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História Too hard to forget (One Shot Jaehyun - NCT) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oi anjos! Bom, trouxe mais uma one shot para vocês e espero que gostem!
Me desculpem pelos erros e boa leitura!🥰

Capítulo 1 - Too hard to forget


Fanfic / Fanfiction Too hard to forget (One Shot Jaehyun - NCT) - Capítulo 1 - Too hard to forget

 Jaehyun...

A lua brilhava no alto e sua luz passava pela janela do pequeno quarto em que eu estava, o cheiro de algum perfume adocicado parecia estar preso as paredes do lugar e a música da casa de festas ainda tocava alta e contagiante, levei mais um gole do whisky que estava desde mais cedo em minha mão até meus lábios, o gosto já não parecia mais o mesmo, o liquido descia queimando por minha garganta, mas mesmo que o gosto não me agradasse eu ainda teimava em fazer isso, quem sabe o exagero no álcool me faça esquecer tudo o que vi hoje, e principalmente o que senti.

Olhei para a cama e lá estava uma garota da qual nem lembro o nome, seus olhos estão fechados em um sono pesado enquanto ela suspira pesadamente pelo sono, seu belo corpo deitado em meio a todos os lençóis de cetim preto que se enrolavam em sua pele nua, os cabelos castanhos espalhados no travesseiro.

Desde que o sono a buscou me levantei buscando por minhas calças no chão e as vesti, logo depois enchi o copo com a bebida e me coloquei na poltrona que ficava de frente para a única janela que havia naquele lugar e pela milésima vez respirei fundo tentando aprisionar algo sem controle, pois quem em sã consciência conseguiria controlar o próprio coração?

A ideia de vir até esta casa noturna esta noite havia sido de meu amigo Johnny, segundo ele eu preciso relaxar um pouco, e que melhor maneira para consertar um coração partido do que com outro corpo? Por isso ás onze da noite nós estávamos na fila da balada após um dia exaustivo de trabalho, o rapaz já havia nos arranjado alguns convites por isso ficamos pouco tempo ali.

Assim que entramos as luzes coloridas tomaram minha atenção, as pessoas se mexiam ao som da música ritmada que tocava de maneira frenética no som alto, enquanto o DJ fazia seu trabalho com maestria, eu não costumo gastar minhas noites com este tipo de coisa, uma diversão momentânea e que muito provavelmente eu nem me lembraria amanhã, mas ainda assim meu amigo insistiu para que o acompanhasse está noite, e apenas hoje não fará mal a ninguém, algumas horas de diversão e outras de sono após este tempo.

A primeira coisa que nos prendemos ao chegar no local foi ao bar, o barman se exibia para as pessoas que rodeavam o balcão, um rapaz que não devia passar dos vinte anos que sorria sempre que percebia o olhar de alguma garota em sua direção, Johnny pediu duas doses de alguma bebida e empurrou o copo em minha direção, e em segundos decidi que esta seria a primeira e última noite.

Prendi meu olhar na pista de dança a nossa frente tentando discernir os corpos que se mesclavam em uma mistura de cores e movimentos sem sentido, apenas sentindo a música que consequentemente embalava aquela massa pulsante de pessoas deliberadamente animadas, e apenas por um momento as invejei por ter total liberdade de poder fazer isso sem sentir o mínimo de culpa, liberdade é uma palavra que já não existia em meu coração há muito tempo.

– Ei Jae, te trouxe aqui para se divertir e tudo o que faz é ficar olhando com cara de morte pra esse copo, se solta cara! – meu amigo não parecia notar o quanto tudo aquilo parecia fútil aos meus olhos, de nenhuma maneira a felicidade daqueles jovens, jamais, mas estar ali apenas para esquecer algo do qual não é possível se deixar para trás – vamos, tem uma porção de garotas olhando em nossa direção, temos que aproveitar!

– Vai lá John, vou te esperar aqui, não estou me sentindo muito bem hoje – falei tentando desviar o assunto inutilmente.

– Então vai curtir saber quem está aqui pelos mesmos motivos que você – ele se abaixou sussurrando as últimas palavras e apontou com o queixo para frente com seu sorriso sumindo de repente.

Olhei para onde o rapaz indicará segundos atrás e me surpreendi em ver Lee Taeyong dançando animadamente ainda com a camisa social, provavelmente vindo do trabalho, e na frente do rapaz estava sua melhor amiga e companheira de festas, que usualmente comandaria o andar abaixo do qual eu trabalhava com maestria impressionante e sorriria todas as vezes que me encontrasse no elevador assim que me visse entrando, e logo após me falaria um olá tímido, esconderia o rosto vermelho olhando para a porta brilhante com um lindo sorriso no rosto, eu devolveria o gesto, passaria o braço por sua cintura e acariciaria seu rosto com os dedos da mão que estivesse livre, lhe deixando um beijo no local segundos antes de chegar ao andar de trabalho que ela ocupava, onde nos despediríamos em um aceno rápido antes de seguir para minha própria sessão.

E agora apenas o que eu poderia fazer era observá-la enquanto tomava essa bebida que não me descia bem.

– O que está pensando em fazer amigo? – Johnny soou impaciente ainda encarando o casal na pista de dança, e tudo o que eu pude fazer foi deixar que um sorriso preguiçoso estampasse minha expressão cansada, pois afinal, o que realmente poderia fazer a respeito disso? Tudo havia acabado em um estalar de dedos.

– Acho que vou beber mais um gole disso – falei chamando o barman que veio apressado, logo enchendo o recipiente e se afastando em seguida, e ao olhar meu amigo recebi uma sobrancelha arqueada – não há o que fazer, fico feliz que ela esteja feliz – dei de ombros e ele passou a balançar a cabeça freneticamente em descrença.

– Tem que esquecê-la Jaehyun, essa sua paixão sem limites acabará com você, para ser sincero, acabará com vocês dois! – e eu sabia bem disso, as palavras dele se cumpriam a um bom tempo, e talvez tenha sido isso que tenha me trazido aqui, saber que ela viria e que sorriria daquela maneira quando estivesse dançando ao lado de seu fiel companheiro, que teria os cabelos soltos e usaria saltos simplesmente por amar o efeito que causava em suas pernas, e que possivelmente usaria aquele vestido preto de mangas longas que lhe dei no último aniversário, o qual tecido moldaria suas curvas de um jeito provocante e lindo.

– Tem razão John, mas preciso de uma despedida, preciso vê-la da maneira que vi da primeira vez – falei determinando o limite que nossa conversa seguiria e levei o copo á boca novamente.

– Faça o que quiser amigo, apenas tente não se machucar no processo – disse o rapaz se levantando em um longo suspiro e passou a andar em direção a uma garota que o encarava a um longo tempo, e devagar a convenceu a acompanhá-lo em uma dança lenta que havia começado.

Passei a olhar para a mulher que dançava com o amigo, levando os braços em volta do pescoço dele, ela ainda não havia notado minha presença e creio que pela primeira vez Tae me olhou engolindo em seco, apenas sorri brevemente e continuei o que fazia, cada traço sendo memorizado, esse tempo seria necessário para meu coração se acostumar.

– Está sozinho? – sem aviso uma moça se sentou ao meu lado com um sorriso confiante no rosto, é claro que um homem solitário e com aparência cansada seria uma boa presa, ou talvez ela apenas quisesse conversar, o que se tornava bastante improvável visto o local que estamos.

– Vim com meu amigo, ele foi dançar um pouco – falei sorrindo e a olhei, e sem duvidas aquela é uma garota linda, de olhos escuros e pele bronzeada com os cabelos castanhos longos lhe caindo as costas – mas e você, veio com alguém?

– Minha amiga esta dançando com o Johnny, que suponho ser quem te acompanha – ela levou a canudo do drink que bebia até a boca de modo provocante ao dizer estas palavras.

– Ele te mandou aqui? – apenas recebi uma confirmação com a cabeça como resposta – ele não em jeito mesmo – acabei rindo soprado e olhei par frente notando que Tae havia sido substituído por outro homem, este totalmente desconhecido por mim, e que a dança parecia ter chego a um nível bastante quente entre eles.

– Conhece eles? – nem mesmo ouvi direito a pergunta ao encarar o casal com toda a força de meu olhar, ela parece gostar de estar com ele, com um sorriso estampado na face antes triste por minha culpa, ela parece feliz – ei, estou falando com você!

– Me perdoe, achei que se tratasse de alguém conhecido – falei sem animação e virei o último gole do whisky em minhas mãos tentando sem sucesso afastar os pensamentos sobre a garota na pista de dança – no que você trabalha?

– Gerencio uma loja de pequeno porte, e você? – pensei um pouco em como diria a ela qual meu cargo na empresa que trabalho, tinha de soar o mais natural possível e mesmo assim por algum motivo não me senti tentado a impressioná-la como da última vez que conversei com uma moça, parecia fazer tanto tempo aquela viajem a Nova York, onde tudo começou.

– De certa forma também gerencio uma empresa – dei de ombros sem dar muita importância, mesmo que aquele maldito sentimento de angustia crescesse em meu peito a cada passo que Lily se aproximava daquele homem que a olhava com desejo, apenas isso queimava entre eles, imagina se ele soubesse o grandioso tesouro que teria nas mãos esta noite?

– Quer dançar? – fugi de meus pensamentos rapidamente e sorri para ela que arrumava os cabelos na frente do corpo e mordia o lábio de maneira provocante enquanto o fazia.

– Claro, vamos sim – estendi minha mão que foi pega com vontade pela dela e a guiei pela pista até o meio, um local que não seriamos vistos por ninguém que importasse verdadeiramente.

– Por que não vamos a um lugar mais reservado? – me abaixei escutando o que a garota dizia com a voz soprada em meu ouvido, sentindo o hálito quente em minha orelha e apenas me dei conta do que havia começado quando estávamos em um canto qualquer daquele local aos beijos, enquanto as mãos dela viajavam por meu corpo de maneira urgente buscando por algo que talvez não fosse conseguir esta noite.

E tudo piorou potencialmente quando Lily passou puxando a mão daquele cara em direção as portas que levariam a quartos preparados para se caso os clientes do local resolvessem estender a noite um pouco mais, e somente agora ela me viu encostado conversando com aquela garota da qual eu não havia me dado ao trabalho de perguntar o nome, e a única reação que tivemos foi esboçar um sorriso mínimo um para o outro e um breve ‘’oi’’ que respondi com um aceno.

– Ei, esta tudo bem com você? – me perdi nos passos dados pelo casal que subia as escadas indicadas pelo homem da recepção, no olhar da mulher que amei com tanto afinco por tanto tempo, e que simplesmente acabou por algo que não faz sentido – parece prestes a passar mal!

– Tudo bem, deve ser a bebida, não estou acostumado a ingerir tanto álcool assim – tentei tranquilizá-la da melhor maneira, afinal que culpa ela teria se meu coração estava em pedaços, se apenas um oi havia acabado com qualquer que fosse a defesa que eu havia levantado em mim – vamos, você disse que queria subir.

Sem esperar que eu convidasse duas vezes ela me acompanhou pelas escadas que deram em um corredor longo, cheio de portas com pequenos espaços entre si, um longo tapete estendido e um barulho oco de uma das portas ao fim do corredor se fechando com cuidado.

– Me mostre o seu melhor! – a garota a minha frente disse enquanto mordia o lábio com fervor, enquanto se esgueirava pela cama retirando os saltos dos pés com cuidado e os jogando em um canto qualquer, e em seguida foi á vez de seu vestido curto que foi retirado com rapidez impressionante.

Olhei para o chão esperando qualquer que fosse a resposta que meu coração queria e como sempre ela não veio, a única coisa que invadia minha mente era a imagem daquele homem alto retirando o vestido dela e explorando cada centímetro de seu corpo moreno com o cuidado que Lily merecia, com todo o amor que ela precisava, no pequeno arfar que ela soltaria quando ele lhe beijasse o pescoço e como as unhas dela raspariam as costas dele deixando marcas que durariam até o dia seguinte, mas ela parecia feliz, e isso é tudo o que importa.

Meus próximos atos foram como borrões para mim, as mãos da garota espalmadas em minha pele enquanto ela gemia descontrolada, a sensação de seu corpo quente sob o meu, sua pele antes imaculada marcada com minha boca e meus dedos, o prazer que a fiz alcançar com facilidade e o meu que demorou a vir. E tudo isso não parecia nada mais que uma parte distante minha neste momento, sentado nesta poltrona que fica logo a frente da única janela presente neste quarto, de onde a luz da lua passa preenchendo cada espaço do local e aquela maldita bebida deixada ali provavelmente pelo dono do lugar descia por minha garganta praticamente gritando para que meu corpo se movesse, saísse dali em minutos e deixasse a moça presa nos sonhos até amanhã, ou talvez acordá-la e fazer com que encontrasse a amiga que neste momento deveria estar nos braços de Johnny em um destes quartos.

Respirei fundo pela milésima vez e resolvi dar um basta nesta situação, peguei meu celular que indicava duas horas da manhã e liguei para meu amigo que por algum milagre atendeu no primeiro toque.

– Ei Jae, onde vocês estão? – uma risada feminina soou lá atrás dizendo algo que não entendi.

– Em um quarto, no andar de cima da balada – falei sem emoção e o ouvi ficar quieto – preciso resolver isso John, hoje.

– Tudo bem, entendi, daqui a pouco estaremos aí – sem esperar mais ele desligou e tudo o que fiz foi acordar minimamente a garota deitada e avisá-la que eu estava saindo, e após algumas reclamações ela voltou a se deitar se despedindo rapidamente e voltando a dormir. Meu próximo passo foi chegar até aquele contato que jurei semanas atrás excluir, o qual a foto sorridente clamava por minha atenção por alguns minutos de meu dia, aqueles após um breve encontro no elevador, e apenas por isso mandei uma mensagem rápida ‘’temos que conversar’’ e como se ela estivesse esperando por isso respondeu rapidamente ‘’ok, me encontre na frente da porta do quarto onde estou’’ bloqueei a tela e sai dali vestindo minha camiseta com rapidez e passei a andar na direção indicada dando de cara com o homem que acompanhava Lily mais cedo, que apenas me olhou de esguelha seguindo seu caminho pelo corredor e lá parada na porta estava ela, com os cabelos soltos de maneira revolta e o vestido um pouco torto devido á pressa.

– Entre – a garota desimpediu a entrada e eu a obedeci sem demora notando que o quarto estava intacto, apenas a maldita poltrona parecia ter sido usada – o que queria dizer?

– Eu... na poltrona? – perguntei incrédulo recebendo uma risada baixa como resposta – esta bem, depois penso nisso – falei para mim mesmo, ela parecia se divertir com minhas reações, e como um gato percorreu o espaço até a cama devagar se sentando no colchão – esta tudo mal explicado Lilyan, eu te disse que poderíamos ser amigos e conviver juntos, eu disse isso a mim mesmo e falhei miseravelmente quando te vi com aquele cara hoje mais cedo! – falei tudo o que estava preso em minha garganta desde que a vi no outro dia no trabalho, quando ela entrou no elevador e nem mesmo me olhou como antes, com os olhos inchados e o rosto sem expressão, eu havia escondido até agora o nó que se formava em meu peito ao vê-la todas as manhãs, e ainda assim insistir em fazer sempre o mesmo caminho para poder ter alguns segundos ao lado dela.

– Eu sei, eu te entendo, também senti ciúmes quando te vi com aquela menina, mas... – ela mudou de posição se levantando para olhar nos meus olhos – sabe que o que fizemos é certo Jaehyun, não poderíamos continuar com aquilo, estava acabando com nós dois!

– Chegamos a esta mesma conclusão semanas atrás e ainda assim não faz o menor sentido! – me aproximei ficando apenas a centímetros dela – tempo Lilyan, foi isso que nos fez ficar longe um do outro, e que droga! Eu sou dono daquela maldita empresa! Por qual motivo eu não poderia arrumar isso para nós dois! – falei a vendo levantar e me olhar calmamente.

– Eu sei que pode fazer isso Jaehyun, eu sei sua posição nessa empresa, mas que tipo de pessoa você seria se fizesse isso? Não pode colocar suas necessidades a frente disso! – ela se aproximou tocando meu rosto com cuidado, as pontas dos dedos roçando minha bochecha causando arrepios.

– Eu não tenho ideia – coloquei minha mão sobre a dela e encarei seus olhos cansados de toda esta situação – tenho que ser sincero, eu não sei, mas podemos tentar – ela sorriu continuando a acariciar o local com calma – vamos tentar Lily – pedi a ela que não recuou quando aproximei meu rosto do seu e pousei meus lábios devagar sobre os dela.

– Uma última vez Jae – neguei com a cabeça e coloquei minha mão em sua nuca a puxando para perto e só então a beijei com a intensidade correta, aprofundando aquilo de maneira que perdêssemos o ar e ainda assim não quiséssemos parar, e sem que ela notasse passei a andar devagar a levando até a cama coberta pelos mesmos lençóis em cor preta – Jae...

– Shii – a coloquei devagar sobre o colchão macio e cobri seu corpo com o meu – apenas sinta baby – ela respirou fundo enquanto encarava meu rosto, as bochechas já rubras por conta do contato de nossos rostos – apenas sinta – sussurrei em seu ouvido e logo depois mordi o lóbulo de sua orelha o puxando entre os dentes com carinho e a ouvindo arfar pesadamente, levei minha mão até a barra do vestido que ela usava passando a arrastar o tecido para cima até finalmente retirá-lo totalmente de seu corpo, enquanto as mãos espertas da garota viajavam pelo meu tronco por baixo da camisa que em segundos teve o mesmo fim do vestido, sendo jogada do outro lado do quarto.

– Rápido Jaehyun – ri soprado e tomei seus lábios com fervor saboreando cada canto com esmero, com o carinho e a intensidade que Lyli merece, e passei a descer meus dedos por seu tronco desnudo, aquele vestido não necessitava o uso de sutiã o que facilitou muito do que eu estava fazendo, desci meus lábios por seu corpo devagar me deliciando com cada centímetro de sua pele morena, a acariciando com minha língua e chupando em pontos específicos que a faziam se contorcer abaixo de meu corpo em prazer, chegando em seu seio esquerdo e dando toda a atenção necessária para aquele ponto sensível deixando meus dedos trabalharem no outro com maestria.

– Jaehyun, por favor – ela gemeu necessitada empurrando o quadril contra o meu me fazendo sentir o quanto estava molhada esperando por mim.

– Com calma baby, tenha calma – falei ao continuar minha trilha de beijos até a barra da calcinha da garota, a qual retirei por sua pernas com cuidado, tocando cada ponto ao voltar com meus dedos até o ápice de sua coxas – minha Lily, você é minha – baixei minha boca até aquele ponto específico lambendo cada espaço e finalmente a ouvindo gemer alto, meu nome brincando em sua boca deliciosa enquanto a minha se mantinha ali, beijando e chupando entre suas pernas ao passo que Lily puxava meus cabelos com força, gemendo palavras sem sentido, e quando ela se desfez sorvi cada gota de seu prazer sentindo seu corpo que tremia sobre o lençol.

– Eu te amo – falei, finalmente voltando a olhar para seu rosto que brilhava devido ao suor – não vou te perder de novo, não mais – os olhos dela se prenderam aos meus e antes que eu pudesse falar qualquer outra coisa ela me puxou para si tomando meus lábios com urgência enquanto seu dedos desabotoaram minha calça jeans devagar e desceram até o volume considerável em minha cueca, massageando o local com cuidado, e quando me dei conta as duas peças já haviam sido retiradas libertando meu membro que pulsava de prazer.

– Me faça sua novamente Jaehyun, esta noite – ela sussurrou enquanto colocava a camisinha em minha extensão se demorando ali, me deixando cada vez mais louco – eu te amo – todos os limites estabelecidos por minha mente durante estas semanas foram jogados pelos ares, a fiz voltar a deitar na cama e me coloquei ajoelhado entre suas pernas observando cada traço de seu corpo com cuidado, os seios perfeitos, a curva dos quadris, as pernas que se remexiam esperando por mim, as separei e levantei uma delas ao lado de meu quadril pincelando meu membro por sua entrada devagar, meus lábios foram de encontro ao seu rosto deixando um beijo breve ali e sem aviso a penetrei devagar, parando por alguns segundos para que ela se acostumasse e assim que isso aconteceu passei a me mexer devagar.

– Não vá embora amanhã baby – sussurrei em meio aos sons que saiam de minha garganta e aninhei minha cabeça na curva do pescoço de Lilyan sentindo seu perfume floral preencher meu nariz, e meus sentidos se perdendo a cada estocada que encontrava seu ponto sensível – eu te amo Lily – repeti ao sentir o interior da mulher se apertar em torno de meu membro, me mexi apenas mais uma vez quando a garota prendeu as unhas a minhas costas com força se entregando a aquele orgasmo que arrebatou nossos corpos já cansados, nos desfazendo um no outro enquanto nossos olhos se prendiam em uma sintonia perfeita.

Saí de dentro dela e joguei a camisinha fora, logo depois me deitando ao lado de Lily a puxando com cuidado para meu peito.

– Vou ficar Jae, podemos tentar novamente, quem sabe... – não deixei que ela terminasse de falar a calando com um beijo longo, não era o momento para decidir qualquer coisa, estávamos quebrados demais e tentando nos reconstruir – você, a cada minuto eu sentia sua falta – ela admitiu enquanto seus dedos traçavam círculos preguiçosos em meu peito.

– Você é difícil de esquecer Lily, todos aqueles momentos que passamos ao lado um do outro, desde aquele dia que nos conhecemos em Nova York, tudo se repetia em minha mente em um frenesi – ela deixou um beijo onde antes estavam seus dedos levantando o olhar em minha direção – eu te disse aquele dia, eu nunca havia me apaixonado por ninguém, isso tornou tudo tão difícil que mesmo após semanas não consegui te deixar para trás, e eu estava decidido a me despedir hoje em ver você dançar durante toda a noite e sair sem que me visse, mas ... – respirei fundo e passei meus braços em torno de sua cintura a prendendo mais firmemente a mim – não sou capaz de te deixar, não por enquanto, mesmo tentando pensar que estava feliz com aquele cara.

– Eu não estava, era pra ser uma diversão, apenas para te tirar da cabeça Jae, mas nada parecia funcionar para mim – a olhei divertido – para nós nesse caso – ri soprado e beijei o topo de sua cabeça.

– Eu farei o meu melhor para você meu amor, tudo o que estiver ao meu alcance – os olhos da garota já se fechavam devagar enquanto o sono a tomava – durma bem – ela mexeu o corpo uma última vez se aconchegado ao meu e dormiu, sua respiração pesada batendo em minha pele, e desta vez continuei ali, deitado ao lado da mulher que amo desde muito tempo, sabendo que essa paixão duraria por muitos anos e ficando extremamente feliz por isso, e por mais que aquilo fosse irracional eu a queria ao meu lado e lutaria até o fim para conseguir dar a atenção necessária para ela, para tratá-la da melhor forma possível e ser um homem que esteja á altura daquela mulher.

Por uma última vez olhei para Lilyan deitada ao meu lado, mal acreditando na sorte que andava ao meu lado, e aos poucos fechei os olhos deixando que o sono me consumisse sabendo que no outro dia, assim que eu acordasse, ela estaria me olhando com um meio sorriso no rosto, que diria no máximo dez vezes o quanto minhas covinhas são adoráveis, eu a levaria para almoçar em uma lanchonete que vendesse quaisquer que fossem as bobeiras que ela adore comer, eu a faria feliz daqui pra frente, e a deixaria ir se assim fosse seu desejo, por mais difícil que Lily seja de esquecer.


Notas Finais


Me digam o que acharam! E realmente espero que tenham gostado!

Se tiverem um tempinho olhem minhas outras histórias, tem outras one shots bem legais ali!

Novamente obrigada @SM98 pelas capas de última hora, você me salvou pela segunda vez já nesse sentido kkkk

Bye👋😘


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