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História Tokyo ghoul re: sob costuras e sorrisos - Capítulo 10


Escrita por:


Notas do Autor


Oieeeeee
Boa leitura!

Capítulo 10 - "Sweater weather"




 

Amanheceu chovendo aquele dia...
Eu cuidadosamente chamei haise sasaki para um encontro depois de amanhã, isso está me deixando nervoso, mas alegre e ansioso também. Talvez seja uma vitamina de emoções.
Ken, meu ursinho parecia de bom humor hoje. Nos levantamos da cama e eu o carreguei comigo enquanto escova os dentes, tomava café, lavava o rosto e essas coisas que temos que fazer, caso o contrário saímos de casa parecendo dançarinos de k-pop depois de um show.
Meu café da manhã hoje foi:
"Omelete de cogumelos ao molho branco"

Pelo menos era para ser isso. A omelete saiu queimada, não tinha cogumelos então usei salsicha, e não tinha molho branco então optei por ketchup. Acho que podemos chamar isso de: "Omelete de salsicha ao molho de tomate".
Eu sei que é idiota, mas acho que o mundo tem estado um pouco mais colorido recentemente. Como se a chegada de haise sasaki á minha vida trouxesse as cores que se apagaram á 2 anos.
Bem, com cor ou não, hoje eu vou interrogar nosso ghoul junto com Haise, ele parecia tão relaxado ontem enquanto estávamos no carro, que eu quase não deixei de admira-lo quando ele pegou gentilmente no sono...
- Certo! - eu disse ao terminar minha omelete - ken, me deseje boa sorte!
- Boa sorte! - respondi.
Me encontrei com hanbee como sempre e andamos até o departamento central, onde nos reunimos com nosso esquadrão.
- Bom dia! - keijin disse. Pude notar que keijin estava mais arrumado, ele usava um casaco novo e tambem seu cabelo estava penteado, como se quisesse impressionar alguma garota.
- Bom dia pessooooaaaaaal! - eu respondi.
- Bom dia - todos me devolveram.
Alem de keijin, Mizurou e miyuki também pareciam mais arrumados. Previ que talvez seja por causa do esquadrão de Sasaki, seria possivel se... nah...
Esperamos os quinxs chegar, oque não demorou muito. Nos cumprimentamos e entao começamos a conversar casualmente. Haise parecia um pouco distante hoje, ele não olhava muito para mim, me perguntei se eu estava com uma das prisilhas erradas mas todas estavam ali. Havia algo o incomodando.
- Certo! - Hanbee disse olhando para o relógio e para saiko - Nosso expediente logo vai começar, vamos pegar o carro?
- Siiim - saiko respondeu.
Todos ao redor escutaram a ideia e todos se foram também, um para cada posto ao qual iam continuar patrulhando.
Haise e eu ficamos sozinhos no salão.
- Então... - eu puxei assunto - vamos?
- C-claro! - ele gaguejou.
Passamos pelo estacionamento e entrei no carro de Haise. Eles já haviam consertado a porta do passageiro oque me deixou feliz por não ter que ir pendurado.
- Quer ir escutando a radio? - haise me propôs enquanto colocava o cinto - a viagem vai ser longa.
- Claro! - eu respondi.
Depois de 10 minutos, já estavamos no transito á caminho do departamento de interrogação no 25° distrito. Nossa viagem ainda iria durar mais algumas horas.
O ar condicionado estava ligado, o carro de haise cherava lavanda. O transito estava tranquilo, e a chuva que batia no teto e no vidro eram agradaveis de se escutar.
O radio tocava "Sweater weather", uma musica que sem duvida entrou em meu top 10 músicas para se ouvir quando chove.
Haise estava focado no transito, ele me dava olhadas de forma discreta quando eu fingia não estar prestando atenção e eu achei fofo por ele parecer nervoso. Eu devia estar nervoso assim como ele, mas depois de tanto tempo com kaneki, eu me acostumei a manter certa expressão.
Eu conhecia cada detalhe do corpo de haise, eu já havia o tocado e o beijado, mas isso era algo diferente, agora essa pessoa quem já me trouxe prazer é apenas um companheiro de trabalho, oque tornava a situação um pouco estranha.
Mas a vida é estranha.

Seu cabelo tonalizado de forma forte e seus olhos leves e frescos, tornava aquele homem delicado casa vez mais fino. Kaneki já teve seu cabelo preto, e também já teve seu cabelo branco. Mas haise Era como e fosse a junção de dois kaneki de suas épocas diferentes.
Ele me lembrava o dia em que conheci kaneki com seus cabelos negros, e também me fazia lembrar o dia que perdi tudo com seus cabelos brancos...
"Metamorfose constante", a frase passou pela minha cabeça. Se tem essa frase, para dizer que estamos sempre mudando, mas isso se tornava uma piada quando usada ao lado de haise. Era como se eu estivesse vivendo o passado a cada olhada que eu dava.
- Então... - haise disse - sobre sexta...
- Ah, nosso encontro? - respondi.
- Sim, que horas?
- hum... umas 7?
- Claro - haise sorriu.
- Nós encontramos lá ou...
- Eu vou na sua casa e te pego - haise se virou para mim e deu um sorriso, em consequência ele passou um sinal vermelho, mas tudo deu certo.
- Bem, eu adoraria.
Gostei quando ele puxou esse assunto, me pareceu que eu não era o único que estava ansioso para sexta, e isso me fez pensar em algumas coisa...
Oque vestir?
Que perfume usar?
Seria estranho eu levar meu ursinho?
All stars são sapatos de encontro?
Me senti como se fosse um adolescente denovo, quando me perguntava essas coisa em relação á sair com kaneki.
- Eu gosto dessa musica - haise comentou.
- Eu tambem - respondi - você sabe que banda é?
Haise pareceu se surpreender.
- Tá brincando, você não conhece Neighbourhood?! - ele parecia surpreso.
- eu meio que só escuto rádio bem as vezes - respondi.
- Meu esquadrão adora - ele sorriu.
A música era abafada e tinha acordes leves e melancólicos, como se estivéssemos á 50km/h em uma estrada banhada pela chuva, e de certo estávamos.
- "She know what I think about" - ele acompanhava a música com um inglês natural e perfeito demais para alguém que esqueceu que fazia faculdade de letras.
Oque me lembrava que eu e ele ainda não havíamos conversado sobre ele ter perdido a memória, mas isso não me preoculpava. Eu estava com ele, em um carro escutando música alta em meio ao mundo devastado por ódio. Em momentos assim, poucas coisa importam.
- "both your hands in the holes of my sweater" - ele continuava conforme a música. Ele parecia estar menos nervoso, seus olhos brilhavam e eu podia dizer o mesmo dos meus.
Seu riso era o suficiente para eu me reconfortar de tudo que aconteceu pelos últimos 2 anos, aquele breve momento que dependia da duração da música, poderiam ser um dos momentos mais felizes de minha vida.
Quando a música terminou, ele suspirou de cansaso, talvez tenha se esforçado para cantar de forma bonita para mim. Droga, ele era tão bonito quando se esforçava para algo...
- Sobre oque a música diz? - perguntei.
- hum - ele pensou - Acho que conta sobre alguem que queria o mundo para ele, mas outro alguem prendia ele. Alguém que ele amava muito. Essa pessoa sabia os seus maiores desejos e segredos. Quando fazia frio, eles dividiam os bolsos de um suéter, acho que era uma forma de eles ficarem juntos em momentos difíceis, apenas duas pessoas contra o mundo. "Me deixe seguro" era algo que o compositor queria dizer com isso. Mas, eu não sei dizer por mim apenas, pode ser uma simples música boba. Ainda sim, eu gosto dessa música, ela me faz lembrar de... - haise hesitou - alguém que eu sinto que amava muito antes de tudo acontecer.
Eu estava sem palavras quando sua frase terminou. Ele a disse tão naturalmente que não pareceu ser a história de nossas vidas, me perguntei como uma musica boba de adolescente se tornaria tão chocante ao ser descrita por ele...
- Tá tudo bem? - ele me perguntou do nada.
- Sim... - eu respondi - porque?
- Você está chorando... - haise avisou.

Quando me dei conta, lágrimas escorriam pelo meu rosto. Antes que eu pudesse enxuga-las com vergonha, haise tirou do bolso um lenço. Ele manteve uma das mãos no volante e a outra limpou minhas bochechas, o lenço, junto de suas mãos finas, deslizaram gentilmente até meus olhos. O lenço estava quente e pude notar isso pois meu rosto estava gelado graças ao ar condicionado que soprava em mim.
Eu não reagi, acho que não teria força o suficiente para interromper seu toque em meu rosto. Parecia uma criança sendo cuidada por um adulto, oque me doeu no peito, era exatamente assim com kaneki, ele sempre cuidava de mim e isso sempre me fez sentir mais sozinho depois que ele se foi...
Mas o momento de agora estava aqui.
Ele estava cuidando de mim denovo. Mesmo sem saber o porquê.
Eu conseguia ver kaneki através de seus olhos leves e desajeitados...
Depois de tanto tempo, me perguntava se isso era um sonho, será que não acordei naquele dia quando ví Haise Sasaki pela primeira vez? Tudo isso poderia ser apenas um sonho...
Mas...
Mesmo se fosse...
Eu não estava com pressa de acordar.
- Tudo bem? - haise tirou sua mão de meu rosto e ela retornou para o volante.
Respirei fundo para não chorar mais.
- está - minha voz parecia mais segura - Acho que foi alergia.
- Ah - ele parecia desapontado com minha óbvia desculpa sobre oque aconteceu.
Dor, desespero, raiva, solidão...
Eu podia dizer que presenciei tudo oque esse mundo podia me dar, mas...
Ele era algo como uma emoção nova.
Era incorrigível e incomparável, uma sequência de tons coloridos e agudos...
Forcei um sorriso.
- desculpa hehe...
- podemos... parar e tomar um ar se quiser - ele disse.
- Não, eu estou bem - respondi.
O caminho se prolongou, desta vez não conversamos muito. Acho que ele estava com vergonha de perguntar, e eu estava com vergonha de ter chorado. Algo estava diferente, eu sentia como se ele tivesse se lembrado de alguma coisa, talvez...

Não. Não era possível ele se lembrar do que aconteceu no dia em que o perdi...




Não é?















Depois de um tempo, já estavamos no departamento. Haise estacionou o carro e então nos apresentamos para o serviço. Passamos pela secretária e demos nosso caso e nossos nomes. Em seguida partimos para uma sala de interrogação, através do vidro (daqueles que se pode ver através, mas do outro lado não se pode) nosso delinquente estava algemado e dosado para não ativar sua kagune.
Entrar, conseguir a informação e então ir embora. Esses eram nossos objetivos e esses eram nossas missões.
- Ei - haise interviu - Eu posso interrogar ele sozinho, se você quiser ficar aqui e descansar...
Eu não estava 100% ainda, mas tenho que ser profissional nesse momento. Precisamos dessa informação, e também, eu queria estar com ele naquela sala.
- Não, não precisa. Vamos eu e você, assim colocaremos pressão nele e teremos nossa informação.
Haise pareceu se animar ao me ver melhor.
- Certo, então vamos adotar uma estratégia, oque acha? - haise soltou um sorriso.
- Um plano? Gostei.
- Okay, faremos assim... - haise cochichou em meu ouvido seu plano para ter a confissão do ghoul.
Era óbvio que ele iria negar que era da Aogiri, se ele fosse apenas um ghoul que estava ali apenas seria preso. Precisamos que ele confesse ou melhor, nos dê nossa informação sobre o leilão.
- Pronto? - ele me perguntou.
- Pronto! - eu respondi.




A sala era pequena, em seu centro havia uma mesa, e sobre ela estava o ghoul que capturarmos ontem. Ele estava algemado e amordaçado, apenas podia falar, não conseguiria morder assim.
Eu e Haise nos sentamos na mesa e então haise apresentou uma pasta com arquivos de áudio e fotos do ghoul cujo estava sentado á nossa frente.
- Seu nome é Niki - haise começou.
- Eu não vou falar nada investigador - ele respondeu ranzinza.
- Bem - eu intervi - você foi acusado de atacar dois investigadores e violação de propriedade privada. Além que você está claramente envolvido com a Aogiri tree, temos o suficiente para te executar.
Niki engoliu em seco.
- Eu não ligo - ele respondeu.
- Olha - haise disse parecendo sério - podemos limpar sua ficha e apenas te prender se você nos dar algumas informações...
- Ou vocês podem ir pro inferno! - Niki respondeu.
- Acho que você não entendeu - haise se levantou e pareceu mais agressivo - SE VOCE NAO COLABORAR, É VOCÊ QUE VAI PRO INFERNO! VAI QUEIMAR E APODRECER ATÉ QUE NAO SOBRE MAIS NADA DO QUE O SOLO POSSA CONSUMIR. PODEMOS TORNAR O RESTO DE SUA VIDA UM CAOS, ENTAO ACHO MELHOR QUE VOCE AQUIETE ESSE SEU TRASEIRO E ME ESCUTE.
Niki pareceu mais assustado.
- Haise... - eu disse nervoso - você está sendo um pouco duro demais não acha?
- O caramba - haise respondeu.
Me senti um pouco triste por ele responder de forma grosseira para mim...
- Isso é perca de tempo - Niki nos interrompeu - Eu não vou falar.
- Olha - Eu intervi - nos escute, vale a pena morrer por uma organização que te usa como...
- CAPACHO - Haise riu de forma estranha.
Niki pareceu ficar com raiva.
- Vocês não sabem oque estão dizendo.
- MAS É A VERDADE - Haise completou.
- CALA A BOCA - Niki devolveu.
- Calma vocês dois - Eu intervi.
- NAO, ESSE IDIOTA SE ACHA MAIS ESPERTO QUE A GENTE? SAIBA QUE VOCE NAO É, VOCE É APENAS LIXO QUE NAO CONSEGUE NEM OCUPAR UM CARGO ALTO PRA AOGIRI. LIXO - Haise estava realmente bravo por algum motivo.
- LIXO É VOCE SEU INVESTIGADOR DE MERDA! A CCG NAO É NADA COMPARADA Á AOGIRI, VOCES NAO PASSAM DE HOMENZINHOS ASSUSTADOS E COM MEDO. NAO TEM CORAGEM PARA ME ENFRENTAR E ENTAO ME ALGEMAM. QUEM É MEDROSO AQUI? - Niki devolveu.
Os dois continuaram trocando insultos, não havíamos conseguido tirar nada dele e já haviam passado 1 hora.
- CALA A BOCA! - Niki disse.
- CALA A BOCA VOCE - Haise respondeu.
- Chega - Eu intervir mais uma vez - Niki, vamos direto ao ponto. Tenho algumas perguntas para você, coisa de ficha.
Eu peguei meu lápis e minha caderneta.
Niki fixava seu olhar pra haise, de forma nervosa e brava. Ele estava se segurando para não pegar haise no soco.
- Certo, idade? - Eu perguntei.
- 23.
- peso?
- 76kg.
- Família?
- Não.
- já teve casos com a Aogiri?
- Não.
Haise deu um soco na mesa.
- MENTIRA - Ele gritou.
- Vamos continuar - Eu disse.
- Em quantos casos já trabalhou para a Aogiri tree?
- nenhum.
- A aogiri tem quantos líderes?
- Não sei.
- Aonde estava nos dias 6 e 9 desse mês?
- em casa.
- Oque estava fazendo naquele beco?
- Me protegendo de investigadores.
- porque me atacou?
- porque você poderia me atacar.
- usava roupas da Aogiri, porque?
Ele engoliu seco.
- era apenas minha ropa de sair.
- você já visitou um leilão ghoul?
- Nunca nem passei pelo 30° distrito.
- Você tem relações com outros ghouls?
- Sim, mas não sei onde eles podem estar.


...

- Uau, ele tem um Halibe (Tem provas de que ele pode ser inocente de uma acusação) - Eu disse.
Niki sorriu vitorioso e sarcástico.
- Mas... - haise sorriu - engraçado você saber onde se localiza o leilão ghoul ao qual precisávamos de informação de onde acontece.
Niki se tocou do que disse.
Eu e Haise batemos as mãos.
- Você caiu feito um patinho - Eu disse rindo.
- ... - Niki parecia abatido.
- Eu estava encarregado de te deixar bravo para que então abaixasse a guarda - haise parecia mais tranquilo por deixar de atuar - você esperava que nós apenas iríamos atrás de sua confissão então apenas não precisava dizer ela. Mas, nós só precisávamos da localização do leilão. Então juuzou tratou de parecer mais ético e mais pontual, e fez perguntas para preencher sua ficha. Assim ele apenas precisou fazer perguntas rápidas e naturais para que você não desse muita importância nas respostas. E então, você nos deu exatamente oque queríamos.
Niki pareceu inteiramente gelado.
- Obrigado por colaborar - Eu disse.
- Obrigado - haise sorriu.
Niki abaixou sua cabeça em desespero.
- Não se preoculpe - Eu o conformei.
Ele estava com lágrimas nos olhos.
- Você não será morto, pegamos a informação. Eu irei registrar que você colaborou e então apenas será sentenciado a prisão perpétua - Eu disse e ele parecia surpreso.
- Eu sei que ghouls não tem escolha de nascer assim. Você não deve ter encontrado outro jeito e foi levado á se unir á Aogiri. Mas mesmo assim você quebrou regras e matou pessoas, não posso permitir que você seja livrado da culpa - Eu disse enquanto me levantava e me dirigia até a porta.
- Tente ser alguém melhor - eu disse e então deixei a sala.
Haise me olhava de forma fria.
Ele logo deixou a sala também.
Andamos pelo corredor e então ligamos para nosso chefe de caso.
"O leilão acontecerá no 30° distrito"
Agora que sabemos onde será, uma operação de nível avançado pode se iniciar e então poderemos parar os planos de unificação da Aogiri.
- Então... - haise puxou assunto enquanto voltávamos para o carro - foi bem legal oque fez por ele. Embora ele não merecesse.
- Ghouls... pelo menos alguns, são expostos ao mundo de forma cruel - Eu me lembrei de touka - muitas vezes não tem escolha e isso não é justo - lembrei de kaneki - eu não posso corrigir isso, mas posso tentar ajudar os poucos que consigo alcançar.
Entramos no carro e fechamos as portas.
- pensei que todos os investigadores odiassem os ghouls - haise ligou a chave.
- Eu não odeio os ghouls - respondi.


- A aogiri é minha inimiga, não os ghouls.







O caminho foi tranquilo, a chuva estava calma e ouvíamos o rádio.
Haise parecia pensativo enquanto dirigia.
Me perguntei se eu havia falado algo ou feito algo que ele reprovasse, mas não foi isso. Ele parecia mais se perguntando algo como...
"Se todos pensassem assim, o mundo poderia se ajeitar?"




A chuva continuava caindo...
Do nada, na rádio voltou a tocar "sweater weather" a música que o gentil homem havia descrito para mim.
Ele me olhou e expressou um sorriso triste.
Pensei que ele voltaria a cantar mas ele não o fez. Algo estava em sua cabeça.
Mas eu não queria que o expediente terminasse assim.
- "Use the sleeves of my sweater" - Eu comecei a cantar, meu inglês estava todo errado, e usei isso para tirar uma risada de haise.
- "Let's have an adventure" - Haise começou a cantar junto comigo - "Head in the clouds but my gravity's centered"
- "Touch my neck and I'll touch yours" - Eu completei, era difícil cantar depois de ouvir apenas uma vez a música.
- "You in those little high waisted shorts" - ele respondeu freiando o carro conforme a música e retomando a velocidade normal, causando um reboliço no transito, porém, foi divertido por ver sua expressão de animação.
Partimos para o departamento cantando...
E eu podia dizer, que o dia havia válido a pena.






E que eu tinha uma nova música favorita também.







Notas Finais


Obrigado por ler até aqui!
N sei se vou conseguir postar semana que vem, mas caso eu poste, será na terça :v
Se eu n postar eu posto na terca que que vem.
Obrigado por ler e até a próxima!


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