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História Tóxic Desire - Capítulo 63


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Notas do Autor


Boa leitura meus amores!

Capítulo 63 - I need you now.


Fanfic / Fanfiction Tóxic Desire - Capítulo 63 - I need you now.

São uma e quinze da manhã

Estou meio bêbado

E eu preciso de você agora. • Lady Antebellum.


Kathleen P.O.V

— Mas e ai? Como foi nos exames? — Candice se levantou indo pra sala e eu a acompanhei, tínhamos acabado de jantar.

— Foi ótimo, a Dra. disse que eu estou na 13ª semana. — Disse tirando uns papeis da sua bolsa. — Olha como ele ta pequeno, mas já esta bem visivel no ultra. — Olhei o ultrassom e meus olhos se encheram de lágrimas.

— Ai eu nem acredito nisso, vou cuidar muito e proteger esse bebê. — Digo já me imaginando passeando com eles por todos os lugares. — Vou ensinar as coisas pra ele. — Sorri. — Ou ela. — Candi riu fraco.

— Coitadinho do meu bebê! Com uma tia maluca que nem você, é capaz de você fazer ele ser cinco vezes mais bagunceiro. — Dei um tapa fraco em seu braço.

— Hahaha. — Ri ironicamente. — Obrigada pela parte que me toca. — Revirei os olhos. — Mas você quer menino ou menina? — Candi colocou as mãos sobre a barriga.

— Na verdade desde que venha com saúde, o sexo é o de menos. — Ela suspirou preocupada.

— O que foi? — Negou com a cabeça.

— Minha família ainda não sabe. — Franzi meu lábio numa linha fina, a família da Candi pode não reagir bem a gravidez. — Estou com medo de falar pra eles. — Neguei com a cabeça.

— Esquece isso e curte esse momento maravilhoso. — A aconselhei. — Uma hora ou outra você pode contar pra eles e mesmo que não reajam bem no começo, no fim vão acabar aceitando. — Candi me olhou aflita.

— Será? — Perguntou.

— Vai por mim, relaxa. — A abracei. — E se você não tiver o apoio deles, você tem o meu. — Candi assentiu.

Justin P.O.V

Minha mãe estava terminando de jantar e as crianças já tinham terminado. Toquei o sininho em cima da mesa e Evelyn apareceu.

— Leva as crianças lá pra cima. — Digo e ela fez o que pedi. Os caras estavam na casa deles, e pedi a Babi e Ashley para não descerem pra sala de jantar.

— Mãe, o intuito desse jantar foi pra conversar. — Assim que terminei de falar ela me olhou entediada.

— De novo aquele assunto Justin? — Perguntou indignada. — Meu filho eu já te falei e vou repetir, aceita que é melhor! Eu não mentiria pra você e nem pra Kath! Tudo o que eu disse é verdade. — Neguei com a cabeça.

— Mas mãe é impossível isso ser verdade e eu não acredito nessa história, sério mesmo! Não tem como. — Digo e me ajoelhei aos pés dela pegando em suas mãos, eu nunca havia me ajoelhado antes pra ninguém.

— Mãe, por favor! — A encarei. — A senhora não sabe como eu estou me sentindo, igual uma bomba relógio prestes a explodir. — Sinto ela apertar minhas mãos. — Eu não tô bem, só bebi e fumei nesses últimos dias e não tenho nem comido direito de tanto pensar nesse assunto. — Ela soltou minhas mãos.

— Justin meu filho é que... — Ela fez uma pausa respirando fundo e parecia pensar.

— É que? — A incentivei a continuar, mas ela quebrou o contato visual comigo e se levantou.

— Nada. — Disse e saiu atordoada da minha casa. — Franzi o cenho, eu sabia que ela ia me falar alguma coisa, eu senti, só que no último instante ela desistiu, por que será? A acompanhei.

— Mãe! Espera! — Gritei e ela entrou no carro, bati no vidro, percebi pela leitura labial ela sussurar um "Desculpa, filho" e arrancou dali. Bufei frustado e entrei dentro de casa. Por que ela não conseguiu falar? Será que alguém estava ameaçando ela? Não acredito, logo agora que eu estive tão perto de descobrir. Peguei um vaso que estava em cima da mesinha no centro e taquei na parede. Evelyn apareceu assustada e com os olhos arregalados olhando os cacos no chão e a mim. Bufei subindo pro meu quarto e deitei em cima da minha cama no mesmo instante meu celular começou a tocar.

Ligação On:

— Chefe, já fiz o que você pediu. — Ouvi uma voz feminina e muito familiar.

— Sem rastros nenhum né? — Me levantei da cama.

— Nada, eu desliguei o respirador e ele já era. — Sorri satisfeito. — Agora só aguarde a notícia, e como sempre foi um prazer fazer negócios com você. — Murmurei um "digo o mesmo".

Ligação Off.

Pelo menos uma noticia boa, coloquei meu tênis e fui a caminho do meu escritório, mandei uma mensagem para Ryan dizendo pra ele levar Candice pra dormir fora com ele. Liguei o meu MacBook e fui nos meus documentos editando um relatório de cargas de drogas que tinha que passar pela fronteira de LA para depois ir em viagem aérea pros meus clientes, mas óbvio que ia passar como produtos da minha empresa fantasma, mas de qualquer maneira eu estava a salvo tenho acordo com os federais, porém não posso dar mole, um passo em falso pode me prejudicar. Depois de ficar até meia noite editando relatórios, imprimi e guardei numa pasta, amanhã eu pediria pro Chris entregar esses relatórios para o nosso motorista de cargas. Relaxei na cadeira, e peguei uma garrafa de whisky me servindo um pooco, voltando a pensar no ocorrido com minha mãe no jantar, havia alguma coisa de errado, disso eu não tinha dúvidas. Olhei no relógio e já eram 1:15 da manhã, e eu pensando na Kathleen, acho que bebi um pouco demais, e me perguntava o que faria se não conseguisse provar que minha mãe e a família da Kathleen mentiram? Iríamos ficar nessa situação pra sempre? Não isso não pode acontecer, eu não permitiria jamais, será que passo pela mente dela assim como ela passa pela minha a todo instante? Eu tinha até medo do que eu sentisse virasse uma obsessão, porque isso era fora do normal.

Bufei irritado, me levantei sentindo tudo rodar, mas me contive. Peguei meu celular, minha arma, uma arma de choque e gás lacrimogêneo, coloquei nos bolsos largos da minha calça e fui até o meu carro, fui em direção a casa da Kath e desci do carro, subindo no muro na parte de trás da casa. Pulei o mesmo e tinha poucos seguranças dentro da casa, corri e me escondi atrás de uma árvore e fui andando a caminho das portas do fundo, tinha um vigia cochilando e quando me viu se assustou, fui rápido e dei uma coronhada com minha arma na cabeça dele o mesmo caiu no chão desmaiado, peguei o molho de chaves do seu bolso e fui tentar abrir a porta, despois de minutos entrei e tranquei a mesma por dentro. Entrei pela cozinha e subi as escadas procurando o quarto da Kath, andando devagar pra não fazer barulho, assim que cheguei no quarto dela abri a porta do mesmo, e mesmo com a pouca luz do abajur iluminando o quarto, observei ela dormindo serenamente. Me sentei devagar ao lado dela na cama e comecei a acariciar os seus cabelos, sem querer acabei tocando seu rosto e ela acordou num sobressalto.

— Calma, não grita! Sou eu. — Coloquei minhas mãos na sua boca quando ela fez menção de gritar e a mesma franziu o cenho.

— Justin? — Perguntou consufa após se acalmar mais. — Que susto você me deu. — Colocou a mão no peito esquerdo, enquanto regularizava sua respiração. — O que você tá fazendo aqui Justin? Ainda mais a essa hora? — Sussurrou incrédula.

— Eu preciso de você agora. — Após dizer isso não dei tempo pra ter uma resposta e ataquei os seus lábios, no começo ela relutou, mas após eu morder o seu lábio inferior e a puxar pela cintura, ela cedeu me dando passagem com a língua e colocando os braços em volta do meu pescoço.


Notas Finais


Desculpem qualquer erro ortográfico!
Bjos e até o próximo.


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