História Tomorrow's kings - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Batalha, Bestas Lendarias, Dragões, Espadas, Império, Lendas, Liderança, Luta, Lutas, Magia, Manopla, Militar, Mitologia, Poderes, Principe, Reinos, Reis, Romance, Vilas
Visualizações 18
Palavras 1.046
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Seinen, Shounen, Sobrenatural, Steampunk, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Após muito discutir, pensar e reescrever decidimos alterar quase todos os detalhes mas mantendo a essência da ideia original então, bom proveito ;)

Capítulo 1 - Pesadelos - Cassius


Fanfic / Fanfiction Tomorrow's kings - Capítulo 1 - Pesadelos - Cassius

Cassius

A noite na grande clareira de Greatpine era úmida e calma, as árvores a volta formavam uma muralha natural para a pequena vila que ali se estabeleceu, em volta do pinheiro-gigante no meio da clareira a pequena vila cresceu, apesar de isolada do resto do mundo, mantinha um povo forte que sempre buscava o desenvolvimento de sua comunidade, havia forjarias, marcenarias, lojas e até um sistema de polícia regida pelos capitães da guarda, haviam quatro poços alimentando a cidade, fora o rio a leste que dava na floresta em um grande lago, que apesar da segurança e provisões que alimentava a vila, era extremamente hostil com suas enormes feras que nela viviam, uma grande cordilheira se estendia ao norte da floresta onde sempre nevava, abrigando um pequeno vale conhecido pelos moradores de Pale como vale da neve, um refúgio seguro do mundo.

No alto do pinheiro-gigante uma grande casa foi construída, foi nessa casa que Cassius acordou num sobressalto de sua cama, “Um pesadelo… de novo” pensou enquanto se levantava em direção ao banheiro de sua casa, enchendo um balde d'água com uma lamparina em punho, já havia três meses que esses sonhos o aterrorizam, enquanto lavava seu rosto a cada golpe de água gelada mais e mais ele se lembrava do sonho, sua vila destruída seus familiares mortos, uma espada cravada no seu peito e a voz em desespero de sua amada princesa de muito tempo atrás ecoando em sua cabeça repetindo “Por quê não me salvou?”.

“São só sonhos, seu idiota” ele repetia pra si mesmo Jogando ainda mais água no próprio rosto.

Cassius estava guardando o balde quando sentiu mãos geladas em seu tronco despido abraçando-o por trás:

“Se está sem sono eu posso te ajudar com isso, sabia?” a voz atrás dele disse.

Ao se virar ele encontra a mulher de longos cabelos loiros e olhos azuis como o céu mais limpo, a garota de dezenove anos com quem dividia a cama, estava totalmente enrolada no cobertor feito de pele de tigre-negro-gigante, que ele tinha matado com as próprias mãos, ela beija-o e se dirige para a cama e de costas para Cassius que a observava, ela deixa cair o cobertor revelando a pele clara e totalmente despida de seu corpo reluzindo a luz das lamparinas, ela ainda de costas olha para sua direção mordendo o lábio, “Você vem?” ela questiona-o.

Cassius, que sem responder uma palavra sequer, a pega nos braços e joga-a na cama sendo o mais cuidadoso que podia e toma seus lábios para si num beijo ardente.

Apesar do ótimo momento que teve com Yale, sua namorada que dormia exausta ao seu lado, Cassius acariciou os cabelos de sua noiva com afeição, às vezes não conseguia acreditar que alguém como ela seria sua futura esposa, embora estivesse mais cansado agora, graças a ela, ele ainda não conseguia dormir, em seus vinte e um anos de vida nunca ficou tão amedrontado com um sonho antes, ele então desistindo de tentar dormir, levantou-se da cama cuidadosamente evitando ao máximo acordar a jovem que ali repousava, vestiu suas roupas inclusive sua cota de couro de hidra de seu falecido pai e manoplas de Relamatita, um metal bem maleável e bom condutor elétrico, que ganhou de sua mestre general Lottos quando se formou como capitão da guarda, mas esse último detalhe ninguém sabia além dele, pois a única fonte de eletricidade conhecida na cidade era dos céus na forma de relâmpagos, Cassius então saiu de sua casa, passando pela sua sala onde sabia que em sua esquerda havia os troféus de caçadas de sua prima Julie, a sua direita havia a porta para o quarto da Samantha, sua pequena irmã

“Tenho que lembrar de achar algo pra Sam, logo, logo será o aniversário dela” pensou.

Sua  irmã de doze anos era a princesinha da vila, todos a adoravam, além de respeitarem-na por ser irmã do líder da vila, eles respeitavam seu enorme poder. Quando chegaram na clareira alguns anos atrás não havia nada além do enorme espaço aberto. Enquanto chovia Sam colocou uma semente no chão, posicionou as palmas de suas mãos de cada lado da semente e em poucos segundos cresceu o pinheiro gigante com uma escadaria dentro de seu tronco:

“Podemos construir uma casa na árvore, sempre quis ter uma casa na árvore” disse enquanto sorria para seu irmão e sua prima Julie.

A lembrança fez Cassius sorrir, ele pegou uma das lamparinas que estavam apagadas em cima da mesa da sala, com seu polegar e o indicador criou uma pequena faísca de cor púrpura quase negra de eletricidade e com o seu dedo direcionou ela para a ponta da lamparina que se acende de imediato ao toque do “relâmpago negro”, já com uma fonte de luz atravessou a porta do lado da que ficava o quarto de sua irmã dando de cara com as escadarias, descendo-a em direção a casa comunal construída aos pés da grande árvore ele encontrou o ambiente totalmente deserto iluminado apenas pela luz de sua lamparina, a sala onde os capitães da guarda ficavam apenas tinham vento e papéis presos com uma faca na escrivaninha e uma aljava cheia de flechas e um arco grande.

“Preciso falar com Julie sobre isso” pensou.

Julie, sua prima de vinte anos e uma capitã da guarda, ela veio com ele e sua irmã quando o seu antigo reino caiu, ela ajudou a criar um novo lar junto de vários outros que foram renegados de suas cidades, vilas e impérios. Julie apesar de ser uma boa caçadora ela é bem desleixada sempre deixando suas armas e armaduras espalhadas pela casa comunal, uma vez quando Cassius foi se sentar no trono do líder para julgar um caso de guarda de filhos, havia uma ponta de flecha no chão que só foi notado por ele quando já havia pisado em cima dela, por respeito aos réus e a sua própria imagem ele teve que permanecer sem esboçar nenhuma reação até o fim do julgamento. Saindo da casa comunal ele sentiu a brisa no rosto “Logo será o inverno, acredito que todos já estão preparados, mas acho melhor fazer uma ronda” falou baixinho para si mesmo e saiu pelo meio da cidade iluminada apenas pelo luar e pelo brilho das estrelas.


Notas Finais


Espero que tenham gostado de como está, postarei os demais capítulos outra hora


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