História Tol'ko - Capítulo 1


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Categorias Undertale
Tags Drama Leve, Kustard, Ônibus, Yaoi Leve
Visualizações 72
Palavras 1.164
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Mistério, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


FALA CHUCKYS E FUJOSHIS!! BLZ!! TRANQUILOS EM SEUS ASILOS TOPE!!

Cá estou eu again na porra de um ônibus kkkjs escrevendo de novo, ah q sdds de escrever no ônibus kkkjs Enfim, é Kustard, não tem lemon, a história toda vai ser sobre uma ligação <3

Espero que gostem.

Boa leitura o/

Capítulo 1 - Único


Quando a vodca acabou, à frente dos olhos tudo sumiu restando apenas a imagem de Sans envolto do branco ofuscante da neve distante das suas escarlates; distante do seu alcance. A repentina alucinação havia sido tão realística que Red até ergueu a mão numa tentativa desesperada de alcança-lo, sua mente tão alcoolizada e carente alcançando o nível de desconsiderar a possibilidade do surrealismo da situação, de desconsiderar a mentira que ela era: porque nunca mais veria Sans, nunca e Red foi voltar à realidade desse fato quando sua duplicata lhe deus as costas e desapareceu, no mesmo instante abaixou a mão deixando as pálpebras ósseas vacilarem e um riso fraco sair de canto.

Depois de alguns segundos se recuperando dos efeitos emocionais que a alucinação havia lhe causado, ele olhou dentro da garrafa certificando-se de que não havia mais liquido ali dentro, suspirou frustrado, realmente não tinha mais vodca, deu os ombros e lançou o objeto na parede mais próxima antes de se levantar e sair de cima do que chamava de cama para ir buscar mais álcool, precisava se sedar – ou se matar qualquer que fossem as proporções dos próximos goles.

Abriu a porta lentamente, sem querer fazer ruído; chiado ou qualquer som que acordasse o caçula perverso: seu Papyrus, ou Edge como os outros costumavam o chamar para não ter confusão, porque naquela noite sentia que o emocional não estava nos trilhos – pelo menos não o suficiente para ter que permanecer no papel de irmão submisso quando na verdade ele era quem estava no controle de tudo, mas era preguiçoso demais para deixar isso nítido, estava tão, mas tão frustrado que sentia que se Papyrus fizesse alguma das costumeiras perguntas irritantes de controle poderia machuca-lo de um jeito feio, quem sabe até matá-lo.

Ah, só pode estar me tirando! — Pensou consigo mesmo conseguindo ficar puto de vez ao abrir a geladeira e dar de cara com nada! E com nada, ele queria dizer: zero álcool! Abaixou o tronco e olhou nas prateleiras do fundo onde costumava esconder as bebidas dentro de garrafas de refrigerantes, e para sua surpresa elas não estavam lá. — Porra, nada legal Paps. — Concluiu segurando-se para não gritar de raiva. — Será que se eu ligar... Desta vez ele atende? — Indagou-se mentalmente retirando o celular do bolso e discando o número pela milésima vez naqueles quatro meses, durante a espera sentou-se no sofá encarando a TV desligada. 

O puto, o maldito Sans não respondia a merda das mensagens e também não atendia nem retornava as merdas das ligações, essa demonstração de foda-se você estava acabando com Red lentamente, e mesmo com essa ignorância por parte do pacifista... Red permanecia insistindo, havia se agarrado fielmente à certeza de que em alguma hora aquele babaca lhe daria um sinal de vida porque apesar desses sumiços... O desgraçado sempre voltava.

E naquele momento, mesmo em outro universo, parecia que Sans estava lendo seus pensamentos e com isso prevendo suas ações porque finalmente atendeu. Nunca sentiu-se tão aliviado em sua vida.

Você está bem otário?

Pela primeira vez em longos, dolorosos e exatos quatro meses Sans atendeu aquela merda e... Para Red, ouvir a voz preguiçosa e lânguida do amigo colorido quase erradicou todos os sentimentos ruins que dominavam sua ALMA e sua mente naqueles tempos: seus impulsos suicidas consequências da realidade árdua e do egoísmo alheio.

— Sans... — Red sussurrou lânguido num tom sarcástico muito forçado, tão forçado que abeirava o preocupante. — Achei que tinha me esquecido, hehe. — Prosseguiu com o sarcasmo forçado, riu de canto da própria desgraça, achava foda o fato de seu desespero ter chegado àquele ponto.

Ok, você está bêbado, ? — Sans indagou com a voz repreensiva.

Red sorriu silenciosamente admirado, mesmo depois de tanto; mas tanto tempo o pacifista reconhecia suas reações. Isso significava que de certo modo ele não havia se esquecido da sua existência, nem dos momentos de crises emocionais significativos que era onde bebiam e se enchiam de drogas - principalmente.

— É... E se eu estiver? — Brincou com a relevância do seu estado deplorável, mas decidiu falar logo ao ouvir um suspiro cansativo soar do outro lado. — É, eu estou sim... — Ditou por fim, não soube mais como prosseguir, estava com medo da reação do pacifista. Mas seja lá qual fosse a resposta de Sans, Red já ficava melhor em saber que não havia sido esquecido pelo único ser que o compreendia de corpo e ALMA. 

Está tudo bem, estou aqui agora.

Red ficou sem reação, ele literalmente não soube o que dizer ou o que fazer depois de ouvir aquela afirmativa no mais firme tom de clareza que a voz de Sans podia alcançar. Reconheceu a voz, o tom, reconhecia tão; mas tão bem que seus ossos arrepiaram-se e novamente aquilo quase erradicou seus demônios, Sans realmente tinha muito poder sobre si; ainda mais agora depois de tanto tempo. Abriu a boca para responder, mas foi interrompido.

Desculpe por não ter atendido suas outras ligações, nem respondido suas mensagens, você sabe como eu sou. — Um ruído de lâmina soou em meio a fala. — Desculpe-me mesmo, eu espero que você esteja na porra da sua casa e não num canto de boteco qualquer que nem da ultima vez, tá me ouvindo seu aborto?! 

Sans se importava, ele se importava da mesma forma há quatro meses... Dava até as mesmas broncas - tais que eram hilárias e sempre deixavam o pacifista mais lindo do que ele já era com todo aquele ar de preocupado. Era como se nada tivesse mudado, como se estivesse de volta no passado... Aquilo foi tão incrível porque Red percebeu que ainda podia contar com Sans e que não estava sozinho apesar de todos os contratempos.

Foi isso que transpareceu, que emanou, exalou.

Agora para de me dar vácuo porra, me fala o que rolou com você desta vez, filho da puta.

E lá vinha a troca de humor tão cômica que sempre lhe arrancava risadinhas, esse lado negro de Sans era o que mais excitava Red e o que mais fazia-o sentir-se especial porque o pacifista só tinha esses desvios de personalidade quando estava do seu lado, ele dizia que consigo sentia-se seguro para libertar-se.

— Estou tão feliz que ainda se importe comigo... — De fato, os demônios que dominavam a mente e seus impulsos haviam desaparecido antes mesmo que os citasse; de certo modo naquele momento Red os considerou insignificantes comparados ao fato que Sans havia demonstrado que seus sentimentos em relação a si eram os mesmos há quatro meses.

É claro que eu me importo com você, seu idiota. — Riu, cansado.

Ah, ele riu, aquela risada curta e preguiçosa que só Sans podia dar... E quando dava... Sempre em momentos raros, sempre mudava os dias de Red; sua visão sobre tudo ao redor incluindo ele próprio. A nostalgia e felicidade efêmeras da risada fizeram uma lágrima boba escorrer pela bochecha óssea do genocida, os demônios por fim exorcizados.

E eu sempre vou me importar com você, seu saco de lixo sorridente.


Notas Finais


Espero que tenham gostado <3

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