História Top A.K.A ( Vkook ) - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Kim Taehyung (V), Personagens Originais
Visualizações 29
Palavras 707
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá pessoas, e seres marinhooos!

Vorteeei ♥♥♥

E desta vez, teremos mais um capitulo malavilindo de Top A.K.A
Espero que gostem :3

Este capitulo será curtinho, porque eu não quero enrolar com os eventos que irão ocorrer aqui.

Espero que tenham uma boa leitura ♥

Ps: o início do capitulo se passa na visão do jungkook, todavia. O final se passa na visão do Taehyung. Vale ressaltar que o capitulo não haverá meio. Será apenas inicio e final. Porque, sim!
Contudo, quero alertar que tem apenas um único gênero neste capitulo. Que é a " adaptação " do Taetae.
Este capitulo tá muito pesado.


2bjsss

Capítulo 4 - 1x3 - Afraid


— Bom Dia, preguiçoso. —  Envolvir meus braços nos pés do Taehyung, fazendo carícias no mesmo. Até que ele chutou-me. — Agressividade, também não faço mais carinho! — Fiz uma cara emburrada e voltei até a cozinha. 

— Eu não te dei intimidade! — Vociferou, enraivecido. Minha presença parecia incomodar-lo de certa forma. — Por quanto tempo eu dormi? —  Questionou parecendo ser apenas para si mesmo, devido ao volume do seu tom de voz. Todavia, o silêncio na sala fizera eu escutar aquela voz. 

— Você dormiu por muito tempo. Pensei que tinha morrido, já são 14:00 da tarde, lhe cansamos muito? — Tentei aproximar-me para provocar-lo. Porém, recebi um tapa em minha mão. 

— Não se aproxima

— Calma, leãozinho. Não irei machucar-lhe, olha. — Apontei para o céu calmo de Seoul. 

— Eu quero ser livre, deixe-me sair. — Lágrimas desceram perante os olhos dele. Por curto tempo, até sentir pena do mesmo, porém não muita. 

— Você era livre, momentos há atrás. — Afirmei, sorrindo maléficamente pro mesmo. 

— Por favor, deixe-me ser livre!

— Shirley! — Gritei, escutando os passos apressados da moça jovem de cabelos morenos que estava trabalhando como minha serviçal. 

— Pois não, senhor? 

— Discorra à esta criança estúpida o que você e o mesmo, deverão comprar. — Entreguei a ela uma folha de papel e uma quantia razoável de dinheiro. 

— Sim senhor.

— Voltem antes do anoitecer, não quero que ele fique doente. — Olhei para ele e sorrir bobo ao mesmo, mantendo a minha autoridade com o olhar. 


Eu me sentia preso a ele, eu queria correr. Mas meu medo acorrentava-me ao chão. Eu tentava gritar, mas meu pânico me impedia de cantar o meu desespero. Eu queria mutilar-me, despedaçar-me com uma lâmina, na frente dele. Enquanto o meu sangue escorria e molhava-o. 

— Sei o que está há passar. Confie em mim, quero ser a sua amiga! — Ela sorriu para mim, apertando minha mão delicadamente. 

— Quantos anos a senhorita tem? — Questionei a mesma, observando a tal caminhando pela loja. 

— Tenho 16, porque questiona? — Ela respondeu-me, em um tom brincalhão seguindo com uma dúvida. 

—  Moças bonitas devem sempre ser questionadas se quiserem! 

— Se ele souber, estaremos ferrados! — Engolir em seco, enquanto a assistia analisando as vestimentas. 

Após o término das compras, enquanto saiamos da loja, eu simplesmente joguei as coisas no chão e comecei a correr. 

Sentia meu pulmão esquentando e mesmo assim, não iria parar. Conseguir sair do shopping e alcancei uma distância consideravelmente de todos. 

— Para conseguir escapar, você vai precisar de mais. — Cair no chão, de frente ao carro estacionado com ele parado na garupa. No banco do passageiro, Shirley estava amordaçada, enquanto lágrimas pintavam suas bochechas. 

— Piedade! — Pedir. Porém ele não me ouviu, sacou uma arma e me dirigiu ordens.

— Você mesmo, vai cavar um túmulo da sua melhor amiga. E para eu não lhe matar, irei fazer isto com ela. Para você nunca mais me desobedecer! — Ouvindo aquelas palavras, chocado fiquei. Pois, tamanha era a crueldade dele. — Eu peguei até leve, porque eu iria obrigar você a estuprar-lá e depois, matar a própria. — Ele falando aquilo, fez o meu corpo arrepiar-se por completo. Como eu pude julgar-me amado por alguém como ele? 

Minutos após eu ter aberto a cova da garota de cabelos encantadores. Eu observei ele a pegar e colocar de frente a cova. 

Meu corpo tremia com aquela tensão, eu queria ajudar-lá. Pular em cima dele e tentar domar-lo. Todavia, eu sabia que um deslize a próxima cova seria a minha. 

Ele aponta a arma em direção a cabeça da mesma, e logo vejo ele apertar o gatilho. Contudo, a bala não saiu. Sendo assim, observei ele jogar a arma longe e pegar-me pelo pescoço. 

— Eu sou insano, e se eu quiser mato você! — Engolir em seco. — Mas não o matarei, porque amo-lhe. Você me desobedeceu, mas eu não sou malvado ao ponto de matar alguém! — Observei ele removendo a venda e a mordaça dela. Meu coração transparecia alegria e alívio. 

Ele deixou-me assustado. Mas como foi para me ensinar uma lição, acabei rendendo-me mais ainda  ao seu  tentador pedido de perdão. 





Notas Finais


Eu trollei geral, bem legal ksksksksksksksksksskskskksksks

A shirley ficou viva
E o taetae ta no relacionamento abusivo ;-;
Espero que tenham gostado :3
Me desculpem a demora <333


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