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História Torneio Galáctico - Capítulo 10


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Notas do Autor


Finalmente o décimo capitulo, quanta coisa já em? Me sinto satisfatório rs, mas nesse cap começamos um novo arco, que antes disse que poderia durar 5 caps mas agora eu acho que pode ser mais, mas ao longo que a historia for sendo destrinchada eu lhes aviso, antes do fim!
Se a história fosse um anime, nesse episódio teríamos uma nova abertura que mostraria os novos oponentes e personagens, com um solo de guitarra acompanhando kkkk.
E também queria deixar um outro aviso, alguns dos novos personagens apresentados nesse capitulo são uma homenagem aos meus amigos, tanto que eles tem até os nomes iguais, e os jeitos também parecidos, espero que gostem deles a partir dos próximos capítulos!!

Capítulo 10 - Problemas...


Fanfic / Fanfiction Torneio Galáctico - Capítulo 10 - Problemas...

Adrian e Gwen sobrevoam o extenso Continente do Norte, sendo considerado um dos maiores de todo o mundo. Mãe e filho finalmente se aproximavam de seu maior objetivo, depois de dois dias de voo, a terceira ponta do Nunchaku de Três Pontas estava perto, e poderia estar localizado debaixo da terra de uma gigantesca floresta de pinheiros.

- É-É A-ALI? É ALI GWEN? - Pergunta Adrian totalmente ansioso, cutucando Gwen e apontando para o ponto em que se referia, para a floresta que começavam a se adentrar.

- Pelo visto é... Por favor... - Cobiça a loira já cansada de tanto pilotar e ter de ficar atenta aos céus.

- Finalmente! .... Consegui finalmente papai... consegui achar a terceira ponta... - Refletia o menino contente de sua determinação, achando que seu pai, aonde estiver, estaria orgulhoso, sorrindo para o mesmo.

Mesmo estando felizardo de sua conquista, Adrian ainda se intrigava com algo... Referente a Gwen...

- ... Gwen...

- O que foi querido?

- Depois que a gente conseguir a terceira ponta, o que vai acontecer? - Indaga a criança como se estivesse sem um rumo após tanta jornada e perigos.

- Oras o que "vai acontecer", a gente vai morar na minha casa, junto com meu marido, e aí poderemos viver como uma família feliz, e claro, vamos esperar até o Torneio começar. - Planeja a moça animada com as coisas que estariam por vir, com ela tendo adotado a criança suas expectativas haviam aumentado muito, empolgada para brincar, rir e se divertir com seu mais novo filho...

- Mas você não disse que sem o meu Nunchaku o Torneio Galáctico não começaria? - Relembra ele, um pouco preocupado de tomarem o que pertencia ao seu pai, querendo proteger sua arma...

Gwen volta para o momento, respirando fundo antes de qualquer resposta.

- Não se preocupa tá? Qualquer coisa eles usam o Nunchaku pra trazer todos os planetas participantes e quando o torneio acabar os levar de volta, e aí eu peço para que te devolvam. Sei como isso é especial pra você, e por isso não posso deixar ele com estranhos... -

- Você é a melhor mãe do mundo!! - Elogia a criança abraçando a loira forte, a dando o conforto que precisava após passar horas sem dormir apenas para não ter de parar em um lugar para descansar e atrasar a viagem.

- Ownn! .... - Ela fica vermelha de tão emocionada, achando não merecer tal elogio.

- O seu marido é legal? ... - Interroga o menino fazendo suas avaliações próprias do homem, com medo dele ser alguém muito bravo e rigoroso, e o bater se fizer algo de errado.

- Claro que é! ... Ele te compra chocolates se você for um bom menino hehe!

- Cho-cho-chocolates? ISSO! IUUPIII! AMO CHOCOLATES! MINHA COMIDA FAVORITA EM TODOS OS MUNDOS!! - Vangloria-se Adrian, esbaldando um sorriso enorme que cobria sua boca inteira. A criança era viciada em chocolates, como qualquer uma sem algum problema que a impedisse de comer tal alimento, mas seu amor por eles vinham realmente do coração, e se lhe fossem dados só chocolates para comer a vida toda, ele não negaria nenhum pouco...

- Não vai achando que vai comer chocolate toda hora mocinho, faz mal! Umas verdurinhas ou outra são uma delícia de vez em quando... - Retruca ela não querendo que seu filho tivesse diabetes ou uma simples e poderosa diarreia, querendo mostrar que comer comidas saudáveis as vezes faz muito bem ao corpo e a mente.

- Ah verduras? Eu até como, mas odeio beterraba e abobrinha ECA! - Reclama ele enjoada só de se lembrar da aparência dos alimentos, os odiando de paixão, enquanto Gwen ri, impressionada como rumo que a conversa havia tomado.

- Tá, não gosto muito de abobrinha também, mas ela empanada fica muitoooo boa... - Compartilha a dona, ficando com fome só de se lembrar das comidas especiais que seu marido preparava para ela nos fins de semana, já sentindo saudades da mesma.

- Sério? Meu pai que cozinhava lá em casa, espero que seu marido também saiba! - Deseja ele se deliciando com possíveis comidas que poderia se deliciar, sendo interrompido nos pensamentos gulosos por uma vibração no celular de Gwen que ele tinha na mão... - .... Falando nele..., seu marido te mandou mensagem... - Avisa o menino após olhar a notificação na tela principal do aparelho.

- Me dá aqui... - Pede a loira curiosa com o motivo da mensagem aparente.

Gwen pega seu celular, e abre num aplicativo de conversas, e se depara com a mensagem de seu marido, que a assusta...

- O que foi Gwen? - Diz ele inquieto com o estranhamento de Gwen, que lia com cuidado todas as letras tentando ainda prestar atenção no voo...

A mensagem de Eduardo dizia: Pelo visto, os alienígenas chegaram mais cedo...

Gwen, consciente da conversa que teve com seu marido por ligação dias a trás, se lembra que o mesmo lhe havia dito que em muito breve, em três dias para ser exato, os alienígenas chegariam na Terra para procurar a terceira ponta do Nunchaku de Três Pontas, pois já sabiam de sua localização, o que a preocupou de início e a fez acelerar seu trajeto, mas ao ser avisada de que eles estavam adiantados na sua vinda, a mulher se desespera...

Em silêncio, ela responde questionando as informações de Eduardo, conversando apenas consigo mesma em sua mente, indagada.

Rapidamente, seu marido que estava ativo responde, dizendo que a nave em que viajavam eram tão rápida que eles acabaram errando nos cálculos, enfurecendo a loira que começava a perder a paciência e a direção do avião...

Adrian encarava ela é tentava olhar o celular da moça, observando de trás do assento que ela estava sentada. Gwen, antes de enviar outra mensagem ela é interrompida por seu marido que lhe dizia: E o pior de tudo... Quem veio para fazer as buscas foi ele...

Gwen fica pálida, sem ter reação nenhum, como se seu corpo não tivesse nem mais vida, apenas parada com os olhos arregalados olhando para a foto de um alienígena azul cobrindo boa parte de sua fase com um manto negro, que esse também era conhecido por ser... o assassino de seu filho...

A loira não tem palavras, e acaba largando o volante do avião, o deixando cair, descendo cada vez mais, com Adrian gritando desesperado com a mudança de gravidade repentina...

- GWEEEEENNNNN!!! - Clama o menino pela garota que não escuta a nada, totalmente perplexa sem conseguir se mexer de medo.

Antes de se chocarem com o solo, Adrian segura Gwen no seu assento pelo seu rosto, para que a mesma não batesse com tudo no vidro e rasgasse sua pele, mas...

O avião cai... Batendo com tudo em vários pinheiros, destruindo suas assas e as jogando a metros de distância, enquanto o veículo deslizava na terra. O tombo fez ambos desacordarem, arremessando Adrian a quilômetros, até que não pudesse mais ver a aeronave em seu campo de visão, se distanciando cada vez mais de Gwen que continuava dentro dos destroços...

Desacordado em meio a floresta, com a cabeça sobre uma árvore, a criança se encontrava, sangrando na testa e cheio de terra e sujeira nas mãos e no corpo todo... Tudo rodava, e ele não ouvia a nada. Sua visão estava embasada e embaralhada, e por isso ele não percebe que quatro seres que tinham sua mesma altura, chegavam perto de si, o pegando e o levando para algum local...

Do outro lado do acidente..

Uma figura muito conhecida conversava com um homem alto e encapuzado, em uma sala chique acima de uma colina, que tinha visão de um terço dos pinheiros, que estavam sendo derrubados por uma equipe de lenhadores ... A figura era Dognet, que sentado em sua enorme poltrona confortável discutia sobre negócios...

- Como vão indo as buscas? - Pergunta o encapuzada que mexia em algumas coisas sobre a mesa de Dognet, por estar impaciente.

- Vão indo bem... Nesses dois dias já conseguimos limpar boa parte da floresta e algumas cidades amadoras. - Relate Dognet o progresso de seus trabalhadores, encarando com luxúria o ser em sua frente, que esse que, ao fuçar muito em um estojo em cima da bancada, deixa sua pele a mostra... revelando o ter uma pele azul..

- Ok, mas nada de encontrarem a terceira ponta ainda? - Interroga o ser de pele azul, conhecido também por ser um guerreiro de extrema habilidade na galáxia inteira, um dos organizadores do Torneio Galáctico, e também... o assassino do filho de Gwen e Eduardo... estando mais do que afobado...

- Não caramba, ainda não! Só agora que limpamos boa parte, é que começamos a escavar. - Responde o cachorro com a cabeça semelhante a marte, de forma ignorante, não aguentando mais a impaciência de seu cliente.

O alienígena olhava com os braços cruzados para aquelas árvores sendo cortadas, e os homens de Dognet contribuindo com aquilo, mostrando serem leais a um cachorro...

- Você tem certeza de que isso que está fazendo não é um crime? Porque se for, não posso te dar as relíquias que te prometi... apenas sua liberdade da prisão... - Alerta o alien tentando ser justo em sua parte do acordo que fez com o canino, referente a terceira ponta do Nunchaku.

- N-não, claro que não é um crime! No contrato, diz respeito que minha empresa tem todo o direito sobre esse território... - Se explica o cão com um nó na garganta, enquanto fala de sua funcional empresa.

- Ótimo, menos dor de cabeça... Mas para que precisa de tantas relíquias sendo que nem irá vendê-las? - Se intromete o alienígena em assuntos pessoais, mostrando estar deveras curioso com os afazeres do cachorro em sua frente, mesmo não sendo de sua conta...

- Eu simplesmente coleciono... Não tem uma explicação certa... - Diz Dognet se sentindo debochado.

- Ok... Apenas encontre o Nunchaku o mais rápido possível, e eu cumprirei minha parte do nosso acordo... - Se despede o azul enquanto sai até a porta, deixando Dognet a sós.

- Ok... Hahaha... - Vangloria-se Dognet, enquanto ri da quantidade de prêmios que ganharia se cumprisse sua parte daquele misterioso acordo...

Os homens de Dognet continuam seu árduo trabalho, expulsando famílias de suas casas e cidades natais, e destruindo a bela vegetação da natureza, apenas para continuarem com suas buscas pela terceira ponta do Nunchaku de Três Pontas, tudo a mando de seu chefe que controlava aquela imensa base em cima da colina, que era sua empresa... 

Em uma cabana abandonada escondida dentro da floresta... Quatro meninos cuidavam dos ferimentos de Adrian que se encontrava sobre uma cama, antes que o garoto pudesse acordar...

- .... AH.. ONDE EU TÔ? CADÊ A GWEN? GWEN? CADÊ?! - Acorda o menino em estado de pânico, com todas as imagens do acidente sendo repassadas rapidamente em sua cabeça.

Os quatro meninos então surgem de uma sala, e vão ver Adrian após os gritos que o mesmo deu. Um deles usavam óculos, e tinha o cabelo curto. Outro já usava um boné da cor azul, e era o mais alto entre todos, sendo isso que lhe destacava. O terceiro deles tinha um cabelo que cobria parcialmente sua testa e chegava até sua nuca, e era o único que vestia uma jaqueta. E o quarto, tinha parcialmente seu cabelo raspado, com uma pele bronzeada.

- Aí fica calmo! Tá tudo bem... - Acalma o de jaqueta, enquanto os outros três o acompanham até o quarto onde Adrian estava. Todos pareciam ter a mesma idade que o menino de cachos, aparentando serem crianças perdidas...

- Q-quem são vocês? ... - Questiona Adrian assustado, enquanto tira um cobertor um pouco empoeirado de cima de seu corpo, por ter alergia.

- Sou o Gustavo. - Começa o de jaqueta a roda de apresentações.

- Sou o Kaike. - Segue o de óculos.

- Pedro... - Continua o de boné.

- Thomas. - E finaliza o bronzeado, em um tom tímido, mostrando ser um dos mais reservados naquele grupinho.

Adrian olha para todos, e percebe que também são crianças assim como ele, tendo vergonha ao se dirigir a elas por quase nunca ter conversado com outras que tinham sua mesma idade.

- O-o que eu tô fazendo aqui? ... O que é isso na minha cabeça? ... - Vai se lembrando Adrian vagamente dos fatos que o levaram até ali, com a cabeça e a testa doloridas, onde encontra um curativo feito com pedaços de tecidos, colocados pelas quatro crianças...

- A gente seguiu o avião que estava caindo e achamos você, jogado no meio do mato todo ferido, te levamos para nosso esconderijo para te tratar... - Se explica o Gustavo, sendo um dos mais falantes e simpáticos do grupo, tentando deixar Adrian o mais calmo possível.

- S-sério? Ah... Tô me lembrando... AH! VOCÊS VIRAM UM GAROTA LOIRA JOGADA NO CHÃO TAMBÉM? - Brada Adrian apavorado mais uma vez com as imagens em sua cabeça, se lembrando do acidente, da queda e da dor em detalhes, pulsando seu ferimento após o grito.

- Não, só tinha você lá mano... E você ainda tava muito longe da onde o avião caiu... - Responde Kaike na frente de Gustavo, assustando o menino.

- Ah não... - Se lamenta o cacheado em mágoas, imaginando o pior que poderia ter acontecido com Gwen, rezando para que ela estivesse bem.

- Mas de onde foi que você veio? Qual seu nome? E porque o avião caiu? SERÁ QUE VOCÊ NÃO É ALIADO DE DOGNET? - Interroga Pedro achando toda aquela situação muito estranha e complicada, relacionando Adrian a Dognet, não confiando na criança.

- Ei Pedro! Se acalma aí! - Diz o relaxado que é Kaike, contendo a raiva de Pedro que rapidamente cruza seus braços esperando para que respondessem suas perguntas intrigantes...

- Adrian... Mas você tá falando do Dognet? O cabeça de planeta? - Reconhece Adrian se apresentando e se lembrando do cachorro com um dos maiores ódios possíveis.

- Sim, ele mesmo. Você o conhece? ... - Estranha Gustavo começando a acreditar na desconfiança de Pedro.

- Sim, ele quase matou a Gwen! - Conta Adrian cerrando seus punhos.

- Quem é Gwen? - Indaga Gustavo já não entendendo do porquê o menino citar tantas vezes o nome daquela garota.

- Minha mãe! ... - Cita a criança com saudades na fala, impressionando todos os quatro garotos, que fazem uma cara de espanto, como se eles se identificassem com o menino sobre a cama.

- ... Pois então, todos nós estamos com problemas com nossas mães... - Compartilha Gustavo aborrecido com a situação, enquanto encara seus amigos que o acompanham com sua tristeza.

Adrian os vê todos para baixo de repente, e se encontra confuso com ambiente que estava abrigado.

- O que foi? .... O que aconteceu? - Demanda o mais confuso entre todos eles, olhando para os quatro.

- É o Dognet. Ele do nada começou a nos expulsar da cidade em que morávamos, e as destruiu para começar um novo projeto. - Expõe Gustavo suas histórias, em um senso vingativo e nada satisfeito.

- É agora nós temos que achar um novo lar para morar... Mas não conseguimos, e mal temos dinheiro para isso. O único lugar que não foi destruído pelo Dognet por enquanto, foi essa cabana aqui, onde nossas famílias dormem até conseguirmos elaborar um plano... - Prossegue Pedro chateado, enquanto se lembra da tragédia que viveu

Adrian então, logo se levanta da cama onde estava para demonstrar respeito aos parentes dos meninos, a arrumando após ficar de pé.

- Onde estão seus pais agora? Com Dognet? - Interpela o tímido Adrian, com medo de interagir muito e receber uma farpa dos garotos, que apenas observavam o seu jeito inocente e bobo ao arrumar a cama de seus pais, um pouco bobos.

- Não... Eles só estão pegando comida pra gente e tentando procurar ajuda... E isso já faz horas... - Participa Thomas pela primeira vez, preocupado com o seus pais, mas tendo se identificando com o jeito quieto e inseguro de Adrian, querendo conversar mais.

Adrian sente o peso que os meninos carregavam, mas ele também conhecia a maldade de Dognet, e pensava que o mesmo havia sequestrado Gwen, ou até feito pior, querendo o encontrar a todo custo para salvar sua amiga das patas caninas dele.

- Pois eu vou atrás da Gwen... !! - Exclama Adrian já decidido de suas escolhas, enchendo o seu peito de ar e bravura, e batendo no mesmo.

Todos os outros quatro olham estranho para a outra criança, relutantes com sua enorme determinação e fome por sair daquele local e se mexer um pouco, o que particularmente chama bastante a atenção de Pedro que começava a olhar para o menino com outros olhos... dessa vez, menos preconceituosos.

- Pois eu vou também! Minha mãe pode estar com problemas ... - Declara Pedro já feito de sua decisão.

- Melhor não Pedro, melhor ficarmos por aqui mesmo escondidos. - Aconselha Gustavo sendo o mais sensato, e tentando não fazer com que os sentimentos o subam a cabeça.

- Que nada, se estão com medo do Dognet pegarem vocês, só estão se enganando, ele não é nada! - Conta Adrian debochando do seu inimigo, estando mais do que encorajado, resgatando sua mochila que estava na cama ao lado, e abrindo para conferir se o seu Nunchaku estava lá dentro.

- Acho que nossos pais não vão gostar nada disso... Eles já devem estar voltando.. - Diz Thomas de que decisão tomar ficando um pouco mais afastado dos outros, mas também tentado ser otimista com a chegada de seu pai e mãe.

- Não... Nossos pais podem ter sido pegos pelo Dognet por algum motivo, parem de serem covardes e vamo logo atrás dele!

Gustavo, mesmo tentando ser um ótimo menino aos seus pais, ele queria provar isso de outro jeito, e não tendo que ficar em casa enquanto eles se sacrificam, tomando uma decisão após muita discussão em sua mente.

- .... Ok... Não temos nada a perder mesmo, só vamos logo atrás dos nossos pais e vamos ajudar o menino achar sua mãe ... - Alega Gustavo acenando para Adrian, querendo o acompanhar nas buscas, com o cacheado devolvendo a simpatia com outro sorriso, feliz de que outras pessoas iriam ajudar em sua jornada, pedindo em seus pensamentos, para que Gwen esteja bem e aguente firme.

Kaike, Pedro, Gustavo e até Thomas, vendo que não poderia fazer nada para impedir, e não querendo ficar sozinho, arrumam suas mochilas para partirem, retirando itens que julgavam serem importantes de dentro de suas bagagens....

 

Um pouco afastado da cabana abandonada...

Gwen se encontrava vagando pela floresta, estancando o sangue de seus ferimentos na perna, braço e cabeça com esparadrapos que tinha comprado antes de voltar para a viagem. A jovem estava a procura de Adrian, se lamentando por ter mais vez perdido o controle ao se lembrar de seu menino, chorando enquanto tentava encontrar uma cidade para pedir informações, se distanciando cada vez mais de seu outro filho...

- ... Ah meu Deus.... Adrian... Por favor esteja bem filho... Porfavor... - Suplicava ela pela segurança de seu filho, se perdoando pelo fundo do coração pelo seu erro emocional, se culpando com todas as forças.

Durante suas lamentações, Gwen percebe estar se aproximando de uma aglomeração ali perto... cinco homens armados abordando três casais de casados e uma mulher no meio da floresta, estranhando a confusão.

- JÁ DISSEMOS QUE NÃO TEM ESPAÇO PARA VOCÊS AQUI! DOGNET ESTÁ MUITO INTERRESADO NESSAS TERRAS! - Grita um dos armados, puxando ainda mais a atenção de Gwen, que vai se aproximando escondida entre as árvores...

- E NÓS JÁ DISSEMOS QUE NÃO TEMOS LUGAR PARA ONDE IR E O QUE ESTÃO FAZENDO COM A GENTE É INJUSTO. - Discuti um homem barbudo, quase partindo pra cima do homem, não sendo intimidado pela arma, sendo segurado por sua mulher.

- NÓS TEMOS CRIANÇAS CONOSCO! PENSE UM POUCO POR FAVOR!! - Implica a mulher sem marido, mãe de Pedro, falando pelos pais de Kaike, Gustavo e Thomas, expressando suas reclamações e dividas, querendo um futuro melhor para seu filho.

- Já chega, atirem neles! Dognet nos autorizou fazer isso se nos enchessem o saco... - Comando o líder do grupo dos homens armados, de paciência cheia, recarregando seu fuzil...

Os moradores se assustam, com os homens protegendo as mulheres prontos para atacar mas sendo afastados pelas armas... porém, quem os protege mesmo, é Gwen, que com uma bala faz um estrago na cabeça de três homens, acertando os dois restantes pelas costas, sem perder tempo...

- Estão bem? ... - Diz a loira assombrando o bico de seu revolver, enquanto investiga os corpos dos homens de Dognet, a procura de balas que serviriam para sua arma...

Assustados, as pessoas ficam com receio da garota, mas ao verem que ela estava ferida e era uma pessoa boa e que queria ajuda-los, eles relaxam...

- S-sim... Obrigada por nos ajudar...

- De nada, mas poderiam me ajudar também? A encontrar o meu filho que se perdeu? E  provavelmente os outros homens ouviram os tiros, então a gente não tem muito tempo, melhor irmos... - Instrui Gwen sendo breve, á percebendo a confusão que acabou gerando, mas não se importando muito graças a dor.

Assustados e sem escolha, os casais decidem ajudar após se encararem, ajudando Gwen a andar com seus ferimentos, a dando apoio enquanto a levam para sua cabana onde estavam abrigados, torcendo para que não sejam vistos...

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capitulo, agora só teremos um novo na segunda, com a continuação desse arco que promete muita ação e revelação, lembre-se, após esse arco, só teremos a preparação e o Torneio Galáctico começara!
Não esqueça de me seguir no twitter, nos fim de semana posto desenhos digitalizados dos personagens, o dessa vez é a Gwen!
Link: https://twitter.com/TorneioO


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