História Trancados - Jeon JungKook "Imagine" - Capítulo 16


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Personagens Originais
Tags Jeon Jungkook, Jeongguk, Jungkook, Jungkook Imagine, Romance, Trancados
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Palavras 2.603
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Fluffy, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OIIIIIII AAAAAAAAAAH
Gente finalmente aaaaa
Não sei fazer hot direito desculpa mas eu tentei
Boa leitura!
Espero que gostem <3 <3

Capítulo 16 - Momento. (H)


Capítulo XV.

Ele sorriu mais.

Ficara feliz que a garota lhe daria o privilégio de proporcioná-la o prazer que tanto desejava fazê-la sentir.

E isso valia para Mari também, que daria seu melhor.

—É claro que vou tomar cuidado. — disse baixo, acidentalmente provocador.

Olhando para o rosto de Mari, ficava perceptível a vergonha e nervosismo dela. JungKook, percebendo isso, resolveu começar bem do começo.

Com Mari ainda em seu colo, segurou sua cintura novamente. Começou mais um beijo, um pouco lento, no qual a garota correspondeu.

Ele tinha de fazer tudo sem muita pressa, mesmo estando já ereto e com muito, muito desejo de seu corpo. Afinal, ele também estava nervoso.

Mari tentava ao máximo esquecer o quase desespero que sentia. Abraçava seu pescoço, tentando se aproximar mais de seu corpo.

Mas aquele “sem muita pressa” não estava durando muito.

Aos poucos, JungKook não conseguia mais resistir como antes. Isso o fez parar o beijo, deixando um selar longo nos lábios da garota, logo fazendo uma trilha dos mesmos em seu queixo, maxilar e, enfim, pescoço.

Aquelas sensações de poucas horas atrás voltara.

A boca e sua língua, umedecidas, esses toques deixavam a garota mais excitada, e o mesmo podia-se dizer de JungKook.

O garoto distribui-a beijos longos, selares e arriscava-se em deixar pequenas marcas de chupões fracos por todo o pescoço de Mari.

E aí, JungKook já não sabia o que seria dele, quando ouviu um resmungo baixo da amada.

Um suspiro? Sim. Um suspiro que acabara em um resmungo baixo.

Com isso, ele baixou os beijos para sua clavícula, inconscientemente aumentando a intensidade dos chupões.

Lentamente, ele começou a deitar a garota na cama, para deixá-la mais solta e confortável.

Eles necessitavam de contato íntimo exatamente naquele momento, ou poderiam até explodir de ansiedade.

Com a garota já deitada, JungKook subiu em cima dela, ficando um pouco mais abaixo de seu rosto, ainda beijando sua clavícula e pescoço.

Mari não sabia por quanto tempo conseguiria segurar os sons que com certeza faria.

Mas isso com certeza não era um problema para JungKook. Queria muito ouvir a garota gemer seu nome, por mais alto que fosse.

Finalmente, o rapaz começou a levantar a blusa dela, mesmo com ela deitada. Levantou até o nível de seus seios, então olhou para ela como quem pergunta “Me ajude, por favor”, sorrindo.

Mari, que mal conseguia olhar para ele, se sentou na cama apenas para o garoto tirar o resto da vestimenta dela.

Assim que ele o fez, jogou a blusa no chão, voltando seu olhar aos seios cobertos apenas por um sutiã.

— ... Ah, meu Deus... — sussurrou, levando seus braços para as costas da garota.

Mal podia esperar.

Com um pouco de dificuldade, JungKook tentava abrir o fecho do  sutiã da amada, fazendo-a rir.

Para o ajudar, colocou a própria mão no fecho de seu sutiã e abriu para o rapaz, que sorriu, tanto por receber auxílio quanto por estar perto de vê-los.

Seus seios.

A deitou novamente, com uma ereção nível extremo. Chegava a doer.

Seus petos, ainda cobertos pelo sutiã, também gritavam por toques, indicando a excitação da garota.

Sem perder tempo, deslizou as alças, uma a uma, para fora do corpo dela. Ela mais uma vez o ajudou.

...Finalmente.

O sutiã encontrava-se no chão, junto da blusa.

E seus seios, livres.

Tanto livres, quanto...

— ... Lindos... — sussurrou com a voz rouca, admirando a garota seminua.

Mari, com vergonha, desviou o olhar para o lado.

Já JungKook, ainda fitava-os. Estava louco por aquilo.

Sem aguentar, envolveu devagar suas mãos nos dois seios, colocando delicadamente seus dedos ao redor deles.

Cabiam perfeitamente em sua mão.

Com anseio, os apertou.

E... Ah, que alívio que isso o causou.

Junto do pacote “Felicidade”, veio de brinde um suspiro da dona das maravilhas que ele agora segurava.

— E... Tão macios...

Mais uma vez, os apertou. Era muito satisfatório senti-los, ainda mais ouvindo os gemidos baixos da garota quando ele o fazia.

Tirando uma mão de seu seio, aproximou seu rosto dali.

Devagar, passou a língua pelo seu bico.

— H-Hmm... — Mari apertou seu gemido, sentido mais vergonha do que nunca.

Sorrindo, JungKook começou úmidos e prazerosos toques por ali.

Lambia e chupava o bico da garota, arrancando-lhe gemidos mais altos do que antes. Aquilo não só proporcionava prazer a ela, mas também a ele.

Sua mão apertava o outro seio, em sincronia om os movimentos de sua boca.

Começou a brincar com seu outro bico com o indicador, o que começou a deixar Mari descontrolada.

Continuou tudo o que fazia por bastante tempo, logo trocando de lado.

— A-Ah... — ela gemia, fazendo JungKook sorrir ainda mais.

Enquanto fazia seu trabalho que estava sendo aparentemente bem feito, sentia seu membro se endurecer cada vez mais.

Era tanta excitação que chegava a doer ainda mais que momentos atrás.

Mas ele tinha de aguentar.

Saindo dos seios, fez mais uma trilha de beijos no corpo de Mari. A trilha cruzou sua barriga, deixando um arrepio em sua espinha toda.

Baixou os beijos até onde sua calça bloqueava.

Sem hesitar, abriu os botões e o zíper da roupa. Olhou para Mari enquanto o fazia e, mesmo com vergonha, a garota também o olhava.

Assim que abriu a calça, imediatamente a deslizou pelo corpo todo da amada, a jogando junto das outras peças de roupa.

Suas mãos passaram, de baixo para cima, por toda a sua perna e coxa. Sorria de lado enquanto sentia a pele nua da garota.

Apertou suas coxas uma vez, apenas para sentir, antes de partir para o próximo passo.

Seus dedos pegaram nos lados de sua calcinha, querendo arrancar a peça de uma vez dali. Mas ele precisava ser calmo.

Lentamente deslizou sua calcinha por suas pernas, conseguindo, finalmente, ver a garota...

... Nua, ao seu próprio dispor.

Assim que toda a roupa de Mari se encontrava no chão, JungKook a admirava.

Era perfeita.

Seu corpo, as partes dele que nunca tinha visto... E até mesmo seu jeito tímido de agir em uma situação dessas.

Conseguindo tirar os olhos de seu corpo por alguns segundos, verificou se tudo estava bem com ela.

Mari estava com muita, muita vergonha. Escondia o rosto com os braços e mãos, o mesmo estava vermelho.

—... Ei... Tá tudo bem? Quer que eu continue?... —perguntou, preocupado.

Sem conseguir responder, a garota apenas assentiu.

Sorrindo, JungKook começou a ajeitar as pernas da garota em seu ombro.

— Vai ser bom, prometo... Vai ficar tudo bem. — falou — A propósito... Você é muito linda. — falou, referindo-se, no momento, ao seu corpo.

Conseguiu ver um sorriso no rosto da garota.

E então, voltou a olhar para sua intimidade, a qual não tinha dado tanta atenção.

Era perfeita, de verdade. Nada melhor do que ele estava vendo naquele momento poderia existir.

Ter aquela visão, de perto, fez com que sua ereção se intensificasse de algum jeito.

O rapaz apertou o volume nas calças, tentando fazer parar um pouco. A princípio havia funcionado.

Então, se concentrou em apenas causar prazer para a garota, que estava desesperada, tanto por mais toques quanto por nervosismo.

Aproximou seu rosto da intimidade da garota, respirando propositalmente um ar frio ali.

Mari se arrepiou, deixando as mãos largadas no lençol, caso a tensão atacasse. Isso fez JungKook sorrir.

E também, o fez lamber toda a extensão de sua intimidade.

Como foi um movimento inesperado, o gemido da garota também fora.

Não sabia que teria de se preparar tão antecipadamente.

— Muito gostosa. — sussurrou para si mesmo, tirando conclusão dos próprios pensamentos que tivera.

JungKook começou um oral.

Devagar, lambia o clitóris da garota, causando um prazer inexplicável para ela.

Fazia movimentos cautelosos e prazerosos, que com o tempo foram intensificando-se.

A garota começou a soltar gemidos mais altos que antes estavam. Isso aumentava também a ansiedade e excitação de Kook.

Demorou cerca de meio minuto para o garoto acelerar.

Mari agarrou o lençol. Era muito prazer, incrivelmente maravilhoso o que o rapaz conseguia fazer.

Continuava os movimentos todos com cuidado, aos poucos aumentando a velocidade do que fazia.

No mesmo ritmo, aumentava-se a força das mãos de Mari contra os lençóis.

Passou-se minutos, e tudo estava extremamente divino.

Mari não controlava seus gemidos, e já estava perto de seu ápice. JungKook estava rápido no que fazia, apertando também a bunda da garota. Sempre que ouvia algum som vindo da garota, intensificava ainda mais.

Penetrava sua língua o mas fundo que conseguia enquanto juntava de vez em quando um dedo ou dois dentro da garota.

— J-Jung... J-JungKookie... — chamou com dificuldade — E-Eu... Eu vou...

Já percebendo o que estava prestes a acontecer, o garoto deu o seu máximo para fazer o final mais prazeroso que podia, fazendo a garota gemer mais alto ainda e apertar os lençóis ainda mais.

O corpo dela contorcia-se por mais e, sem demorar nem cinco segundos, ela soltou um grito de prazer máximo.

Ele sentiu em sua boca algo espesso.

Ele conseguiu. Fez ela gozar, na boca dele.

Sem hesitar, sugou todo o vestígio do líquido resultante de seu trabalho, desfrutando do ótimo gosto que aquilo tinha, mesmo para outras pessoas parecer algo muito insonso, salgado ou algo imperfeito.

Que não era o caso, claro.

Olhou para o corpo agora relaxado da garota, que estava ofegante. Sorriu, ter essa visão dela era algo de não se arrepender nunca.

— ... Nossa... — sussurrou, rouco — ... Isso é muito bom...

— C-Concordo... — riu ofegante, referindo-se ao ato — ... V-Você... Foi ótimo...

O rapaz sorriu, satisfeito. Ouvir isso dela, ainda mais com sua respiração descompassada, era estranhamente prazeroso.

Ajoelhou-se na cama, olhando para a própria calça. Queria muito livrar-se daquilo.

Olhou para a amada, que recuperava a sanidade.

“Vou esperar alguns segundos... Só para me assegurar que vai dar tudo certo”, pensou.

Enquanto contava até quinze mentalmente, Kook tirou sua camisa, jogando-a junto do resto de roupas.

Mari o observou até nada mais cobrir seu corpo da cintura para cima.

Vira aquele abdômen que tanto desejara.

Era definido, assim como o músculo de seus braços.

“Que homão meu Deus, dai-me equilíbrio”, pedira mentalmente a uma Santa conhecida como Nossa Senhora da Bicicletinha.

Ficou admirando seu abdômen com um sorriso no rosto, esperando vê-lo tirando as outras peças.

Notara também o volume de suas calças, sorrindo ainda mais.

— ... O que foi? — ele perguntou, sentindo o rosto esquentar um pouco —... Gosta do que vê?...

— ... Sim... Estou adorando...—sua vergonha tinha diminuído durante o processo todo do oral que recebera.

O rapaz sorriu de canto, um pouco encabulado.

Se levantara para que a remoção das calças fosse possível. Abriu seus botões e zíper, deslizando a roupa pelo próprio corpo.

“... Que coxas incríveis”, pensou ela, fitando as pernas do garoto.

Passou de encarar as pernas para encarar o volume em sua box.

Havia lembrado que os dois iriam realmente transar, não só com sexo oral.

E engoliu em seco, tentando entender como que tudo aquilo caberia dentro dela.

—... Eu... É... Eu sei que não é tão grande, espero que não se importe... — disse nervoso, começando a tirar a box, ainda de pé.

E assim ele o fez. Tirou.

Fazendo seu membro pular.

Ele estava claramente louco por aquilo.

Só que... Não havia nada de “pequeno” ali.

— ... Wow... —exclamou — ... C-Com certeza, não é pequeno...

Ele a olhou e sorriu. Não sabia se isso era bom ou não, mas sorriu de qualquer jeito.

Subiu na cama novamente, chegando mais perto de sua intimidade com seu membro. Mari ainda não tirou os olhos de seu membro.

Desenvolvera um medo instantâneo de simplesmente não entrar tudo.

E, de algum jeito, o garoto percebeu.

Terminou de se ajeitar, com um braço de cada lado do corpo da garota, apoiados na cama. Seu membro estava quase encostando em sua parte íntima.

— ... Yah... — ele chamou, conseguindo fazer a garota olhar para seus olhos — ... Está com medo?

— ...

Sem conseguir responder novamente, apenas assentiu.

— ... Eu prometo que vou começar bem devagar. Vai doer um pouquinho no início, mas passa rápido. Não vou colocar tudo se não conseguir aguentar. — falou preocupado e confortante — ... E... Se quiser parar, eu paro.

A garota permaneceu o encarando, pensando.

Mas concluiu em questão de alguns segundos.

— ... P-Podemos continuar. — respondeu, fazendo ambos sorrirem.

O rapaz respirou fundo, levando sua mão ao próprio membro e o encaixando na garota. O simples toque a fez arrepiar-se.

Assim que estavam quase prontos...

— ... Espere... — ele falou.

O garoto pegou as duas mão da garota e colocou ao lado de seu corpo, segurando-as forte.

Os dois sorriram mais.

Olhando nos olhos da garota, o garoto lentamente adentrou-a, certificando-se de que ela não se desesperaria ou se machucaria.

A medida que ele a adentrava, por sua expressão e reação, ela sentira um pouco de dor, apertando as mãos de JungKook.

E era verdade, Mari realmente sentira dor naquela hora.

Assim que um pouco mais da metade de seu membro a penetrou, ele permaneceu por alguns segundos ali dentro, até ela se acostumar um pouco.

Mesmo ele não querendo admitir por sua parceira estar sentindo dor, ele sentiu um certo alívio assim que entrara na garota.

Lentamente, retirou seu membro de lá, e Mari, por sorte, já estava se acostumando om a sensação.

A segunda vez foi com um pouco mais de velocidade, mas permanecia bem devagar. Essa arrancou suspiro de ambos.

A dor que Mari sentira foi sumindo aos poucos, causando um prazer incrível.

JungKook também estava sentindo esse prazer, assim como o alívio da dor da excitação.

E assim, os movimentos fluíam. O garoto começou com movimentos de vai e vem leves, e mesmo sendo lentos, já causavam um prazer maravilhoso.

Os gemidos de Mari já estavam de volta, enquanto JungKook, se não segurasse,  sairiam gemidos talvez mais altos que os de sua amada, então tentava deixa-los o mais baixo possíveis. Era inseguro quanto não agradar a garota.

Ele continuou, começou a acelerar aos poucos. O prazer só aumentava, e o volume dos sons produzidos por sua garota o fazia incrivelmente satisfeito.

— A-Ahh, JungKookie... — gemia, sentindo agora todo o membro dentro de si.

Depois disso, ele já não segurou mais.

Conseguira colocar todo o seu membro nela, e era inexplicável a sensação.

Sem resistir, aumentou mais a velocidade e força dos movimentos.

Assim o fez com seus gemidos. Agora, ele já não segurava.

— Hm... M-Mari... — arriscou-se deixar seu nome sair de sua garganta.

Mari conseguiu sorrir, ouvindo-o.

Mas nada além de sorrir, pois agora, ela gemia mais alto também.

Começaram uma estrada infinita de aumento de velocidade, força e volume.

Aquilo causava um prazer para ambos que nenhum havia sentido antes.

Apertavam as mãos um dos outros, suavam, gemiam e amavam tudo isso.

De vez em quando, JungKook espiava as expressões de sua amada, sorrindo satisfeito.

Estavam muito perto de seu ápice.

Com isso em mente, JungKook deu seu máximo para acelerar mais ainda, fazendo Mari e até ele mesmo gemer mais alto, clamando pelo outro.

Faltava muito pouco, e finalmente...

Gritaram de prazer assim que ambos chegaram, coincidentemente, ao seu limite.

JungKook saiu devagar de dentro dela, mal conseguia mantes os braços como estavam. Assim que já estava fora, jogou-se ao seu lado, ofegante, assim como ela.

Acabaram suados, sem conseguir respirar e, principalmente, muito satisfeitos e felizes.

— ... V-Você... Gostou?... — ele a perguntou, sorrindo.

— ...M-Muito... — ela também sorriu.

Devagar, com o restinho de força que ele ainda tinha, levou um braço para o corpo da garota, a abraçando de lado.

— ...E-Eu te amo... — o garoto disse.

— ...Eu t-também te amo... — a garota revidou.

— ... Você... M-Merece um descanso... — disse, deixando um selar em sua testa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A última coisa que Mari fez antes de dormir foi sorrir largo.


Notas Finais


ESPERO QUE TENHAM GOSTADO AAA <3 <3 <3
Até a pRÓXMIA <3 <3 <3 <3


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