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História Tomioka-senpai. - Capítulo 45


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Notas do Autor


Não é um cap agradável... Eu acho...

Capítulo 45 - Somos Tão Jovens, parte 2.


Naquele mesmo ano, Sabito pediu a mão de Tsutako em casamento depois de alguns meses de namoro. E no ano seguinte, Sabito entrou para a faculdade e Giyuu não conseguiu, tendo que tentar novamente, além disso, no meio do ano, Sabito se casou e foi morar com Tsutako em um apartamento deixando a casa para Giyuu, que não tinha amigos, nem emprego e era sustentado pela sua irmã. A única coisa diferente que fazia era continuar estudando para o vestibular e ele só saia de casa quando Sabito o buscava para passearem juntos, porém, era evidente a distância que crescia entre eles. E isso foi bom e ruim para Giyuu, pois queria se distanciar para poder aprender a amá-lo menos, contudo, também sofria por não poder vê-lo com a mesma frequência nos tempos de escola.

Giyuu Tomioka depois de dois anos estudando e tentando passar no vestibular, finalmente conseguiu e a mensagem tinha vindo ao momento mais inoportuno de todos, agora estava sentado ao lado de rostos que já tinha visto em algum lugar, talvez no colégio, mas nunca tinha conversado com eles direito. Ficou quieto e no seu próprio canto, ouvindo as autoridades falarem até que ouviu a história de haver uma festa de boas vindas aos calouros e que seria em um barzinho perto. Com certeza, Giyuu não iria.

— Anda, se anima! Vai ser divertido! — dizia Sabito arrumando a gravata de Giyuu e o empurrando para o carro; Tomioka não acreditava que se deixou ser convencido por Sabito a ir para a festa de boas vindas. — Fique pelo menos uma hora... Por mim ok?

Com ele pedindo dessa maneira, Giyuu se rendeu e foi com ele. Mas se sentiu um verdadeiro extraterrestre ao colocar seus dois pés dentro da balada com música alta, chata, luzes piscando, dava dor de cabeça, e as pessoas bêbadas se esfregando, Giyuu queria morrer. Nem para os bailes de formatura ele ia; por que veio mesmo? Ah sim, sua paixão antiga: Sabito Urokodaki. Este por sua vez apresentou Giyuu a alguns colegas e bom, Sabito sabia que Tomioka gostava de pessoas do mesmo sexo, então, basicamente estava tentando dar uma de casamenteiro e o apresentou aos seus amigos gays da universidade, porém, Giyuu vetou todos eles depois de cumprimentar e resolveu se aventurar longe dali. Realmente longe, estava indo para a saída, senão fosse por um poste quase cair em cima de si.

— Shinazugawa seu retardado do caralho! Vai tomar no cú, seu idiota! — Giyuu desviou a tempo e viu o homem de cabelos grisalhos rir; enquanto uma garota baixa com enfeite de borboleta na cabeça xingava em plenos pulmões outro homem de cabelo branco que ria alto.

— Shino-chan, você está bem? — uma garota peituda de cabelos rosas veio socorrer a baixinha invocada, que levantou e jogou o copo de cerveja inteiro na cara do tal Shinazugawa. — Shino-chan!

— Hahaha, se fudeu... — dizia o poste humano que se levantou do chão com pouquíssima coordenação motora.

— Nem fudendo você fez isso, Kocho! — bradou Shinazugawa tentando se secar e acabou tirando à camisa, deixando seu belo físico a mostra. — Vou te arrebentar!

— Não se bate em mulher, Shinazugawa-kun! — disse um homem radiante com um sorriso e um leve rubor nas bochechas pela bebida.

— O deixa vir para ver o que é bom pra tosse! — a baixinha invocada insistia pela briga.

— Shino-chan, melhor não né... — dizia a peituda abraçando a baixinha. — É perigoso! Vamos ser amigos!

— Concordo, quero ser amigo de vocês! — o poste separou as duas, as abraçando de lado. — Especialmente vocês, meninas.

— Vazem da frente, estão atrapalhando a saída! — gritou uma voz atrás de Giyuu, que se assustou ao ver um homem com uma máscara cobrindo a boca. — Seus seres inferiores!

— Quem é inferior?! — Shinazugawa gritou.

— Geralmente quem pergunta. — Giyuu acabou soltando sem querer e todos riram, exceto por Shinazugawa.

— Ah engraçadinho... — Shinazugawa sorriu irônico e deu um soco bem no meio da fuça de Giyuu.

— NÃO BATE NELE! — gritou a baixinha que pulou nas costas de Shinazugawa.

Os dois foram parar em cima do balcão onde servem as bebidas do bar e a garota de cabelo rosa foi atrás da que na época era sua namorada e ela ia acertar uma garrafa na cabeça de Shinazugawa para parar, mas os dois estavam rodando a balada e os únicos que tentaram apartar a briga foi o homem com mascara e o homem radiante, porém, a garota nocateou os dois com as garrafas que ela deu na cabeça deles sem querer. Giyuu foi socorrido pelo poste humano que depois de enfiar guardanapos no nariz do moreno, foi separar Shinazugawa e a baixinha invocada, mas não deu muito certo e mais algumas pessoas acabaram agredidas.

De repente, eles se viram atrás das grades da delegacia, todos juntos e feridos.

— Ao menos não acertaram meu rosto. — dizia o poste humano olhando vaidoso para si através do seu espelho de bolso.

— Vem aqui que eu te acerto! — latiu o homem com mascara.

— Amor, você está bem? — perguntou a garota de cabelo rosa passando delicadamente o papel higiênico nós lábios cortados da baixinha.

— Eu vou ficar bem... — respondeu. — Quando Shinazugawa parar de existir! — ela queria avançar nele, mas a peituda não deixou.

— Quanta violência, o que houve com o amor ao próximo? — questionou o homem radiante.

— Cala a boca! — todos disseram, exceto por Giyuu.

Giyuu estava de pé no canto, encostando entre a grade e a parede. E tirou os guardanapos do nariz. Eles se entreolharam, mas não disseram muita coisa. Teriam tempo mais do que suficiente até alguém vir buscá-los.

— Desculpa pelo comentário que fiz sobre sua irmã, Kocho. — pediu o tal Shinazugawa depois de alguns minutos de silêncio.

— Que não se repita. — disse a baixinha.

— Foi mal pelo soco aí, cara. — pediu a Giyuu.

— Tudo bem. — disse Giyuu.

— Foi divertido enquanto durou, não foi? — cimentou o homem loiro e radiante. — A propósito, sou Kyoujurou Rengoku, 20 anos, calouro de Marketing, prazer em conhecê-los.

— Ninguém, literalmente ninguém te perguntou. — disse o homem com a máscara.

— Ah, mas também quero me apresentar! — disse a peituda animadamente e ergueu a mão. — Mitsuri Kanroji, 19 anos, caloura de Designer de Moda e futura líder de torcida!

— Prazer né, Kanroji-san. — disse o poste humano. — Sou Tengen Uzui, 20 anos, calouro de Direito.

— Sério que vocês vão todos se apresentarem? — questionou o homem com mascara.

— Por que não? — disse a baixinha se divertindo com isso. — Shinobu Kocho, 19 anos, caloura de Farmácia.

— Francamente... Sanemi Shinazugawa, 20 anos, calouro de Engenharia Civil.

—... Obanai Iguro, 19 anos, calouro de Medicina Veterinária. — cruzou os braços.

Todos olharam Giyuu que acreditou que seria esquecido e deixado em paz. Belo engano. Agora que eles se apresentaram, seriam amigos?

— Giyuu Tomioka. — um policial o chamou (salvo pelo gongo). — Sua fiança foi paga.

O policial abriu a cela e antes de sair completamente acompanhado pelo policial.

— 19 anos, calouro de Psicologia. — disse para eles sem olhá-los e seguiu o policial.

— Espera, você é o irmão da Tsu-chan? — perguntou Mitsuri, mas não deu tempo de Giyuu responder.

Logo Giyuu encarou a cara de diversão de Sabito.

— Hahaha, não esperava que fosse entrar numa briga e vir parar na cadeia logo no seu primeiro dia. — disse Sabito. — Isso até parece um drama de televisão ruim. — riu.

— Você pode pagar a fiança dos outros? — perguntou Giyuu indiferente a brincadeira dele.

— Claro... Fez amizade com eles?

—... Mais ou menos...

Sabito sorriu e acatou o pedido sem problemas, mas Giyuu não ficou esperando todos eles saírem, foi direto para o carro de Sabito que entendia a timidez do outro e eles foram embora.

No dia seguinte, Giyuu foi para a sua primeira aula e assistiu tudo maravilhado por ter conseguido finalmente iniciar outra etapa na sua vida. Iria se dedicar 100% nos estudos, ao menos, achava que sim, mas com Sabito lhe convidando para rodar o campus e depois o obrigando a fazer academia e, de novo, apresentando os amigos gays da academia. Giyuu estava exausto no fim do dia, não aguentando nem levantar a ponta do dedão do pé porque a musculação acabou consigo. Acabou deitando em um dos colchonetes antes de ir tomar banho e fechou os olhos por alguns minutos.

— Moshi moshi, Tomioka-san? — ouviu uma voz feminina e abriu um olho.

Giyuu viu as sombras deles se projetando por cima, então, abriu bem os olhos, eram eles de ontem na prisão.

— Não precisava ter pagado a fiança. — Obanai Iguro disse com os braços cruzados.

— Obrigada, Tomioka-san. — disse Mitsuri Kanroji.

— Você deveria ter nos esperado. — disse Kyoujurou Rengoku.

— Vamos sair hoje todos nós. — sugeriu Tengen Uzui.

— Por mim tudo bem. — concordou Sanemi Shinazugawa.

— Ah, e aí pessoal? — disse Sabito Urokodaki chegando e olhando Giyuu no chão. — Você fez amigos isso é muito bom, Giyuu-chan.

Giyuu queria sumir todas as vezes que Sabito usava esse apelido, se sentou rapidamente e se levantou. Olhou Sabito.

— Não me chame de “Giyuu-chan”. — pediu envergonhado.

— Giyuu-chan sempre tão tímido. — Sabito riu.

Tomioka queria morrer ao ver os outros segurando o riso, exceto por Mitsuri que achou fofa a interação entre eles.

— Ah, deixa eu me apresentar a vocês: sou Sabito Urokodaki, o cunhado e melhor amigo dele.

— Urokodaki-san?! — eles disseram juntos. — Sou fã do seu pai!

Giyuu agradeceu aos céus que toda a atenção foi para Sabito, então, saiu de fininho e foi tomar o seu banho.

Os dias se passaram e casualmente eles se encontravam e, aos poucos foram se aproximando, ficaram mais e mais próximos até começarem a se chamarem pelo primeiro nome e a visitarem as casas de cada um, sendo que a maioria moravam próximos sem ter se dado conta. Além de descobrirem um amigo em comum chamado Gyomei Himejima.

— Quero que vocês venham conhecer minha cobra. — disse Obanai um dia qualquer desses que eles estavam reunidos jogando videogame no apartamento de Sanemi.

— Não quero conhecer sua cobra não. — disse Sanemi achando estranha a situação.

— Tá convidando a gente para uma orgia ou o quê? — questionou Tengen que estava pintando a unha de Mitsuri.

— Se for para conhecer sua cobra, eu vou. — disse Kyoujurou escolhendo as cartas do tarot para Shinobu lê-las; todos os olharam. — O que foi? Eu acho Obanai atraente.

— Não é essa cobra, Kyoujurou. — falou Obanai.

— Vocês dois vão acabar namorando. — profetizou Sanemi.

— Se eu namorar o Kyoujurou, você casa com a Kanae-san. — profetizou Obanai.

— Deus me livre dele como cunhado! — Shinobu quase foi pegar o sal na cozinha para se ver livre disso.

Giyuu estava quieto em um canto do sofá, lendo e apenas ouvindo as bobagens de sempre. As únicas que namoravam entre si no grupo eram Shinobu e Mitsuri, o resto nem se tocou... Ainda. Embora tensão sexual não faltasse entre nenhum deles.

— Meu lance com a Kanae é diferente. — disse Sanemi olhando a tela e estava perdendo para Obanai.

— É, você é um stalker dela. — reclamou Shinobu.

— Quem é stalker? — Sanemi sentiu suas veias saltarem da testa, mas estava ocupada demais para encarar Shinobu.

— Pronto, terminei. — disse Tengen. — Mais alguém quer pintar?

— Deixa só a Shinobu-chan ler meu futuro! — disse Kyoujurou se animando com a ideia. — Que eu já vou aí pintar!

— Shino-chan, olha como ficou! — Mitsuri mostrou, animada, as unhas pintadas de rosa e vermelho.

— Tengen-san é muito bom nisso. — disse Shinobu olhando.

Giyuu se levantou, e se sentou no lugar de Mitsuri mostrando as unhas para Tengen.

— Qual cor? — perguntou sorrindo para Tomioka.

— Preto. — respondeu Giyuu e observou Tengen a tratar da sua unha.

— As cartas me dizem que em breve você vai encontrar o amor da sua vida, Kyoujurou-san. — disse Shinobu com um sorriso.

— Você fala isso para todo mundo, Shino-chan! — brincou Mitsuri.

— Não, não, ok... A Estrela significa que você vai encontrar um emprego com maior responsabilidade do que tem agora. A Justiça mostra uma pessoa que te aprecia e admira suas habilidades, ela vai te dar espaço, especialmente no ambiente de trabalho... O Imperador tenha cuidado com essa pessoa ao mesmo tempo.

— Então hoje minha leitura foi sobre emprego, se bem que estou procurando algo novo mesmo. — confessou.

— Tenho certeza que vai achar algo, Kyo-chan. — disse Mitsuri.

— Sabe deveríamos dar uma festa para os aniversariantes desse primeiro semestre. — disse Tengen que tudo era motivo de festa.

— Ah, eu topo! — Mitsuri disse animada.

— Podemos fazer lá na casa do Himejima-san. — disse Sanemi oferecendo a casa dos outros para variar.

— Cheguei. — disse Genya.

— Seja bem-vindo, Gen-chan. — disse Mitsuri.

Genya olhou esses malucos, envergonhado e foi para o seu quarto ser antissocial.

— Seu irmão tá crescendo, vai passar você. — comentou Mitsuri.

— Vai ficar mais gato também. — disse Tengen e só sentiu a almofada vir na sua cara e lambuzar a mão de Giyuu com esmalte preto.

— Meu lindo irmão não é pro seu bico! — gritou Sanemi.

— Ganhei. — disse Obanai.

Agora que Giyuu se lembrou de como eram as festas, aliás, como elas começaram de forma inocente entre eles e alguns amigos que eles convidavam depois foi se tornando mais pesado... Vinham pessoas que eles nunca viram na vida, alguns traficantes também, pessoas que Giyuu nem em um milhão de anos se envolveria, mas acabou se envolvendo.

Quando foi mesmo que eles se contaminaram tanto a ponto de encobrirem um assassinato? Quando foi isso? Talvez na festa de aniversário temática de Uzui, que era no dia das bruxas. Todos fantasiados e bebendo, música alta, sexo, drogas, traição...

Giyuu estava com a Shinobu nesse dia. Ele tinha quase certeza porque Sanemi os viu e entrou na “brincadeira” também. Ah, os dois foram os primeiros a acenderem o lado masoquista de Tomioka.

— Mas e a Mitsuri-san? — perguntou Giyuu sendo empurrado contra a parede do quarto da casa de Tengen.

— Nós brigamos. — ela disse e isso explicava o sorriso com ar de brava.

Os dois se beijavam. Giyuu nem sabia o que estava fazendo direito porque, na verdade, nunca esteve com uma mulher... Shinobu seria sua primeira? Não que fosse ruim, gostava dela, era tipo a irmã mais nova chata. Mas não se faz sexo com sua irmã mais nova chata, se faz?

— Espera... — ele segurou os punhos dela.

— Está com dúvidas? Nunca esteve com uma mulher não é mesmo? — ela o questionou já sabendo a resposta, mas beijou o seu rosto. — Também nunca fiquei com um garoto. — se aproximou da cama e se ajoelhou, apoiando-se no colchão.

Shinobu estava vestida de mulher gato ou algo assim, Giyuu tentou miseravelmente fazer seu cosplay de Sr. Darcy. Quem insistiu nessa ideia foi a sua irmã.

Giyuu se ajoelhou ao lado dela, não estava exatamente sóbrio, porém, sabia que não era certo eles tentaram fazer algo assim pelas costas de Mitsuri Kanroji. E Tomioka poderia dizer que foi aqui o início da estranha e diferente relação dos dois. Shinobu era uma lésbica assumida e Giyuu era um gay assumido, contudo, às vezes, eles ficavam, mas só ficavam, nunca passou além de beijos e mãos bobas (quem Giyuu queria enganar, ele só não a penetrou... Ainda, mas talvez nem vá, agora atualmente tem o Tanjirou, não é?). Podiam-se classificar “amigos com benefícios” ou “amizade colorida”. Também poderiam dizer que era apenas curiosidade sobre o sexo oposto.

— É bom vocês duas conversarem... Faz quanto tempo que estão juntas? — Giyuu era mais curioso e falante quando bebia, Kocho anotou isso mentalmente e nunca mais esqueceu.

— Três anos. — respondeu e foi se virando, ficando sentada no chão e encostando as costas na cama. — Mas nos conhecemos há mais tempo, nossas mães são amigas do tempo de escola, entende?

— Sim, entendo. — ele se ajeitou no chão também, esticando as pernas enquanto Kocho abraçava as suas.

— Você gosta do Sabito, não é?

— É... Eu o amo.

— Por que não se declarou para ele?

— Como sabe que eu não me declarei?

— Foi só um palpite, mas acho que estou certa

— Está sim... — suspirou.

— Você deveria namorar com Tengen-san. Vocês combinam.

—... Talvez eu vá...

— Tem o Kyoujurou-san e Obanai-san também, digo, me parece que eles vão se pegar em algum momento, mas nada impede de você ir lá primeiro. Seria interessante te ver com o Obanai-san.

— Não, esses dois se merecem, acho que eu só iria atrapalhar, deixa quieto.

— E o Shinazugawa?

— O que tem ele?

— É um chato, mas gostoso. — o olhou.

— Não rola, tenho certeza que ele me bateria se eu chegasse perto. — disse a olhando.

— E a Mi-chan?

— Ela é linda, mas é sua.

— Obrigada.

— Eu falo sério.

— Eu acredito em você. — pausou sua fala e seu olhar se tornou mais curioso. — E sobre Shinobu Kocho?

— Você é incrível. — disse Giyuu e Shinobu ficou surpresa. — Não deixe ninguém lhe dizer o contrário.

Shinobu se aproximou e o beijou calmo nós lábios, Giyuu deixou e foi se levando. O beijo começou calmo e aos poucos foi se intensificando. As mãos de Giyuu foram parar nos seios fartos dela e a garota já estava no seu colo quando Sanemi abriu a porta do quarto. Os dois o olharam.

— Quer se juntar a nós? — Giyuu perguntou com um sorriso perverso, que impressionou Shinobu e Sanemi.

Mas é como diz o ditado: águas paradas são profundas. Giyuu é exatamente isso: a definição de mistério. Não foram eles que o corromperam, ele já era corrompido desde o momento em que se apaixonou por Sabito.

Sanemi nem questionou, apenas colocou uma cadeira contra o trinco da porta para eles não serem incomodados. Tinha que admitir estar curioso em provar os lábios de Giyuu havia um tempo.

— Vamos dividir a Shinobu ou você? — perguntou Sanemi.

— Não sei se aguento vocês dois... — Shinobu disse realmente imaginando a cena, os dois eram grandes e ela pequena.

— Posso ir, se quiser... — disse Giyuu, agora que tinha começado não daria para trás. — Embora não faço ideia de como isso funciona.

— Um ménage... — Sanemi ficou pensativo. — Não me lembro de ter participado de nenhum também.

— Não estou surpresa com esse temperamento horrível. — sorriu Shinobu.

— Você quer ser partida ao meio, garota? — ele soltou.

— Viu o que eu disse... — ela suspirou.

— Vocês podem parar de discutir e me comer logo? — Giyuu estava entrando no estado de impaciência.

— Esse é um lado de Tomioka-san que não vou esquecer tão cedo. — comentou Shinobu e voltou a beijá-lo, depois se aproximou de Sanemi e o beijou, então, trouxe Giyuu pelo queixo, foi um quase beijo a três, mas ela deixou os dois se beijando e saiu do colo de Giyuu. — Vamos ver onde está o lubrificante...

Ela foi procurar enquanto Giyuu era beijado por Sanemi que estava tirando a fantasia do estudante de psicologia sem delicadeza, praticamente rasgou algumas partes e desamarrou os cabelos negros, aos quais pegou e puxou com gosto, fazendo Giyuu soltar um suspiro. Sanemi desceu seus lábios para o pescoço, o mordendo e deixando marcas.

Quando Shinobu achou o lubrificante, foi direto empurrando os dois para ficar atrás de Giyuu. Ela beijou o lado oposto do pescoço, onde Sanemi não estava mordendo e ajudou a tirar o restante da camisa. Suas mãos desceram para o cinto da calça, o desfez e com a ajuda dos meninos tirou a calça. Giyuu já estava duro e com o pré-gozo molhando a boxer. Ele soltava suspiros melodiosos, Sanemi e Shinobu não esperavam por essas reações; realmente seu amigo era um mistério e uma caixa de surpresas.

— Quem Tomioka-san quer que te prepare? — perguntou Shinobu em um sussurro perto do ouvido dele.

— Os dois... — respondeu suspirando ao sentir os lábios de Sanemi no seu mamilo e Shinobu brincava com o membro coberto passando a mão e apertando.

— Hm, ok. — ela mordeu o lóbulo da orelha dele. — Sanemi troca comigo.

— Ah tá. — ele resmungou e Giyuu ficou irritado pelos estímulos terem parado, mas logo recebeu as mãos deles novamente.

Sanemi e Shinobu terminaram de despi-lo, deixando tudo a mostra e Giyuu estava adoravelmente delicioso aos olhos devoradores deles. Shinobu abriu seu vestido, tirou o sutiã e derramou lubrificante nos seios. Os dois assistiram ao show muito, mas muito felizes. E ela pegou as mãos de Sanemi, as colocando nos seus seios e os lambuzando. Ele não perdeu a oportunidade de atiça-la e lhe puxou os mamilos, Giyuu assistiu como um verdadeiro vouyer e não tocou nos dois.

Depois de alguns suspiros arrancados de Shinobu, as mãos de Sanemi estavam prontas para entrar em Giyuu, que foi deitado no chão de quatro e penetrado por um dedo de cada um deles.

Giyuu não se lembrava direito o que aconteceu depois disso porque o prazer foi tão grande, mas ao mesmo tempo a sensação de culpa também. Só se lembrava deles atingindo sua próstata, então, Sanemi o penetrou com o seu membro e Shinobu lhe fez uma espanhola.

Atualmente Giyuu deseja esquecer certas coisas, isso ele queria esquecer e fingia que esqueceu-se.

§ • §

Atualmente...

— Vocês não vão me dizer onde deixaram o corpo? — Giyuu perguntou novamente olhando um por um deles. — Pensei que fôssemos amigos... — terminou sua fala e saiu empurrando Tengen da porta.

Giyuu correu para o seu carro, ligou e dirigiu para o hospital onde Tanjirou estava mesmo ainda não sendo seu horário de visita.

Ele queria esquecer os seus amigos, ao menos, por alguns minutos. Mas ao olhar Tanjirou ainda deitado no leito sem aparelhos, se lembrou novamente quando Sabito se machucou e como ele ficou preocupado, provavelmente foi no mesmo dia em que conheceu a cobra de Obanai.


Notas Finais


CONTINUA...


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