História Tons de Malfred - Capítulo 19


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Categorias Império
Personagens José Alfredo "Comendador" Medeiros, Maria Ísis Ferreira da Costa Medeiros, Maria Marta Medeiros de Mendonça e Albuquerque, Maurílio Ferreira, Personagens Originais
Tags Joséalfredo, Malfred, Mariamarta, Martilio
Visualizações 126
Palavras 2.503
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Self Inserction, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Esse capitulo ficou enorme!😲😁 Boa leitura!!

Capítulo 19 - "Você é o melhor presente que a vida me deu!"


 

DIAS DEPOIS...

Zé desceu para o café da manha enquanto Marta estava se arrumando para se juntar ao marido.

Claraide : Bom dia, Comendador!

Zé : Bom dia, Claraide! O café já está pronto?

Claraide : O senhor não vai preparar á sua tapioca? - perguntou surpresa.

Zé : Hoje vou querer a mesma coisa que a Marta acostuma comer no café da manhã. - sentou-se á mesa.

Marta : Isso sim que é um milagre, Comendador! Você comendo comida de gente! - disse Marta entrando na sala. - Agora só falta você deixar de comer aquelas gororobas feitas das tripas de bode! - fez cara de nojo.

Zé : Você fala assim porque não sabe o que perde, Imperatriz! Sarapatel é comida de Deuses!

Marta : Nesse caso prefiro passar fome!            

Zé : Minha mulherzinha cheia de frescuras! - puxou a Marta para se sentar no seu colo enlaçando-à pela cintura. Quando Marta ia responder,  tocou a campainha. - Quem será?

Marta: Não sei! - minutos mais tarde Claraide entrou com um ramo de rosas vermelhas.

Zé : Para quem são?

Claraide : São para senhora, dona Marta!

Marta : Para mim? - levantou-se do colo do marido e pegou o ramo. - Que lindos! - cheirou as flores.

Zé : Quem te manda flores, Maria Marta? - perguntou sério.

Marta : Não sei! Isso é ciúme, Comendador? - gargalhou.

Zé : Não tente me enrolar, Maria Marta! Quem te mandou flores? - repetiu.

Marta :  Já te disse que não sei! O, homem ciumento! - gargalhou. -  Deixa ver se tem um cartão! - Marta pegou o cartão que acompanhava as flores.

Zé : De quem são?! - repetiu. -  São desse sujeitonho? Como es que se chama...Maurílio?! - disse irônico.

Marta : Calma, Zé!

Zé: Calma? Esse sujeito te manda flores e você quer que eu fique calmo?! - estava quase gritando.

Marta : Ele só queria ser cavaleiro, mandou flores pra dizer que ficou feliz de me ver de novo. - mostou o  cartão pro marido.

Zé:  E eu sou burro pra acreditar nisso?! Eu vim como ele te olha, Maria Marta!

Marta : Você não acha que está exagerando? Ele vai casar em breve, ele mesmo te falou isso! Nossa, Zé, nunca pensei que você fosse tão ciumento assim! - Marta colocou as flores na mesa, aproximou-se ao marido enlaçando o pescoço dele. - Meu ciumento! - roçou seus lábios nos lábios dele. - Acho que estou adorando esse seu lado selvagem, Comendador!

Zé : Está me provocando, Marta Marta? - enlaçou a cintura dela grudando os corpos. Quando Marta ia responder, ela foi interrompida pelo celular do Zé. - Alô!

Magnolia: Bom dia, Comendador!

Zé : Magnolia? - Marta afastou-se ao ouvir o nome da pessoa que ligava. - A que devo a desagradável surpresa? - perguntou seco.

Magnolia: Não é a minha  intenção incomoda-lo...

Zé : Fala logo o que você quer? - falou ríspido.

Magnolia: É sobre Isis...ela está no hospital prestes a ser operada.

Zé : Hospital? O que foi que aconteceu? Alguma coisa com bebê?

Magnolia: Acho que é melhor o senhor vir no hospital!

Zé : Me envie a direção! - desligou.

Magnolia: Grosso! Me desligou o telefone na cara!

Marta : O que foi que aconteceu, Zé?

Zé : A Isis está internada no hospital. Preciso ir lá!

Marta : Você quer que eu te acompanhe?

Zé : Eu não posso lhe pedir isso...

Marta : Claro que pode! Sou sua esposa, jurei estar com você aconteça o que acontecer. Na alegria e na tristeza, lembra?

Zé : Você é o melhor presente que a vida me deu! - tomou o rosto de Marta nas mãos e roçou os lábios nos  lábios dela.

Marta : Você  é um homem de sorte, Comendador! Tem uma esposa perfeita! - disse no seu jeito de Maria Marta.

Zé : Tenho mesmo! Eu te amo! - a abraçou com um sentimento que ela detectou como urgência e desesperação ao mesmo tempo.

Marta :  Que foi, Zé? - perguntou preocupada.

Zé : Não sei o que faria se um dia perdesse você! -  a abraçou mais forte ainda.

Marta : Você não vai me perder! Já tentei me livrar de você e não consigo! - disse em tom de brincadeira para tentar descontrair o clima. - Vamos?

Zé : Vamos! Preciso saber o que aconteceu com o meu filho!

NO HOSPITAL :

Magnolia estava na sala de espera tomando um café e tentando manter a calma. Ela não conseguia ficar parada no mesmo lugar, estava preocupada demais com a situação da filha.

Magnolia: Em fim! - disse vendo o Zé chegar. - Bom dia, Comendador!

Zé : Bom dia! - respondeu seco. - Que foi que aconteceu? Porque a Isis foi internada?

Magnolia: Ela não estaria nesse estado se o senhor tinha dado pra ela a atenção que ela merece! - disse olhando para Marta. - E o senhor o que fez quando soube que ela estava grávida? Correu pra salvar o seu casamento?

Zé : Olha aqui, Magnolia! Eu lhe deixei bem claro a Isis desde o começo que vou cuidar do meu filho, que estou disposto a assumi-lo! Isis sabe que pode contar comigo para tudo que for preciso. Não entendo porque ela não me avisou que foi internada!

Magnolia: E teria algum sentido avisa-lo? Já que ultimamente não se desgruda da sua esposa! - olhou outra vez para Marta.

Marta : A senhora disse muito bem...esposa! - fez emphase na última palavra. - E não amante como sua filha! E seria melhor que parasse de me provocar!

Zé : Magnolia, vamos parar com isso e me fale o que aconteceu com a Isis?! Porque está no hospital?

Magnolia: Ela...- parou por um instante pensando no que falar. - Perdeu o bebê – continuou. - E neste mesmo instante está sendo operada!

Zé : Perdeu o  bebê? - repetiu com tristeza.

Marta : Sinto muito! - Marta abraçou o marido lhe oferecendo consoló.

Magnolia: Não me diga que ficou triste por isso, Comendador! - perguntou com ironia. - Aposto que o senhor estava rezando pra essa criança sumir da sua vida!

Zé : Olha aqui, Magnolia! Se você não para de falar asneiras agora mesmo, não sei o que sou capaz de fazer! - disse gritando e partiu pra cima da mulher.

 Marta : Calma, Zé! - Marta segunrou o marido pelo braço. - Ela só quer provoca-lo! Calma! Vamos tomar um café e esperar que a ciurgia termine?

UMA HORA MAIS TARDE...

Zé, Marta e Magnolia estavam na sala de espera, o tempo parecia passar mais devagar que de costume...a espera parecia eterna, quando o médico saiu da sala de operações.

Zé: Em fim! E ai, doutor? Como está Isis?

Doutor: A cirurgia foi um sucesso!

Magnolia: Isso quer dizer o que?

Doutor: Que conseguimos extirpar o tumor.

Zé:  Isso significa que a Isis vai ficar bem?

Doutor: Ainda não posso lhe afirmar nada, precisamos esperar  24 horas pra ter certeza que ela reagiu bem a cirurgia.

Magnolia: Posso ver minha filha?

Doutor: Ela ainda está  baixo o efeito da anestesia. É melhor vocês verem ela amanhã.

Zé: Doutor, eu posso falar com o senhor um minutinho?

Doutor: Claro, vamos para minha sala.

Zé: Marta, vem comigo, por favor!

Doutor: Pois não! Sobre que o senhor queria falar comigo?

Zé:  Quando foi que a Isis perdeu o bebê? Antes da cirurgia de hoje?

Doutor:  O senhor é o pai da criança, imagino?

Zé:  Sou o pai, sim.

Doutor: Isis perdeu a criança após uma gravidez extrauterina.

Marta: Quando foi isso?

Doutor:  Faz mais de um mês. Mas porque a pergunta? O senhor não sabia?

Zé:  Sabia, sim! - respondeu confuso. - Queria ter certeza de algo! Obrigado, doutor! - Marta e Zé sairam da sala. -  Ela mentiu pra mim, Marta! Me fez acreditar que etava grávida! Você sempre tinha razão quando dizia que ela só queria o meu dihneiro!

Marta: Sera, Zé? Eu acho é melhor você falar com ela primeiro e depois tirar as conclusões?

Zé: Você está defendendo a Isis? - estava perplexo. - Não acredito!

Marta: Não estou defendendo a ninguém, Zé! Só estou tentando ser justa e razoável!

Zé: Sabe que? Preciso ficar sozinho! Quero pensar!  - passou as mãos no cabelo.

Marta: Tá bom, eu deixo você sozinho! Eu vou ligar pro Brigel pra ele me levar pra casa. Você pensa bem no que vai fazer!

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NA MANSÃO DOS MEDEIROS DE MENDONÇA E ALBUQUERQUE :

Após conversa no hospital, Marta chegou em casa e foi diretamente na sua suíte. As horas passadas no hospital e toda essa situação com a Isis, à deixaram cansada.

Marta: Pode entrar!

Claraide: Com licença! A senhora vai jantar aqui no quarto, dona Marta?

Marta: Estou esperando o Comendador chegar, Claraide! Acho que vamos jantar aqui mesmo.

Claraide: Sim, senhora! - Claraide reitrou-se e Marta foi tomar um banho rápido. - Boa noite, Comendador! - quando Claraide desceu na sala, Zé acabou de chegar.

Zé: Boa noite, Claraide! Cade todo mundo?

Claraide: Dona Marta está no quarto dela. O senhor Lucas saiu com a senhora Eduarda, o senhor José Pedro está no seu quarto com a senhora Amanda. E a senhora Maria Clara ainda não chegou.

Zé: A Marta já jantou?

Claraide: Ainda não! Ela disse que  está esperando o senhor chegar e me pediu levar o jantar no quarto.

Zé foi diretamente no quarto, mas quando entrou Marta não estava. Ele viu as roupas no sofá e ouviu o barulho do chuveiro e percebeu que ela estava tomando banho. Zé tirou a roupa e abriu uma sorrisa safado antes de entrar no box, se juntando a esposa. Marta, que instantes atrás estava de costas, virou-se.

Marta: Que susto! - levou mão no peito. - Que bom que já voltou! Onde estava?

Zé: Depois lhe conto! Agora vêm cá! - puxou à Marta para si grudando os corpos. - É tão bom chegar em casa e te encontrar assim...- começou a depositar beijos no pescoço de Marta, a mão dele acariciava as nádegas dela.

Marta: Assim como? - Marta acariciava às costas do marido.

Zé: Tão minha! - apertou o corpo dela, Marta sentiu o membro do marido roçar sua barriga, ela gemeu. - Eu te quero tanto!

Marta: Eu também te quero! - puxou a Zé para um beijo ardente, a língua do marido invadiu sua boca saboreando-a lentamente. Enquanto às mãos dele acariciavam o corpo dela.  Zé prendeu a esposa entre seu corpo e a parede gelada do box,  a boca dele perrcoria o pescoço da mulher descendo nos seios dela. Ele abocanhou os mamilos já rígidos pela excitação, fazendo-a gemer. A mão dele deslizou pelo corpo da mulher e foi diretamente na intimidade dela. Marta abriu às pernas dando espaço aos caricias,  Zé começou massageando o clitóris da mulher para depois deslizar um dedo dentro dela, ela já estava encharcada. Zé deu mais um pouco de atenção para os seios de Marta chupando-os a vontade, descendo os beijos pelo corpo dela, ele beijou sua barriga  Zé ajoelhou-se na frente da mulher, ele ergueu a perna de Marta colocando-a no seu ombro, assim lhe dando uma melhor visão do seu sexo. Ele passou a língua no sexo molhado dela, Marta soltou um gemido baixinho.  Zé separou os lábios vaginais dela penetrando-a com a  língua, em seguida. Marta sentiu suas pernas ficando bambas e apoio-se na parede do box.  Zé lambia a intimidade da esposa se deleitando com o gosto dela. Ele penetrou dois dedos nela e passou a sugar o clitóris dela ao mesmo tempo. -  Zé...- gemeu o nome do marido quando sentiu o orgasmo se contruindo lentamente dentro dela.  Marta levou às mãos nos próprios seios massageando-os, enquanto os dedos de Zé massageavam lentamente o seu interior. Zé sentiu a intimidade de Marta se fechar ao redos dos seus dedos, ele subiu os beijos pelo corpo dela, sem parar de acariciar o seu interior. Ele enlaçou o braço ao redor da cintura dela segurando-a, enquanto continuava massageando o interior dela com a outra mão.  Zé abocanhou um dos mamilos de Marta sugando-os, depois fez a mesma coisa com o outro mamilo. Marta sentia o orgasmo cada vez mais perto.

Zé: Vamos, meu amor, deixe vir! - sussurrou no ouvido de Marta quando a sentiu tão perto do ápice. Ele intensificou os movimentos dentro dela, quando á sentiu prestes a gozar ajoelhou-se outra vez frente dela e a tomou na sua boca, segurando-á pelos quadris. Marta soltou um gemido alto antes de gozar na boca do amado. Zé subiu os beijos pelo corpo da mulher e esperou alguns instantes para ela se recuperar do intenso orgasmo que acabou de sentir para depois se afundar no seu interior. Zé gemeu ao se sentir dentro da esposa, a intimidade dela era tão molhada e quente. Marta abraçou o marido e enlaçou uma das pernas no seu quadril, assim lhe permitindo uma penetração mais profunda.  Zé começou se movimentar lentamente dentro de Marta, ela sentia seu membro pulsante entrando e saindo do seu interior, ela massageava a nuca do marido.  - Você é tão gostosa, meu amor! - capturou a boca da mulher num beijo quente, explorando cada cantinho da mesma. - Vire de costas para mim! - sussurrou no ouvido dela. Marta virou-se se apoiando com às mãos na parede do box, Zé posicionou-se dentro dela segurando-á pelos quadris.

Marta: Mais rápido! -  Zé intensificou os movimentos dentro da mulher e ela sentiu o orgasmo crescer dentro dela com uma nova intensidade. Ele deu um tapa na sua bunda e Marta gemeu alto, ela levou a mão na nuca dele e o puxou para um beijo.  Zé com uma mão segurava a Marta pela cintura enquanto a outra massageava o clitóris inchado dela. -  Zé, eu quero mais! -  Zé saiu do seu interior, sem parar de massagear seu clitóris, ele lubrificou a cavidade anal dela com sua lubrificação natural e penetrou seu membro no ânus dela.  Ele esperou alguns instantes antes de começar se movimentar dentro de Marta. Ela curvou ainda mais o corpo rebolando no seu membro, que agora estava acariciando a cavidade anal dela. Zé intensificou o ritmo das estocadas enquanto Marta penetrou dois dedos na própria intimidade, fazendo movimentos seguindo o ritmo das estocadas do marido. - Não pare, estou quase lá! - mais umas estocadas e Marta sentiu a sua intimidade se contrair ao mesmo tempo que os musculos do ânus, o corpo dela tremeu e explodiu num gozo intenso.  Zé não demorou muito para sentir o próprio orgasmo tomando conta do seu corpo. Ele voltou se afundando na intimidade da mulher e ela sentiu o calor dele se derramando no seu interior. Ambos tentavam se recuperar da intensidade do orgasmo. Marta sentiu o marido ficando mole dentro dela e se puxando para fora. Ele desligou a agua do chuveiro, pegou a Marta no colo e a levou para o quarto. Não demoraram muito para adormecer.


Notas Finais


Espero que gostaram! Me digam o que acharam comentando.


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