem relação com a demora e a paciência de vocês, desculpa, independente de minhas desculpa, eu apenas falhei.
Mas, sla, tentando ser otimista, posso falar que, eu acho, que este cap ficou melhor agora do q antes (apesar de terem sido praticamente a mesma porra)

Capítulo 5 - Odor de sangue


Fanfic / Fanfiction Tokyo Ghoul - Unravelling the world (interativa) - Capítulo 5 - Odor de sangue

Apesar de tudo, seus olhos castanhos continuam demonstrando medo, apesar de seu corpo doente se o causador da maioria dele, que se expande para os outros sujeitos no local, cujo se intimidam com a visão do jovem insano agarrando-se, ligeiramente, ao corpo da jovem de cabelos rosados, com a faca gélida encostando-se à pele de seu pescoço, clara, tal como os humanos do lugar, mostrando medo para com o jovem que omite seu rosto, unicamente, dela, focando sua fita nos jovens investigadores, que, perante um curto momento, permanecem sem reação além da espontaneidade da surpresa, que se marca perante os segundo iniciais da ação, que libera, de forma rápida, a mente atormentada do garoto humano, que, para o grupo local, certamente é um dos demônios de olhos negros e rubros que atormenta o mundo há incontáveis anos, pois, tal como os mesmo, mal se encontra a disposição de alimentar-se de qualquer coisa não utópica, chegando a um ponto que, simplesmente, sentir o cheiro de algum alimento ou até mesmo penar sobre ele já lhe fizesse cair em desordem, logo, a rápida tortura psicológica de Shin, aplicada sobre o jovem, combinada com toda sua nostalgia de dor e sofrimento, na qual boa parte de suas lembranças se encontra ao lado de ghouls amigáveis e demônios da carnificina, que foram reativas, mais drasticamente, perante a troca de olhares com o corvo negro, lhe fizeram regurgitar o alimentos de horas anteriores, tornando-o livre para pensar por um momento, porém, de forma veloz, se toma conta da real situação criada por si, fazendo de sua cabeça um lugar tresloucadamente destruído, porém, desta vez, tenta manter a situação sobre controle, deixando sua posição nicle e seus olhos intimidadores continuarem focados nos humanos que lhe temem; ele, Sang, reparando no mínimo movimento feito pelo casal assustado, talvez tentando se afastarem ou esconderem do garoto ameaçador, que logo vira o olhar e, ligeiramente, o corpo da jovem de íris azuis, claras, pressionando a lamina, infimamente, mais forte sobre o pescoço da jovem, querendo mostrar para os outros domínios da situação que possui, falso, distraindo-se, por um instante, do par de investigadores, que apenas esperavam um pequeno momento para conseguir apoderassem do monstro e de seu temor, Akashi, o inferior, com ódio sobre seus olhos vermelhos, sem tempo o bastante para tomar qualquer equipamento improvisado ou quinque para si, se move rapidamente contra o jovem jornalista, empurrando o mesmo, fazendo com que suas mãos se soltem do corpo da jovem, posteriormente, afastando a faca, pressionada contra a mesma, da garota, porém, de forma leve, cria um pequeno machucado sobre o pescoço da garçonete, ela, talvez aliviada, cai ao chão, junto com suas gotas de sangue, que se espalham poucas, não fraca, apenas mais segura, pressionando o pequeno machucado, contemporaneamente, o jovem que havia sido empurrado, olhando com suas íris castanhas para o sujeito com seus braços à frente, puxa-o rapidamente, apenas tentando equilibrar-se em algo, porém fazendo com que ambos caiam, ligeiramente afastados, logo, ao chão, olhando um ao outro novamente. O jovem de cabelos castanhos toma uma leve distancia, apenas como margem de segurança para levantar-se e correr, ao menos tenta, pois as mãos hábeis do garoto de cabelos escuros e lisos segura uma de suas pernas, porém soltando-a de forma rápida, já que, de forma imediata e impulsiva, Sang chuta sua face com o membro restante, distanciando-se, velozmente, um pouco do investigador, cujo sente o sangue em sua mão, escorrendo de suas narinas, avistando o garoto que se levanta e corre do local, deixando a segurança humano, a principal preocupação do centro de controle de ghouls, a CCG, de lado, apenas para caçar um dos monstros que tanto odeia por terem destruído seu lar, família e vida, trocando, de forma rápida, olhares com seu parceiro, que permaneceu sentando, em uma posição levemente diferente, perante os ínfimos segundos da ação de ambos, não dizendo muito com o curto relance, logo, seguindo o monstro perdido;  já do lado de fora do estabelecimento, pensando sobre sus poucos segundos de vantagem sobre os nicles investigadores, o jovem de olhos e cabelo castanhos observa seus lados, talvez sem motivo aparente, afinal, a inexistência de perigo predomina perante o local, pelo menos perante este curto momento, no qual ele avista poucas pessoas caminhando pela rua e calçadas, levemente húmidas pela chuva passada, que, muito provavelmente, volte, ele traja, velozmente, o capuz preso ao casaco escuro, andando de forma mais rápida, forçando-se a encontrar qualquer meio de fuga, tal como um beco ou qualquer saída discreta, indo cada vez mais rápido, principalmente, já afastados alguns metros do lugar, avistando, rapidamente, uma pequena viela próxima, normal para as áreas não muito comerciais, que são dominadas por casas e apartamentos múltiplos, contemporaneamente, vendo o jovem de cabelos negros e lisos, pouco mais idoso que si, saindo, de forma pouco bruta, da cafeteria, forçando o jornalista a andar de forma ainda mais veloz, praticamente correndo, tal como o investigador que segue ele, mesmo perdendo-o de vista para o beco, continua seu curto caminho até o jovem. Ele, Akashi Ito, o jovem investigador, vira seu corpo junto à corrida, adentrando o beco americano, quase irreais há poucos anos atrás, porém que agora se predominam em Tóquio tal como em muito países, sendo marcados pelas paredes sem vida ou corpo, ao máximo, com uma coloração natural dos tijolos, latas de lixos de diversos tamanhos e formas, porém todas pútridas e fétidas, ao fim do mesmo, uma escada para incêndios, negra, enferrujadas sobre a parte na qual não se encontra tingida, porém, perante toda a área do lugar, não há qualquer jovem jornalista ou insano no local, deixando o investigador, frio, sério, seguir com calmo no mesmo, observando as latas de entulho, não dando devido valor para as mesmas, caminhando por alguns metros, perdendo fé e atenção a cada passo, que faz com que seu ódio pela imunda raça canibal consuma ambos, olhando, de forma veloz, para a esquerda, logo que ouvir um simples barulho, talvez algum ruído ou algo caindo, imóvel, gélido, focando sua visão em uma lata focas, com partes levemente platinadas, suja, sendo detalhada pelas pequenas gotículas de água que ainda se prendem a ela, devido a chuva, com uma leve maestria em sua furtividade, ele omite seu ser do investigador sério, porém logo mostrando-se para o mesmo, de forma pouco agradável, já que uma das tampas utópicas, que deviriam se encontrar sobre alguma das lixeiras do local, se localiza sobre suas mão, com força, ele leva a mesma para o rosto do humano distraído, gerando um impacto grande que faz com que o rosto já ferido do jovem entorte, levemente, o tampão de uma dos sujos objetos, latas, fazendo, também, com que o mesmo dê passos para trás, desnorteado, talvez, recuperando a visão e os sentindo enquanto ouve a tampa sambar ao chão, arrumando seu corpo tonto, vendo, de forma rápida, a face do monstro, que, tal como todos eles, já se encontra vestindo uma máscara, nicle, possivelmente, reparando na coloração metálica, fosca, levemente escura, tendo um queixo angulado e olhos furados, destacando-se pelas linhas dos relevos múltiplos do objeto, cujo perde a visão do mesmo, já que o jovem falso, já acostumado a ser um pouco famoso entre seus colegas por sempre conseguir se tornar aquilo que desejam dele, agora um ghoul, infelizmente, toma a si a cabeça machucada de Ito, segurando seus cabelos negros enquanto força a face contra seu joelho, que se ergue rápida e gradativamente, acertando o mesmo, logo, empurrando o mesmo, que, mesmo sem conseguir ver muito, pensa só, principalmente sobre o demônio canibal, que, apesar de tudo, possui uma força baixa se comparada com qualquer outro que já havia conhecido, também pouco veloz e hábil, apesar de, talvez, mais inteligente; quase recuperado completamente, já com facilidade em ver as formas, mesmo que levemente embaçadas ainda, ele avista o jovem se aproximando, pouco rápido, com a mão direita já armada, o punho fechado e caminhando contra o rosto do humano, novo, porém agora, já um pouco mais forte e consciente, Akashi, forçando-se um pouco, reflete o ataca do jovem com seu braço esquerdo, jogando ambos para o lado, em sua vez, levando sua mão para contra o tórax do garoto, semelhante ao próprio golpe que havia se defendido, talvez com um pouco de descontrole sobre seu poder, levando o jovem alguns passos para trás, mas, diferente dele no momento anterior, o jovem se afasta resistindo o golpe, de forma automática, remove a faca que havia usado contra a garçonete de cabelos rosados, deixando seu braços em uma posição semelhante a letra “X”, como se estivesse acostumado com inúteis técnicas de luta que qualquer um pode aprender com a internet, esperando o investigador, que, calmo, apenas observando seu oponente enquanto pensa sobre seus ataques clichês que lançou contra si até o atual momento, ambos calmos, esperando que o outro tome algum tipo de ação ou iniciativa, e, apesar de paciência da dupla, Sang, o jovem mascarado, volta a atacar Ito, imprudente, como um jovem simples, indo diretamente, para a frente, que já se prepara para qualquer coisa que o ser inútil possa vir a fazer contra ele, o jovem de olhos castanhos, habilmente, apesar de talvez não proposital, escorrega para o lado, inclinando seu corpo de forma grave, tomando um tamanho pouco maior que o inimigo de olhos vermelhos, que se surpreende, porém não muito, com a ação do sujeito, que, logo, joga-se, de forma hábil, novamente, para o lado oposto no qual se encontrava, fazendo um leve corte no ombro do adversário, rodando um pouco, cortando sua roupa enquanto rasga sua pele, levemente, deixando-o mais sangue sair do corpo do mesmo, aproveitando o curto rodopio e a distração do humano, enfia a faca no braço esquerdo do homem, mas não muito, desequilibrando-se perante o chão molhado, e batendo contra a parede, forte, lhe enfraquecendo enquanto o investigador remove a faca presa sobre seu braço, descuidado, deixando a mesma cair ao chão molhado, forçando seu corpo contra o jovem, tornando-o ainda mais destruído, contemporaneamente, arranca a faca, um pouco mais limpa, caída ao chão, do mesmo, levando ela ao pescoço do jovem, que, com os olhos abertos de forma rápida, possivelmente devido ao surto ocasional de adrenalina, coloca suas mãos contra o antebraço do ser de íris avermelhadas, que força a lamina com ambas as mãos, possuindo, nitidamente, muito mais força do que o jovem, que, de forma pouco inteligente, vira a mesma para baixo, sendo algo, infimamente, bom, já que lhe salvou da morte rápida, apesar de cortar, de forma suave, sua mão, fazendo, tal como Akashi, o sangue fluir para fora do corpo, porém de forma muito mais rápida e perigosa. Ele, assustado, com as mãos banhadas no liquido rubro de seu próprio corpo, toma uma ação antes do jovem investigador, correr para o lado, até o fim do beco, que se finaliza com uma parede de tijolos, larga, grande, deixando o sujeito que corre atrás dele, armado, levemente despreocupado, porém, apesar do corpo magro e, aparentemente, com mais sorte do que maestria, o jovem sobe, enquanto corre, sobre algumas latas de lixo, derrubando-as ou fazendo as mesmas dançarem, pesadas, sobre o chão, logo, saltando perante a distante escada de incêndio dos apartamentos locais, segurando-se nas barras metálicas pouco resistentes, forçando seu copo para o lado, sendo leve, erguendo a si mesmo enquanto cai sobre a escada, pouco tonto, desajeitado, apesar de já ser capaz de ver a nítida distancia entre si e o jovem de cabelos negros e lisos, que, semelhante ao jornalista mascarado, ergue uma das latas de lixo e salta para as escadas, possuindo menos habilidade do que ele na realização desta tarefa, forçado seu corpo contra as barras até conseguir ajeitar-se equilibrado sobre a base solida, porém já vendo o jovem correndo pelos pouco andares do prédio, com o sangue do mesmo caindo sobre as orlas, e alguns aos redores da mesmas, talvez já não mais capaz de utilizar suas mãos, deixando o sonho curto do humano que corre contra ele acontecer, já que, devido a altura existente entre a cobertura do edifício e o final da escadarias, seria complicado; Sang, o jovem sem vida ou alma, cujo cobre seu sofrimento e traumas infinitos com a máscara, sobe sobre os corrimãos de segurança das estatua, chutando-se contra o mesmo e saltando para o topo da estrutura, continuando a correr, fugir, logo atrás, pouco metros distanciados, vem o jovem investigador, com pouco estamina, talvez, dando o máximo de si para se aproximar do jovem que corre ao fim do edifício, não possuindo tempo para se encher de falsas esperanças, os prédios não se encontram utópicos, logo, a corrida dele é, quase, finalizada com um salto, que o leva a outra sequencia de apartamentos, rolando perante a estrutura de tamanho inferior, continuando a caminhar, cada vez mais devagar e cansado, pressionando sua mão, tentando estancar o sangramento, nicle, parando de mover-se após pouco tempo, virando-se para trás, avistando o sujeito que segura a faca, a fim de arremessar ele, logo, levantando a mão para o mesmo, mostrando o dedo médio ereto para o sujeito, que abaixa a arma, puto, posteriormente, ambos tomam caminhos opostos, o jovem continua sua fuga inútil, com os saltos e corridas quase ilimitadas, enquanto Akashi apenas o observa o quanto pode, desanimado, derrotado em sua memoria, logo, tomando-se de volta a descida, com intuito de voltar a cafeteria e, talvez, infelizmente, der de relatar o acontecido ao superior, indo em direção, com seriedade, a escadaria podre e ruim, descendo a mesma, com mais maestria agora, e, já chegando lá em baixo, encontra seu parceiro, carregando as maletas prateadas de ambos, com um olhar pouco preocupado perante os olhos fracassados do jovem, logo questionando ao mesmo:

–O que houve? –Mesmo sendo, levemente, retorico, ele não deixou de prestar respeito, falso, para com seu amigo.

O mesmo não responde, apenas coloca sobre a mão do investigador, que ajeita as malas da dupla ao chão, tomando o objeto, contemporaneamente, o jovem de olhos vermelhos passa ao seu lado, tomando a mala metálica do solo para si, caminhando para frente, gélido, como sempre.

–Dá pra ir atrás dele hoje. –Afirma Shin, cheirando a faca com o sangue do humano jornalista, sorrindo com seu único olho vermelho e a esclera cinza, pouco alegre, na verdade, apenas pensando um pouco em vingar seu orgulho daquele que tanto lhe causou problemas, mesmo que a maioria utópicos.

 

Os olhos pouco menos insanos e mais atentos do jovem de cabelos loiros, pálidos como a pele clara que carrega sobre seu corpo internamente destruído, segue para frente perante alguma rua aleatória, que apesar de conhecida, não possui importância da parte do jovem, que caminha pelo vigésimo distrito há minutos, retomando sua irregular consciência conforme o tempo passa, agindo como um dos pedaços de carnes podres que andam por diversos locais da cidade de Tóquio, todos poderiam se tornar ótimas refeições, porém apenas incomodam os ouvidos sensíveis e loucos do jovem Yuki com seus passos mútuos sobre a estrada cimentada, que compõe a maioria da cidade, e suas vozes que ecoam dentro da atormentada cabeça do jovem de mãos marcadas por linhas negras diversas, que se conectam as suas unhas pontudas da mesma coloração, pontudas, pouco curta, de forma lenta, junto ao ínfimo controle racional do jovem, crescem, ele, enquanto pisca seus olhos, a fim de apenas fecha-los e se ajoelhar perante a imensa rua, fazendo isso com sua mão, logo que precebe as unhas afiada que crescem aos poucos, serrando seu punho para impedir que as mesmas possam vir a ferir algum ser imundo que caminham próximo a ela, sentindo as mesmas perfuraram sua pele conforme seu tamanho muda, de forma gradativa, ferindo-o suavemente, apesar de dor não ser a sensação que lhe atinge neste momento; o cuidado que o jovem tem para não, acidentalmente, esbarrar com qualquer sujeito físico, até mesmo parecendo uma infantil criança, é alto, apesar de não ser uma tarefa muito difícil, afinal, são apenas pessoas caminhando normalmente, a maioria diferente dele, já que o mesmo se encontra com seu rosto tristonho abaixado e as apertadas escondidas, parcialmente, por dentro de suas roupas, se assemelhando, de certa forma, apenas com outro sujeito, um pouco mais alto que o garoo de olhos azuis e claros, destacando-se devido aos cabelos tingidos de vermelhos, semelhantes a uma bela granada, com olhos dourados como medalhões solares, incríveis, recebendo, exatamente, nenhuma atenção do protagonista pálido, que apenas só, triste, perante a rua cheia, distraído, acidentalmente, esbarra no sujeito estranhos de trajes escuros, perdendo o pequeno controle que avia conseguido tomar perante os minutos de caminhada, mesmo sem, no atual momento, estar sendo atormentado por alguma voz peculiar e irritante, ele, ao possuindo o contanto pouco agressivo, remove uma de suas mãos a direciona contra o sujeito, não parecendo algo muito intimidador, apenas empurrando, com certa força, aquele que efetuou, de forma acidental, algo parecido, porém, devido as garras curtas e letais do jovem, o empurrão próximo ao busto do estranho causa em corte em sua roupa, separando as fibras longas e expondo, de forma pouco melhor, seu bolso e o conteúdo dele, percebendo algo, infimamente, semelhante a um pedaço claro de um material plástico, cujo, sobre a pequena área que conseguiu avistar, vê um pequeno detalhe semelhante a uma flecha, ancora ou ponta de arpão, não sendo muito capaz de distinguir as formas devido olhada rápida, porém cravando a imagem em sua mete de uma flecha, possivelmente, por causa de algum trauma ou problema parecido, assustando-se, logo após a imagem de haver causado um ferimento no humano e, posteriormente, a de todos os sujeitos na área, que perante seus olhos já se encontram com sangue espalhados em seus corpos destruídos, desmembrados, com os órgão internos jogados ao chão sujo dos restos dos demônios imundo, que são iluminados por facas abstratas que marcam seus peitos e corpos, ele, Yuki, após ínfimos segundos das visões traumatizantes, que, apesar de com menos frequência, lhe torturam como os bisturis que furavam sua pele cortada, reconstruindo-a enquanto lhe gerava agonia e gritos imensos, ou os ossos esmagados e arrancados, como seus órgão devorados diante de seus olhos esfaqueados, cegos, cobertos, feridos, como ele por um todo, logo, o jovem, de forma aleatória, tal como todos seus surtos, a visão humano volta, os olhos claros agora vem apenas as pessoas caminhando com calma, e o sujeito, cujo havia rasgado, parcialmente, a vestimenta, já se encontra distante, apesar de não muito, fazendo uma leve corrida, talvez, a fim de afastar-se do monstro doente, que, pensativo sobre realizar algum pedido de ajuda qualquer, coloca a mão sobre o bolso de trás de sua calça, aonde deveria se encontra seus telefone, mas a única coisa apalpada pela mão do jovem é sua própria bunda, redonda, pequena, que faz com que ele suspeite do sujeito que havia, sem motivo algum, tombado sobre o jovem, iniciando, como o mesmo, uma corrida curta em direção a ele, um pouco mais rápido que o sujeito estranho, tocando as pessoas enquanto empurra elas para trás, evitando, ao máximo, machuca-las, aproximando-se do ser velozmente, porém, de forma lenta, relembrando, ocasionalmente, do desenho da flecha em seu bolso, distraindo-se um pouco com seus próprios pensamentos e, posteriormente, não alcançando aquele que, por sorte ou estratégia, apenas para sobre a calçada, ficando no local perante ínfimos segundos, não dando esperanças ao garoto niilista e sem sentimentos, que, ao ver a distancia curta entre ambos, aumenta seu potencia de forma ínfima, porém inútil, já que o perde logo que um rápido ônibus o passa e para perante algumas pessoas que se encontravam no mesquinho terminal, no qual o sujeito se encontrava e, junto as outras poucas pessoas, adentra o veículo do transporte publico, sumindo para os olhos celestes do jovem demônio, que, um pouco desanimado e sem esperança, apenas para, sabendo que a opção mais plausível e menos cansativa é esperar o próximo ônibus, apesar de morar na cidade desde que se lembra de sua vida, em torno de trinta meses, ainda não possui completo conhecimento sobre os locais pelo qual o transporte de Tóquio segue, apenas deduzindo algo que lhe dita sobre o decimo primeiro distrito, mesmo sendo possuinte da consciência de que possa vir a ser algo inútil correr atrás de um simples estranho, além da grande desconfiança que possui sobre o mesmo, apesar de não lembrar, com certeza, o motivo, seu telefone é, no momento que se encontra, uma das únicas coisas uteis em seu corpo, junto a sua carteira, contemporaneamente, tentando ao menos se aliviar com uma pequeno e, talvez, boa noticia, relacionada a segurança de seus objetos, ele toca seu corpo outra vez, procurando, ligeiramente, sobre seus bolsos, o item utópico, que, por algum acaso, não lhe causa tanto desespero quanto o telefone, apesar de no mesmo se encontrarem seu sustento econômico e a única coisa que realmente faz com que ele saiba seu verdadeiro nome, ele não se importa tanto com isso, não como se não fosse importante, mas ao menos não é tanto quanto o aparelho eletrônico que havia perdido, cujo apenas a lembrança lhe deixa, levemente, alterado e cansado.

 

Afastados, com distancia os longos distritos que separam suas origem, ou, talvez, reconectem as mesmas, sobre a grama, ligeiramente, úmida do local, sendo este um campo aberto, apesar de pequeno, sendo circulado por muros e, perante um dos lados, um edifício, deitado, olhando para o céu parcialmente nublado, estranho, porém seus olhos dourados conseguem observar algumas nuvens, cinzas, escuras, semelhante ao céu pintado pelas estrelas pálidas e reluzentes, infinitas, cujo ele observa para tentar se distrai com as estruturas quebradas que cercam ele quebradas, podres, sendo estas partes dos muros velhos, acompanhadas de um par de longo bancos de madeira e uma mesa do mesmo material, jogados, parcialmente destruídos ou com partes faltando, soltas, jogadas ao chão como algumas camisinhas utilizadas e pouco cheias, inúteis, tirando, completamente, a magia do local, que, ao menos, possui as belas estrelas, mas que logo serão cobertas, porém o ladrão de cabelos escuros e rubros apenas tende a apreciar as mesmas, momentaneamente; contemporaneamente, perante as ruas próximas, com seus cabelos castanhos pouco molhados devido a curta chuva que lhe atingiu a pouco, segurando a mão, ainda com marcas vermelhas pelo sangue seco que se destaca sobre ela, já que, de forma parcial, ela se encontra coberta por um pedaço de sua blusa, rasgada, porém, devido a seu tamanho e as outras roupas sobressalentes, que protegem o jovem do gélido ar do inverno de Tóquio, que já se mostra presente apesar de o mesmo só existir, segundo o calendário, daqui a alguns dias, não deixam seu corpo pouco magro a mostra, apesar de que, acaso ocorresse, perante a rua vazia, com os postes decadentes e a falta de humanidade, isso não viria a se tornar um problema, na verdade, o fato dele, Sang, e sua ferida finalmente se encontrarem a sós, longe de pessoas ou perseguidores, tranquiliza ele, fazendo-o, de forma, infimamente, cômica, pensar no caminho desesperado que realizou, perante as corridas desesperadas por prédios e ruas, os transportes inúteis, que lhe trouxeram aqui, por pouco, o mesmo reconhece alguns pontos da cidade, e, talvez, com sorte e nostalgia, consiga pensar ou relembrar um caminho de volta, o que, lentamente, acontece, conforme ele caminha, porém ambas as atividades são cessadas junto a poucos barulhos que ele houve, silenciosos, porém não o bastante para serem furtivos para o garoto, levemente, assustado, que, de forma rápida, logo que toma consciência sobre o som de passos que se encontram atrás do mesmo, vira, ligeiramente, seu rosto, amenizando seu coração e pensamentos, mesmo não muito, ao ver uma figura conhecida, mesmo que muito perigosa, sendo esta a jovem baixinha de cabelos lisos e pálidos, longos, brancos como as escleras de seus olhos rubros, ela, amigável, sorrindo, se aproxima do jovem, comprimente rapidamente o garoto que seguia pela rua vazia do decimo primeiro distrito:

–Oi! –Exclama ela, não muito alto, porém alegre por ver seu futuro prato de comida. –Desculpa, não quis te assustar. –A jovem mantem seu sorriso, talvez falso, mas natural o bastante para enganar qualquer jovem que pense sobre seu corpo pequeno e sensual de forma erótica, ou que não saiba sobre as asas negras e a boca que come os órgãos massivos e se deleita com a pele nos mortos por sua mão.

–Oi. –Responde ele, um pouco frio, caminhando junto a ela enquanto pensa como afastar-se da situação ou se render a mesma.

–Desculpa pela demora também. –Dita Shiro, ainda alegre, andando extremamente próxima ao garoto, ambos, junto, assemelhando-se a um belo casal. –Eu não sabia um você estava, afinal, nem marcamos um lugar para irmos.

Fala suas nicles verdade, boa, tranquila junto ao jovem, tentando reconectar os laços do mesmo enquanto ele omite sua mão da visão do monstro, atento a seu caminho, a rua escura, ouvindo, sussurros poucos distantes, com dificuldade, observando corpos que se aproximam do casal, olhando simples detalhes como algumas maletas que ambos carregam, podendo ser apenas pessoas quaisquer, porém que faz o jovem, talvez com um leve medo e inconsciência, procurar o local mais próximo, sendo o maior ponto de sua nostalgia que o mesmo poderia lembrar, um colégio, com janelas quebradas e plantas mortas, destruídas como os pouco moveis que a baixa iluminação permite que ele enxergue a distancia, trazendo-o a sensação inconfortável da ânsia de vomito e enjoo, ele, talvez de forma automática, toma a mão da jovem que se encontrava próximo a ele, caminhando, junto a mesma, para a estrutura próxima e, visualmente, segura, apesar da mesma ser apenas uma construção abandonada há poucos meses, e mesmo que o jovem de cabelos e olhos pardos possua conhecimento sobre este fato, ele confia sua segurança mais a isso do que a si, passando pelos portões tortos, em alguns pedaços, do lugar, pisando nas pequenas poças de água que se acumulam ao chão do lugar, empurrando uma das portas com vidros e maçanetas destruídas, deparando-se, mais próximo, com o local mal iluminado, mesmo sendo rápido perante sua curta ação, ao virar seu rosto e olhos para a direção oposta a que seguia, vê os sujeito pouco intimidadores e conhecidos do jovem, fazendo com que o mesmo, já largando a mão da bela garota de cabelos brancos que lhe acompanhava, fechando a porta do local, talvez com mais força do que deveria, logo, derrubando outro dos decadentes e soltos cacos que se amontoavam para formar parte da abertura do local, posteriormente, gerando um barulho do vidro se despedaçando ao chão, fragmentado, enquanto o jovem caminha para uma direção, talvez aleatória, seguindo apenas para alguma fuga rápida, qualquer, sendo seguido pela jovem garota que não compreende o jeito estranho de seu colega, possivelmente, diferente do mesmo, ela ainda não percebeu a presença de mais alguém próximo a eles, pensando, para si, sobre a insanidade do jovem e que, talvez, seja mais legal de e divertir com o mesmo antes de devorar o sujeito, que pelo visto não conseguirá fazer muito além se gritar perante os dentes canibais da moça; contemporaneamente, os sujeitos, um pouco calado, continuam a andar pela rua escura, ainda confiantes no faro de Shin, o estranho investigador que, apesar das horas de perseguição ao um suposto ghoul, acompanhado de seu novo e quieto parceiro, ainda não é capaz de criar qualquer amizade, o que, acima de tudo, pode vir a fazer sentido, suas ações, jeitos e pensamentos são diferentes e relutam, silenciosamente, um contra o outro, porém o jovem de cabelos escuros e lisos, Akashi, não se encontra em posição ou cargo alto o bastante para criticar o sujeito, que continua, tal como horas atrás, a seguir um caminho, aparentemente nicle, enquanto cheira a faca como algum tipo de droga, largando a atenção da mesma apenas quando, segundo suas deduções, já se encontravam próximos ao animais demoníaco, ao ouvir um som pouco alto de algo se estralando, despedaçando-se, vendo um colégio, típico como vários existentes perante o decimo primeiro distrito, porém destacando-se um pouco devido as janelas e portas quebradas, junto aos barulhos e passos pouco pesados que se movimentam dentro do local decadente como a sociedade, sendo capitado apenas pelo investigador de nível mais alto, talvez devido a experiência ou vantagens em habilidades naturais e percepção, o mesmo, apenas dá um pequeno soco, com a mão que não segurava a faca ensanguentada, em seu parceiro, dando um breve sinal de que ambos se encontram próximos ao suposto ghoul, machucando o homem distraído de forma leve, que entende o sinal completamente ao ver seu colega adentrar os portões, parcialmente, demolidos, do lugar, tentando ser o mais silenciosos possível enquanto caminha para um terrível futuro que poderá vir a atingir algum triste e doente jornalista, que, contemporaneamente, continua a seguir pelas escadas do prédio, andando pelos corredores padronizados, sujos, a maioria com suas lâmpadas destruídas, impedindo uma boa visão do lugar, e, apesar de haverem algumas que se encontram inteiras, não se encontram em pleno estado de funcionamento, procurando, entre a os caminhos numerosos que faz, alguma sala, talvez por sua segurança ou esconderijo, porém os armários e mesas de, praticamente, todas, se encontram jogados ao chão, espalhados como lixo, o mesmo só é interrompido em suas ações perante as falas da jovem, que tenta lhe questionar enquanto imaginar alguma forma de eliminar o mesmo:

–Sang. –Fala ela, pouco baixo, tal como, aparentemente, confiante. –Está tudo bem? –Pergunta ela, calma, tocando, de forma tranquila, o jovem enquanto tenta faze-lo parar, dar atenção a ela, mesmo que apenas de forma momentânea e oportunista.

–Eu... –Fala ele, baixo, fraco, apenas tentando fingir que não tolera a garota da qual nem gosta, contemporaneamente, mesmo após seus minutos procurando uma salvação, apenas se preocupa mais, devido a som de passos que se aproximam, pois, mesmo com as atitudes rápidas, ele ainda não deixa de ser um falho humano.

Perante sua curta demora, coberta pela boa percepção e alto numero de doenças, o jovem já nota a existência dos investigadores que havia avistado há alguns minutos atrás, mesmo não sendo capaz de ver os mesmos, ele sabe disto, como se sentisse ou tivesse ouvido, apesar de ambas serem algo nicles, já que diante do corredor, anteriormente vazio, de forma rápida, não armado, segurando apenas a faca que seu parceiro havia parado de usar para localizar o sujeito que se encontra a sua frente, alguém conhecido para os olhos castanhos do jovem, com altura semelhante ao mesmo, aparentando estar pouco menor, talvez devido a curta distancia ou pela movimentação da corrida, que se cessa no momente que ele se encontra próximo o bastante do jovem Sang, com sua garota de costas para o investigador, em curtos milésimos, a mesma tenta olhar para trás, sendo arremessada para o lado, jogada contra os moveis caídos da sala, numa ação rápida que faz, talvez, salvando-a, logo, com a faca rápida que se direciona em seu olhos, que, nos pensamentos rápidos do investigador, já deveriam se encontrar negros devido ao temor, ele e abaixa, pouco, o bastante para a arma cortar apenas, de forma extremamente ligeira, alguns fios de seu cabelo liso, tal como o dor atacante a sua frente, cujo sangue, talvez já conhecendo o possíveis movimentos do mesmo e aceitando a fuga utópica, soca, com toda a força que um humano qualquer pode vir a ter, o estomago do mesmo, vendo a maleta prateada, que mal brilha devido a escuridão que predomina na área, tentando tomar a mesma enquanto o inimigo deixa uma de suas mãos ocupadas com uma das armas inúteis que possui, chutando os testilos no sujeito enquanto vê que ele se prepara para outro golpe no suposto demônio, mesmo assim, tendo seu braço atingido pela faca suja, não perfurado, apenas cortado, um pouco brutalmente, ele, apesar de ferido, vendo o sujeito de cabelos escuros e lisos ainda mais dolorido, com a maleta metálica, bate a mesma contra o rosto do mesmo, derrubando-o ainda mais, um pouco despreocupado, afinal, agora há uma chance de fugir do local, porém, antes que qualquer corrida pudesse ser iniciada, o som de um disparo atinge o local e todos os sujeitos próximos, sendo mais critico perante o jovem jornalista, que sente a bala cravando-se sobre seu ombros, o mesmo não aguenta segurar um grito de dor, uivando seu sofrimento, alto, tonteando-se ainda mais, esgueirando-se, de forma rápida, na parede e na janela quebrada, derrubando a maleta ao chão distante, fora do edifício, acertando um terreno pouco coberto e com uma grama baixa em seu solo, cortando seu antebraço com o vidro destruído, forçando-se a se jogar para o lado oposto, sentindo, um leve arranhão no pescoço, aonde certamente, estaria o centro de seu pescoço, ao tombar e, posteriormente, desviar e afastar-se do outro sujeito, ele fecha a porta da sala, a madeira inútil e lascada, sendo apenas algo que liga tanto ele quanto sua falsa, amiga, que, agora, se assusta e não compreende a situação,  enquanto ambos apenas se olham perante um segundo, antes que qualquer outra desgraça ocorra; alguns minutos atrás, logo após a entrada pouco furtiva dos sujeitos irreconhecíveis para seus olhos azuis, que já não mostram mais esperanças, devido a todos os locais e prédios desconhecidos que teve que visitar perante o decimo primeiro distrito, o que, estranhamente, ele conhece bem, apesar de não possuir lembranças muito claras do mesmo, no máximo do colégio, no qual ele se aproxima, pouco cauteloso, já sabendo sobre os problemas que ele teve há algum tempo atrás, cujo, afinal, foram por culpa do assassino de asas negras e cabelos, anteriormente, escuros, que, no momento, atravessa o portão do lugar, sentindo, ou ao menos enganando a si mesmo, o cheiro do monstro, talvez humano, que havia levado seu telefone e carteira, ao menos é o que suas deduções, tão uteis quanto sua longa e vidas lembranças, não escondido, o jovem empurra os portões, que rangem pouco barulhentos, caminhando em direção a suas teorias.

–Esses portões não estavam assim da ultimas vez que viemos aqui. –Afirma a voz feminina e familiar que atormenta, repetidamente, o jovem demônio, que apenas permanece em silencio, adentrando o prédio decadente, com moveis jogados, paredes e portas estragadas, vidros quebrados, deparando-se com a destruição que, apesar de tudo, não se lembra de ter sido culpa sua, ao menos não completamente. –Você realmente só serve para trazer colapso para tudo, não é? –Interroga ela, irônica, enquanto o garoto segue parentes os corredores do antigo colégio, caminhando até o exterior do mesmo, seguindo seu fraco olfato, que, mesmo sendo um ghoul, é algo muito inútil geralmente, tal como todo seu corpo é.

O jovem possui brilhos que piscam e seus olhos celestes ao se deparar a frente da saída para o exterior, as lembranças de dias alegre, a grama esverdeada e as poucas pessoas nos bancos, agora jogados e quebrados, conversando, distraídas, porém isso logo se vai, sobrando apenas a visão de um ser deitada perante o solo esmeralda, escuro, ainda vestindo os mesmo trajes da tarde, as roupas escuras que combinam com seus cabelos rubros, deitado sobre a grama, trazendo a rápida lembrança e o ódio para o corpo de Yuki, que correu atrás do imundo ladrão perante toda sua nicle tarde, dando alguns passos para frente, até se distrair, rapidamente, com o som de um tiro, que, aparentemente, desperta o sujeito de olhos dourados de seu curto descanso.

–Parece que não apenas você que irá se divertir hoje. –Fala o tormento alegre, sorrindo, aparentemente. –Alias, olha para cima. –O jovem de cabelos brancos, avistando, avistando o ladino que se ergue, pouco assustado, talvez apenas alerta, afinal, para ambos uma arma não é algo que causem ferimentos neles, não se distrai com as falas do fantasma utópico, logo, sendo acertado por algo, pesado como uma grande pedra, caindo, posteriormente, ao chão, sendo o mesmo uma maleta prateada, que o jovem já estava bem acostumado a ver, abaixando-se, com calma, e tomando-a do chão, observando, sem interesse a mesma, voltando o olhar para o sujeito que lhe observa, sem preocupações, na verdade, sorrindo um pouco, sendo esta uma imagem rápida, já que a mascara branca com detalhes negros, semelhante a uma bela maquiagem alternativa, cobre seu rosto rapidamente. –Eu avisei. –Dita ela sobre o objeto que se aproximava, e, devido ao desinteresse do jovem por suas falas, foi atingido.

–Eu não sabia que iria ter visitas hoje. –Afirma o ladrão mascarado, aparentemente, alegre e simpático. –Então, como vai? –Pergunta ele, não recebendo resposta do jovem Yuki, que apenas larga a inútil mala enquanto se recorda, levemente, de seu atual trabalho, como sempre, eliminar algo, agora, um assassino falador, conhecido como “escorpion”, cujo nome dificilmente entra na memoria do garoto asiático, burro, cabeludo e doente. –Pelo visto não gosta muito de conversar, tudo bem. –Dita o inimigo do jovem, que, apesar de não saber sobre o monstro a sua frente, o reconhece, agora, não apenas como um ladrão de preciosas lembranças, mas como um tijolo de uma torre, que precisa ser destruída, tal como ocorreu com ele anteriormente, logo, ele toma sua mascara com as mãos varias, pouco amaçada devido a luta que havia efetuado no dia anterior, levemente ferida e com uma de suas lentes quebras, ainda esperando a nova encomenda de seu colega e sócio, colocando=a em seu rosto, omitindo sua identidade desconhecida enquanto volta a se tornar o corvo negro.

–Desculpa. –Fala Sang, o jovem jornalista de cabelos castanhos, para sua falsa amiga, que, tal como os investigadores, já não teme mais, apesar de tudo.

O garoto, antes que pudesse ouvir ou dar atenção para a jovem, corre para o lado, ouvindo mais múltiplos tiros, avistando a saúde de sua colega, que é atingida, por culpa dele mesmo, pelos inúmeros disparos, ele, preocupado um pouco mais com seus objetivos distantes, talvez, do que com uma jovem qualquer, segue para o lado até a outra saída da sala, abrindo a porta de madeira inútil, contemporaneamente, o investigador abre a mesma, deparando-se com a jovem ferida sobre os moveis inclinados, quase em pé; ele, aproveitando a distração do detetive, passa pela mesma, avistando o pente que cai ao chão, para trás, vendo o adversário, quase completamente levantado, ainda dolorido, erguendo-se e tentando ir contra o monstro fugitivo, que já corre um pouco mais do que o mesmo, saltando e escorregando perante os espaços entre as escadas, indo para baixo, tentando fugir ou, ao menos, se esconder, logo, desaparecendo perante os olhos de Ito, que continua a seguir as escadas, segurando a mala prateada de seu parceiro enquanto carrega, com a mão oposta, a adaga suja e, como se mostrou até agora, sem utilidade, correndo até o ponto mais baixo do colégio, seguindo até o longo corredor, até próximo a uma sobra que se forma em uma das portas utópicas do local, encostando-se, furtivamente, na parede do local, colocando, de forma ligeira, seu rosto para fora, tentando identificar a posição do jornalista para ataca-lo, avistando um ser de tamanho diferente, um pouco menor que o jovem Sang, sendo, levemente, barulhento, talvez não para um humano, porém o ghoul que se encontra a sua frente vira seus olhos para trás, devido a mascara negra, não conseguindo avistar perfeitamente a existência de qualquer sujeito, logo, o mesmo volta seu olhar para o ladrão mascarado; ele, Akashi Ito, o jovem investigador, passando a faca para a mesma mão que utiliza para segurar a maleta, vasculhando os próprios bolsos, remove um dispositivos pequeno e quadrado, assustando-se, de forma muito leve, com mais sons de disparos que ocorrem, tomando o objeto e falando perto do mesmo:

–Shin, Shin. –Ele chama seu parceiro pelo aparelho, aparentemente funcional, apesar de não receber resposta perante seus segundos de espera. –Estou com nosso verdadeiro trabalho, o corvo. –Afirma ele, pensativo sobre qual ação efetuar, contemporaneamente, aguardando uma rápida resposta de seu aliado.

–Eu acho que não. –Fala, com uma voz fraca e devagar, Shin, que, no atual momento, se encontra jogado, ferido, em uma parede, mirando sua arma leve contra o demônio de mascara escura e capuz que se aproxima dele, conseguindo ver o sangue que sai do corpo do mesmo, suas feridas, pouco afastado, tentando disparar novamente, deparando-se com a arma sem funcionamento, travada, talvez, com o sujeito escuro, apesar da pele pálida, pouco mostrada devido a todas as camadas de roupas, caminhando, de forma levemente intimidadora contra o sujeito caído contra a parede e os moveis destruído, praticamente desarmando e indefeso, apesar de não assustado.



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