História Toujours à tes côtés (Ladynoir)🐞🐱 - Capítulo 45


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug), Mitologia Chinesa
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Jalil Kubdel, Lila Rossi (Volpina), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mestre Fu, Mylène Haprèle, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Nooroo, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain, Wayzz
Tags Ação, Adrinette, Alyno, Amor, Cat Noir, Chat Noir, Colegial, Família, Heróis, Ladybug, Ladynoir, Magia, Miraculous, Mistério, Romance, Vilões
Visualizações 296
Palavras 1.533
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoal!! Tudo bom? :-D
Primeiramente, gostaria de agradecer a todos que estão lendo, gostando e comentando a fic até agora, vocês são D+!
Estamos quase na reta final da história, mas as emoções continuam vem vivas!
Segue agora mais um capítulo emocionantemente emocionante!
Boa Leitura!!

Capítulo 45 - Gato idiota...


Fanfic / Fanfiction Toujours à tes côtés (Ladynoir)🐞🐱 - Capítulo 45 - Gato idiota...

• Ladybug •


Eu não acreditava no que ele havia dito. Só podia ser brincadeira.

- Você não pode estar falando sério, né?

- Nunca falei tão sério quanto agora.

Ele finalmente virou de frente para mim. E sua expressão estava mesmo séria.

- Estou cansado disso tudo. - argumentou. - Pessoas sendo akumatizadas, Paris sendo destruída e a vida da população correndo risco. Eu estou cansado disso.

Me levantei e caminhei até ele.

- Você é mesmo um gato idiota. Quer enfrentar Hawk Moth sozinho? Não se esqueça, nunca nos encontramos fisicamente com ele e não sabemos o quanto ele pode ser forte. As chances de você ganhar são mínimas ao menor dos equívocos.

- Eu posso tentar.

- Não seja um panaca! - retruquei. - Hawk Moth é traiçoeiro, ele pode arrancar seu anel em segundos!

- Ele não vai conseguir.

- Que saco, será que isso não entra na sua cabeça? - comecei a me estressar com Cat Noir. Mas que teimosia! Por quê não me ouvia e parava com isso de uma vez? - Você não vai conseguir! Irá perder se for sozinho!

Então, os olhos felinos de Cat Noir cravaram-se nos meus. A angústia marcada em seu rosto.

- Você não confia em mim.

O encarei por instantes. Ele estava sendo tão teimoso à dizer algo desse tipo?

- Confio sim. - respondi.

- E você também não acredita em mim.

- É claro que eu acredito. - pousei minha mão em seu ombro, mas fui interrompida.

- Não. - ele agarrou meu pulso e afastou de si. - Você não acredita em mim. Se vai ser desse jeito, não preciso de seu desejo de boa sorte.

Cat Noir largou minha mão, e virando de costas para mim, passou a caminhar em direção oposta, determinado.

Aquilo que ele dissera me deixou chateada. Angustiada. Culpada. Mas algo mais forte, mais intenso e profundo se instalou em meu peito. E não era amor. Era raiva.

Andei até ele, e puxei seu ombro. Com o movimento, virei-o de frente para mim. Olhei bem no fundo de seus olhos verdes felinos. Era sério que todas aquelas emoções florescendo dentro de mim eram todas causadas por ele? Por aquele gato estúpido que eu amo tanto?!

Então, ergui meu braço e estapeei-lhe o rosto.

- Você não entende! Estou dizendo isso porque estou preocupada! Se digo que não tem chances contra ele, é porque tenho medo do que ele pode fazer! Eu... - as lágrimas começaram a surgir. Tentei segurá-las ao máximo, mas meus esforços foram em vão. - Tenho medo de ele fazer algo de ruim com você. - minha voz saiu trêmula. - Estou preocupada, não só como amiga e parceira, mas também como namorada. Não quero te perder.

Os seus olhos felinos brilhantes se encontraram com os meus. Olhei bem no fundo deles e notei sua emoção florescer também. Seus olhos marejaram. E meu choro apenas aumentou. As lágrimas conteram-se quando nossos olhares se cruzaram novamente e nos aproximamos um pouco. Eu me sentia chateada por fazê-lo achar que não acreditava e nem confiava nele. Me sentia triste só de pensar em ficar longe dele, ou pior, nunca mais vê-lo outra vez. Meu coração não aguentava aquele furacão emotivo. Eu não aguentava.

Eu não resistia à Cat Noir.

Agarrei a gola de seu colant e selei meus lábios nos seus. Não precisou de muito para que ele então cedesse diretamente ao beijo, abraçando minha cintura com um das mãos e a outra, segurando meu rosto, guiando o beijo. Nossos lábios se moviam lentamente, o suficiente para que todo medo e temor sumisse em centésimos de segundos. E naquele momento, pude finalmente ver, como eu amava aquele gato idiota.

O meu gato idiota.

Nos separando apenas pela falta de ar, nos encaramos por um tempo, sorrindo. Acariciei seu rosto e brinquei com os cabelos em sua nuca. Com o polegar, Cat secou uma lágrima que persistia por escorrer em minha bochecha.

- Bugboo, você não vai me perder. - disse ele, entre um sorriso maravilhoso que só ele conseguia fazer. - E sabe porquê? Porque faremos isso juntos.

Assenti para ele. Como despedida temporária, Cat Noir beijou-me a testa de forma carinhosa.

- Leve Lila à um hospital. Enquanto isso, eu irei encontrar o covil de Hawk Moth.

- Certo. - respondi, mais aliviada.

Assim, mesmo com meu coração dizendo para permanecer ali, ao seu lado, dei minhas costas para ele e corri à procura de um hospital. Lila, vez ou outra balbuciava palavras inaudíveis, cada vez mais me deixando preocupada. Ela estava bem machucada e debilitada, então procurei me apressar. Naquele instante, não era mais a antiga Lila. A garota que mentia para chegar aos seus objetivos. Era apenas uma garota normal, ferida, mas normal. E como Hawk Moth era cretino. Além de akumatizar uma pessoa, ele ainda a largou ali sem mais nem menos, sem a menor pena. Ele iria pagar por aquilo.

Por sorte, com volta de Lila, os dragões haviam sumido, e a cidade já estava retornando às ruas. Encontrei uma ambulância à alguns metros de mim.

Me direcionei para ela.

- Por favor!

Os enfermeiros surpreenderam-se.

- Ladybug?

- Ajudem esta menina! - gritei.

Eles vieram até mim, trazendo uma maca e outros equipamentos médicos para nos atender. A enfermeira ali presente me perguntou:

- O que ela tem?

- Seu nome é Lila Rossi, e ela se machucou durante a balbúrdia. - expliquei. - Está muito debilitada, portanto, precisa de atendimentos urgentes.

A enfermeira me encarava profundamente.

- Ladybug, você também não está nada bem, permita-me atendê-la.

- Agradeço. Mas ela precisa mais do que eu. Além disso, a guerra ainda não acabou. Só vim até aqui para ver como estão e para levá-la ao hospital. Tenho de ir.

Quando estava para me retirar, senti mãos trêmulas e quentes agarrarem meu pulso direito. Olhei com o canto do olho, vendo Lila acordando. Ela ainda estava bem fraca.

- L-Ladybug, eu... - balbuciou.

- Descanse, Lila. Você precisa.

- Me... Me desculpe por tudo...

- Está tudo bem. - arrumei a franja em seu rosto. - E você ficará bem também.

Voltei-me para os médicos.

- Vocês cuidem dela. Se me derem licença.

Saquei meu ioiô, girando-o e o lançando na ponta de um prédio. Me balancei pelas ruas que, agora com o sumiço dos dragões, estavam se ocupando novamente. A movimentação ainda era fraca, mas aos poucos aumentava. O tenente Roger acompanhado de outros policiais cuidava para que o povo de Paris se acalmasse e tentasse esquecer o ocorrido para saírem de suas casas. Provavelmente meus amigos, Nino, Alya, Alix e Kim estaria bem e seguros também. Parei no telhado de um armazém e liguei o dispositivo de comunicação do ioiô.

Disquei o número de Cat Noir, esperando que me atendesse.

[...]

" - O gato comeu a sua língua? Deixe seu recado! :-)) "

É sério que em um momento desses a ligação daria na caixa postal? Cliquei no ícone de mensagem.

- Cat Noir, já levei Lila a um médico e ela estará bem. Verifiquei a cidade também e todos estão mais calmos e seguros. Sobre aquele assunto, você conseguiu? Me ligue de volta assim que puder.

Desci do local onde estava e me escondi em um beco alí próximo. Olhei ao redor e confirmei que estava só.

- Tikki, desligar a transformação.

A kwami surgiu de meu brinco esquerdo e caiu em minha mão. Estava exaurida de todo o poder consumido, mesmo eu não tendo utilizado o meu talismã.

- Espere um pouco. - cacei algum biscoito em minha bolsinha cor-de-rosa e por sorte, encontrei. Estava na metade, mas serviria. - Tome.

Tikki abocanhou seu alimento preferido e o mastigou, recobrando as energias e absorvendo os nutrientes necessários para que sua força mágica retornasse.

Com minhas roupas casuais, vi como estava machucada. Aquela luta insignificante que tive com Volpina realmente acabou comigo. Limpei um pouco do sangue em meu rosto, e perguntei se Tikki estava melhor.

Ela assentiu.

- Não me recuperei por completo, mas é o bastante. - ela engoliu o último pedaço. - Fiquei feliz por saber que Lila se redimiu. Ela estava tão influenciada pelas emoções negativas que não reconhecia a si mesma. Bom trabalho, Marinette.

- Pois é, eu também fiquei muito feliz. Quando isso acabar, irei conversar com ela sobre tudo o que aconteceu.

Tikki piscou, concordando com a proposta. Era sempre bom contar com ela.

- Agora o que importa é chegarmos à fundo disso.

Me transformei novamente e no mesmo instante que se completou, uma notificação chegou ao ioiô.

Apanhei-o e ouvi.

" - Bom trabalho, My Lady! Estou próximo, não sei de que forma, mas é como se algum GPS estivesse me guiando. Venha se encontrar comigo. Aqui está a localização. Miau! "

Segui exatamente o caminho indicado pelo meu dispositivo de localização do ioiô, encontrando Cat Noir mirando o horizonte. Para indicar que eu havia chegado, toquei em seu ombro.

- E então? Encontrou o covil de Hawk Moth?

- Não sei porquê, mas... Sabe aquele tal "GPS imaginário" que eu mencionei?

- Sim.

Cat Noir ergueu o dedo indicador.

- Ele indica que o covil se encontra bem ali.

Olhei pela mesma direção que Cat apontava e senti um frio na espinha ao me dar conta de qual lugar se tratava.

- A Mansão dos Agreste. - engoli seco.


Continua...


Notas Finais


Então, gostaram?
Obrigada por lerem, até a próxima!!❤
Beijinhos!!💋😘


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