História Tóxic Desire - Capítulo 30


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Categorias Justin Bieber, Megan Fox
Personagens Justin Bieber, Megan Fox
Tags Amor, Crime, Criminal, Descobertas, Desejo, Drama, Jayene, Justin Bieber, Máfia, Megan Fox, Mentiras, Ódio, Possessivo, Traições, Vingança, Violencia
Visualizações 40
Palavras 1.032
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


B
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Capítulo 30 - Chapter thirty.


Fanfic / Fanfiction Tóxic Desire - Capítulo 30 - Chapter thirty.


Kathleen P.O.V

Mas de repente tudo foi pro ralo, quando Justin tencionou o corpo, retirando sua mão rápidamente, ele balançou a cabeça negativamente.

— Não posso, eu não consigo. — Sussurrou mais pra si mesmo, em instantes saiu do quarto como um flash, nem ao menos me dando tempo pra perguntar do que exatamente ele falava. Bufei, meu Deus que cara complicado. Por que será que é tão difícil assim pra ele? Tá bom, eu tenho dificuldade de me relacionar com adultos, porque alguns podem te fazer mau e te traem na primeira oportunidade, mas crianças? Crianças são inofensivas e inocentes demais pra fazerem mau a alguém.

— Definitivamente o Justin só pode ser louco. — Sussurei pra mim mesma, sugerindo a minha última hipótese ao ver o que aconteceu aqui. Sai do quarto das crianças e fui para o meu. Deitei-me na cama pensativa, algo me avisava que isso de ajudar ao Justin vai me trazer problemas futuramente. Eu sei muito bem qual tipo de cara o Bieber é, tipo daqueles erros que você cometeria de novo sem nem pensar duas vezes, ele é furada e eu devia ter evitado isso tudo engolindo o meu orgulho e ter dito não para aquela aposta que ele me propôs. Dei de ombros, eu também não era flor que se cheire, muito pelo contrário eu também sei ser problema quando quero. E não é como se fosse o fim do mundo, aliás, olhando no meu calendário do meu celular vi que faltavam apenas mais algumas semanas para completar os dois meses. O tempo passou tão rápido que eu nem ao menos percebi. Não mentirei dizendo que não sentirei falta daqui, por mais estranho que seja eu me acostumei aqui, com esse lugar e principalmente com as pessoas daqui. Qual é? Os garotos por mais que sejam criminosos, eles são do bem, são gente boa e sabem ser legais – quando querem –, e porra, esses últimos dias, eu curti, ri, fiz novas amizades, fui feliz com os mínimos detalhes, isso é muito estranho que eu deveria até ter medo. Eu me acostumei com a energia desse lugar, e o mais irônico é que quando eu estava vindo pra cá, isso nem passou pela minha cabeça, porque eu vim pra cá odiando estar aqui.

[……]

Justin Bieber • Point of View

Estacionei o meu carro na garagem. Ontem a noite eu nem jantei, fiquei o resto da tarde no meu escritório analisando umas planilhas de contas desse último mês – que Chris tinha feito –, mas na verdade eu não curto muito me socializar e esse negócio de diálogo, prefiro ficar mais na minha, por isso arranjei algo para fazer, só para não jantar com o restante do pessoal. E pra completar ainda mais o meu azar, ontem a Kathleen conseguiu fazer que eu fizesse uma coisa que em anos eu não soube fazer. Que valico mano, como eu pude me deixar levar assim? Foi um erro eu ter aquele contato mais próximo com os pirralhos, o melhor pros dois é ficar longe de mim, sentir medo e me respeitar. Aquilo não pode se repitir nunca mais, e a culpada disso foi aquela vadia. Se ela pensa que vai conseguir me tranformar em um viadinho sensível e cheio de mimimi, está muito enganada. Nem consegui dormir ontem também – pra variar –, já que eu tenho uma vida noturna, por causa daqueles malditos pesadelos. Passei a noite em claro no topo do morro, pois lá é o único lugar em que eles não me pertubam. Puxei os meus cabelos, aflito, eu odiava me sentir assim. Resolvo ignorar isso e subo para o meu escritório, eu precisava fumar, para esquecer de tudo e tentar relaxar, mesmo que essa sensação dure apenas alguns minutos, eu precisava disso.


Kathleen • Point of View

— Hoje é domingo! A gente vai sair de novo? — Caitlin perguntou animadíssima.

— Eu tô cansada, mano. — Candice falou, após dar um suspiro cansado. — Aquele racha de sábado foi foda! Mas acabou com todos nós, eu nem ao menos consegui dormir direito.

— Nossa como você aguenta Kath? — Caitlin debochou. — Tu reclama de tudo Candi, e aliás eu acho que você deve ter alguma doença porque não é possível, todo mundo já conseguiu descansar do efeito da ressaca e estamos prontos para outra, menos você. — Candide mandou o dedo do meio pra ela. O cansaço dela tem nome e sobrenome que eu já até imagino quem seja.

— Também nem vai adiantar nada, eu vi os garotos saindo e se eles foram revolver negócios da máfia, nem tão cedo vão voltar, não dá pra ir sem eles. — Candice fez bico.

— Sem eles ou sem o Ryan? — Debochei, levando um tapa no braço como resposta.

— Nada a ver isso, nós não nascemos grudadas com eles, podemos muito bem ir sozinhas. — Cait contrariou.

— Seria muito arriscado, algum inimigo do meu irmão pode aparecer e vocês se dariam muito mal. — Babi avisou.

— Ué, mas quem disse que podemos ir somente em corridas clandestinas? Não tem só o racha de divertido, poderíamos muito bem ir numa boate de algum aliado gato que o Bieber tem, numa balada ou até mesmo num clube de festa, o que vocês acham? — Caitlin sugeriu, Candice deu de ombros indiferente.

— Tô fora, eu curto mais o perigo, adrenalina...— Sinalizei uma arma com as mãos. — Então podem ir só vocês mesmo.  

— Kath por que tu não vai num psicológico? Você não existe mesmo, mano. — Babi falou um pouco incrédula e assustada ao mesmo tempo. Sorri irônica, o que tem de mais em ter um espírito aventureiro?

— Se eu fosse em um psicólogo, eu obviamente iria traumatizar ele, então não vale a pena. — Debochei. — Ah e eu existo sim, aqui estou eu em carne, osso e gostosura. — Joguei os meus cabelos, caminhando a caminho da cozinha, Candice bufou e ouvi elas reclamarem do tamanho da minha auto-estima. Estava procurando alguma coisa pra comer, quando do nada ouço barulhos de tiros, senti todo o meu corpo tencionar, dei um grito completamente assustada, corri rapidamente de volta pra sala.


Notas Finais


Desculpem os erros. ♡


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