História Too fake! (Or not) - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Gabriel Agreste, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Sabine Cheng, Tom Dupain
Tags Adrien Agreste, Adrinette, Hentai, Marinette Dupain-cheng, Spy!adrien, Spy!marinette
Visualizações 1.339
Palavras 5.228
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Ficção, Hentai, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OIOIOI GALERISSS
DNFMBSDMNFBSMDNFB EU TO CAINDO DE SONO
LITERALMENTE
MAS O CAP TA PRONTO
E EU TENHO 3 CAPS DE UMA FIC NOVA PRONTOS TB
E EU TO FELIZ
E COM SONO
EU PRECISO DORMIR JBHFGBHDB
ENFIM
O CAP TA BEM FODA
E LITERALMENTE COM VINHO E SEXO
SÓ FALTOU A TAINHA QQ
ESPERO QUE GOSTEM
PERDOEM-ME POR QUALQUER ERRO DE ORTOGRAFIA!
BOA LEITURA~~

Capítulo 2 - 2 - Homemade Dynamite.


Fanfic / Fanfiction Too fake! (Or not) - Capítulo 2 - 2 - Homemade Dynamite.

Já estavam no prato principal, e a conversa fluía por mares mais brandos. Marinette estava entretida em uma conversa sobre animais de pequeno porte com Emilie, enquanto Sabine conversava sobre a América Anglo-Saxônica com Adrien. Tom e Gabriel conversavam sobre negócios entre si.

Mas fora questão de minutos para que novamente, os mares se agitassem.

 — Ah, Adrien! — Sabine exclamou. — Antes que você aparecesse, eu poderia jurar que a Marinette era lésbica!

 — P-Por que?  — A mestiça perguntou, um pouco atônita.

 — Porque filha, você nunca aparecia acompanhada lá em casa. — Sabine murmurou. — E aquele garoto...de cabelos azuis...não me vem à memória seu nome!

 — Luka... — A mestiça disse, e Sabine sorriu. Adrien desviou o olhar para a azulada, curioso.

 — Isso! Ele mesmo!  — Sabine disse, e bebericou um pouco de seu vinho. — Ele parecia ser caidinho por você, e você ao menos o chamava para tomar um café!

 — Eu só estava ocupada. — Marinette disse, cruzando os braços. Bufou. — Sou uma garota comprometida com o trabalho.

 — Era. — O loiro disse, e sorriu. Puxou o rosto da mestiça com delicadeza, fazendo com que seus olhares se focassem. — Agora você é comprometida comigo, amor. E vou exigir o máximo de dedicação de você...

Ela piscou, imóvel por alguns segundos. Não sabia porquê, mas em seu ponto de vista, tal frase havia soado de um modo fodidamente malicioso.

 — E falando em dedicação... — Emilie comentou.  — Vocês sabem, eu e Sabine já estamos ficando com mais idade, mas ainda somos pessoas que seriam avós super dedicadas.

Marinette sentiu como se o oxigênio ao seu redor estivesse acabado, e pegou a taça com vinho, levando-a até a boca.

 — Quando pensam em nos encomendar netos? — Gabriel perguntou, era sua primeira pergunta descontraída da noite.

 Marinette arregalou os olhos por breves momentos, segurando a taça perto da boca. Não sabia o que responder, na realidade, parecia até mesmo ter esquecido como se respirava naquele momento. Netos? Como poderiam querer netos? Eles mal haviam descoberto o tal relacionamento, e já pensavam em crianças?

Adrien lhe trouxe de volta ao momento, ao segurar sua mão livre e entrelaça-la com a dele. Lhe deu um sorriso fofo, e ela sentiu seu corpo se arrepiar. Estava nervosa, sem saber o que o loiro diria.

 — Crianças... não eram algo que estávamos pensando por agora. — Ele disse, com um sorriso de canto. Levou as costas da mão dela até sua boca, depositando um selar ali. — Mas quem sabe não podemos encomendar alguma na nossa viagem?

Marinette lhe olhou, com os olhos ainda mais arregalados e se segurou para não cuspir todo o vinho que estava em sua boca. Ele estava louco? Pois para ela, era o que parecia.

Ambos os olhos de Sabine e Emilie brilharam em animação. Adrien viu o sorriso de canto dado por seu pai, e Tom sorria abertamente. Marinette sorriu, de um modo nervoso, enquanto começavam uma conversa animada sobre a viagem.

 — Adrien, me acompanha em uma dança? — Marinette perguntou, interrompendo a conversa em que estavam engajados. O loiro sorriu para ela, exibindo seus dentes brancos.

 — Claro, o que você quiser, princesa. — Ele disse, e se levantou, estendendo sua mão para ela, que aceitou de bom grado. — Se nos dão licença...

Marinette saiu andando, enquanto o loiro segurava sua mão. Sentia o olhar de seus pais em suas costas, mas em momento algum olhou para trás. Chegaram na animada pista de dança, onde alguns casais se divertiam ao som de uma música lenta. Marinette passou os braços ao redor do pescoço do loiro, e ele passou os seus ao redor da cintura dela. Surpreendeu-a ao puxa-la contra seu corpo, unindo-os e pressionando seu peitoral contra os seios dela. Marinette mordeu o lábio inferior. Ele só podia estar provocando-a.

 — Não precisa ficar grudado em mim, Barbie. — Ela murmurou, fazendo uma careta. Ele riu.

 — Só estou fazendo o meu papel, Ken. — Ele disse, piscando para ela. Ela lhe olhou feio.

 — Por que concordou com a ideia de filhos? — Marinette falou, desviando o olhar. Sentiu o loiro tensionado.

 — Porque seria melhor do que ouvi-los tentando nos convencer a isso. — Ele respondeu, enquanto conduzia ela na dança. — Só isso.

 — Espero que eles não fiquem muito arrasados quando o namoro falso for por água abaixo. — Ela disse, com um fio de voz. Adrien mordeu o lábio inferior.

 — Eles vão saber lidar. — "E eu espero saber também." Pensou, enquanto abraçava-a. Sentiu-a colocando a cabeça sobre seu ombro, e soltou um suspiro baixo. Nunca superaria essa mulher, nem mesmo sobre um feitiço. — Você vai acabar comigo, Marinette.

 — O que disse? — Ela perguntou, fazendo-o perceber que havia pensado alto. Ele virou o rosto, depositando um beijo na bochecha dela.

 — Nada, querida. — Murmurou, traçando pequenos círculos com seu polegar na lombar da garota. Sentiu seu suspiro baixo contra seu pescoço, e o ar quente que saía de sua boca. Novamente, mordeu o lábio inferior.

Ficaram ali até o fim daquela música, abraçados e aproveitando as carícias que trocavam. Marinette tentava enfiar em sua mente que ele só estava fazendo o papel dele, e que nada daquilo era real. Não queria criar falsas esperanças com Adrien e transformar a amizade que tinham em um martírio para si, somente por gostar dele e acabar não sendo correspondida.

Voltaram para a mesa quietos, mas sorrindo. Adrien com o braço ao redor de sua cintura, ela levemente encostada contra ele. Seus pais estavam em pé.

Emilie pegou uma das taças, batendo o talher de leve e chamando a atenção de todo o restaurante, enquanto os garçons pareciam servir vinho a todos os presentes. Todos olharam para a exibicionista loira com porte de modelo, que nem aparentava ter seus quarenta e seis anos de idade.

 — Boa noite a todos. — Disse, exibindo seus belos dentes em um sorriso aberto. Um garçom entregou uma taça para Adrien e outra para Marinette. Eles pegaram, e se entreolharam. — Essa noite, fui agraciada com uma belíssima noticia e queria propor um brinde a ela. — Levantou sua taça. — Um brinde ao namoro do meu filho Adrien com a belíssima Marinette.

Todos brindaram, sorrindo com aquele ato, enquanto Marinette parecia ter um surto interno. Não acreditava no que estava acontecendo, não mesmo.

Foi surpreendida quando o loiro a puxou, colando seus lábios com o dela em um beijo calmo que fora aplaudido por todos os presentes.

~~

Marinette abriu a porta da sala com toda a força que tinha, mal ligando se a mesma havia batido contra a parede graças ao empurrão que deu. Continuou a andar, seus passos sendo firmes contra o chão, podendo ser ouvidos de longe. Adrien vinha atrás, confuso com tudo.

Fechou a trancou a porta, ouvindo-a subir para o quarto, e depois lhe seguiu. Assim que chegou ali, viu-a de costas, olhando pela sacada do quarto. Não disse nada, apenas foi até o guarda-roupas, puxando uma camiseta solta e uma bermuda folgada. Colocou-as sobre a cama, e começou a soltar sua gravata.

Estavam dividindo o quarto, já que ao viajarem, teriam que dividir um quarto como casal. Marinette não parecia se importar muito, mesmo que não gostasse da ideia no começo. Hoje, ela parecia não ligar.

Estava apenas com a camiseta social aberta, enquanto terminava de tirar a calça quando Marinette voltou para o quarto, parecendo irritada.

 — Não...Não podemos continuar mentido para eles! — Ela disse, seus olhos demonstravam sua irritação. — Adrien! Eles são nossos pais! Isso está indo longe demais.

 — Não podemos falar a verdade. — Ele disse, mantendo-se calmo. Olhou para ela, que andava de um lado para o outro, agora sem os saltos e com os pés levemente manchados pela cor rosa graças aos mesmos. — E com essa desculpa, vão achar que estamos aproveitando, e não precisaremos ficar ligando toda hora.

 — E podemos deixá-los desse jeito? — Ele se levantou, indo até ela. Marinette se virou, e se sentou na cama. — O que vamos fazer depois? Dizer "Ah, não deu certo e acabou"? Depois de toda essa festa? Depois que meu nome e o seu forem parar em boa parte das revistas parisienses?

 — Marinette, se acalma.  — Ele disse, suspirando. — Não é o fim do mundo.

 — Claro, não pra você! Porque você já está acostumado a ter essa sua cara de modelo em todos os lugares! Já está acostumado a abrir a porra de um site, e ver o seu rosto em alguma notícia! — Ela falou, cruzando os braços. Suas bochechas adotavam um leve tom vermelho graças a raiva. — Como você acha que vai ser quando descobrirem que a gente terminou? Como você acha que a minha vida vai ser? Ou tudo que vão falar sobre mim? — Bufou. — E minha mãe? Acha que ela vai ficar como ao ler? Acha que ela vai merecer as especulações que a mídia vai fazer?

Segurou as lágrimas. Tudo o que dizia era, na verdade, como se fosse algo para ela mesma. Não sabia como, ou nem mesmo porque, mas havia sido dominada por todos os próprios medos e de quebra, sua ansiedade lhe deixava à beira de um ataque de nervos. Queria gritar ao loiro que tinha medo, que achava que estava gostando dele, que não queria que ele lhe abandonasse no final, mas não conseguia. As palavras paravam em sua garganta, principalmente ao se lembrar das horas atrás, e, dos outros dias.

Era uma carga emocional enorme fingir estar com ele. Os seus toques sutis, beijos, por céus! Haviam até mesmo tomado banho juntos, e sem nenhum toque que ela não lhe permitisse. Lembrava do que dizia, de suas risadas... Ele era um ótimo ator, caso estivesse fingindo tudo.

 — É isso que você teme?  — Ele disse, arqueando a sobrancelha. — Porque se for, não tem problema! Eu mesmo me encarrego de dizer que nosso termino foi culpa minha, nem que eu tenha que mentir e dizer que te trai ou algo do tipo, pra te tirar dessa merda depois! É esse o seu medo? — Marinette não respondeu, e desviou o olhar. Isso deixou o loiro irritado. Sabia que ela mentia, e ele precisava que ela fosse honesta com ele, pelo bem da missão e de si próprios. — Marinette, qual a porra do seu medo?

 — E-Eu...Eu... — Ela murmurou, mas não conseguia dizer os motivos reais. — Estou com medo...da minha vida depois disso...

Não era uma total mentira...Seus sentimentos eram uma ligação com sua vida, certo? Se questionou internamente, enquanto observava o loiro, que possuía uma feição indecifrável. Ele andou até ela, se apoiando ao seu lado, e colocando a ponta de seu nariz contra a ponta do dela.

 — Não se preocupe, eu mesmo vou me encarregar de fazer com que sua vida volte ao que era antes, mas... — Levou suas mãos até o rosto dela, segurando-o com firmeza, fazendo com que ela olhasse em seus olhos. Ela engoliu em seco. — Se eu tiver que te beijar, eu vou te beijar... — Roçou seus lábios no dela, antes de lhe dar um beijo. Interrompeu-o na metade, e puxou seu lábio inferior. — Se eu tiver que te tocar, eu vou te tocar... — Desceu as mãos pelos ombros dela, tocando toda a pele exposta. Marinette sentia seu corpo esquentar a cada toque, e era como se todas as sensações se direcionassem para a parte sul de seu corpo. Foi surpreendida quando ele agarrou sua cintura, puxando seu corpo e o levantando, fazendo com que ela rodasse sua cintura com as pernas e seu ombro com seus braços, apertando-o. Sentiu seu corpo sendo colocado contra a parede, suas costas, ao encontrarem com a superfície fria, fizera com que um arrepio passasse por todo o seu corpo. — E se eu precisar foder você...eu vou foder você... — Murmurou, colocando ainda mais seu corpo contra o dela, apertando-a contra aquela bendita parede. Puxou seu queixo com o polegar, fazendo com que ela lhe olhasse nos olhos. — Pelo bem da missão, e você já sabia disso..., mas se acha que não consegue...não tenho problema nenhum em ligar para Fu e te deixar na base, e participar com outra pessoa como minha parceira.

Se Marinette estivesse em seu estado normal, com certeza, já haveria o empurrado, e xingado por duvidar de sua capacidade, mas no momento, ela estava inebriada por aquele homem, que parecia a personificação da luxúria. Ele era quente, e parecia ainda mais atraente daquele modo. Os cabelos bagunçados, a camiseta aberta, revelando todo o torso definido. Marinette sentia que seu fôlego havia se esvaído, somente por observa-lo, assim como já se sentia excitada. Seu coração se acelerou, enquanto ele parecia esperar uma resposta.

Puxou-o pelo rosto, beijando-o de uma maneira voraz, necessitada, enquanto apertava sua cintura com suas coxas. Sua panturrilha pressionava sua bunda, empurrando seu corpo ainda mais contra o dela, fazendo com que sua virilha chocasse contra a dela, e subisse ainda mais seu vestido. Sentiu a ereção que já começava a ganhar vida contra seu sexo, mesmo que ainda estivessem vestidos, e suspirou sobre os lábios do loiro. Ele esperou que ela recuperasse um pouco de seu fôlego, antes de beija-la novamente, colocando-se contra ela, roçando sua ereção contra seu sexo, e vendo-a suspirar. Ela agarrou sua nuca, arranhando-o ali, tentando lhe esquentar do modo que ela se sentia quente graças a ele.

 — Pare de fazer as coisas somente pela missão! — Disse, puxando o rosto do loiro, olhando em seus olhos. Seu coração estava acelerado, e sua respiração descompassada. Sentia-se quente, mas precisava dizer aquilo a ele. Aquele era o momento. — Se quer me beijar? Me beije! Se quer me tocar, me toque! Se quer me foder, me foda! Mas porque quer, não por se sentir obrigado pela merda dessa missão! Se quiser me jogar nessa cama, e me comer até que eu me canse, faça! Mas faça porque me quer, porque me deseja! — Ela sussurrou, puxando o rosto dele. Roçou seus lábios nos dele, sentindo a maciez dos mesmos. — Faça porque gosta de mim, porque anseia por mim! Caso só esteja aqui por causa dessa missão... — Sussurrou, sentindo seu corpo pesar. Respirou fundo. Precisava dizer, precisava ser sincera, e precisava da sinceridade dele. — Caso... se sinta obrigado a fazer isso por causa de ser meu parceiro...me deixe coloque em pé, e me coloque na base. Você mexe demais comigo para que eu possa suportar fazer tais coisas contigo sem pensar num futuro com você.

Adrien piscou, encarando-a. Não esperava por isso, nunca havia esperado tal sinceridade dela, mas estava grato por isso. Era como um peso saindo de seus ombros saber que ela também possuía sentimentos por ele, e que ela não pensava em se afastar quando tudo acabasse. Seu coração se acelerou, por mais que nunca mesclasse seus sentimentos com as missões nas quais era convocado. Abaixou-a, colocando-a em pé. Suspirou, lhe dando um leve beijo na testa, e ela lhe olhou. Marinette levou as mãos aos braços, envolvendo-os e parecendo se proteger, enquanto lhe olhava de um modo indecifrável, com um misto de emoções no olhar. Se afastou dela.

Cada passo que o loiro dava, para ela, era como se uma parte do seu chão estivesse caindo, e por mais que ela se afastasse, sabia que desabaria junto a ele. Lágrimas formavam em seus olhos, inundando aqueles oceanos que eram suas orbes com o líquido transparente. Seu corpo tremia por dentro, por, mas que ela mantivesse sua postura firme por fora. Seu coração queria sair pela boca.

Será que realmente não sentia nada? Que só estava ali pela missão? Não sabia o que pensar, o que achar, ou o que concluir. Se sentia uma boba por ter se apaixonado novamente pelo garoto, depois de anos afastados. Deveria saber que seriam para sempre amigos, nada mais. Deveria saber que era bem mais capaz que ele escolhesse alguma outra garota, mais influente que ela na sociedade parisiense, ou até mesmo, na sociedade estadunidense. Deveria ter aprendido a não misturar o pessoal com o profissional, mas tê-lo ali com ela era uma verdadeira tentação.

Observou-o pegar sua calça, e mordeu o lábio inferior. Com certeza, ele iria pegar o celular para avisar os superiores do que fariam, ou pelo menos, era o que ela pensava. Nesse ponto, lágrimas já caíam sobre suas bochechas. Pesadas e quentes, demonstrando toda a decepção que sentia, não só com ele, mas com si mesma. Se virou, não queria ver, não queria encara-lo mais. Se sentia uma tola apaixonada, uma garotinha de sexto ano que fora iludida pelo príncipe do ensino médio.

 — Por que você tá chorando? — Ouviu a voz do loiro, em um sussurro em seu ouvido. Só naquele momento percebendo que seus soluços ecoavam pelo quarto. Passou a mão nas bochechas, limpando as lágrimas, e se virou.

  — Por que você tá chorando? — Ouviu a voz do loiro, em um sussurro em seu ouvido. Só naquele momento percebendo que seus soluços ecoavam pelo quarto. Passou a mão nas bochechas, limpando as lágrimas, e se virou.

 — Porque...você vai, não vai? — Murmurou, olhando para ele. Tentava manter sua postura durona, como sempre. Ele sorriu.

 — Vou... — Disse, e viu as belas orbes da garota arregaladas, e novas lágrimas querendo aparecer. Sorriu. — Vou te beijar...vou te tocar.... — Disse, andando com ela até que ela estivesse contra a parede novamente. — Vou te comer até que você se canse, como você mesma disse..., mas... não posso fazer isso sem camisinha... — Ela piscou, e seu sorriso aumentou. — A não ser que...esteja pensando em dar uma chance a ideia dos nossos pais...

 — S-SEU IDIOTA! — Ela gritou, empurrando ele levemente. Ele riu. — V-Você me...d-deixou a beira de um ataque!

 — Sou tão importante para você assim, Bugginette? — Disse, levantando o rosto dela, para que ela lhe encarasse. Observou aquele rosto meigo e de boneca, que o deixava à beira da insanidade. Os cílios grandes, a boca com o batom falho, os olhos azuis...era tão perfeita...

 — Eu amo você... — Murmurou, sorrindo. — Acho que isso já responde...

 — Sim... — Ele disse, sorrindo, e puxou-a para perto de si, pegando-a em seu colo. — Isso responde muita coisa...

Sorriu para ele, que não tardou em lhe beijar, enquanto caminhava com ela em direção a cama. Marinette sentiu o colchão macio embaixo de suas costas, enquanto observava o loiro tirar a camiseta preta, jogando-a no chão e ficando somente com a cueca negra. Mordeu o lábio inferior, enquanto olhava descaradamente para o loiro, que por sua vez, sorria debochadamente para ela.

 — Acho que você ainda está muito vestida, não acha? — Adrien disse, seu tom de voz era calmo, enquanto se aproximava do corpo dela. Marinette sorriu, e assentiu. — Acho que posso te ajudar com isso...

Ele a beijou, invadindo sua boca com sua língua de maneira rápida, enquanto levava sua mão a barra do vestido que ela usava. Somente separou-se dos lábios dela para que pudesse retira-lo, e logo voltou a beija-la. Desceu sua boca para o pescoço dela, não ligando para as marcas que sua boca deixava nela pele clara dela durante seu trajeto rumo ao seu colo. Beijava, mordia e chupava a pele da garota, que graças ao tom claro, já deixava marcas vermelhas quase instantâneas, que escureciam ainda mais com o passar dos instantes.

Sua mão corria livre pelo corpo dela, sentindo-o sobre sua pele. Sorriu discretamente ao perceber que ela não usava sutiã, e que apenas a calcinha junto com a cinta-liga e a meia-calça lhe atrapalhava de ver a garota nua. Sentia-a se mexendo inquietamente embaixo de si, enquanto gemia baixo seu nome.

Beijou seu colo, e em seguida, ergueu seu corpo. Observou a figura feminina que estava ali, com os olhos fechados e maltratando seu lábio inferior. As pernas fechadas, apertando o máximo que podia suas coxas, e mexendo-as, fazendo com que a calcinha já molhada ficasse em atrito com seu sexo. Sorriu com a visão.

Marinette sentia como se seu corpo estivesse em chamas. Clamante, era como ela o descreveria. Clamante por Adrien, por seus toques e beijos. Clamante por ele, por inteiro.

Sentir a boca do loiro em sua pele já lhe causava um prazer imenso, por ser ele, e não outra pessoa. Saber que se abrisse os olhos, o veria ali, era algo que lhe deixava segura, e a fazia lhe sentir adorada. Cada suspiro que ouvia, sabia que era por causa dela, que era o efeito dela sobre ele.

 — A-Ah!  — Gemeu, ao sentir as mãos do loiro brincando com ambos os seios. Tocava-os, acariciava-os, apertava-os. Fazia o que queria, do modo que queria, e ela adorava aquilo. Suas mãos eram suaves, macias, ao mesmo tempo que eram fortes e prazerosas de serem sentidas sobre a pele.

As caricias do loiro em sua pele logo fizeram efeito, e ela sentiu seus mamilos duros, e sua calcinha ainda mais encharcada do que antes. Arfou, quando sentiu a boca dele novamente em sua pele, mas dessa vez, no seu mamilo direito. Segurou os lençóis com uma mão, ao senti-lo sugar seu peito, e roçar seus dentes no mamilo, lhe causando um choque de prazer quando o tirava da boca e assoprava. Mexia o quadril enquanto sentia sua excitação perambular por seu corpo, se concentrando em seu sexo. Gemeu alto, quando o loiro trocou de seio, aproveitando do esquerdo dessa vez, com movimentos ainda mais torturantes e prazerosos do que os primeiros.

Sua respiração ficou mais forte e rápida quando o loiro colocou uma de suas mãos entre suas pernas, forçando com que ela as separasse um pouco. Dobrou as pernas, apertando o lençol com os dedos do pé ao sentir a mão do loiro acariciando seu sexo sobre a calcinha. Seus toques eram suaves e gentis, e isso a deixava louca.

Remexeu-se sobre o colchão, queria mais de seus toques, queria mais dele. Queria-o por inteiro.

Observou-o ficar de joelhos, e retirar sua calcinha, junto com sua cinta liga e sua meia-calça. Corou levemente ao se ver totalmente exposta a ele, mexendo-se inquietamente sobre seus olhares.

 — Você é linda... — Ele se levantou, olhando-a com sinceridade. Beijou-a novamente. — Linda por inteiro...

 — Você também... — Ela murmurou e tentou se sentar, mas ele lhe empurrou levemente, fazendo com que ela permanecesse deitada.

 — Não... — Sussurrou, e mordeu o lóbulo da orelha dela. — Eu vou cuidar de você essa noite, não ao contrário, princesa.

 — Adrien... — Gemeu baixo, sentindo os dedos do garoto brincando com seu sexo. Não havia nem mesmo percebido quando ele havia levado sua mão até ali, mas não podia negar, as carícias eram deliciosas. — O-Oh...!

 — Você é tão macia... — Escorregava os dedos por entre os grandes lábios do sexo dela, acariciando-os com a ponta dos dedos, sentia sua lubrificação. — Quero descobrir se é apertadinha também...

 — Pois des-descubra! — Disse, e arfou ao se sentir preenchida pelo indicador e médio do loiro, que os afundou dentro dela de maneira rápida. — A-Adrien!

 — Ahhh Mari... — Sussurrou, como um gemido ao lado do ouvido da garota. Começou com movimentos de vaivém lentos. — Vai me apertar do mesmo modo quando for meu pau dentro de você? — Adicionou o terceiro dedo, aumentando a velocidade dos movimentos. Movia seu polegar sobre o clitóris dela, estimulando-o. — Sua bocetinha vai o engolir do mesmo jeito que tá engolindo meus dedos, princesa?

   — V-Vai... — Ela murmurou, suas bochechas coradas e sua franja colada em sua testa por causa do suor. Apertou o braço do loiro que ele usava como apoio, sentindo seus músculos. Gemeu quando ele começou a ir mais fundo, enquanto dava leve pressionadas em seu clitóris com o polegar. — A-Ah! E-Eu te quero...Adrien! — Mexeu sua cintura de um modo leve sobre seus dedos. — P-Porra!

Sentiu-se vazia quando ele retirou os dedos de dentro dela, soltando um gemido baixo, mas lhe encarou. Observava seus movimentos ao retirar sua cueca, deixando-a escorregar até o chão, e em seguida, colocando o preservativo. Ela se sentou na cama, e de um modo rápido, o puxou, fazendo com que ele se deitasse sobre a cama.

Ficou sobre ele, e lhe beijou de maneira rápida, como se fosse uma necessidade ter seus lábios no dela, e sua língua brigando com a dela. Sentia seu membro em sua entrada, roçando ali, fazendo com que ficasse ainda mais excitada. Iria se encaixar sobre ele, mas fora surpreendida quando ele a virou, ficando por cima e se posicionando em sua entrada. Se apoiou em um dos braços, e com o livre, segurou seu queixo. Olhava intensamente em seu rosto, e em um movimento só, meteu-se dentro dela, de um modo forte e certeiro, vendo-a gemer alto graças a sensação.

 — Sei o quanto você gosta do controle princesa, mas dessa vez... — Murmurou, ao mesmo tempo que a estocava, de um modo forte, aprofundando-se dentro dela. — Dessa vez...eu vou te comandar, Marinette...  — Roçou a ponta de seu nariz contra o dela. — Vamos jogar do meu jeito essa noite...

 — V-Vamos... — Disse, entre um gemido e outro. — A-Adrien...!

Marinette não era fã da posição "papai e mamãe", achava-a comum e superficial, além de que ela não lhe deixava ficar no controle da situação, como ela gostava de manter em quase tudo o que fazia, mas naquele momento, agradecia a quem quer que fosse que havia descoberto tão posição, pois para ela, era maravilhosa para o momento. Ver os olhos do loiro enquanto ele entrava e saía de dentro dela, enquanto fazia-a gemer seu nome e ouvia que ele também chamava por ela. Vê-lo perdendo sua compostura, ver seus cabelos bagunçados. Céus! Que posição maravilhosa para ela, que se sentia uma observadora naquele momento.

Mas vê-lo não era nada comparado a senti-lo. Senti-lo dentro de si, pulsando a cada movimento, sendo apertado por ela. Sentir seus arrepios quando ela arranhava suas costas e sua nuca, suas fortes investidas quando ela cravava as unhas em sua pele, os beijos que distribuía em sua boca e pescoço, o calor que parecia emanar contra si. Poderia dizer que para ela, aquilo era o verdadeiro prazer, até mais que o bendito orgasmo.

Conviver e aceita-lo era o desafio. Ele era a recompensa. E os orgasmos que ele lhe causava? Eram apenas bônus.

Deliciosos bônus, em sua mera opinião.

Movia seu corpo embaixo dele, principalmente sua cintura. Desistiu de tentar ficar parada, não conseguia. Queria mais, queria-o mais fundo. Queria mais contato. Esse era o mal de ser bom em algo, ela sempre iria querer mais, mas ele não ligava. Lhe daria seu máximo, e seu melhor. Faria com que ela visse estrelas ao gozar.

Ato que ela não demorou muito a concluir.

Fora questão de minutos até que ela gozasse, e como ele queria, parecia ter visto estrelas, graças a sua expressão extasiada, sua respiração falha e a força na qual seu coração batia em seu peito. Se derramou de um modo intenso sobre a camisinha dele, escorrendo por toda a sua extensão coberta pelo látex. E claro, com a parte que mais aumentava seu ego.

Gemendo seu nome, no tom mais manhoso e alto que conseguia.

Ele a beijou, enquanto gozava dentro daquela camisinha. Gemeu o nome dela sobre os lábios com formato semelhante a um coração.

Ela fechou os olhos, tentando normalizar sua respiração, e sentiu-o se retirando de dentro de si. Murmurou baixo, mas mal teve tempo de se "estabilizar", ele a virou com cuidado, deixando-a de bruços na cama. Ela abriu os olhos, olhando-o por cima do ombro e abraçando o travesseiro.

 — O que vai fazer? — Perguntou, e ele a olhou. Estava em pé, segurando o outro pacote com preservativo.

 — Terminar o que começamos. — Disse, antes de rasgar a embalagem e pegar o objeto. — A não ser que esteja cansada...

 — Não! — Ela disse, de prontidão. Ele franziu o cenho, mas riu em seguida. Ela continuou lhe olhando por alguns segundos, até que pensou em uma coisa. Arregalou os olhos por alguns instantes. — A-Adrien...

 — Hm? — Ele murmurou, olhando para ela antes de se aproximar da cama.

 — Você... — Ela disse, e engoliu em seco. Respirou fundo, um pouco curiosa. — Você vai...foder a minha bunda?

Ele a olhou, e riu baixo antes de se apoiar sobre ela. Marinette ficou levemente tensa, mordendo o lábio inferior. Um arrepio percorreu seu corpo quando sentiu as mãos do loiro em seus cabelos, segurando-os como um rabo de cavalo, e puxando seu rosto com delicadeza para trás.

 — Não...eu não vou foder sua bunda, Marinette. — Ele disse, tentando não rir da questão tão repentina da garota.  — Não hoje... — Beijou seu pescoço com delicadeza. — Vou foder sua bocetinha por trás agora, o que acha? Já ficou nessa posição?

 — N-Nunca... — Ela disse, mais como um gemido. Sentia o loiro roçando em sua entrada por trás, enquanto beijava seu pescoço e o lambia de maneira lenta. Seu coração se acelerou levemente.

 — Sério? — Murmurou, com um tom calmo. — Então vou fazer você não se arrepender de testa-la... — Passou a ponta de seu nariz em sua mandíbula, enquanto soltava os cabelos da mestiça, e levava sua mão até o vão entre as pernas dela, novamente, deslizando seu indicador por seu sexo. — Woah, Mari...você já tá molhadinha de novo...você é bem rápida...

 — C-Culpa sua...ser tão bom...e gostoso... — Ela sussurrou, sentindo-o beijando seu pescoço, e soltando suspiros.  — Oh...A-Adrien...

Invadiu-a, dessa vez de um modo mais lento do que o primeiro. Encostou seu queixo sobre o ombro dela, segurando uma de suas mãos com a mão que usava de apoio, e sua cintura com a mão que antes se encontrava em seu sexo. Continuou a beijar o pescoço dela, e começou a fazer movimentos leves de vaivém.

Não sabia como, mas aquela posição conseguia fazer com que ela o sentisse ainda mais fundo dentro de si. Gemia o nome dele, enquanto sentia seus beijos e caricias em seu pescoço, e até mesmo alguns leves puxões de cabelo, quando ele queria sussurrar algo em seu ouvido.

Sua mão livre apertava o colchão, enquanto a outra era apertada por ele. Tentava conter o volume de seus gemidos, mas parecia que quanto mais ela tentasse, mais o loiro aumentava a intensidade de suas investidas, provocando-a como se quisesse leva-la a insanidade, e não só a um orgasmo.

Ele aproveitava sua mão livre para passar pelo corpo da garota, tocando-o gentilmente, e acariciando-o enquanto continuava a lhe estocar, cada vez mais forte e rápido. Sentia o corpo dela movendo-se a cada investida forte, assim como os seios dela roçavam contra o colchão, de um modo fodidamente excitante para ele.

Envolveu o direito com a mão livre, e começou a brincar com ele. Marinette se sentia à beira do seu próprio precipício de prazer.

 — A...dri...en... — Gemeu seu nome pausadamente antes de gozar, de uma maneira mais intensa que dá última vez. Deixou seu rosto se afundar sobre o travesseiro, enquanto sentia leves espasmos em seu corpo.

Percebeu quando o loiro gozou, deixando seu corpo cair sobre o dela, com cuidado para que não acabasse deixando todo o seu corpo sobre o dela. Repousou seu rosto na curvatura do pescoço dela, e sorriu, deixando leves selares ali enquanto sentia seu coração acelerado.

Depois de minutos, ele se levantou, somente para retirar a camisinha e depois se deitou ao lado dela. Marinette se virou, aninhando-se nos braços do loiro. Estava sonolenta, sua feição denunciava. Bocejou levemente, e ele sorriu. Ela era um anjo não tinha dúvidas.

Ele fez um leve cafuné nela, e fora questão de segundos antes que a visse fechando os olhos, com uma expressão manhosa.

 — Ahh...Bugginette... — Ele murmurou, tocando levemente o lábio inferior dela, totalmente maltratado pelos seus dentes ao tentar segurar gemidos. Ele meneou a cabeça levemente, com divertimento. — Eu juro que quando sairmos dessa missão, eu me caso com você, quando e onde você quiser, nem que seja no mesmo dia em que voltarmos para Paris.

 

 — Você...já tem o meu sim. — Ela sussurrou, e foi a única coisa que se lembra antes de acabar dormindo.


Notas Finais


E AI? O Q ACHARAM?
EU AMEI ESCREVER ESSE CAP
DE VDD
FICOU ENORME
E EU GOSTEI
-Q
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO TB!
Comeeeeentem a vontade! Comentários sao smp bem vindos e eu leio todos!
Agr vou dormir pq ja nem to vendo coisa com coisa mais KKKKKKKKKKKKK
Beijãooo! <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...