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História Tons de Outono. - Capítulo 3


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Notas do Autor


Boa leitura. ♡

Capítulo 3 - Decepção.


Fanfic / Fanfiction Tons de Outono. - Capítulo 3 - Decepção.

Sorte... Acho que nunca tive isso, em nenhum sentido. Sabe aquele ditado: Sorte no jogo, azar no amor e virse versa? Então, nunca tive sorte em ambos. Lembro bem quando ficava emburrado por perder em jogos de cartas ou tabuleiros, ou me questionar do por quê ninguém nunca havia se interessado por mim, durante a vida no colégio. Ou se teve, não quis me informar. Meu tempo de tratamento não foi fácil, eram noites sem dormir devido minhas crises, choros atoa, falta de vontade de sair ou fazer algo produtivo. Passava boa parte do meu tempo, enfornado no quarto, lembrando de quem perdi e me auto culpando por isso. Tinha um problema em os stalkear nas redes sociais, com contas fakes é claro, para saber como estava  a vida deles e se sentiam ao menos um pingo da minha falta. No entanto, cheguei a conclusão de que estava fazendo uma auto tortura, lenta e dolorosa, então tentei parar com isso também.  Uma vez, tive um surto de rasgar os desenhos que Yoongi fez para mim, joguei fora às roupas que ganhei dele, queimei minhas fotos e cartas com Jimin, absolutamente tudo. Eu destruí tudo que tinha deles, ou pelo menos achei que tivesse, até encontrar um quadro com  foto do meu artista favorito dado por Yoongi, e uma pequena polaróide com Jimin. E admito, esses eu não tive coragem de fazer nada, além de guardar. Me senti fraco por não ter jogado essas coisas fora também, e vulnerável por chorar tanto em recordar bons momentos. 

Foi difícil aceitar que eu tinha um problema, Hoseok e Jungkook não sabiam mais o que fazer comigo além de dizer às mesmas palavras: "Esqueça eles, supere e etc...", mas ambos não entendiam que isso não era fácil, não era como se eu quisesse lembrar, às lembranças não pediam permissão se podiam ou não entrar na minha cabeça. Ficava mal pelo Jungkook, pois ele era tanto meu amigo quanto do Yoongi, imagino como ele deveria estar contra a parede, e o quanto eu ficava desconfortável em desabafar sobre com ele. Meu pai via meu estado, evidentemente preocupado, e eu arrumava inúmeras desculpas esfarrapadas, já que não podia contar a verdade. Embora ele seja um homem bom e pai exemplar, ainda tenho medo de dizer que sou gay, por mais que sua mente seja aberta, creio que há limites em si mesmo e aceitar um filho homossexual, logo ele que sonhava com netos, não parecia fácil. E eu ficava sempre contra a parede, se dizia ou não. Quando Yoongi se assumiu, infelizmente não estava ao seu lado para ajudá-lo a enfrentar sua mãe, uma religiosa. A senhora Min na verdade, era uma boa pessoa, mas teve seus princípios de criação e ter um filho gay, nunca esteve em seus planos. Me recordo bem das vezes em que ia visitar Yoongi, tentava ao máximo não transparecer nada além de uma boa amizade, embora às vezes aquele danado roubasse selinhos sem que eu pudesse o impedir. Quando era ele quem vinha em minha casa, parecia ser mais um filho do meu pai, pois o mesmo o travava tão bem que por algumas vezes me sentia enciumado, só não sabia por qual exatamente. 

Queria ter tido a coragem que Yoongi teve naquela época, porém o meu medo e receio em magoar meu pai, falaram bem mais alto. Se fosse hoje, eu teria coragem de mover montanhas pelo Yoongi, gritar bem alto e em rede mundial que o amava mais que tudo. Uma pena eu ter enxergado isso tarde demais, como vários outros pontos da minha vida. Acho que por isso foi tão difícil me tratar, afinal, eram só auto julgamentos e arrependimentos. Chegava a ser insuportável, por vezes eu corria até o chuveiro e ficava de baixo do mesmo, de roupa e tudo, tentando me acalmar. Não sei quantas vezes passei noites e mais noites chorando, ou me iludindo de que um dia teria Yoongi e Jimin de volta. Deplorável, deplorável... 

Voltando ao meu presente, estava perante a seguinte situação: Meu amigo, que custei voltar a confiar, veio com uma bomba em cada mão, me fazendo questionar o que diabos eu havia feito na minha vida passada, para me ferrar tanto nessa. Aish, como eu iria lidar com isso? Não tenho ideia, só sei que nesse exato momento, eu e Jungkook estávamos nos olhando por incontáveis minutos. Eu, petrificado com aquelas notícias. Ele, receoso com medo de fazer um movimento em falso. 

— Q-uê? C-como? Quando? 

Desde de quando Jungkook conhecia  Jimin? Isso raios fazia algum sentido? Não, não é possível... Me recordo bem das incontáveis vezes em que falei do Jimin para ele, das fotos que mostrei, das vezes em que ele me acalmou de crises que eu estava tendo exatamente pelo ex melhor amigo que nunca mais falou comigo, mas que diabos está acontecendo?! - Ele me olhava ainda sem dizer nada, pude perceber que tentava pronunciar algo e logo às palavras lhe escapavam. 

— Jeon Jungkook, eu exijo uma explicação! 

Já podia sentir toda a maldita ansiedade tomar conta do meu corpo. Estava com às mãos trêmulas, pernas inquietas, coração acelerado, aquela vontade de entrar na cabeça dele e tentar entender o que havia acontecido, para que algo tão inusitado e perigoso para a minha saúde mental, aconteceu assim do nada. 

— Há cerca de um ano atrás, eu... Conheci o Jimin em uma livraria de shopping.. Eu sei, bem inusitado. - Riu sem graca. —  Ele estava lendo o mesmo livro que eu, então passamos a falar sobre, mesmo que a minha consciência estivesse pesada por sua causa e... - Suspirou, evitando muito contato com os meus olhos. — Depois de um tempo, estávamos bem próximos... Quando me dei conta, estava apaixonado por ele e... 

O interrompi, não podendo contêr o nó que se formou na minha garganta.

— Então você me enganou por um ano? - Odeio o fato de ser um chorão, mal comecei a falar e às lágrimas já inundavam meus olhos. — Quer dizer que todas às vezes em que eu queria acabar comigo mesmo por causa dele, desabafava contigo a falta que sentia e o quanto aquilo me fazia mal, te mostrava fotos e escutava você dizer, com a maior convicção: "Ele não te merece, ele não te amou o suficiente, ele não lutou pela amizade, você deveria esquecê-lo pois te faz mal" e etc.. Depois ia correndo ser a pessoa mais amável do mundo com ele como se nada tivesse acontecido, é isso Jungkook?

Ele não poderia imaginar como aquilo me afetava, como me machuvaca de maneira extremamente dolorosa. Me sentia um idiota, um completo idiota que lhe deu a droga de uma chence e a mesma foi um desperdício. 

— Tae eu sinto muito... Eu... 

Tentou se explicar, mas se tem uma coisa na qual eu já estava farto, eram de explicações esfarrapadas vindas todas às vezes em que alguém fazia uma merda comigo. Todas às pessoas que erraram comigo (claro, havendo excessões), me taxando de "víbora" por terem caído na conversa da atual de Yoongi e outras pessoas que sinceramente, não sei o que raios fiz para eles, ou quando me culpavam por ter sido egoísta com Jimin e por isso ele se afastou. Todas essas pessoas depois vieram com ás mesmas desculpas esfarrapadas, como se eu acreditasse que haviam dito tais coisas por acharem isso e aquilo, mas estavam arrependidos. Droga! Será que era pedir demais um pouco de compreensão? Sim, eu errei com os dois, não posso negar, mas eles também erraram comigo. Yoongi além de terminar por  mensagem de texto, em menos de dois meses estava namorando outra pessoa, ele sequer quis lutar pelo nosso amor. E Jimin, parecia tão feliz com Yugyeom que era evidente o quão minha presença não fazia muita falta. Será que por um momento, essas pessoas pensaram que eu simplesmente surtei de tanta mágoa e decepção acumulada? Minha cabeça estava farta disso tudo, eu estava cansado de me esforçar a dar um passo certo, mas quando cometia um pequeno deslize, o mundo caía sobre minhas costas de uma vez. 

— Não Jeon Jungkook, você não sente muito, porque se sentisse, não faria! - A maldita crise de ansiedade novamente, alterando ainda mais o meu comportamento. — Eu tive que me tratar, entendeu bem? Me tratar! Como se fosse um doente mental, por causa dele e do seu amigo. Já é difícil demais aguentar você ser amigo do Yoongi, agora me explique como quer que eu reaja sabendo que por você, eu tenho contato direito com os dois? Em? Me diga Jungkook, o que você quer que eu faça?! 

Tarde demais. Gritos durante meu breve discurso, choro descontrolado e tremedeira. Não era mais uma crise de ansiedade, e sim um ataque de pânico bem forte por sinal. Tomo remédios controlados para acalmar isso, estava quase no fim do tratamento, mas recaídas podem pôr tudo a perder. De uns dias para cá, estava novamente pensando no meu passado, remoendo coisas que deveriam estar enterradas, e por conta disso, eu já não estava muito bem. Tomei alguns remédios para dormir, o que deixou meu pai bem aborrecido, já que ele tem medo que eu possa morrer dormindo. Coitado, mal ele sabia que eu não iria reclamar, em poder morrer com tanta paz. E agora, com essas notícias, coloquei tudo a perder. Faziam meses que eu não tinha uma crise dessas, meu estômago revirava, a ar parecia não querer se aproximar dos meus pulmões, era horrível! 

— Taehyung?? Taehyung?! 

Minha visão escureceu de uma vez, e antes que pudesse raciocinar para entender por quê ele estava me gritando e correndo em minha direção, a consciência resolveu me abandonar mais uma vez. 

××× 

" Abri os olhos devagar, os acostumando com aquela claridade incômoda. Aos poucos me levantei, percebendo estar em uma espécie de jardim, muito bonito por sinal. Tinha variadas flores, a grama em um belo verde vivo, um pequeno lago de água cristalina e a agradável brisa que trazia consigo o perfume das flores. Não faço ideia de onde estou, só sei que não quero mais sair desse lugar. 

Levantei aos poucos, me espreguiçando. A julgar pelo meu atual estado, parece que fiz um longo e agradável cochilo, o que é muito bom, pois havia noites e noites que não dormia. Passei a caminhar sobre  belo e agradável jardim, prestando atenção em cada mínimo detalhe do mesmo. Se tivesse com a minha câmera em mãos, ficaria o dia inteiro tirando fotos. 

— Aqui é agradável, não? 

Assustei com a voz pronunciada logo atrás de mim, e ainda mais ao ver quem era o dono. Ou o que era, pois me deparei com uma figurinha, como se estivesse me olhando no espelho. Porém, sua aparência era mais saudável e bonita. O tom de pele amorenado, o cabelo recém pintado de loiro mel, vestes completamente brancas e uma expressão de paz. Podia sentir essa sua sensação de plenitude, era tão bom. 

— Não fique assustado... - Sorriu, colocando a mão destra sobre meu ombro. — Nunca conversou consigo mesmo? 

Era o meu eu, só que melhor ali mesmo? Bem em minha frente. E isso me fez questionar, onde de fato eu estava, ao que eu sei, não tenho nenhum gêmeo para pregar uma peça dessas em mim. 

Onde estou? 

— Hum... Diria que onde você sempre quis estar, para se afastar dos problemas. Um lugar projetado por si mesmo... 

Colocou às mãos para trás, olhando ao redor ainda com aquele sorriso largo no rosto. Parecia conhecer cada canto desse lugar, curioso, nem eu mesmo que supostamente criei conheço. 

— Então estou dentro da minha própria mente? 

Questionei, ainda confuso com toda a situação em si. Como vim parar aqui? E por quê não me lembro o que aconteceu antes? 

— Pode-se dizer que sim. - Meu eu melhorado respondeu, voltando a me olhar. — Prefere ficar preso aqui dentro, ou encarar seus problemas lá fora? 

Seu tom de voz ainda era calmo, gostoso  de ouvir, nunca pensei gostar tanto da minha própria voz. 

— Não sei... Seria bom não ter mais problemas e ficar em um lugar tão agradável... 

Ele riu, me fazendo o olhar com cara de taxo, sem entender qual a graça. 

— Você é mais fraco do que pensei que fosse, e olha que estou aqui desde de sempre. 

De repente, aquele belo jardim não era mais tão agradável. Estava escurecendo, assim como o céu, carregado junto a raios e trovões bem altos. Olhei assustado para o meu Eu agora não tão melhorado, enquanto  o mesmo continha ainda aquele sorriso no rosto, toda via suas roupas agora eram pretas e o cabelo bem negro. Esse se parecia mais comigo, mas seu olhar possuía mais confiança e escuridão. 

— O-oque está acontecendo? 

O questionei ainda mais assustado, pois aquele olhar me fazia travar, como se possuísse um poder sobre meu corpo. Era o medo. 

— Não reconhece o sentimento que prevalece aqui dentro? - A voz era mais grave, áspera também. — Medo, dor, mágoa, solidão... Isso é o que prevalece na sua mente e sempre prevalecerá, por mais que tente criar um mundinho bonito por cima. 

E novamente, ele riu ao fim, uma risada mais assustadora por sinal. Tudo aqui era assustador na verdade, não possuía mais um resquício do belo jardim de segundos atrás. Meu eterno abismo interno, por quê era tão obscuro? Por quê eu não conseguia sair de jeito nenhum??! 

— Me tire daqui, por favor... 

Choraminguei, enquanto ouvia vozes altas ecoarem em minha cabeça, um som tão alto e estridente, capaz de me enlouquecer ou destruir meus tímpanos. 

"Fraco."

" Você morrerá sozinho." 

" Você destrói tudo em sua frente." 

" Arrogante " 

" Você é uma pessoa ruim Taehyung, por isso todos vão embora! " 

— Não, não, me tire daqui por favor, eu imploro! 

Só se ouvia essas vozes, a risada alta vinda do "Outro", e os meus gritos de desespero..." 

×××

— ME TIRE DAQUI!

Levantei assustado, ao gritos. A respiração estava recompensada, o suor em minha testa entregava o estado deplorável em que me encontrava. Olhei ao redor, não estava mais naquele lugar medonho, e sim no meu quarto.  Suspirei aliviado, no entanto, devido ao susto, voltei a chorar tamanho era o meu desespero nesse momento. Definitivamente estava assustado, nunca tive um sonho tão perturbador na vida. Minha mente é tão perturbada assim? Será que na realidade, eu sou aquele Eu obscuro e amargurado? Não, não! Não quero ser assim, por favor Kim Taehyung, não perca sua razão de vez, apenas respire fundo. 

— Pelo modo que acordou agitado, chuto ter tido um baita pesadelo. 

Olhei em direção a porta, me surpreendendo ao dar de cara com Hoseok, segurando um copo de leite quente, a julgar pelo vapor que subia. Quando ele chegou aqui? 

— Hope... O que faz aqui? E como vim parar na minha cama? Lembro que... Estava na sala... 

Fui interrompido. 

— Você teve mais uma crise TaeTae, por conta da notícia... - Disse baixo, se aproximando da cama e me entregando o copo. Se sentou ao meu lado, em seguida, acariciando meu cabelo. Adorava quando ele fazia isso, acalmava tanto... — Jungkook me ligou desesperado, dizendo não saber o que fazer, e quando cheguei, ele me contou tudo. Estava bem triste e preocupado, depois de me ajudar a te trazer para cá, só foi embora quando se certificou que estava bem. 

A recente cena com Jungkook veio à tona em minha mente, arrancando um longo suspiro. Ainda não posso acreditar no que aconteceu, esperava que fosse outro pesadelo, e que ao acordar, nada teria acontecido. Mas não, era tão real quanto a minha tristeza nesse momento. 

— Ele me traiu Hoseok.... 

Não consegui dizer mais que isso, pois o nó na garganta voltou, me fazendo chorar e não conseguir fazer mais nada além. - Hope suspirou, pegando em minha mão e acariciando a mesma. Ele sempre foi carinhoso comigo, até quando eu era um verdadeiro ogro com ele, ainda sim, era tratado com carinho.  Uma vez o perguntei, do por quê ele também não havia desistido de mim, e a resposta além de me surpreender, aqueceu meu coração de imediato. 

" Porque eu sei quem é o verdadeiro Taehyung, e o quão amável ele pode ser. Se está assim agora, você tem seus motivos, não se sinta mal em chorar perto de mim, jogue para fora o que tanto dói... Sempre estarei aqui, roxinho. " 

Essas palavras nunca saíram tanto da minha cabeça quanto do meu coração, até mesmo o apelido estranho que ele me deu. Passei a gostar, pois além de ser a minha cor favorita, foi Hope quem me deu esse apelido, como não gostaria? 

— Não vou pedir que o perdoe, porque eu sei que não é fácil para você, e sim, ele errou em não ter lhe contado, Mas... Tente se colocar no lugar dele hum? JK nunca se apaixonou antes, imagina como deve ter sido difícil para ele se aapaixonar logo por quem não devia? - Me olhava de forma tão serena, que emitia a paz necessária para que aos poucos eu me acalmasse. — Não foi fácil para você  saber, acredite Tae, eu sei bem disso. Estou ao seu lado do início ao fim, sei o quanto você sofreu e ainda sofre. Mas lembra o que conversamos da última vez? 

— Sobre eu não pôr apenas a minha dor acima de tudo? 

Eu tinha uma mania, nada legal, de que sempre que brigava com alguém ou ficava chateado, o meu sentimento prevalecia. Não me colocava no lugar de ninguém, via apenas a minha dor, e esse foi um dos fatores para boa parte das desgraças que aconteceram na minha vida.

— Meio que isso. Sei que está sofrendo, mas veja que por outro lado, ele também está. Kook gosta muito de você, dava para ver na cara dele que não estava bem com tudo isso. E creio que... Talvez não tenha lhe te contado, para poupá-lo ou por ver que não era o momento certo para isso. 

Ele tinha razão, Hoseok sempre tem. Porém, isso ainda não justifica o que Jungkook fez. Me sinto traído, sinto que todas às vezes em que me abri para ele e pedi conselhos, foram falsos, da boca para fora e não do coração.  

— Acho que preciso de um tempo Hope... Um tempo para digerir isso e pensar direito. 


Ele apenas assentiu, respeitando a minha decisão e não tocou mais no assunto. Passei o resto da tarde com Hoseok tentando me animar, contando histórias cômicas que aconteceram com ele mesmo quando mais novo. Estar ao seu lado me fazia sentir protegido, em paz, era tão bom... Jung Hoseok sem dúvidas, havia sido a minha âncora por todo esse tempo. 



Notas Finais


Até mais. ♡


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