História T.O.N.Y - Iron heart (Starker) - Capítulo 2


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Categorias Deadpool, Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Aranha, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Peter Parker (Homem-Aranha), Wade Willson (Deadpool)
Tags Androide, Starker, Stucky
Visualizações 214
Palavras 1.235
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Slash, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Tem um motivo para o Deadpool estar nessa fic.
E espero que não se importem de ter Stucky também.

Boa leitura!

Capítulo 2 - Cap. 1: Mercenário tagarela


Fanfic / Fanfiction T.O.N.Y - Iron heart (Starker) - Capítulo 2 - Cap. 1: Mercenário tagarela

Peter acordou sobressaltado com o barulho de algo se fachando. Ainda meio senolento, sentou no sofá e olhou em volta, e como sempre estava sozinho. Tinha certeza que ninguém sabia da existência daquele laboratório e se certificava de não estar sendo seguido quando ia para lá. O que acontecia todos os dias desde que recebeu a mensagem de Tony.

— Acho que estava sonhando. — disse em voz alta.

Esfregou o rosto e levantou seguindo na direção da cápsula, mas parou no meio do caminho e olhou para o sofá. Franziu as sobrancelhas e virou para a mesa onde tinha papéis espalhados com suas anotações e as antigas de Tony. Tinha certeza absoluta que dormiu ali por sobre os papéis, mas não lembrava de quando foi para o sofá.

— Spider. — chamou.

— Bom dia, senhor Parker.

— Bom dia, Spider. — disse esfregando a nuca. — Mais alguém tem acesso a essa sala? — indagou.

— Não senhor. Apenas o senhor pode entrar.

— E não tem outro acesso para esse laboratório, tem?

— Claro, senhor Parker. — Spider respondeu. — Tem a saída de emergência. O senhor Stark pensou na segurança do senhor.

— E onde fica?

Ao ouvir o barulho de uma porta se abrindo, Peter se virou e na parede atrás das duas cápsulas, agora, tinha uma porta. Não tinha a notado antes. Seguiu até lá vendo que era um elevador pequeno que cabia no máximo duas pessoas.

— Aonde esse elevador vai dar? — entrou no elevador e não viu nenhum botão.

— Na garagem particular do senhor Stark.

“É claro!” sorriu. Quase ninguém ia até aquela garagem onde Tony guardava seus preciosos carros. Um mais lindo e mais caro que o outro. Apenas Natasha se atrevia a entrar lá para pegar um dos carros emprestados o que gerava uma confusão entre ela e o bilionário.

O sorriso morreu ao lembrar da ruiva.

Ela e Tony faziam falta.

Respirou fundo e olhou para a cápsula. Ocupar sua cabeça com trabalho sempre o ajudava a esquecer tudo a sua volta. Se aproximou tocando o vidro. Mais alguns dias e estaria terminado. Não precisou fazer muita coisa, apenas seguir as anotações que Tony deixou. Seu olhar foi para a segunda cápsula. Estava curioso para saber o que tinha ali dentro. Durante as duas semanas que se passaram tentou abrir de várias formas, mas segundo Spider apenas Tony podia abrir. E lembrava que o holograma de Tony disse que tinha feito um teste dessa vez, então, talvez, ali dentro tivesse outro robô igual o que estava sendo terminado por si? Bom, não tinha como saber.

— Que horas são, Spider? — perguntou enquanto ia até a mesa onde estava sua mochila. O que o lembrava que tinha que ir para a faculdade ainda.

— Dez e meia, senho…

— Droga, estou atrasado!

Pegou a mochila, abriu a porta o mais rápido que conseguiu e saiu correndo. E ao sair da oficina quase colidiu com Steve e Bucky no corredor, mas graças aos seu reflexos conseguiu desviar deles. Só não pode evitar o café que Bucky trazia nas mãos de derramar, pois o moreno se assustou com o garoto surgindo de repente na sua frente. Ainda ouviu Bucky xingar alguma coisa e ser repreendido pelo Capitão.

— Desculpa! — gritou antes de virar no próximo corredor.

— O que ele estava fazendo nessa sala? — Bucky questionou enquanto tirava a camisa suja de café e tentava se limpar com ela.

— Essa sala... — Steve voltou o olhar para Bucky e seus pensamentos por um segundo ficaram confusos. Seus olhos percorriam o peitoral e abdômen de Bucky.

— Essa sala, o que Steve? — olhou para o loiro que tinha a boca aberta e encarava seu corpo. Sorriu de lado. — Ei, Rogers, meus olhos ficam mais para cima.

Steve balançou a cabeça e corou.

— É... — pigareou tentando por seus pensamentos em ordem. Não olhou para o outro enquanto falava. — Essa sala era a oficina do Stark. Está fechada desde a morte dele. E eu pensei que tivessem desativado, mas parece que Peter está usando.

— O garoto gostava dele, não é?

— Sim. E acho que Tony retribuía os sentimentos dele, pois ficou devastado quando o perdeu. Se trancou na oficina e ninguém foi capaz de o tirar de lá. Ninguém sabe no que ele tava trabalhando, pois não permitiu a entrada de ninguém.

— Por que ele não falou para o garoto?

— Por causa da idade do Peter. Tony podia sair com muitas mulheres, dormir com uma diferente todo dia, mas nunca ia se envolver com um menor.

Eles continuaram conversando e seguiram caminho pelo corredor.

[…]

No fim, Peter, desistiu de ir para a faculdade, já tinha perdido as primeiras aulas mesmo, e foi fazer uma ronda pela cidade. Parecia que as coisas estavam calmas nos últimos dias, mas como sempre não se negou a ajudar quem precisava. Assim acabou ajudando um senhorzinho muito simpático a atravessar a rua, tirou o gatinho de uma menininha de cima de uma árvore, ajudou uma mulher grávida com as compras… eram coisas pequenas perto dos vilões que enfrentou, mas que fazia com o maior prazer.

— Olá, Petey!

Antes mesmo de ouvir a voz do outro, Peter girou o corpo e, assim saiu do alcance das mãos dele. Era nessa horas que agradecia seu sentido aranha. Viu o grandalhão quase cair de cara no chão, mas conseguir evitar o tombo no último minuto.

— Deadpool, o que faz aqui? — perguntou com raiva.

— Tava com saudade do babyboy, mas babyboy foi malvado comigo. — cruzou os braços e inclinou a cabeça. Peter não podia ver o rosto dele, mas tinha certeza que o homem estava fazendo bico igual criança. Revirou os olhos. — Por que não me deixa te abraçar, Petey?

Peter cruzou os braços e bufou irritado por lembrar daquilo. Desde que, por um infeliz acidente, conheceu o mercenário tagarela ele não saia do seu pé. Aparecia do nado e o seguia pela cidade e quando Peter menos esperava ele tentava o abraçar, apertar sua bunda ou beijar. E não adiantava quantas vezes ou o quão forte Peter batesse, Wade sempre voltava. E depois que descobriu seu nome e onde morava ficou ainda pior.

— Lembra o que aconteceu da última vez que permiti que me desse um abraço?

Deadpool abriu um sorriso malicioso por baixo da máscara ao lembrar que aproveitou a oportunidade para apertar a bunda do mais novo. Claro que logo em seguida levou um soco, alguns chutes e foi pendurado de ponta cabeça na escada de emergência de um prédio.

— E eu já disse para parar de me seguir. — a voz de Peter trouxe Deadpool de volta ao mundo real. Ele deu as costas para o mercenário, mas logo ele estava ao seu lado. — E me responda, o que faz aqui, além de me seguir?

— Estou seguindo um cara, sabe como é? Trabalho. — deu umas batidinhas na arma em sua cintura. — E aproveito para ajudar meu…

Tiros ao longe interromperam a fala do mercenário que provavelmente faria Peter o socar com toda sua força. Sem ligar se o outro o seguiria ou não, Peter se jogou de cima do prédio e lançou sua teia no outro e assim seguiu na direção de onde veio os tiros. Finalmente teria um pouco de ação em seu dia calmo e tranquilo.

Continua…



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