História Traição e liberdade - Capítulo 14


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.287
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, de começo eu já venho pedindo mil perdões por ter demorado tanto para postar o capitulo, é que a vida anda muito corrida, mas hoje sem falta eu vou postar, um beijão e boa leitura.

Capítulo 14 - Penúltimo capítulo.


Laura olha para o policial, mas logo depois desiste de tentar gritar por conta das ameaças feitas pelo mesmo.

- tudo bem...eu fico quieta. - ela baixa à cabeça em forma de rebaixamento. - só não faça nada contra o meu amigo, por favor!

- isso eu já não posso lhe prometer. - ele saí rindo. - e além do mais, você fará tudo o que eu te pedir...- ele saiu sem ao menos saber qual seria à sua resposta.

- estou fodida. - Laura se senta no sofá. - que droga! Que droga! 

- eu ouvi tudo. - John desceu às escadas encarando Laura. - esse desgraçado...- John bufa. - ele esta te ameaçando...que droga! E ele sabe onde Gabriel esta. 

- John....- ela foi interrompida. 

- Laura, vamos entregar ele, e se Jack não acreditar, foda-se! - ele exclamou-se e se sentou ao lado de Laura. - mas isso não ira ficar assim, mas não mesmo. - John se levanta e corre até o pátio, procurando por Fabrício, o namorado de Jack. - foi você não foi? Desgraçado!! - John dá um soco em Fabrício o derrubando no chão, Jack o segura e o vovô segura o Fabrício.

- John para! - Laura gritou. - para...- um silêncio se formou ali.

[...]

- eu sabia...- Gabriel fala baixo. - você esta sempre sob o meu caminho, sempre. - ele resmunga.

- cala à boca! - Thomas puxa uma arma e aponta até o meio de sua cabeça. - esta é a sua última chance de se calar, mais uma palavra sua mãe morre e seu irmão...bom...- ele é interrompido. 

- eles não!! - Gabriel grita.

- atira! - Thomas pede para Gustavo dar um tiro em Gilda. 

- NÃO!!!!!...

[...]

- eu não estou me sentindo bem. - John desmaia. 

- John! - todos vão ajudá- lo, Fabrício sai de cena, mas Jack repara e o segue.

- vamos levá- lo a um hospital. - o vovô corre até à rua e "ataca" um táxi. - vamos lá!  - ele e Laura entram no carro e vão até o hospital. - por favor, moço vá o mais rápido possível.

[...]

- mãe....- Gabriel se debate, mas esta preso por cordas. - seu desgraçado.

- seu tolo.- Thomas ri, mostrando que sua mãe não era à pessoa que tinha levado o tiro. - você é muito tolinho.

- por quê?  

- por que, o quê?  - Thomas indagou.

- por que fazer isso? 

- extinto de vingança, talvez. - Thomas responde. 

- nós podemos fugir juntos...

- Thomas, eu vou dar uma saída, irei até o bordel "comer" umas vadias, você toma conta de tudo ai? - Gustavo pergunta saindo.

- claro que sim. - Thomas responde.

- tudo bem, então! - ele sai.

- pronto! - Thomas desamarra Gabriel e logo depois olha para ele. - fuja.

- como assim? - Gabriel indagou. - o que deu em você de ajudar de uma hora para à outra? 

- eu não sei. - Thomas ri. - suas palavras me comoveram, é sério! - vamos logo, vamos fugir. 

- espere. - Gabriel disse. - onde esta à minha mãe? 

- um tal de Fabrício, sabe. - Thomas contou. - bom, eu ouvi um telefona de Gustavo atrás da porta à uma semana, eles estavam planejando levar várias pessoas para a Espanha. 

- será que...? - Gabriel sai correndo pela porta. 

-me espera! - Thomas sai correndo atrás dele. - aqui! - ele pede para Gabriel voltar, os dois entram em um táxi que Thomas selecionou.

- mas Thomas, você não tinha virado um deles? - Gabriel o perguntou. 

- na verdade, não. - Thomas respondeu, olhando às paisagens pelo vidro do automóvel. - eu só queria à liberdade.

- nós conseguimos, amigos. ? - Gabriel o estende à mão.

- amigos! - Thomas o retribui.

[...]

- alô! - Fabrício atende à uma ligação de Gustavo. - sim, deu tudo certo! - ele responde à alguma pergunta feita por Gustavo. - eles levaram ele até um hospital, ele teve um desmaio após me dar um soco no rosto. E sim, eu já enganei o trouxa do Jack, foi tão fácil. - ele ria. 

- foi fácil...- Jack pensou e foi até o seu quatro preparar uma bela vingança.

- tenho que desligar, vou ver aonde Jack esta, fui. - Fabrício desligou e foi até o segundo andar da casa, onde ficavam os quartos. - amor...onde você está?  - Fabrício perguntou revirando os olhos e fazendo uma voz forçada.  - estou entrando. - ele entra no quarto de Jack. - ahh!  - Jack o joga na cama. - opa amor! O que esta fazendo. - ele ri.

- fazendo você feliz...- Jack o algema sobre à cama. - você ira ter a melhor noite de sua vida. - Jack terminou de algemar e saiu de cima dele. - foi fácil, né, trouxa!! 

- seu desgraçado, me tira daqui!! - Fabrício se debate na cama. - eu vou te matar.

- tchau! Ou adeus! - Jack tranca à porta e sai assobiando. 

[....]

- você vai ficar bem rapaz. 

- certeza, doutor? - John pergunta.

- absoluta! - o doutor continua. - só preciso que vocês fique esta note aqui no hospital, por conta de outras coisas...

- quais coisas? -o vovô pergunta.

- uns exames que nós fizemos, vocês teram de esperar eles saírem. - o doutor disse e logo depois saiu da sala.

- bom, pelo menos eu estou bem. - John fala. - saudades do meu amor.

- eu também estava...- Gabriel corre até John e lhe da um longo beijo. - eu te amo tanto...tanto...- Gabriel o abraça. - eu fiquei com tanto medo de te perder.

- você nunca ira me perder. - os dois se beijam novamente. 

- ai amigo, que saudades! - Laura o abraça e depois o seu avô.

- meu neto, fizeram algum mal para voce?

- eles sequestraram a minha mãe e iram levá- la para a Espanha, para um leilão. - Gabriel chora. - eu irei para lá amanhã...

- não meu neto....- Gabriel o interrompeu.

- vovô, ela é minha mãe, eu não vou deixá- la em outro pais. 

- você....não vai.

- John, eu preciso...

- Eu vou com você. - Jack entra e olha para Gabriel. - nós todos vamos amanhã mesmo, só fica John e Laura aqui.

- não, eu não vou deixar meu namorado sozinho em outro país. John olha para Gabriel. - eu já estou ótimo, então eu vou.

-  que bom!  - Gabriel o beija.

ESPANHA.

- todos prontos? - o vovô pergunta.

- sim. - todos respondem.

- nossa! - Gabriel olha pela janela. - a Interpol. 

- que bom! - John responde. - o inferno acabou. 

- ainda não, falta acharmos à minha mãe. - Gabriel abre à porta do carro e corre em direção a casa de leilões de Madrid.

[...]

- esta daqui, é Gilda. - o leiloador anuncia à entrada de mãe de Gabriel. - ela têm 47 anos, esta em forma, com certeza deve valer uns vinte e seis mil euros.

- eu quero ela! - Gustavo grita anunciando à compra.

- não mesmo! - Gabriel invade.  - ela é minha mãe, seus vagabundos!! Bandidos...traficantes de pessoas!! - Gabriel grita.

- peguem ele!! - Gustavo grita e pega Gilda pela mão e sai correndo sem pagar. - peguem o Gabriel. - Gustavo entra no carro e sai correndo.

- Não!! - Gabriel corre até uma avenida movimentada e rouba um táxi e começa uma perseguição com Gustavo. 

Os dois entram em uma rodovia, caminhões enormes e ônibus grandes passam por esta rodovia. Eles andam em alta velocidade, despertando os olhares das autoridades.

- eu vou te matar!! - Gabriel gritava com fúria.

Eles entram em uma estrada de terra, Gustavo estava perdendo um pouco o controle do carro e desvia de outros motoristas à sua frente. Gabriel dirige correndo, logo atrás de Gustavo. Três viaturas correm atrás de Gabriel.

- encosta! Encosta! 










Notas Finais


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O último está por vir.


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