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História Too litle too late - Swanqueen - Capítulo 2


Escrita por: Kas97

Notas do Autor


Voltei! como prometi que na folga postava cá estamos nós!

Obrigada a todos que postaram no cap anterior, fiquei tao feliz por voces terem gostado♥ Espero que esse cap cumpra com as expectativas, apreciem.

Vejo voces nos comentarios. Boa leitura!

Capítulo 2 - Feriado


Feriadão gostoso! Oh, delicia. Queria mesmo uma folga extra. Acordei me sentindo leve espero que seja um ótimo dia.

Mas e agora? O que farei hoje? Talvez sair para comprar algo? Não, não quero gastar atoa. Comprar doces no mercado? Bah! To com preguiça, melhor não. Ruby deu um trato na casa ontem então posso descansar, mas não queria ficar em casa, estou com tedio, o saco. Pra que folga se não sei o que faço com ela? Será que devo jogar um pouquinho? ISSO! Vamos relaxar a mente e enquanto jogo vem novas ideias para o dia. Assim espero.

– Emma, não esquece tu tens que mandar um pix para a guria lá.

– Ah!! Verdade, vou fazer isso agora. Valeu nega.

Ela piscou para mim e voltou para a cozinha. Eu tenho tanta sorte por Ruby amar cozinhar.

– Ei! –  Ruby me chamou novamente.

Me viro dando as costas para o monitor.

– Que foi?

– Você não vai jogar agora.

– Como assim!? Claro que vou estou entediada.

– Você vai no mercado comigo, precisamos repor o estoque, queridinha.

– Ah... Me joguei no sofá. –  Ta bem, vamos.

– Quero fazer um bolo de cenoura também.

– Hum, está animada, ai sim. Eu quero comer, então, todo meu apoio para você! –  Sorri, estou contente até que fim algo diferente pra comer. Eu não gosto de cozinhar, Deus me livre.

– Você fica com a louça.

– Fechado.

Peguei a chave do carro e saímos para as compras. Deixei-a guiar e fui empurrando o carrinho.

– Ruby não faremos a compra do mês hoje! –  Ela colocou coisa de mais no carrinho já.

– Ah, Emma, se não pegarmos agora teremos que voltar novamente.

– Deixa pra outro dia, na quero passar o dia inteiro aqui...

– Ta bom, loira impaciente.

– Quero jogar hoje!

– Ta, ta... Vamos embora já peguei o necessário.

–  Mercado inteiro!

– Hunf! –  Jogou o pacote de cereal no carrinho. E fez biquinho, retribui a careta. O tedio já está me matando.

Fomos para a fila, enorme, feriado. Cá estamos nos. Estou escorada no carrinho quase morrendo de desanimo, odeio ficar assim, mas não tenho escolha, só empurrar com a barriga até melhorar.

– Está de tpm?

– Acho que sim, que dia é hoje? Ata. Não, não estou.

– Credo, quero nem ficar muito perto para não pegar. –  Começou a rir em deboche.

– Ah, fica quieta. –  Virei o rosto e vi barrinhas de chocolate. Catei e joguei umas cinco dentro do carrinho.

Mais a frente na filha uma criança fazia birra, misericórdia, ai que dor de cabeça em ver aquela cena. Eu não nasci para ser mãe, gosto de brincar com o dos outros e depois devolver, dá certo não.

Virei minha atenção para Ruby que olhava sorridente para o celular.

– Com quem está falando? –  Olhei curiosa e ela escondeu a tela de mim. – Ruby! Desde quando esconde as coisas de mim?

– Ai, foi reflexo. –  Olhei de rabo de olho. –  Conheci uma pessoa.

– No tinder? –  Desdenhei, não levo a sério o tinder, para mim é muito físico, já vou com pensamento que quem está ali só quer transar mesmo, deve ter casos fora desse contexto mas...

– É uma ruiva maravilhosa!

– Céus...– suspirei. – Lá em casa não. To cansada de ver suas peguetes.

– Ai, toxica! Tudo bem, eu sinto que essa é diferente, quando tiver certeza apresento vocês.

Perdoe minha descrença, mas até hoje não vi Ruby tendo um caso sério. Mas quem sou eu para julgar, estou na mesma, cansei, já vai fazer uns dois anos de solteira, cansei dessas ficadas e namoros vazios. Só uma pessoa conseguiu me tirar totalmente de órbita, nunca consegui sentir o mesmo por outra pessoa, apesar da desilusão ainda tento guardar o sabor da paixão, para saber quando ela chegar novamente e observar se é a pessoa certa.

– Finalmente! –  Achei que iriamos ficar o dia todo aqui. –  Sorri animada ao chegar nossa vez no caixa.

Chegamos em casa e Ruby já foi organizando as coisas e indo preparar o bolo, me sentei na cadeira e liguei o computador, hora de distrair um pouco. Loguei no discord conversei com alguns amigos para ver se iam jogar também.

– Fala, noobs.

– E ai, Blonde2k! –  Me chamaram pelo meu nick, a maioria mora tudo longe, e os nomes que damos ao personagem é como se fosse nossa segunda identidade. –  Achei um novo cara para nosso time. Fica tímido não, Henry, a Blonde é da ora e joga muito, cola nela.

– E ai! –  Uma voz nova. Parece uma criança.

– Salve, Henry, qual tua idade, parceiro?

– Doze.

– Ai sim, novinho, vai ter muito tempo pra jogar! –  Rimos.

– E você? –  Ele perguntou

– Segredo, bora para a partida, galera! Quero mitar hoje.

– Que frase cringe, Blonde. – LeoOzaum.

– A merda com esse trem de cringe, essa bosta foi inventada esse mês só pode, nunca tinha ouvido falar.

Entramos na partida e a diversão começou, peguei o caminho pela esquerda, amo jogos de tiro.

– Ai, Henry, vem comigo. Você ta com a C4.

– Beleza. Sou novo aqui, só me falar que te obedeço.

– Bom, menino!

– Ai, Blonde, vou ficar de camper perto da ponte. – LeoOzaum.

– Fecho.

Vou andando com cautela e olhando para todos os lados.

– Esquerda, Atira, henry, atira! – Me assustei. Henry conseguiu dar um head shot.

– Se é louco, boa Henry! – comecei a rir, foi top.

– Valeu!

– Joga bem, Henry. Continue assim e na guerra de clãs tu entra pro time.

– Eu posso?

– Caro!

– Henry, com quem você está jogando? – Uma voz sexy saiu pelo áudio do garoto. Que delícia.

– Opa, que voz em! É quem aí Henry? – LeoOzaum, não poupou o comentário, agradeço, também quero saber.

– É minha mãe. Pera aí gente. Mãe são algumas pessoas que conheci agora, estamos jogando juntos uma partida, são muito legais! Fala oi para eles.

– Depois, vou terminar de preparar o nosso lanche da tarde.

Mamamia, que voz deliciosa, calorosa, cheia de amor e proteção.

– Me adota! – Fiz biquinho eu também queria aquela atenção.

– Ruby, você também está preparando nosso lanche da tarde? – falei carente.

– Ta louca Emma? Mas sim, o bolo já está quase pronto.

– Weeeee. – Comemorei eo pessoal da Call começou a rir.

– Blonde2k ficou carente agora, olha aí, Henry! Deixou todos nós com inveja.

Ele começou a rir, e eu ri junto, que voz gostosa.

– Mamãe, estão todos com inveja de mim aqui porque tenho a melhor mãe do mundo.

– Henry! A sua direita. Acertei. Ufa.

Continuamos a jogar os minutos foram passando e eu nem vendo. Henry saiu para comer, ficou apenas eu o LeoOzaum até que o pequeno voltou.

– Voltei gente.

– Welcome de volta. – Falei animada.

– O, Henry, fala para nós, sua mãe é solteira? – LeoOzaum.

– O Leo, segura o fogo, que isso, rapaz!

– Ah, Blonde, foi paixão à primeira voz.

– Não é assim que se fala com o garoto. – Por mais que eu queria fazer a mesma pergunta, não queria deixar o henry entrar de cabeça nesse mundo virtual, aqui as coisas acontecem muito rápido e o LeoOzaum é safado.

– Se preocupa não, Blonde, de boa, já me fizeram essa pergunta antes. Infelizmente meu pai faleceu a muito tempo, eu nunca o conheci, desde então não vi minha mãe com mais ninguém.

– Ah, que pena garoto, sinto muito.

– Caraca, Blonde! Como tu fez isso! – Henry gritou empolgado.

Comecei a rir, sou bruta mesmo. Consegui fazer um pentakill.

– Ela é viciada, Henry. – LeoOzaum.

– Me ensina, Blonde, me ensina!

– Te ensinar o que, Henry? Está nesse jogo ainda? – A voz voltou. Fiquei em silencio prestando atenção.

– Mãe, a Blonde matou quase todo mundo sozinha!

– Henry eu já falei que não gosto de você jogando esse tipo de jogo! – falou rígida. Deu para notar o tom de voz, não está nada feliz.

– Ei, passa seu headset para sua mãe, deixa conversar com ela, vou amenizar as coisas para você.

– Não precisa, Blonde.

– Passa, vai ser bom, vai ver.

– Mãe, uma amiga do jogo quer falar com você.

– Amiga? – Ouço chiado do head batendo em algo.

– Alo, alo? Passou, Henry? – Puxei para a sala fechada do discord, não vou deixar o LeoOzaum ouvir.

– Aqui é a mãe dele. – Tom sério e direto.

– Oi. – falei bobinha. Se controla loira. – Eu estou cuidando do seu filho, ele está no meu time e não se preocupe, se ele jogar só comigo pode ficar tranquila.

– Isso é para tranquilizar? Eu nem te conheço e qual sua idade?

– Jogos on-line são assim, você se encontra com todos os tipos de pessoa, e eu sou o tipo responsável que procura criar um ambiente limpo para ter cem por cento de diversão.

– Não me respondeu sobre a idade.

– Por que isso importa tanto?

– Porque você tem voz de adulta e não vejo positividade em adultos jogarem é uma perca de tempo descabida, você podia está evoluindo alguma habilidade.

– Para jogar não tem idade, é um hobbie, que mantenho com prazer, minhas habilidades serão evoluídas de acordo com meu animo. Só queria te tranquilizar que seu filho está seguro no nosso grupo. – Ferrou é agora que Henry será proibido de jogar comigo.

– Não sei se ajudou. Mas irei deixa-lo por mais algum tempo, depois irá estudar.

– Credo, hoje é feriado!

– Que exemplo de comportamento! – Ela rebateu. Amei implicar com ela.

– Qual seu nome, por favor? – Não custa tentar.

– Regina.

–Ai... – Tantos nomes, logo esse.

– Ai, o que?

– Nada. Nada, um mosquito me picou. – Disfarcei. – É que sua voz é bonita de mais para um nome assim.

– Não gostou do meu nome?

– Isso tem solução no cartório.

– Ousada! – Ela riu. Que bom, aliviada, achei que tinha piorado as coisas pro pequeno.

– Até outro dia, qual seu nome mesmo? Ah lembrei, Blonde.

– Até... – Fica fala mais comigo. Passa o zap zap, em pensamento eu peço. Comecei a rir.

Subi o Henry novamente para a sala do discord junto com LeoOzaum e jogamos mais um pouco até que sai para comer e ver um filme com Ruby.

Já é quase meia noite, Ruby ficou no celular a maior parte do filme e agora despencou no sofá. Ainda bem que parece uma cama. Vou jogar um coberto nela, não vai passar mal dormir aí, é confortável. Ela é pesada eu que não vou ferrar minhas costas levando-a. arrumei o travesseiro dela e a posição do corpo.

– Agora sim, durma bem, bebê. – Acariciei de leve seu cabelo e sai para minha cama.

Dormir que amanhã tem trampo e vou encarar a cobra. Nossa! Nem conversei com Ruby sobre ela, me esqueci totalmente. Olha que ótimo, nem liguei para ela, superei totalmente, vamos ver o que ela irá aprontar comigo agora, estou blindada. Começo a rir imaginando a musica que guardei para tocar nesse momento. Começo a cantarolar enquanto puxo o cobertor.

“You take my hand and you say you've changed”

Você pega a minha mão e diz que mudou

“But, boy, you know your begging don't fool me”

Mas, garoto, você sabe que implorar não me engana

“Because to you it's just a game”

Porque para você é só um jogo

“You know it's just too little too late”

Você sabe que é um pouco tarde demais

Acordei bem disposta fiz tudo que tinha que fazer, parece que pisquei e já estou na frente do elevador.

– Bom dia, Emma.

– Bela, muito bom dia. – Sorri, essa mulher é linda. Trabalho com tantas moças belas, estou me derretendo por dentro, o céu na terra é possível.

– Não conversamos muito no primeiro dia.

– Foi muito corrido, cheguei em casa e já fui para a cama.

– Não duvido. – Ela abre um lindo sorriso, estou encantada.

Antes do elevador de fechar uma imagem cruza a porta do prédio, está com óculos escuros e um vestido até o joelho na cor cinza, justo e elegante.

– Segura o Ele-

Não ouvi o resto, por que estava sorrindo enquanto apenas eu assistia o show de deixa-la para traz.

– Ouvi uma voz, parecia familiar, era Regina?

– Ah, não, acho que foi algum eco, ou trauma, trabalha muito tempo com ela?

– Trauma? – Ela começou a rir. – Já vai fazer uns três anos, eu acho.

A porta se abriu, segui para a cafeteira. O café é muito bom, tenho que admitir.

– Bom dia, Bela. Não ouviu minha voz quando pedi para segurar o elevador?

– Não te ouvi, desculpe.

– Tudo bem. Que correria logo cedo, o carro não queria pegar e tive que deixar meu filho na escola.

Degustava meu café enquanto ouvia a conversa que acontecia atras de mim.

– Bom dia, Emma. – Falou direta.

– Muito bom dia. – Respondi animada.

– Por que não segurou o elevador para mim.

– Não deu tempo ele fechou tão rápido, pensou se pegasse minha mão? Segurança no trabalho.

– Que exemplo, não?

Bebi mais um pouco do café enquanto ela me encarava com um semblante incrédulo.

Passou por mim e foi para sua sala.

– Teremos um longo dia hoje, vou levar o café para ela, não a quero ver irritada logo cedo.

– Vai lá, Bela, vou ver o que tem para mim, até depois.

Sentei na minha mesa e fui conferir a agenda, organizar alguns documentos, por em ordens os fatos que estou trabalhando até o final do dia tenho que ter tudo isso pronto, amanha farei uma entrevista e preciso ter tudo em mente.

Sons de impressora, mensagens, e-mails. O dia se resumiu a isso, não tive muito contato com o pessoal hoje, e Regina mal saiu do escritório.

– Boa tarde, Emma. – Uma voz sedutora soou atras de mim, me arrepiei toda, senhor.

– Melhor agora. – Sorri maliciosamente. – Fiona.

– Ótimo, cruzei a cidade para vim te visitar, achei uma falta de ética mudarem você para tão longe de mim.

– Concordo totalmente. Seria ótimo se colocassem você para chefiar esse lugar.

– Aqui já tem uma rainha, não ousaria pegar o lugar dela.

– Ah, não diga que...

– Não vim falar de trabalho, e aí, vamos dar uma voltinha hoje?

– Como eu poderia negar? – Sorri, essa mulher é de tirar o folego, amo flertar com ela, porém só fica no flerte, ela não deseja nada mais serio é nossa brincadeira particular.

– Te espero quando seu turno acabar. – Nos despedimos com um beijo no rosto.

Me sentei novamente e reparei em um olhar fixado em mim. E logo uma presença se achegando a minha mesa. Onde deixei o sal? Preciso fazer um circulo em volta de mim.

– Olá, reparei que Fiona estava aqui... Achei que você não saísse com mulheres mais velhas. – Falou me fitando com um olhar ameaçador.

– Ah, eu disse isso? Céus, eu quis dizer com você, essa regra só vale a você.  – Sorri.

– Emma, Emma. Eu sou bem determinada. Não entendo por que não quer sair comigo. – Cruzou os braços com um olhar duvidoso.

– Regina, vou dizer uma só vez. – Falei seria me levantando. – Não quero jogar com você, se acha que isso é algum tipo de desafio, esquece porque não é. Não sou toxica e vou ser direta não gosto de você. Talvez tenha se esquecido, mas não tenho boas lembranças, você quebrou meu coração quando eu tinha apenas dezessete anos. Podia ter respondido um simples ‘’ não ‘’, mas não, tinha que me humilhar para satisfazer seu ego.

– Emma, eu não. – A cortei não, ela não irá falar hoje.

– Nada, acabo aqui esse assunto, não te conheço, não sei quais são suas intenções, mas não gosto dessas brincadeiras, e se você realmente estiver interessada em mim, esquece.

Ai que alivio, finalmente, um peso saiu de mim, meu corpo parece flutuar, o que não soube falar naquele tempo, despejei agora, estou tão bem. Regina me olhava sem piscar.

Já estava no final do expediente, peguei minhas coisas e sai o mais rápido possível, ela ficou parada apenas me encarando. Dei as costas e fui para meu encontro, vou relaxar um pouco conversando com Fiona.

Ela já estava me esperando no carro encostada na porta.

– Fiona! – Dei um leve selinho de cumprimento.

– Vamos lá, quero te levar para relaxar.

– Ah, estou precisando mesmo, acabei de bater de frente com Regina.

– Sério? Eu notei no seu tom hoje mais cedo, você não parece se dar bem com ela.

– Longa história.

– Venha me conte quando chegarmos lá.

Entrei no veiculo e ela dirigiu saindo do centro entrando em uma zona rural, cheia de plantações e vistas incríveis. Nunca tinha andado por aquelas bandas.

– Está me sequestrando para onde? Vai me assassinar a mandado da chefe?

Ela riu.

– Comprei uma casa no campo e você será a primeira a conhecer.

– Que Honra!

Fiona parou o carro e vi que era para a abrir a porteira, me ofereci. Ela me entregou a chave e abri. Voltei para o carro e apreciei o caminho, era uma mansão, muito linda.

– Você quer ficar reclusa mesmo, hein? Aqui pega internet?

– Claro que pega, não estamos longe da cidade, nem coisa do tipo, eu preciso relaxar, cuidar das minhas plantas. Ter um lugar para trazer minha amante.

– Ui, vou fingir que acredito. – Comecei a rir, ela adora brincar com isso.

– Vou fazer um suco para nós, pega o bolo que deixei no carro por favor.

– Claro!

Ela preparou a mesa e nos sentamos para comer.

– Em fim a sós. Vamos conversar Emma, nunca te vi virada com ninguém, o que Regina te fez?

– Você a conhece? Antes de falar mal de alguém preciso saber se tu não és parente. – Já passei muita vergonha nesse quesito, certa vez fui reclamar do serviço de uma pessoa e a infeliz era cunhada da outra, o saco, nunca falo mal e quando falo é essa cagada.

– Trabalhei muito tempo com ela, antes de você chegar até nós.

– Bom, nesse caso, confio em você e sei que será reservada.

– Você não muda, Emma. – Ela riu.

 Comecei a contar toda a história desde o início até agora e ela prestava atenção em cada detalhe.

– Essa mulher me fez fazer terapia! – comecei a rir em determinado momento.

– Ela consegue mesmo pirar as pessoas. – Fiona não se segurou. – Eu a conheço, talvez você a pegou só de um ângulo, Emma.

– Ah, não tente defende-la, ela errou, Fiona.

– Não fique brava, deixa eu me esclarecer, não vou defender ninguém.

Cruzei meus braços e baixei o orgulho para deixa-la falar.

– A regina que conheci é bem humorada, direto ao ponto quando quer algo, sincera, amiga e leal, uma mãe incrível, você devia conhecer o filho dela algum dia é um amor. Nunca a vi recusar ninguém desse modo, e ainda mais eu te conhecendo também, uma garota inocente, amável, algo está errado nessa história.

– Algo, como? – Fiquei confusa, como? Como assim algo errado.

– Temos que descobrir.

– Não sei se quero descobrir, e se os sentimentos de antes voltarem e me assombrarem, eu não quero sentir aquela agonia de novo!


Notas Finais


Opa, opa, se eu nao for sair amanha, talvez chegue outro cap, será uma fic curta como eu disse, mas posso por mais algumas coisinhas se assim voces desejarem♥ me digam o que acharam, estou ansiosa para saber!


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