História Touch - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Chanyeol, Chen
Tags Chanchen, Chanyeol, Chanyeol!top, Chen
Visualizações 39
Palavras 629
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, LGBT, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Uma pequena os inspirada em Wildest Dreams porque andava assistindo muito edit do Chanyeol com essa música a.

Boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo Único


“Vamos sair desta cidade, Dae.” Sua voz grossa era como um ato de hipnose, eu poderia aceitar qualquer coisa que me pedisse com aquele tom baixo, enquanto seu tato dançava sobre minha pele. “Dirigir para longe de toda essa gente...” Quando o fiz, quando aceitei seu convite, soube que nem mesmo Deus poderia me ajudar.

Não sou tolo, Chanyeol, fora fácil perceber que mesmo antes de iniciarmos já estávamos fadados ao fim. Eu sabia e mesmo assim me envolvi com você, sabia que sairia despedaçado depois de tudo, porém posso dizer que fora maravilhoso me desmantelar por ti. Você foi fundo, em minha alma e em meu corpo, fez o seu estrago, seu show. Marcou a ferro quente a minha existência que provavelmente nunca mais será a mesma.

Se me permito descer meus dígitos de forma lenta demais por minha pele ainda posso sentir o seu toque, lembrar da intensidade e dos arrepios, a mão direita firme em minha mandíbula e as unhas curtas raspando por minha coxa nua, largando para trás linhas esbranquiçadas que se avermelhavam em segundos e meu corpo em combustão. Me embebedando com toda sua presença lasciva, me tendo de joelhos quando queria, marcando meu corpo sem remorsos e me tendo agarrado ao lençol a chamar por seu nome. Me fazendo tremular e chorar de prazer.

As roupas espalhadas pelo quarto enquanto suas mãos se enroscam em meus cabelos…

Memórias e ereções indesejadas foram as únicas coisas que me deixou antes de partir, não deveria ter tido medo, Park, eu não lhe cobraria formalidades no mês seguinte. Seria apenas sexo e eu sabia disso. Teve medo dos meus ou dos seus próprios sentimentos? Essa é com certeza a minha maior dúvida.

Porque sim, você é alto, bonito ‘pra caralho, mas eu duvido que seja o último homem que mexerá com a minha mente, eu poderia manter essa promessa, mesmo que em algum ponto meu peito doesse como o inferno, eu faria isso por uma noite a mais com meu corpo queimando sobre o seu. Uma noite a mais perdido no nosso próprio caos. Na bagunça que ninguém nunca precisaria ter conhecimento.

Espero que tanto quanto eu você se lembre disso, se lembre de nossas noites e de mim, não me importo em lhe assombrar a mente, invadir seus sonhos mais selvagens e te fazer querer voltar, porque, se não amei você, amei te ter entre minhas pernas e abaixo de mim. Entre meus lábios, talvez. Ou então entre quatro paredes, que resume todos os nossos momentos mais quentes, únicos que devo lembrar.

Devia e queria te considerar um cara mau, Chanyeol, mas você fazia tudo tão bem…

Até mesmo o beijo, indesejado por ti, fora bom demais para que minha mente pudesse se esquecer propriamente. Aquele dia, com o pôr-do-sol bem à nossa frente, eu desejei que se lembrasse de um Jongdae que você considerasse legal e interessante, um Jongdae que você não conhecera tão bem, e que também não poderia brigar por espaço. Esse fora o Jongdae, com mais sentimentos do que nossa breve relação poderia suportar, que grudou os lábios aos teus. Você correspondeu, muito bem diga-se de passagem, e então me fez malditos lembretes de que tudo que nos envolvia tinha data de validade.

Aquele Jongdae, que não vejo por aqui a um bom tempo, espera que você se lembre dos poucos momentos fofos, de minhas bochechas rosadas e dos meus lábios avermelhados após o beijo no parque.

O eu atual, o realista, espera que se lembre de meu aperto ao redor do seu pau, de minhas unhas em seus ombros e das mais sujas palavras que saltaram de meus lábios.

O importante é que se lembre, que não mate nossas memórias, porque tanto quanto eu tu gozastes delas.

E gozastes muito.


Notas Finais


Esperem por um extra. rs


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