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História Trabalho, é Trabalho! Festa, é Festa! - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


HEEEEEEEEEEEEEEEY~ 😎
Eu disse: vou voltar, a qualquer momento, com alguma história doida.
Aqui está! Confesso que NÃO SEI o que pode sair. Mas, para eu continuar escrevendo eu preciso arriscar.
Enfim, espero que vocês gostem. ❤
Eu estou me esforçando, para escrever mais um pouquinho para vocês! ❤

Essa fic será bem, BEM SIMPLES, e embora ela tenha capítulos curtos, ela não é uma ficlet, ok? Terão capítulos que ultrapassarão as 1.000 palavras. São poucos, mas terão.

♡ Meus amores, PLÁGIO é crime. Não copiem, CRIEM! E não aceitem nenhuma história que vocês estão vendo, na cara dura que é copiada, também! Avise o autor! ;)

♡ As imagens não me pertencem, ok? Eu encontrei todas no Google Imagens, Zero-chan e Pinterest.

Boa leitura! ❤

Capítulo 1 - A grosseira e o simpático


Fanfic / Fanfiction Trabalho, é Trabalho! Festa, é Festa! - Capítulo 1 - A grosseira e o simpático

Assistindo o homem que estava sentado sobre a mesa do escritório, risonho e cercado de amigos, Gumi suspira pela décima vez, fazendo um ar pesado escapar por seus lábios. Para ela, era tão estúpido o fato de que aqueles imbecis não queriam nada com a hora do mundo. E pior! Depois, vinham com a cara mais deslavada pedir a ela para terminar alguns papéis.

Ouvindo as risadas altas, ela só nega com a cabeça e retorna o olhar para a tela do computador. Faltava pouco para Gumi acabar, desligar aquela máquina, voltar ao seu apartamentinho, onde morava sozinha, e alimentar seu gatinho branco, Milk.

No entanto, uma mão pálida atravessa sua atenção na tela do computador. Isso faz com que Gumi vire o olhar cansado para o dono da mão, e lá estava ele: Shion Kaito, o dono do sorriso bobo, porém lindo.

— Gumi-san, venha beber conosco, hoje! — convidou ele, simpático.

Ah, é! Gumi tinha esquecido completamente: era sexta-feira. Dia de entornar e ser carregado para casa, por alguém que não bebia. E geralmente, o ser que não bebia, era ela. A Megpoid ainda se lembrava da primeira noite de bebedeira, na qual tinha sido obrigada a ir, por ser uma “comemoração de boas-vindas” para ela. No final, ela só teve que guiar um monte de bêbados até táxis, como se fosse uma babá.

Antes de responder, ela suspira para conter a falta de paciência:

— Shion — começa, séria e olhando-o nos olhos —, quantas vezes você me convida para esses encontros?

— Várias! — ele responde, sorrindo.

— E quantas vezes eu aceito?

— Nenhuminha!

— Pois então, a minha resposta continua a mesma das outras. Faça como os outros — ela para um momento, para limpar os óculos de armação vermelha no tecido da blusa —, desista! — encerra voltando o óculos para a face. — Minha pretensão aqui é apenas trabalhar e voltar para casa, não festejar.

Com as palavras de Gumi, o sorriso de Kaito desaparece e ele pisca algumas vezes, sem graça. Algumas pessoas que conversavam em mesas próximas se calam e assistem os dois, todos olhando para Gumi com olhares desdenhosos. Odiavam a personalidade fria da Megpoid.

— Vou beber um café — Gumi diz, se levantando da cadeira.

Até que:

— Megpoid!

Ela escuta um chamado sério. E ele vinha de Hatsune Miku, mais uma da turminha dos beberrões. Gumi e todos ali sabiam que ela tinha uma quedinha por Kaito; e havia quem dizia pelo escritório, que os dois já tiveram um caso, mas nada era confirmado.

Gumi só a encara.

— Não precisa ser tão grossa! — Miku continua, com os braços cruzados. — O Kai-kun está apenas tentando ser legal.

— Eu não fui grossa, apenas disse “não”. Se vocês me dão licença.

Gumi sai do escritório, deixando algumas caras amargas para trás. E, com a ausência da Megpoid, alguns comentários ruins sobre ela começam. Miku se aproxima de Kaito, dando um tapa no ombro dele, com uma expressão severa. Com isso, ela conquista a atenção do Shion.

— Dissemos para você não chamá-la! Por que é tão teimoso?

Kaito ri.

— Foi mal! Eu só acho que a Gumi-san é parte de nós, também — ele coçava atrás do pescoço, enquanto dizia. — Mesmo que ela seja meio isolada, é errado não incluí-la.

— Kaito, ela não se importa se é incluída ou não! É uma velha, mal amada!

— Velha? — Kaito pergunta, surpreso.

Miku dá uma risadinha.

— Não sabia? Ela vai fazer vinte e nove, no mês que vem!

— Oh...

De certo modo, Kaito ainda era novo ali, e tinha só vinte e quatro anos. Até aquele momento, ele pensava que Gumi tinha a mesma idade que ele.

— Ouvi dizer que ela não é casada e nem tem filhos! — comentou outra colega de trabalho (de nome Furukawa Miki), que estava próxima, porém em um grupinho de mais três pessoas, que se integraram na conversa de Miku e Kaito.

Miku ri, novamente.

— Do jeito que é amarga, vai morrer sozinha!

Quando Gumi retorna, os assuntos sobre ela cessam no mesmo instante. Quem estava próximo da mesa dela, se afasta. Kaito só se afasta, porque Miku o pega pelo braço e o arrasta de volta para o grupo que estava, antes. No entanto, o Shion não estava mais tão animado. Não pela resposta grosseira da Megpoid, mas sim por ver como todos eram bastante cruéis com ela.


Notas Finais


Não tenho muito o que dizer aqui... kkkk
Mas enfim, se gostaram do comecinho, deixem um comentário para incentivar, tudo bem? ^^ ❤

O fandom está morrendo muito rápido, e a quantidade de leitores fantasmas está crescendo demais! O comentário de vocês é importante para acender a inspiração. Não importa se é pequeno ou grande; de uma palavra ou de 1000 palavras, o importante é a consideração! ❤

Beijinhos! *3* ❤❤❤


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