História Traição - Capítulo 8


Escrita por:

Postado
Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Emília, Simón
Tags Simbar
Visualizações 87
Palavras 2.907
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Meu amor ?


Fanfic / Fanfiction Traição - Capítulo 8 - Meu amor ?

LÁBIOS QUENTES deixavam uma trilha ardente de beijos sobre seus ombros e braços. Ámbar se mexeu e abriu os olhos para ver a cabeça escura de Simón se movendo sensualmente por seu corpo.

– Essa é uma maneira maravilhosa de acordar – murmurou ela.

As palavras o fizeram erguer a cabeça e ela se deparou com o ouro líquido dos olhos de Simón .

– Como está se sentindo, pedhaki mou?

Ámbar rolou para se deitar de costas e ergueu uma das mãos para escorregá-la pela massa espessa de cabelos pretos.

– Muito melhor. Enchi o estômago e tirei um cochilo. O que mais uma mulher grávidapoderia desejar?

– Nosso filho não dormiu muito – disse Simón escorregando uma das mãos pelo abdome abaulado.

Ámbar sorriu.

– Não, ele tem estado muito ativo ultimamente. O obstetra disse que os bebês se mexemmais no segundo trimestre.

Simón observava o abdome avantajado, não contendo a fascinação no olhar.

– Não se mexem no último trimestre?

– Sim, mas não tanto. Não há muito espaço. No último mês, quase não se mexem devido aoconfinamento em que se encontram.

– Acho que então será mais fácil para você descansar. – Ámbar bocejou, cobrindo a bocacom uma das mãos, quando a mandíbula quase estalou com o esforço. – Ainda está cansada – acrescentou ele em tom de reprovação.

– Estou grávida. Suponho que estarei cansada pelos próximos dezoito anos. Mas estou me sentindo bem melhor. Sério. Vamos nos levantar.

Simón montou sobre ela, apoiando um joelho de cada lado de seu corpo e baixou o olhar para encará-la com um brilho predador.

– Está muito ansiosa para se levantar. Por quê? – Ámbar corou e fingiu socá-lo no peito.

Ele se inclinou e lhe capturou a boca em um beijo, mordendo de leve o lábio inferior carnudo até ela o sentir intumescido e pulsante. – Tinha pensado em mantê-la na cama até amanhã de manhã – murmurou.

Liquefeita. Tornava-se completamente liquefeita nas mãos daquele homem. Bastava Simón tocá-la para que ela virasse um mingau. Ámbar envolveu o pescoço largo com os braços e correspondeu o beijo com avidez. Podia sentir a ereção lhe comprimir os quadris. Era bom constatar que o desejo de Simón se igualava ao dela.

Com óbvia relutância, ele recuou e saiu da cama. Ámbar o observou com olhar confuso. Por que ele estaria recuando? Mas Simón esticou a mão e lhe afastou os cachos macios do rosto.

– Teve um dia difícil, agape mou. Não quero cansá-la ainda mais.

Simón pareceu tão surpreso quanto ela quando o tratamento carinhoso lhe escapou dos lábios. Os olhos de Ámbar se arregalaram e ele pareceu tenso, antes de virar de costas e se encaminhar ao closet.

Ámbar o observou se vestir e, em seguida, sair do quarto. Ele a havia chamado de “meu amor” e, embora aquilo a tivesse enchido de excitação, era óbvio que ele não desejara dizer aquelas palavras.

Entretanto as dissera. Ámbar se agarrou àquela verdade enquanto se levantava da cama. O fato de não saber o que Simón sentia por ela e por que se esforçava tanto para se manter distante a deixara intrigada desde o princípio. Seria por causa de sua amnésia? Temeria não poder levar seus sentimentos por ele em consideração já que não passava de um estranho para ela?

Estava muito focada nas dificuldades resultantes de sua perda de memória, mas era óbvio que Simón também tinha problemas em relação àquela situação.

Se ao menos pudesse se lembrar. Se pudesse fazê-lo entender que seu amor por ele independia do fato de poder se lembrar de amá-lo no passado…

Tudo que podia fazer era demonstrar seus sentimentos e esperar recuperar logo a memória.

SIMÓN ESTAVA em seu escritório, olhando além da janela que dava vista para a praia. Ámbar se encontrava próxima à água. Os pés descalços e o vestido de gestante que usava ondulando ao vento. Ele a mantinha sob cuidadosa vigilância e instruíra seus seguranças a fazerem o mesmo. Não queria correr nenhum risco após o desmaio de Ámbar no dia anterior.

Minutos atrás, desligara o telefone depois de falar com o investigador do caso de Ámbar . Ainda não havia sido efetuada nenhuma prisão. Não dispunham de nenhuma pista. O homem que a sequestrara ainda estava solto e, portanto, ainda significava uma ameaça a Ámbar e ao filho deles. Aquilo era inaceitável. O detetive prometera manter contato e informá-lo assim que houvesse alguma novidade no caso, mas Simón ainda estava insatisfeito. Queria resultados. Fazer com que o homem que ousara tocá-la pagasse por isso.

Focou a atenção mais uma vez em Ámbar , que ainda observava o mar. De vez em quando, ela erguia uma das mãos para afastar os cachos do rosto, apenas para voltarem soprados pelo vento. Erguendo o queixo, Ámbar soltou uma risada, e ele sentiu o impacto atingi-lo no lugar em que se encontrava.

Estava linda e descontraída. Descuidada no momento. Simón vasculhou em sua memória procurando pelos momentos em que estiveram juntos. Felizes. Na época, não dera importância ao fato, mas o relacionamento que agora admitia ter tido com ela fora aberto e complacente.

O que a teria levado a lhe trair a confiança? Quase preferia que Ámbar o tivesse traído com outro homem. Mas não, ela atacara sua família, seus irmãos. E isso não poderia perdoar… ou poderia?

A indecisão lhe atormentava o cérebro. Uma grande parte de Simón ainda se encontrava conflituosa e revoltada. Mas outra, uma pequena fatia de seu ser, se encontrava pronta para seguir em frente. Esquecer o que Ámbar fizera e abraçar um recomeço ao lado dela. Talvez ela nunca recuperasse a memória e, para ser sincero, aquilo tornaria tudo mais fácil.

Simón continuou a observá-la e moveu o olhar até onde um de seus seguranças se encontrava, a alguma distância. Ámbar continuava a desafiá-lo, e ele se fingia aborrecido, mas tudo que fazia era se certificar de que seus homens a seguissem para todas as partes. A determinação de Ámbar em lhe contrariar as vontades o divertia porque não sentia nenhuma irritação sincera nela. Apenas gostava de provocá-lo. Simón sabia que estava sendo superprotetor, mas o fato de os sequestradores de Ámbar estarem soltos e ainda oferecerem perigo a ela e ao filho deles, fazia com que o medo lhe corresse como uma lava negra pelas veias. Ela lhe pertencia. Falhara com ela uma vez. Não importava que Ámbar o tivesse traído. Ele a havia atirado, grávida de um filho seu e desprotegida, nas mãos dos sequestradores porque deixara as emoções lhe embotarem o bom senso.

Simón girou, irritado, quando ouviu o toque do telefone. Desviando o olhar de Ámbar , encostou o fone ao ouvido.

– Sr. Alvarez . – A voz de Emilia soou clara do outro lado da linha.

– Conversou com Piers sobre a situação dos negócios no Rio de Janeiro?

– Sim, senhor. Ele pediu para que lhe dissesse que, se o senhor atendesse seu telefone, oteria colocado a par das negociações.

Simón soltou uma risada abafada.

– Depois me entenderei com meu irmão.

– Se for possível, o senhor terá de participar de uma conferência telefônica no fim da tardede amanhã, sete horas daqui. Eu lhe enviarei um e-mail com os detalhes. Theron e Piers estarão disponíveis, mas o sr. Diego gostaria de falar diretamente com o senhor.

– Participarei – respondeu ele.

– E como vão as coisas com o senhor? – perguntou Emilia hesitante. Simón franziu atesta e relanceou o olhar de volta à praia, onde Ámbar permanecia, observando as ondas se chocarem com a areia. – Ela já recuperou a memória? – continuou.

– Não – respondeu Simón conciso. Seguiu-se um momento de silêncio em que ele pôdeouvir a respiração suave de Emilia, como se estivesse relutando em dizer o que lhe passava na mente. – Se isso é tudo – disse ele, em uma tentativa de pôr um fim ao telefonema. – Considerou a possibilidade de ela estar fingindo a amnésia? – disparou Emilia.

– O quê?

– Pense bem – retrucou a assistente, impaciente. – Que melhor maneira de contornar sua raiva do que fingindo ter se esquecido de tudo? Nem ao menos pode ter certeza de que esse filho é seu. Ámbar esteve em cativeiro durante meses. Quem pode dizer o que aconteceu durante esse tempo?

Um arrepio gelado percorreu a espinha de Simón .

– Basta – disse ele conciso.

– Mas…

– Já disse o suficiente…

– Como queira. Eu lhe telefonarei se houver qualquer novidade.

Simón desligou o telefone e voltou o olhar mais uma vez à praia. Porém, não conseguiu ver Ámbar . Poderia Emilia estar certa? Estaria Ámbar fingindo aquela amnésia? O pensamento lhe passara pela mente quando ainda estavam em Nova York e ela acabara de ter alta do hospital. Os instintos lhe diziam que não, mas se enganara em todos os sentidos sobre aquela mulher. Se seis meses atrás alguém lhe tivesse dito que Ámbar seria capaz de traí-lo como fizera, teria debochado de tal acusação.

A raiva e a dúvida se alternavam em sua mente. Simón passou a mão no rosto e fechou os olhos em um gesto cansado. Não importava o que pensasse no momento. Ámbar estava grávida de um filho seu, e isso se sobrepunha a tudo mais. Era capaz de relevar muita coisa em nome do filho.

Um som à porta o fez erguer o olhar. Ámbar se encontrava dentro do escritório, com o semblante iluminado por um sorriso. Os olhos brilhavam de… felicidade.

Simón se descobriu relaxando, o redemoinho de minutos atrás se dissipando.

– Cansou-se do passeio pela praia?

Os lábios de Ámbar se retorceram, tristonhos, enquanto ela se aproximava.

– Deveria saber que estava ciente do meu paradeiro.

Simón gesticulou na direção da janela.

– Tenho uma vista privilegiada daqui. Parece ter se divertido. Está se sentindo bem hoje?Não se cansou demais?

Ámbar parou diante da mesa, e Simón quase gesticulou para que ela a contornasse e se sentasse em seu colo, mas se refreou, necessitando se manter um pouco distante enquanto se sentia tão volátil e inseguro. Não queria vê-la como uma farsante, nada além de uma atriz experiente devotada a escapar da vingança.

– Estou bem. Você se preocupa muito. Não preciso ser mimada. Parece pensar que sou aprimeira mulher a ficar grávida.

– É a primeira a gerar um filho meu – argumentou ele.

Ámbar soltou uma risada.

– Está bem. Então farei algumas concessões a seu excesso de zelo por ser esse o seu primeiro filho. Quando tivermos o próximo, espero que aja de maneira sensata.

Simón sentiu cada músculo do corpo retesar e lutou contra a escuridão que se estampou diante de seus olhos. Outro filho. Aquilo sugeria permanência. Um relacionamento duradouro. Sim, planejava pedir… não, insistir… para que Ámbar se casasse com ele, mas não refletira no que aquilo implicaria. Um lugar permanente para Ámbar em sua vida. Mais filhos.

Os irmãos teriam razão? Deveria tê-la instalado em um apartamento, contratado profissionais competentes para cuidar dela até o nascimento do bebê e depois expulsá-la de sua vida?

– Simón ? Há algo errado?

Ao erguer o olhar, ele se deparou com a expressão preocupada de Ámbar . E, mais uma vez, como em muitos momentos em que ela o encarava, lá estava o traço de insegurança. Ou quase medo. Simón xingou em silêncio. Não tivera a intenção de assustá-la ou aborrecê-la.

Estendeu os braços na direção dela.

– Não, pedhaki mou, não há nada errado.

Ámbar hesitou por breves instantes, antes de finalmente contornar a mesa e sentar em seus joelhos. Ele a observou morder o lábio inferior.

– Não quer ter mais filhos?

Simón inclinou a cabeça para o lado, tentando adotar uma expressão casual.

– Acho que ainda não pensei nessa possibilidade. Nosso primeiro filho ainda nem nasceu.

Ámbar concordou.

– Eu sei. Acho que presumi que, como tem irmãos, quisesse ter mais de um filho. Havíamosdiscutido isso antes? Eu queria ter mais do que um filho? Pensando no futuro agora, sinto que quero vários outros. Talvez quatro. Mas não sei se esse foi sempre o meu desejo.

Incapaz de resistir à testa franzida de preocupação de Ámbar , ele lhe pressionou os lábios às rugas que a vincavam.

– Não vamos nos preocupar com isso agora. Temos muito tempo para pensar em outrosfilhos. Primeiro, tem de se casar comigo – disse ele em tom provocador. – Vamos esperar até o nascimento de nosso filho para depois pensar em aumentar a família.

Um sorriso lindo e cativante iluminou o rosto de Ámbar o fazendo perder o fôlego no mesmo instante.

– Parece tão adorável quando você menciona isso – disse ela ofegante.

– O quê?

– Família. Não tenho família, ou assim você me disse. Saber que você e eu formaremos umasignifica muito para mim. Às vezes, me sinto tão solitária, como se estivesse só há uma eternidade.

Ámbar estremeceu de leve contra o peito largo enquanto as palavras assombrosas lhe escapavam dos lábios.

– Não está sozinha – disse ele em tom de voz suave. – Tem a mim e nós temos nosso filho.

Aquela era uma promessa. Uma que se sentiu apenas levemente desconfortável em fazer. Parte dele se admirava com a facilidade com que se comprometia com uma mulher que lhe causara tanto mal, mas a outra era tão incapaz de se afastar dela quanto seria de cortar fora o próprio braço.

– Deveria descansar – disse ele em tom de voz firme, mais por necessitar colocar algumadistância entre ambos do que propriamente por preocupação sobre o estado de saúde de Ámbar . O médico lhe garantira que ela estava muito bem e que o desmaio não passara da consequência da falta de alimentação. – Chamarei a srta. Cahill para ajudá-la a subir a escada.

Os lábios carnudos de Ámbar se curvaram em uma expressão desanimada. Ela se esforçou para se levantar do colo de Simón , mas ele segurou seu braço.

– Estou muito descansada. A caminhada pela praia foi revigorante.

– Ainda assim, seria sensato repousar um pouco – contrapôs. – Tenho algum trabalho aconcluir. Quando terminar, me juntarei a você e poderemos jantar.

Ámbar não conseguiu ocultar o desapontamento, antes de desviar o olhar. Ela anuiu, mas não disse nada enquanto deixava o escritório.

Fechou a porta com suavidade e ergueu o olhar quando Patrice se aproximou. Ámbar tentou dirigir um olhar simpático à mulher, afinal gostava da enfermeira e ela estava apenas fazendo seu trabalho.

– Está pronta para subir? – Patrice perguntou com um sorriso.

Ámbar suspirou.

– Sinceramente? Gostaria de atirar em Simón o travesseiro onde ele quer que eu repouse.

Patrice tentou suprimir uma risada, mas não conseguiu.

– Em vez disso, posso lhe servir uma xícara de chá no terraço?

A expressão de Ámbar se iluminou no mesmo instante.

– É uma ideia maravilhosa.

Caminhando lado a lado, as duas transpuseram as portas de vidro na direção do terraço. Uma brisa fresca, impregnada do cheiro do oceano, afagou o rosto de Ámbar quando saíram.

– Espero que não se incomode que o dr. Karounis venha nos fazer companhia. – Ámbar percebeu que enquanto a enfermeira falava, as maçãs do rosto iam adotando uma leve coloração avermelhada. – Nós dois tomamos chá aqui todas as tardes.

– Claro que não – retrucou Ámbar enquanto se acomodava em uma das cadeiras dispostasem torno da mesa que dava vista para os jardins.

Quando Patrice retornou para dentro da casa para preparar o chá, Ámbar ficou sozinha. Inclinando-se para a frente, observou os gramados. Mesmo com a companhia agradável de Patrice e do dr. Karounis, a solidão a envolvia como uma capa. Sem mencionar a frustração.

Todas as vezes que Simón relaxava ao seu lado e desfrutavam de algum tipo de intimidade, imediatamente ele se retraía como se percebesse o que estava acontecendo e se apressasse em corrigir aquilo.

Ámbar estava convencida de que a presença de Patrice e do dr. Karounis naquela casa era mais uma barreira do que uma preocupação de Simón com sua saúde. Não que ele não se importasse. Não era mesquinha o suficiente para pensar que os temores do noivo com sua saúde e a da criança não fossem genuínos. Mas, ao mesmo tempo, não podia deixar de pensar em como era conveniente para Simón atirá-la aos cuidados de Patrice toda vez que as coisas se tornavam muito íntimas entre os dois.

Parecia que enquanto ela de fato começava a relaxar, Simón apenas se tornava tenso. Nada em seu suposto relacionamento com aquele homem fazia sentido. Se ao menos pudesse se recordar!

Se ao menos conhecesse alguém a quem pudesse perguntar. Teria se fechado tanto para o resto do mundo durante seu relacionamento com Simón ?

– Certamente as coisas não são tão ruins assim – disse Patrice ao pousar a bandeja sobre amesa diante de Ámbar . – Está parecendo carregar o peso do mundo em seus ombros.

Ámbar conseguiu conjurar um sorriso hesitante.

– Ah, não. Não é nada sério. Estava apenas pensando.

O dr. Karounis, que surgiu atrás de Patrice, cumprimentou Ámbar com um gesto de cabeça. A enfermeira exibiu um sorriso largo e se apressou a gesticular para que ele se sentasse, enquanto servia o chá.

Apesar do turbilhão emocional, Ámbar não pôde deixar de sorrir diante do casal mais velho. Era óbvio que estavam flertando um com o outro e a agradava ver alguém feliz e animado. Daria qualquer coisa para desfrutar de um momento de paz.

Com um suspiro, Ámbar ergueu a xícara e a levou aos lábios, observando mais uma vez o belo jardim. Talvez estivesse alimentando muitas expectativas em um curto período de tempo. Talvez estivesse pressionando muito, o que resultava no afastamento de Simón . Tanta coisa seria solucionada se ao menos pudesse se lembrar! Porém, não podia esperar que um milagre acontecesse da noite para o dia. Devia haver alguma forma de penetrar as defesas de Simón . Tinha apenas de descobrir como.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...